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CINEMA

história do cinema no centro de são paulo

atualizado em: 3 de setembro de 2017

 

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Abaixo, indicações de artigos (download gratuito) e livros sobre o cinema no Centro de São Paulo.

 

[+] Livros sobre o Centro de São Paulo (data de publicação)

 

CENTRO DE SÃO PAULO

A relação da sala de cinema com o espaço urbano em São Paulo: do provinciano ao cosmopolita

Paula Freire Santoro
ANPUR
2005

Este trabalho pretende traçar um itinerário (ou evolução) da relação das salas de cinema com o espaço urbano na cidade de São Paulo. Essa proposta nasceu da tentativa de entender a presença de suntuosos edifícios de cinema concentrados na região central e em suas proximidades, que pareciam fornecer pistas sobre um modo de vida diferente do atual, quando o edifício do cinema fazia parte de uma paisagem grandiosa e imponente que parece ter perdido sentido frente às inúmeras mudanças ocorridas na cidade...[+]

 


Ir ao cinema em São Paulo nos anos 20

Sheila Schvarzman
Revista Brasileira de História
2005

As críticas cinematográficas de Octávio Gabus Mendes publicadas na década de 1920 em Cinearte, revista carioca dedicada ao cinema, permitem conhecer o panorama do que era exibido em São Paulo, mas também as aspirações cinematográficas do crítico e os projetos para o cinema brasileiro. Mostram a relação entre as possibilidades de desenvolvimento do cinema brasileiro e as imagens que deveria mostrar do Brasil, e o papel central que as salas de cinema tinham na constituição da atividade cinematográ- fica no país. Pleiteando a constituição de salas ricas em bairros de freqüência burguesa, o cinema, nas aspirações do crí- tico, torna-se espaço de diferenciação social, e não de inclusão. Mostram já nos anos 20 a dicotomia entre as possibilidades de constituição do cinema popular, e as aspirações elitistas que deveriam norteá-lo tanto na constituição das imagens que deveria veicular, como na sua freqüentação e distribuição espacial na cidade. Palavras-chave: História e cinema no Brasil; História do cinema no Brasil; Dé- cada de 1920....[+]

 


SALOES, CIRCOS E CINEMAS DE SAO PAULO

Vicente de Paula Araújo
Perspectiva
1981

Entremeado de farta iconografia, precedido de considerável lastro informativo e adotando o mesmo critério cronológico de sua obra anterior sobre a Bela Época do cinema brasileiro, Vicente de Paula Araújo retrata figuras pouco conhecidas e revela aspectos desconhecidos da chamada idade da pedra do cinema paulistano. Seu autor foi perquirir no registro quotidiano das publicações da época, os acontecimentos políticos, econômicos, religiosos, policiais e esportivos em torno dos divertimentos mecânicos e artísticos que surgiram, antecederam, conviveram, competiram, desapareceram e se transformaram com a consolidação do cinematógrafo no gosto e hábito de todas as classes sociais da população. Trata-se, portanto, de um movimentado e colorido painel da vida urbana de São Paulo no setor das diversões populares, entre os últimos anos do século XIX e os primeiros tiros do grande desatino mundial de 1914...[+]

 


A geografia dos cinemas no lazer paulistano contemporâneo: redes e territorialidades dos cinemas multiplex e de arte

