Website de Mônica Yamagawa

CASA DA ÓPERA

história do centro de são paulo

atualizado em: 19 de maio de 2018

 

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Casa da Ópera (construção à direita), feita por J.J.Von Tschudi.

A 1a. Casa da Ópera foi inaugurada, em meados do século XVIII, na Rua São Bento, onde, segundo o pesquisador Nuto Sant'Anna, em suas publicações da década de 1940, eram realizadas

"funções leves, de puro teatro de variedades,c om a encenação de farsas e entremezes a que chamavam genericamente de óperas"

[AMARAL, Antonio Barreto do. História dos velhos teatros de São Paulo. Coleção Paulística. Volume XV. São Paulo: Imesp, 2006, p.29.]

Ainda segundo Sant'Anna, existiu outro Teatro da Ópera, a 2a. Casa da Ópera, fundada por ordem de Morgado de Mateus (Capitão-General Luís António de Souza Botelho Mourão). Na década de 1950, em uma outra publicação, Nuto Sant'Anna, mencionou um pequeno teatro que funcionava no Palácio do Governo (área atualmente conhecida como Pátio do Colégio), no antigo prédio da Casa da Fundição.

Na década de 1950, Aureliano Leite, também publicou em suas pesquisas que a Casa da Ópera funcionava na antigad Casa de Fundição:

"1722 - Cesar de Meneses, primeiro capitã-general que residiu em São Paulo, aluga de D.Simão Piza, para Palácio do Governo, o seu sobrado, depois Casa de Fundição, e por último Teatro da Ópera.

(...)

Durante a administração de Bernardo de Lorena, levantar-se-ia, em 1793 a 1795, na capital, o primeiro prédio regular para representações, Teatro da Ópera, que se localizaria onde muito depois se construiria a Secretaria da Agricultura."

[AMARAL, Antonio Barreto do. História dos velhos teatros de São Paulo. Coleção Paulística. Volume XV. São Paulo: Imesp, 2006, p.30.]

No entanto, Antonio Barreto Amaral, menciona que tais informações, eram incorretas, pois, segundo documentos da época, por volta de 1730, a Casa de Fundição passou a funcionar no local, mas, foi posteriormente fechada. Porém, outra foi aberta no mesmo prédio, funcionando entre as décadas de 1750 e 1760. Depois, em 1770, a Casa de Fundição foi, novamente, reaberta, funcionando no mesmo espaço até 1819:

"Portanto, nesse derradeiro período funcionou a Casa de Fundição, ao mesmo tempo em que eram dados espetáculos na Casa da Ópera, que vinha do século anterior.

Não seria crível, dada a natureza das operações que realizava, como a manipulação de ouro, suscetíveis da mais rigorosa vigilância e de horários, que, no mesmo imóvel, se realizassem funções teatrias."

[AMARAL, Antonio Barreto do. História dos velhos teatros de São Paulo. Coleção Paulística. Volume XV. São Paulo: Imesp, 2006, p.31.]

Segundo Antonio Barreto do Amaral, no registro da Sessão da Câmara Municipal de São Paulo de 1870, é mencionada:

"a utilidade e conveniência da desapropriação das duas moradas de casas contíguas ao teatro demolido no Largo do Palácio"

e na sessão de 1881,

"para fins convenientes, do auto da colocação da primeira pedra, feito no dia 7 deste mês, para o edificio destinado à Tesouraria da Fazenda desta Província, no Largo do Colégio, na parte que foi ocupada pelo antigo Teatro e Casa da Fundição"

[AMARAL, Antonio Barreto do. História dos velhos teatros de São Paulo. Coleção Paulística. Volume XV. São Paulo: Imesp, 2006, p.32.]

