Centro de São Paulo: Escultura Giuseppe Verdi, de Amadeo Zani

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GIUSEPPE VERDI

escultura de amadeo zani
vale do anhangabaú

história do centro de são paulo

atualizado em: 26 de setembro de 2017

 

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A escultura "Giuseppe Verdi", de Amadeo Zani foi criada em 1916 e implantada na cidade em outubro de 1921. Ela foi encomendada e doada para São Paulo por integrantes da colônia italiana. 

"O Comitato pró Monumento a Verdi, formado pela colônia italiana em São Paulo, reuniu vários projetos para a execução de um monumento ao compositor italiano e os encaminhou ao prefeito Washington Luís, em 1915. A Prefeitura nomeou um júri para deliberar sobre o mérito artístico dos projetos e, no mesmo ano, autorizou a implantação do monumento de autoria de Amadeu Zani, classificado em primeiro lugar, no local do antigo Mercado São João, em logradouro que recebeu a denominação de praça Verdi.

O monumento a Verdi foi inaugurado em outubro de 1921. A revista A Cigarra publicou fotos mostrando aspectos da festa: a multidão que compareceu ao evento e autoridades como o Prefeito Firmiano Pinto, representantes do Estado e da Comissão Executiva."

[Inventário de Obras de Arte em Logradouros Públicos da Cidade de São Paulo: Giuseppe Verdi. Seção Técnica de Levantamentos e Pesquisa Divisão de Preservação - DPH]

Atualmente, a escultura encontra-se no Vale do Anhangabaú, próximo as escadarias da Rua Líbero Badaró, onde, no passado existiam os Palacetes Prates, em frete ao Edifício Sampaio Moreira. Anteriormente, a escultura estava na Praça dos Correios.

A peça, em bronze tem cerca de 5,23 x 3,08 x 2,94m, com pedestal de granito, de 1,50 x 2,20 x 2,12m.

A maquete da escultura pertence ao acervo da Pinacoteca do Estado e foi doada è instituição pela Fundação Zani.

CENTRO DE SÃO PAULO

BIBLIOGRAFIA


Esculturas no Espaço Público em São Paulo

Miriam Escobar
CPA – Consultoria de Projetos e Artes
1998

São Paulo vista através de seus caminhos e os lugares por onde eles passam. Foi assim que a arquiteta Miriam Escobar organizou este seu trabalho em que as esculturas estão dispostas por esses lugares e como que olhando quem passa. Uma referência de coisa viva onde caminho, lugar e escultura afirmam o espaço dos homens como sendo mais do que um fluxo onde ...[+]  

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