Centro de São Paulo: Contando a Féria ou O Engraxate e o Jornaleiro, de Ricardo Cipicchia

Website de Mônica Yamagawa

CONTANDO A FÉRIA OU

O ENGRAXATE E O JORNALEIRO

escultura de ricardo cipicchia
praça joão mendes

história do centro de são paulo

atualizado em: 25 de setembro de 2017

 

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"Contando a féria" (ou "O engraxate e o jornaleiro"), é de autoria do italiano, Ricardo Cipicchia. O escultor nasceu na Itália, em 1885, e veio para o Brasil, com os pais, aos dois anos de idade. Foi naturalizado brasileiro em duas ocasiões: por ocasião da “grande naturalização” (Proclamação da República) e, em 1910, ao ser nomeado professor de Escultura e Artes Decorativas da Escola de Aprendizes Artífices (em cujo cargo se aposentou em 1940).

A escultura "Contando a féria" (ou "O engraxate e o jornaleiro") está localizada na Praça Doutor João Mendes, no centro da cidade de São Paulo.

A Fundição J. Rebeliato foi a responsável pela fundição da obra, feita em bronze e com pedestal de granito.

CENTRO DE SÃO PAULO

BIBLIOGRAFIA



FUNDICAO ARTISTICA NO BRASIL

SESI-SP
2013

A exposição Fundição Artística no Brasil teve o intuito de resgatar a importância da preservação do patrimônio cultural do nosso país, com foco na tecnologia de fundição artística, restauro de obras de arte e na educação de jovens profissionais. Apresentou uma cronologia do processo tecnológico da fundição artística conhecido como cera perdida , que chegou ao Brasil no século XVIII e passou as últimas décadas praticamente esquecido. Compuseram a exposição obras cedidas por importantes acervos culturais do Brasil, como a Pinacoteca do Estado de São Paulo, além de trabalhos desenvolvidos por professores, alunos e técnicos da Escola SENAI Nadir Dias de Figueiredo, em Osasco (SP)...[+]

 


Esculturas no Espaço Público em São Paulo

Miriam Escobar
CPA – Consultoria de Projetos e Artes
1998

São Paulo vista através de seus caminhos e os lugares por onde eles passam. Foi assim que a arquiteta Miriam Escobar organizou este seu trabalho em que as esculturas estão dispostas por esses lugares e como que olhando quem passa. Uma referência de coisa viva onde caminho, lugar e escultura afirmam o espaço dos homens como sendo mais do que um fluxo onde não há tempo a perder ou uma operação mecânica a se realizar. Cada objeto anotado fala do que se homenageia e, mais que isto, marca com a sua presença um sentido possível a ser assumido por quem passa e nota.  A experiência transmitida vem dos tempos de criança, de andanças primeiras por esta cidade que muda tanto. Traz o envolvimento e a sedução de olhos encantados que tudo registram. Vem daí a satisfação imensa que estes registros fotografados provocam. É um olhar de afetividades profundas que procura tudo mostrar, mas que não interfere em nada. É a cidade sempre presente pelos gradis de proteção, pelos carros, pelas gramas e plantas do jardim. As localizações em plantas gráficas vão informando onde se...[+]  

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