Ainda segundo Antonio Barreto do Amaral, tais registros das sessões da Câmara Municipal demonstram a existência não de uma, mas de três edificações no local: a casa do governador, a Casa de Fundição e a Casa da Ópera. Em outros três documentos, que o pesquisador localizou no Arquivo do Estado, ficou claro que a Casa da Ópera jamais funcionou na Casa de Fundição. Em 1851, nos registros de uma reunião dos membros da comissão organizada encarregada de construir um teatro na cidade, é mencionada a seguinte informação:

"... foi celebrado o seguinte contrato de venda dos materiais do Theatro pertencente a esta Prova e arrendamento do terreno que se acha o mesmo, bem como do que existe contíguo e foi casa da fundição e armazem..."

[AMARAL, Antonio Barreto do. História dos velhos teatros de São Paulo. Coleção Paulística. Volume XV. São Paulo: Imesp, 2006, p.33.]

Meses depois, em ofício emitido pelo inspetor do Tesouro Provincial, a existência de duas edificações também são mencionadas:

"... o contrato de venda dos materiais do Teatro pertencente a esta Província, e arrendamento do terreno em que o mesmo se acha, bem como do que existe contígui, e foi casa da fundição e armazem..."

[AMARAL, Antonio Barreto do. História dos velhos teatros de São Paulo. Coleção Paulística. Volume XV. São Paulo: Imesp, 2006, p.33.]

E, em 1852, em informações sobre o contrato entre o Governo da Província e Antônio Bernardo Quartim, há uma referência sobre a localização da Casa da Ópera:

"Obriga-se a fazer a sua conta dentro de 6 meses, a contarem-se depois de um mês da data do contrato, o conserto necessário para a segurança, e conservação do Teatro desta Cidade, constituindo em pilares de pedra, ou tijolo na parede lateral que faz face parte a extinta casa da fundição..."

[AMARAL, Antonio Barreto do. História dos velhos teatros de São Paulo. Coleção Paulística. Volume XV. São Paulo: Imesp, 2006, p.34.]

Barreto do Amaral, também menciona um documento de 1830, publicado somente na década de 1960, confirma que os dois estabelecimentos, Casa da Ópera e Casa da Fundição, eram contíguos e eram incorretas as informações de Nuto Sant'Anna e Aureliano Leite que a primeira funcionou no antigo prédio da segunda:

"O Armazém do Almoxarifado que é uma casa de sobrado, sita no Pátio do Colégio, a qual pelo lado esquerdo se divide com a travessa que segue ao dito Pátio, para a denominada da Fundição, a sair do Pátio da Sé (...): pelos fundos faz frente com a travessa que vem do Pátio da Sé para a rua de Santa Teresa (...) Esta propriedade pelo lado direito se divide na frente com a casa que lhe é contígua pertencente à Fazenda Nacional: pelo mesmo lado para a parte do fundo com a Casa do Têatro, e a Casa da Moeda...

(...)

Casa contígua à do armazém. Uma propriedade de casas sita no Pátio do Colégio, a qual é de sobrado, paredes de taipa de pilão, coberta de telhas a qual do lado esquerdo se divide com a Casa do Têatro, e pelos fundos com a Casa da Moeda..."

[AMARAL, Antonio Barreto do. História dos velhos teatros de São Paulo. Coleção Paulística. Volume XV. São Paulo: Imesp, 2006, p.35.]

Maria da Glória Molina Quartim, filha de Antônio Barnardo Quartim (empresário do Teatro da Ópera e construtor do Teatro São José), assim descreveu o local:

"porta larga ao centro, e duas lateriais, comuns, com grandes espaços, comuns na época. Tinha mais de vinte camarotes em cada ordem, largos, com 3 ordens, sendo a frente da segunda ordem ocupada pelo presidente e mais dois camarotes ao lado. O camarote era atapetado, descia da pequena sala por 2 ou 3 degraus e era esteirado com aquelas esteiras da Índia. Tinha cortinas de cetim verde com abrolhos amarelos."

[AMARAL, Antonio Barreto do. História dos velhos teatros de São Paulo. Coleção Paulística. Volume XV. São Paulo: Imesp, 2006, p.36.]