Eduardo Baider Stefani
USP
2009

Equipamentos de lazer e cultura, as salas de cinema, que recentemente voltaram a ser social e midiaticamente discutidas por conta das manifestações populares contrárias ao fechamento do cinema Belas Artes, desempenharam fundamental papel na produção e reprodução do espaço urbano paulistano. Em anos recentes, o mercado exibidor cinematográfico paulistano foi modelado por pelo menos dois equipamentos distintos entre si: os cinemas multiplex, comumente localizado em shopping-centers, pertencentes a grandes redes empresariais, e os cinemas voltados para uma programação alternativa ou de arte, via de regra instalados em vias públicas ou em galerias, que fomentam uma apropriação do espaço que podemos alcunhar de territorialidade. Considerando tal constructo social, o objetivo primordial foi analisar o significado das salas de cinema, as ações e apropriações desenvolvidas por seus frequentadores, na e para a (re)produção do espaço urbano paulistano a partir da década de 1990, elaborando, para tanto, uma compreensão teórico-conceitual embasada nas concepções de redes geográficas e territorialidades, a partir de revisão bibliográfica, levantamentos primários e secundários e mapeamentos. A proposta epistemológica foi criar um amalgama complexo, que não mitigasse nem a relevância dos fatores culturais, causa e consequência dos cinemas, tampouco desconsiderasse a estruturação e as motivações econômicas dos agentes que coordenam a organização destes equipamentos. Crê-se, nesse sentido, que o trabalho subsidiou uma crítica densificada de fenômenos e processos culturais e econômicos responsáveis, em alguma medida, pela produção do espaço urbano contemporâneo e seus significados sociais...[+]

 


São Paulo em preto & branco: cinema e sociedade nos anos 50 e 60

Waldir Salvadore
Annablume
2005

Nos anos 50, São Paulo assume a condição de maior metrópole nacional, o grande pólo econômico e cultural do país. É também o momento em que tem início uma produção cinematográfica local minimamente regular, vinculada ao acelerado processo regional de industrialização e urbanização. Os anos 60, numa espécie de contraponto à década anterior, vêem as contradições socioeconômicas se acirrarem, precipitando a crise política que culmina no golpe militar de 1964. Passa-se abruptamente de um clima de liberdade de expressão para um de repressão e censura. A intenção deste estudo é identificar eventuais rupturas e continuidades no tecido sociourbano da metrópole a partir de uma amostra representantiva da filmografia de ficção local produzida nessas duas décadas, privilegiando a análise de aspectos formais e características específicas da linguagem cinematográfica... [+]

 


download gratuito

A relação das salas de cinema com o urbanismo moderno na construção de uma centralidade metropolitana: a Cinelândia Paulistana

Paula Freire Antônio
Polis

O presente artigo apresenta a história da construção de uma centralidade na metrópoleindustrial paulistana, a Cinelândia Paulistana, a partir da relação de suas salas decinema modernas com os projetos e planos urbanísticos modernos de Prestes Maia(Plano de Avenidas, a partir da década de 1930, Prefeito entre 1938-1945)....[+]

 

Uma Breve História das Salas de Cinema na Cidade de São Paulo

José Estevão Favaro
Henny Aguiar Bizarro Rosa Favaro
COMUNICON
2015

Esse artigo apresenta algumas reflexões sobre a evolução das salas de cinema na cidade de São Paulo, e toma como ponto de partida o início do século XX até os dias atuais. Adota como parâmetro o próprio desenvolvimento da cidade e suas influências no crescimento, declínio, modificações de hábitos do paulistano e retomada do crescimento das salas. Aspectos econômicos, culturais, tecnológicos também são fatores importantes que de certa forma impactaram essa atividade, fazendo com que as grandes salas de cinema de rua dessem lugar às situadas em shopping centers e esses, por sua vez, contribuíram para uma nova era, com salas de menor tamanho, mas cercadas de conforto, segurança, novidades e comodidade, atraindo um novo público interessado na arte e cultura...[+]

 


Na cinelândia paulistana

Anatol Rosenfeld
Perspectiva
2002

Anatol Rosenfeld imprimiu marca indelével na vida intelectual paulistana e no debate de idéias no Brasil. Incorporando as mais significativas tendências do pensamento e da crítica literária e artística da Alemanha pré-nazista, deixou um largo acervo de contribuições no campo da filosofia, da estética, das ciências humanas, da literatura e do teatro, marcadas por agudo senso crítico. Nesse contexto também se inserem os seus escritos sobre cinema. Fruto de cuidadoso trabalho de levantamento realizado por Nancy Fernandes, Na Cinelândia Paulistana descortina uma continuada apreciação e uma penetrante visão crítico-estética, amparada inclusive em conhecimentos técnicos especializados, de uma das paixões desse intelectual berlinense e, no entanto, tão brasileiro - a sétima arte. Seus ensaios e comentários abordam não só a fase florescente da Vera Cruz, como um dos momentos mais fecundos da criação cinematográfica americana, francesa, italiana e japonesa do pós-guerra...[+]

