Texto e Fotografias de Mônica Yamagawa


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BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos
EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A
SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento
1984

 

Edição usada disponível na Estante Virtual

 


CAPITAL - SAO PAULO E SEU PATRIMONIO ARQUITETONICO

Juan Esteves
Antonio Carlos Abdalla
Imesp
2013

'A Secretaria de Estado da cultura de São Paulo tem imensa satisfação em apoiar a reedição do livro 'Capital - São Paulo e seu patrimônio arquitetônico, de Juan Esteves. Com curadoria de Antonio Carlos Abdalla, o conjunto de fotografias selecionadas oferece um amplo panorama da diversidade de edifícios de distintas naturezas que marcaram a capital paulista ao longo de sua história, especialmente os últimos 100 anos. Colocado em evidência no magistral registro de Juan Esteves, o patrimônio arqutetônico paulistano pode aqui ser apreciado nos detalhes que acabam por ficar invisíveis em meio à agitação cotidiana da metrópole. Ao dar merecida visibilidade aos edifícios retratados, esta publicação ajuda a sensibilizar para a necessidade de preservação desse patrimônio, uma importantíssima e difícil tarefa, que precisava envolver toda a sociedade.' - Marcelo Mattos Araujo...[+]

 

CENTRO DE SÃO PAULO

CENTRO CULTURAL DOS

CORREIOS

vale anhangabaú / avenida são joão

atualizado em: 13 de maio de 2016

 

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O Edifício dos Correios e Telégrafos, hoje Centro Cultural Correios de São Paulo, foi projetado por Domiziano Rossi e Felisberto Ranzini, do Escritório Ramos de Azevedo. Os trabalhos de serralheria foram executados pelo Liceu de Artes e Ofícios. A construção começou em 1920, foi concluída em 20 de outubro de 1922 e inaugurada por Washington Luís, então, presidente do estado.

Entre 1998 e 2006, a edificação ficou fechada para restauração, incluindo nesse período duas paralizações nesse trabalho. Segundo Ricardo Gallo (Folha de S.Paulo), em julho de 2006, a reforma foi parcialmente concluída, porém, o Centro Cultural foi somente inaugurado em 2013: 

"A obra vai recuperar um dos cartões-postais da cidade, construído em estilo neoclássico entre 1918 e 1922. O trabalho começou em novembro de 2004 e custará, ao final, R$ 16 milhões. É a primeira fase da reforma do edifício, a partir do qual é possível avistar, entre outros, os edifícios Martinelli e Banespa, a sede da prefeitura.

Segundo o engenheiro Alberto Carlos Cabral, dos Correios, coordenador da obra, a etapa inicial contempla três pisos: no subsolo ficará o estacionamento. O atendimento ao público e a triagem, hoje na rua Líbero Badaró (centro), ficarão no térreo. O mezanino terá um centro cultural, com espaço para filatelia e restaurante. As obras recompõem elementos históricos ao mesmo tempo em que modernizam o edifício, que é tombado. O restauro, por exemplo, recuperou três grandes arcos em estilo greco-romano do mezanino, concretados em uma reforma nos anos 50. A marquise, com ferrugem, será restaurada.

(...)

Entre as inovações do prédio está a implantação de duas escadas rolantes, além de um grande vão livre na parte central do prédio, iluminado com luz natural graças a uma clarabóia. O piso do mezanino é de granito. "O que vai ser preservado são as colunas, as peças de época. O projeto arquitetônico preserva uma área e, na outra, ele moderniza", diz Cabral. Para a segunda fase da reforma, sem previsão de início, a estatal busca parceiros. O projeto prevê a reforma do exterior do edifício e do primeiro, segundo e terceiro andares, mais a construção de teatro e duas salas de cinema."

[GALLO, Ricardo. Após 8 anos, Correios reabrem sua 1ª agência. Folha de S.Paulo: Cotidiano, 24 Mar. 2006.]

 

Website do projeto de  Vigliecca e Associados

Durante os trabalhos da 1a. fase de restauração, foi possível encontrar a cor original de algumas paredes, por exemplo, no mezanino, foi necessário raspar dez camadas até alcançar o tom ocre, adotado em 1922.

Para saber mais sobre o projeto de restauro, com imagens das plantas e esboços dos espaços internos, visite o site da Vigliecca e Associados.

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