 

As apresentações no Teatro da Ópera ou Casa da Ópera

 

1798:

Contrato para realização de espetáculos, registrado no cartório do tabelião público de notas, José Maria da Luz, o empresário Antônio Joaquim de Oliveira (alferes), e os artistas:

No mapa geral dos habitantes, aparece o nome de Pulquéria Maria Antônia de Oliveira (que assim como Gertrudes Maria), tendo descrita como profissão, "cômica da Casa da Ópera".

 

1799:

Em janeiro, o Senado mandou encenar ma "ópera', em homenagem ao nascimento do Infante.

 

1802:

O Senado mandou encenar uma "ópera" em celebração a paz entre a Monarquia Portuguesa e a República Francesa (13 e 15 de junho).

 

1811:

O Senado mandou encenar uma "ópera" em homenagem ao nascimento do filho de Dona Maria Teresa (Princesa de Brant)".

 

1818:

Em suas memórias, os cientistas Spix e Martius, mencionaram ter assistido a opereta "Le Deserteur", na Casa da Ópera (traduzida para o português e encenada por atores negros).

 

1828:

[O Farol Paulistano, número 129, de 12 de julho de 1828.]

Fotografia de Militão Augusto de Azevedo: Pátio do Colégio (original), a construção à direita era a antiga Casa da Ópera.

 

CENTRO DE SÃO PAULO


História da Escola de São Paulo e do Brasil

Maria Luiza Marcílio
IMESP
2014

Pelas avaliações internacionais (UNESCO e PISA), o Brasil vem sendo colocado nas últimas posições em educação, mesmo dentre nações bem mais pobres. As explicações para essa triste situação devem ser buscadas particularmente na História do país, em sua longa duração. Foi esse o trabalho realizado pela autora, em pesquisas que efetuou em arquivos e bibliotecas do Brasil e do exterior, somadas a testemunhos orais e a variada iconografia. O esforço foi de resgatar a escola em seu cotidiano, com os autores que a compuseram ao longo dos cinco séculos, desde quando os jesuítas aqui fincaram os primeiros alicerces dos colégios, no inicio da colonização portuguesa. Expulsos os padres da Companhia de Jesus, foi criada a escola pública. Sua evolução foi acompanhada com seus alunos, seus professores, os métodos de ensino, o material escolar introduzido de forma precária e lenta. Só com a República, e ao longo do século XX, é que de fato, o Brasil conheceu o sistema escolar montado dentro do modelo do Ocidente, articulado desde a pré-escola até o curso ginasial e depois médio, com seus avanços e recuos e a partir de São Paulo de onde se difundiu por todo o país. O Brasil chega ao final do milênio com praticamente todas suas crianças na escola, mas ainda não conseguiu ultrapassar o desafio da péssima qualidade do ensino, em todos seus níveis. Esta obra procura dar reconstruir a evolução da escola de base em toda a História do Brasil. O objetivo inscreve-se, igualmente, na busca de explicação do atraso da qualidade da educação nacional...[+]

 


A Capital Da Solidão

Roberto Pompeu de Toledo
Ponto de Leitura
2011

O leitor é convidado, capítulo a capítulo, a conhecer momentos cruciais da trajetória de São Paulo. O destino da cidade, ao longo dos três primeiros séculos de existência, foi de isolamento e de solidão. Em 1872, quando os primeiros sinais de prosperidade começavam a visitá-la, por obra da riqueza trazida pelo café, ainda assim a população de pouco mais de 30 mil habitantes a situava numa rabeira com relação às demais capitais brasileiras. Em 1890, já tinha dobrado de tamanho. O momento em que finalmente engrena e começa a virar a São Paulo que se conhece é súbito como uma explosão - na passagem do século XIX para o XX, quando se transformou num aglomerado de gente vinda de diferentes partes do mundo...[+]

 


O Ofício da Liberdade. Trabalhadores Libertados em São Paulo e Campinas. 1830-1888

