Texto e Fotografias de Mônica Yamagawa


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GUIA FIQUE EM SÃO PAULO NO FIM DE SEMANA

Adriana Salles Gomes
Fernando Moreira Leal
Publifolha
2001

Este guia turístico da cidade de São Paulo e seus arredores ajuda o visitante ou o paulistano a descobrir o que a cidade tem de especial, de uma maneira organizada e rápida, com mais de 200 passeios selecionados de acordo com o gosto do leitor. São 20 menus de interesse - que vão do ecoturismo a uma relação de programas gratuitos ou abertos 24 horas. Os menus incluem também parques e jardins; esportes e atividades ao ar livre; compras; história; arquitetura e arte pública; festas e tradições; curiosidades; museus; comidas e bebidas; hotéis e motéis; cursos; vida noturna; roteiros e passeios; São Paulo multicultural; artes e espetáculos; saúde e beleza e calendário com atrações organizadas por tema, além de uma relação por programas, dispostos em ordem alfabética ...[+]

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BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos
EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A
SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento
1984

 

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HISTÓRIA DA CIDADE DE SÃO PAULO
A CIDADE COLONIAL
1554-1822

Paula Porta
(organizadora)
Paz e Terra
2004

A esta altura da história brasileira. que ninguém duvide: a Cidade de São Paulo é. sob qualquer ponto de vista. um fenômeno. Em 1872. quando o Brasil comemorava seu primeiro meio século como país independente. São Paulo era a 11ª cidade brasileira. Menor que Recife. Salvador e Rio de Janeiro. e também que Teresina. Em 1920. quando o Brasil já era República. São Paulo havia se transformado na segunda maior cidade do país. com seu meio milhão de habitantes. Maior só mesmo o Rio de Janeiro. capital federal. Mas a incipiente indústria estava concentrada em São Paulo. que oferecia aos olhos pasmos de seus visitantes e moradores os primeiros edifícios que subiam de maneira terrivelmente ousada rumo ao infinito. e mereciam. por isso mesmo. o nome de arranha-céu. Para tentar compreender - e explicar - essa história desta grande metrópole. esta obra está sendo editada em três volumes. Uma obra de longo fôlego e conteúdo profundo.

CADERNOS DE FOTOGRAFIA BRASILEIRA SAO PAULO 450

IMS
2004

Como uma espécie de catálogo da mostra 'São Paulo, 450 anos - A Imagem e a Memória da Cidade no Acervo do Instituto Moreira Salles', os 'Cadernos de Fotografia Brasileira', trazem além de ampla documentação visual - com as mais antigas fotos que se conhece da capital paulista, feitas por Militão Augusto de Azevedo, textos assinados por especialistas na história e formação da capital paulista e da fotografia brasileira. A edição também inclui uma cronologia ilustrada dos principais acontecimentos que marcaram a vida de São Paulo...[+] 

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CENTRO DE SÃO PAULO

BECO DO PINTO OU

BECO DO COLÉGIO

rua roberto simonsen

atualizado em: 14 de maio de 2016

 

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O documento mais antigo que menciona o Beco do Colégio ou Beco do Bispo data de 1802, porém, provavelmente, essa travessa já existia há anos (talvez, séculos), servindo de acesso entre o Pátio do Colégio e o Rio Tamanduateí.

O "logradouro" localizado entre a Antiga Casa Número 1 (hoje, Casa da Imagem) e o Solar da Marquesa, foi motivo para várias discussões e litígios entre os moradores dos seus arredores, entre eles, o Brigadeiro Joaquim J. Pinto de Moraes Leme, a Marquesa de Santos, o Conselheiro Ramalho, entre outros. É provável que o atual alinhamento do beco, com suas escadarias, tenha sido resultado desses embates. Lembrando que antes da existência dos encanamentos de água, acessar o Rio Tamanduateí significava acesso à água para consumo residencial, o rio também era usado para lavar roupas e despejo de lixo.

"Em 1850, foi transformado em depósito de lixo, ao perder sua importância como acesso, face à concorrência de novas ruas e ladeiras menos íngremes e calçadas. Quando a casa número1 da antiga Rua do Carmo foi ocupada pela Chefatura de Polícia nos fins do século XIX, o beco foi fechado e suas escadarias ocupadas por anexos daquela instituição. Nessa mesma época, o prolongamento da atual Rua Bittencourt Rodrigues cortou o beco ao meio, surgindo da sua continuação uma nova rua com o nome de Travessa Luís Teixeira.

Parte importante da história desse logradouro foi reconquistada através de prospecções e escavações arqueológicas efetuadas no primeiro semestre de 1980 e que evidenciaram uma superposição de pisos provenientes de várias etapas de uso do beco."

[BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984, p.233.]

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