Texto e Fotografias de Mônica Yamagawa


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CENTRO DE SÃO PAULO

LIVROS SOBRE A HISTÓRIA DO

CENTRO DE SÃO PAULO

publicados entre 1981 - 1990

atualizado em: 8 de fevereiro de 2017

 

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Indicações de livros sobre a história do Centro de São Paulo.

Acesse também, os livros publicados entre:

1951 - 1960      1961 - 1970      1971 - 1980      
1981 - 1990       1991 - 2000      2001 - 2010
2011 - 2020

 

SALOES, CIRCOS E CINEMAS DE SAO PAULO

Vicente de Paula Araújo
Perspectiva
1981

Entremeado de farta iconografia, precedido de considerável lastro informativo e adotando o mesmo critério cronológico de sua obra anterior sobre a Bela Época do cinema brasileiro, Vicente de Paula Araújo retrata figuras pouco conhecidas e revela aspectos desconhecidos da chamada idade da pedra do cinema paulistano. Seu autor foi perquirir no registro quotidiano das publicações da época, os acontecimentos políticos, econômicos, religiosos, policiais e esportivos em torno dos divertimentos mecânicos e artísticos que surgiram, antecederam, conviveram, competiram, desapareceram e se transformaram com a consolidação do cinematógrafo no gosto e hábito de todas as classes sociais da população. Trata-se, portanto, de um movimentado e colorido painel da vida urbana de São Paulo no setor das diversões populares, entre os últimos anos do século XIX e os primeiros tiros do grande desatino mundial de 1914...[+]

 


A cidade de São Paulo: geografia e história

Caio Prado Junior
Brasiliense
1989

Caio Prado Júnior explica como a região de São Paulo mesmo não oferecendo atrativos para a criação de um centro industrial e urbano, conseguiu tal proeza. Este texto fez parte do livro Evolução política do Brasil e outros estudos e permanece válido para compreender a influência dos fatores geográficos na formação de São Paulo, além de ser um documento histórico importante sobre seu desenvolvimento urbano...[+]

 


A Industrialização do Algodão em São Paulo

Maria Regina de M. Ciparrone Mello
Perspectiva
1983

O final do século XVIII foi palco de um acontecimento decisivo na história da humanidade e do mundo moderno: a Revolução Industrial: O seu ponto de partida foi a siderurgia e a tecelagem. O êxito da experiência industrial inglesa, sobretudo no domínio do ferro e do algodão, tornou irreversível o processo histórico-econômico por ela iniciado e atingiu progressivamente os diferentes países e continentes envolvidos na economia internacional. Por isso, já no início do século XIX, vemos o Brasil, mal saído do guante colonial, promover a instalação da tecelagem industrial na fabricação de panos de algodão. Em São Paulo, a futura capital fabril do país, o ramo têxtil também foi o berço desta evolução. Daí a importância do presente estudo, que procura identificar as condições de implantação, evolução e decadência da referida indústria, tal como ela se desenvolveu na Paulicéia no início do século XIX. Os elementos colhidos nesta pesquisa constituem uma contribuição marcante para o conhecimento de nossa história industrial e econômica, o que vale dizer, das raízes de nosso perfil atual...[+]

 

PINACOTECA DO ESTADO. CATÁLOGO GERAL DE OBRAS

Imesp
1988

 

Edição usada disponível nos sebos da
Estante Virtual

 


Eu Nao Tenho Onde Morar

Eva Blay
Studio Nobel
1985

Eu Não Tenho Onde Morar fala de uma cidade criticada, às vezes mal amada, violentada e, imensamente irresistível: São Paulo. São Paulo, a cidade de trabalhadores, de cimento, de imigrantes, de operários, cidade industrial, agitada, que recebe levas de pessoas todos os dias, mereceu este estudo sociológico que revela um outro aspecto da cidade: as vilas operárias. A partir de histórias de vida contadas pelos próprios trabalhadores, de documentos políticos sobre o espaço urbano municipal, jornais operários, somados aos documentos vivos, a voz dos operários, dos empresários, construtores da indústria, vários meios de investigação; foram pesquisadas as relações que se estabeleceram entre o operariado, os empresários e o Estado, ao longo do processo de industrialização até os nossos dias. O estudo das vilas operárias mostra as raízes do passado, para se chegar às construções de hoje, mais sofisticadas. Em Eu Não Tenho Onde Morar, são expostos alguns exemplos de vilas, como a "Cidade de Deus", feita pelo Bradesco, a vila dos arredores de Taubaté, construída pela Volkswagen e a vila criada pela multinacional do vidro, a Cisper, ao lado de muitas outras que se distribuem na capital e pelo Brasil. Para se entender este livro, a autora retoma as Atas da Câmara Municipal, as lutas pelo domínio do solo urbano, os embriões de toda a política habitacional brasileira (incluindo o BNH), numa tentativa de demonstrar que, apesar de muitas nomenclaturas terem variado com o passar do tempo, o operário continua a enfrentar pressões semelhantes dentro de nosso mercado de trabalho capitalista...[+]

 


ALVIM, Zuleika, PEIRÃO, Solange. Mappin - setenta anos. São Paulo: Ex-Libris, 1985.

 


BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos
EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A
SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento
1984

 

Edição usada disponível na
Estante Virtual

 


A hispanidade em São Paulo

Aracy A. Amaral
Nobel / EDUSP
1981

O presente trabalho visa assinalar como o intenso intercâmbio de gente e comercial, e, consequentemente, cultural, com a Espanha e América Espanhola existiu desde os primórdios da instalação da capitania de S. Vicente, antecedendo mesmo a chegada de Martim Afonso, com a presença de náufragos espanhóis e portugueses que vieram em nosso litoral...[+]

 

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