Marília Bueno de Araújo Ariza
Alameda
2014

Para comprar a alforria de seu filho Paulo, de dez anos, a liberta Maria assumiu dívidas e o risco de pagá-las com a prestação de serviços indefinidos, por tempo indeterminado. Benedicta e Caciano igualmente entregaram seu trabalho para a compra da liberdade de Roza, respectivamente sua filha e companheira. Cazemiro, passando já dos 60 anos, custeava sozinho o preço de sua libertação ao prestar serviços 'compatíveis com sua idade'. Assentadas no território movediço dos limites entre liberdade e escravidão no século XIX, as histórias de Maria e Paulo, Cazemiro, Benedicta, Roza e Caciano não foram únicas e tampouco raras. Muitos outros homens e mulheres escravizados angariaram o apoio de família e amigos, empenharam economias e dedicaram anos de árduo trabalho para comprar alforrias por meio da prestação de serviços. Nascido de uma pesquisa de mestrado, 'O ofício da liberdade' investiga arranjos de trabalho e disputas por liberdade ao analisar contratos de locação de serviços nas cidades de São Paulo e Campinas entre 1830 e 1888. Ao mesmo tempo sucintos e complexos, estes contratos estiveram no centro de negociações e conflitos entre a camada senhorial e os trabalhadores determinados a realizar seus projetos de liberdade. Valendo-se também da análise de Ações de Liberdade e Cartas de Liberdade, o livro busca interpelar os sentidos das emancipações construídas por estes trabalhadores libertos. Duas faces da emancipação escrava estampam as páginas deste trabalho, de um lado, a inserção dos contratos de locação de serviços na lógica das alforrias compensatórias produzidas ao longo do século XIX, proporcionando a continuidade do domínio escravista e da exploração do trabalho dos egressos da escravidão no pós -emancipação...[+]

 


Imagens da hotelaria na cidade de São Paulo: panorama dos estabelecimentos até os anos 1980

Sandra Trabucco Valenzuela
Senac SP
2013

Da hospedagem doméstica à pensão e ao atual hotel, a cidade de São Paulo conheceu diferentes meios de receber seus visitantes, forasteiros nem sempre vistos com bons olhos, no passado. Em 'Imagens da hotelaria na cidade de São Paulo' a evolução dos serviços de hospedagem é estudada por meio de crônicas de viajantes, cartões-postais, reportagens, fotografias, etiquetas de bagagem e anúncios, acompanhados de necessária contextualização, o que permite ao leitor conhecer não apenas o processo de instalação e desenvolvimento dessas atividades, mas também as profundas mudanças que a própria cidade sofreu ao longo de mais de quatrocentos anos...[+]

 


Vida Cotidiana em São Paulo no Século XIX

Carlos E.M. de Moura
Edusp
2013

Os escritos selecionados para este livro apresentam a cidade de São Paulo no momento de transição entre a pequena vila dedicada à subsistência e a prosperidade decorrente do cultivo do café. São escritos diversos, como memórias, depoimentos, evocações, peças de teatro, que procuram reconstituir os contornos da cidade e de sua província. Os variados depoimentos oferecem um quadro da vida paulista, observada a partir de diversos ângulos e interesses, e deles emerge uma visão abrangente do cotidiano na cidade e no campo, observado por contemporâneos que o vivenciaram. A coletânea conta com textos de Aluísio de Almeida, D. Maria Paes de Barros, o Diário da Princesa Isabel, duas peças de teatro de autores paulistas, acompanhados de comentários de especialistas, e de um levantamento iconográfico de autoria do organizador, composto de desenhos e aquarelas de viajantes que aqui estiveram na primeira metade do século XIX...[+]

 




Militão Augusto de Azevedo

Militão Augusto de Azevedo

Cosac & Naify
2012

Pioneiro da fotografia urbana, Militão Augusto de Azevedo (1837-1905) foi o primeiro a organizar um álbum comparativo da cidade de São Paulo (1862- 87). A estrutura editorial, inédita no Brasil na época, é reproduzida em menor escala nesta edição.Além de um ensaio fotográfico com imagens do álbum e muitas outras (comentadas), a edição traz três mapas comparativos que demarcam os locais fotografados por Militão em três tempos(1862, 1887 e 2012), uma lista das mudanças nominais dos logradouros e bibliografia. O livro traz textos que contextualizam a produção de Militão e a relevância de seu trabalho para a preservação da memória da cidade. O ensaio do pesquisador e crítico de fotografia Rubens Fernandes Junior foca a trajetória de Militão, sua repercussão e alguns aspectos técnicos de seu trabalho; Fraya Frehse, professora do departamento de sociologia da usp, observa a persistência de traços “caipiras” na metrópole em formação; ...[+]

