Centro de São Paulo: Dante, escultura de Bruno Giorgi

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DANTE

escultura de bruno giorgi
praça dom josé gaspar

história do centro de são paulo

atualizado em: 25 de setembro de 2017

 

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Escultura em pedra, com dimensões de 400 x 120 x 85 cm e pedestal, também em pedra, de 175 x 135 x 100 cm. Escultura homenageia Dante Alighieri (1265-1321), poeta italiano, autor de "A Divina Comédia", doada pelo Instituto Ítalo-Brasileiro.

 

Praça Dom José Gaspar & Biblioteca Mário de Andrade

Em 1936, foi desapropriada a chácara de Augusto de Souza Queiróz, localizada na esquina da Rua da Consolação, 16 com a Rua São Luiz. No ano seguinte (1937), esta área foi ampliada e incorporada a propriedade vizinha, o Palácio Arquiepiscopal, na época, ocupada pelo Arcebispo Dom José Gaspar de Afonso e Silva.

A Instituição Biblioteca Municipal foi criada em 1925 e localizava-se na Rua 7 de Abril, 37. Desde a sua fundação, discutia-se a criação de uma nova sede para a instituição e, em 1942, no terreno do antigo Palácio Arquiepiscopal (Palácio São Luís), foi inaugurado o edifício destinado para a biblioteca municipal, batizada de Biblioteca Mário de Andrade, em homenagem ao poeta paulistano, assim como, a área ao redor foi rebatizada, em 1949, de Praça Dom José Gaspar, em homenagem ao seu antigo morador, que faleceu em 1943, em um desastre aéreo.

CENTRO DE SÃO PAULO

BIBLIOGRAFIA



História da Cidade de São Paulo Através de Suas Ruas

Antônio Rodrigues Porto
Carthago
1996

A finalidade principal desta obra é divulgar fatos da história da cidade de São Paulo, através de uma síntese da vida paulistana em período superior a quatro séculos, chegando até os dias atuais. O autor retrata os costumes do povo, a sua religiosidade e os grandes acontecimentos locais. Tudo isso através da história dos logradouros públicos da cidade...[+]

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Esculturas no Espaço Público em São Paulo

Miriam Escobar
CPA – Consultoria de Projetos e Artes
1998

São Paulo vista através de seus caminhos e os lugares por onde eles passam. Foi assim que a arquiteta Miriam Escobar organizou este seu trabalho em que as esculturas estão dispostas por esses lugares e como que olhando quem passa. Uma referência de coisa viva onde caminho, lugar e escultura afirmam o espaço dos homens como sendo mais do que um fluxo onde não há tempo a perder ou uma operação mecânica a se realizar. Cada objeto anotado fala do que se homenageia e, mais que isto, marca com a sua presença um sentido possível a ser assumido por quem passa e nota.  A experiência transmitida vem dos tempos de criança, de andanças primeiras por esta cidade que muda tanto. Traz o envolvimento e a sedução de olhos encantados que tudo registram. Vem daí a satisfação imensa que estes registros fotografados provocam. É um olhar de afetividades profundas que procura tudo mostrar, mas que não interfere em nada. É a cidade sempre presente pelos gradis de proteção, pelos carros, pelas gramas e plantas do jardim. As localizações em plantas gráficas vão informando onde se...[+]  

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