 


download gratuito

Inventário dos espaços de sociabilidade cinematográfica da cidade de São Paulo (1895-1929)

José Inácio de Melo Souza
ArquiAmigos - Amigos do Arquivo Histórico de São Paulo

Parte 2 - Parte 3 - Parte 4

"Georges Jean Renouleau, fotógrafo de origem francesa (Bergerac, 7/12/1845), antes de se fixar em São Paulo montou ateliês em Pelotas (1875), Porto Alegre (1878) e Rio de Janeiro (1883-84). Começou a trabalhar na capital paulista a partir de 1885-89, com ateliê fotográfico na rua Direita, 6. Passou depois para a rua Marechal Deodoro, 2 (em 1895, atual 15 de Novembro), cujas instalações se incendiaram acidentalmente; rua General Câmara, 108 (1897), rua Bento Freitas, 7-A (1897), rua Direita, 24 (1898-99) e..." [+]

 

Salas de Cinema e História Urbana de São Paulo (1895-1930)

José Inácio de Melo Souza
Senac
2016

"Salas de cinema e história urbana de São Paulo (1895-1930) - o cinema dos engenheiros" apresenta um vasto panorama sobre os espaços de exibição cinematográfica na cidade de São Paulo, cobrindo todo o ciclo do cinema silencioso. Por meio da documentação custodiada pelo Arquivo Histórico de São Paulo (AHSP-SMC/PMSP), um dos principais acervos históricos da cidade, o autor reconstitui um momento significativo da história do cinema e da memória urbana paulistana do século XX, marcado pela presença das "salas de rua". Nesta edição, que amplia os estudos de seu livro Imagens do passado - São Paulo e Rio de Janeiro nos primórdios do cinema (Editora Senac São Paulo, 2004), o autor recupera no rico conjunto documental do AHSP projetos de salas especialmente construídas, ou adaptações, para abrigar os cinematógrafos, reproduzindo fachadas, plantas e cortes dessas edificações, além de outros registros de acervos diversos, como anúncios na imprensa, fotografias e cartões- postais. José Inacio de Melo Souza, um dos mais dedicados pesquisadores da história do cinema no Brasil, destaca documentos pouco conhecidos, delineando uma perspectiva renovada sobre esse complexo momento de introdução do cinema em São Paulo e a constituição de um circuito de distribuição e exibição, espaço de socialização privilegiado da modernidade...[+]

 


O cinema na cidade em eclosão: Salas de cinema e história urbana de São Paulo (1895-1930), de José Inacio de Melo Souza

Danielle Crepaldi Carvalho
Significação
2016

A presença do cinema em São Paulo, de fins do XIX a 1930, confunde-se – a exemplo do que aconteceu no Rio de Janeiro – com o período de ascensão da cidade de recanto provinciano a grande metrópole. A relação entre cinema e cidade está muito bem apanhada neste livro de José Inacio de Melo Souza, percurso original pelas vias da capital paulistana, do “Triângulo” aos arrabaldes, tendo como mapa os projetos arquitetônicos relativos à construção de salas de cinema. Neste contexto, o projeto de lei de fevereiro de 1916, que regulamenta a construção desses espaços, surge como ponto de virada, prenunciando a transformação da cidade na “Pauliceia desvairada” que seria decantada anos depois pelos Modernistas. Palavras-chave: cinema silencioso; cinema e arquitetura; cinema e cidade...[+]

 

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