 


Domando Águas - Sulibridade e Ocupação do Espaço na Cidade de São Paulo, 1875-1930

Fábio Alexandre Dos Santos
Alameda
2011

'Domando águas' procura iluminar aspectos da história da capital paulistana, entre 1870 e 1930, buscando ultrapassar as luzes feéricas e as tabuletas brilhantes que a cidade apresentava em seu processo de crescimento populacional e concentração de riqueza. Desse modo, o trabalho de Fábio Alexandre dos Santos tem por objetivo operar nesta interface entre a história econômica e a história social, permitindo articular os contextos com as configurações específicas...[+]

 


Ô Da Rua - o Transeunte e o Advento da Modernidade Em São Paulo

Fraya Frehse
Edusp
2011

A autora, com base em fotografias, relatos memorialísticos e de viagem; diários e cartas; crônicas e notícias de jornal, fez da rua do centro histórico de São Paulo um posto de observação privilegiado para investigar o urbano que emerge na cidade entre o início do século XIX e do XX. Rastreou imagens da rua criadas por viajantes, (ex-)estudantes da Academia de Direito, ex-meninas de elite, jornalistas e fotógrafos contemporâneos em busca de indícios de transformações nas regras de comportamento corporal e de interação social nessas ruas entre 1808 e 1917, revela uma sociedade em que os pedestres tendem cada vez mais a circular como transeuntes, mas também a interagir mobilizando...[+]

 


História da Saúde em São Paulo
Instituições e Patrimônio Arquitetônico
(1808 - 1958)

Maria Lúcia Mott
Gisele Sanglard
Manole
2012

A obra busca resgatar a trajetória e a inserção social de instituições como os hospitais que desempenharam múltiplas funções, como formação e treinamento de profissionais da saúde e modos variados de assistência à população. A partir de análises históricas e arquitetônicas e de um inventário de instituições, o livro procura contribuir tanto para a história da saúde pública em São Paulo quanto para a implementação de políticas efetivas de preservação desses espaços...[+]

 


A vida urbana paulistana vista pela administração municipal - 1562-1822

Maria da Conceição Martins Ribeiro
Minha Editora
2011

Veja o SUMÁRIO desse livro.

Esta obra oferece uma incursão na vida urbana paulistana de 1562 a 1822 sob o ponto de vista administrativo, apontando caminhos para uma percepção do funcionamento cotidiano da colônia. A historiadora Maria da Conceição Martins Ribeiro baseou-se nos registros disponíveis na Câmara Municipal de São Paulo, que datam a partir de 1562, para fazer o levantamento histórico daquele período. Os capítulos elucidam a vida no núcleo urbano a partir de alguns aspectos evolutivos e apresentam questões e problemas que afligiam...[+]

 



Memória Paulistana

Carlos Augusto Calil
Imesp
2011

O livro 'Memória Paulistana' inclui fotografias de nomes da época, como Militão Augusto de Azevedo, e anônimos que fizeram registros precisos...[+]

 


História de São Paulo Colonial

Maria Beatriz Nizza da Silva
Unesp
2009

Esta obra aborda aspectos da história da capitania de São Paulo, abrangendo seus primórdios, quando se chamava capitania de São Vicente e pertencia a donatários; o período mais complexo em que, depois de se denominar capitania de São Paulo e das Minas de Ouro, perdeu grande parte de seu território e passou a estar subordinada ao governo do Rio de Janeiro; e finalmente o período da restauração de sua autonomia até ser agitada pelo movimento constitucional... [+]

 

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