Texto e Fotografias de Mônica Yamagawa


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patrimônio cultural

 

Ruínas do canudo do Dr. Teodoro

 

Coretos

 

Antigo ponto de bondes


Escultura brasileira da Pinacoteca ao Jardim da Luz

Agnaldo Farias
Pinacoteca do Estado
2000

Fotografias e informações sobre o projeto e aas esculturas a Pinacoteca do Estado expostas no Jardim da Luz...[+]

Edição usada disponível nos sebos da Estante Virtual

 



Patrimônio da metrópole paulistana

Margarida Cintra Gordinho
Iatã Cannabrava
Terceiro Nome
2010

Este livro apresenta, com fotos e textos, os bens tombados pelo Condephaat na cidade de São Paulo e em sua região metropolitana. Com ele, procuramos contribuir para amplir a possibilidade desses bens serem conhecidos, admirados e preservados, mantendo vivas as memórias e histórias que ajudam a construir nosso futuro...[+]

 


Dicionário de história de São Paulo

Antonio Barreto do Amaral
Imesp
2006

'A Coleção Paulística' trata de diversos aspectos da História do Estado de São Paulo, de sua formação e cultura, de alguns de seus municípios e de algumas de suas personalidades. Disponibiliza-se, assim, a pesquisadores e estudiosos da história de São Paulo, bem como ao público em geral. Os exemplares selecionados, escritos por nomes relevantes da prosa paulista, cobrem desde a saga dos Bandeirantes até a história dos teatros paulistas, destacando-se o 'Dicionário de História de São Paulo'...[+]

 


Patrimônio Cultural Paulista
CONDEPHAAT
Bens Tombados
1968 - 1998

Edna Hiroe Miguita Kamide
Terza Cristina Rodrigues Epitácio Pereira
Imesp
1998

 

Informações sobre os bens tombados pelo CONDEPHAAT até o ano de 1998.

 

Edição usada disponível na Estante Virtual

 


Um século de Luz

Candido Malta Campos Neto
Lourenco Diaferia
Haroldo Gallo
Nadia Somekh 
Scipione
2001

Destinado ao ensino médio, este livro contém sete ensaios, de diversos autores, todos eles terminados por uma seção chamada 'Documentos', que traz artigos, leis, documentos, projetos e associações ligados à Estação da Luz e endereços de sites relacionados ao tema. Os ensaios tratam de assuntos variados, todos ligados à Estação da Luz e ao bairro de mesmo nome...[+] 

Edição usada disponível na Estante Virtual

 


São Paulo naquele tempo: 1895 – 1915

Jorge Americano
Carrenho Editorial / Narrativa Um / Carbono 14
2004

Nesta obra, o autor registra suas lembranças de infância e juventude em crônicas que fazem recordar da São Paulo antiga de quem viveu a atmosfera de um dia qualquer entre os anos de 1895 e 1915. Editado pela primeira vez em 1957, mais do que objeto entre memorialistas, 'São Paulo Naquele Tempo'...[+]

 


GUIA FIQUE EM SÃO PAULO NO FIM DE SEMANA

Adriana Salles Gomes
Fernando Moreira Leal
Publifolha
2001

Este guia turístico da cidade de São Paulo e seus arredores ajuda o visitante ou o paulistano a descobrir o que a cidade tem de especial, de uma maneira organizada e rápida, com mais de 200 passeios selecionados de acordo com o gosto do leitor. São 20 menus de interesse - que vão do ecoturismo a uma relação de programas gratuitos ou abertos 24 horas. Os menus incluem também parques e jardins; esportes e atividades ao ar livre; compras; história; arquitetura e arte pública; festas e tradições; curiosidades; museus; comidas e bebidas; hotéis e motéis; cursos; vida noturna; roteiros e passeios; São Paulo multicultural; artes e espetáculos; saúde e beleza e calendário com atrações organizadas por tema, além de uma relação por programas, dispostos em ordem alfabética ...[+]

Edição usada disponível na Estante Virtual

 

CENTRO DE SÃO PAULO

CORETOS, RUÍNAS DO CANUDO

DO DR. TEODORO E ANTIGO

PONTO DE BONDE DO

JARDIM DA LUZ

praça da luz
avenida tiradentes

atualizado em: 13 de outubro de 2016

 

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Ruínas do Canudo do Dr. Teodoro

Uma das obras, no Jardim da Luz, mais conhecidas do período de administração de João Teodoro, foi a 

"torre circular de tijolos, à maneira de mirante e observatório, ao preço de seis contos de réis. A obra elevou-se, com cerca de vinte metros de altura, fronteira à Estação da Luz e ganhou o apelido de 'canudo do dr. João Teodoro'. Era uma peça arquitetônica edificada à imitação de farol marítimo, com escadas circulares internas, unindo os cinco andares, e desvões escuros que casais aproveitavam para atitudes menos escusas. Foi fechada em 1890 e, com a lei n. 496, de 14 de novembro de 1900, demolida, reutilizando-se o material para murar parte inicial da rua dos Imigrantes, atual José Paulino, em paralelo com a linha ferroviária."

[JORGE, Clóvis de Athayde. Luz: notícias e reflexões. Histórias dos bairros de São Paulo. São Paulo: DPH - De partamento do Patrimônio Histórico, 1988, p.56.]

Aliás, em 2000, durante as obras de restauração do Jardim da Luz e a troca de lugares de algumas das árvores, foram encontradas as ruínas da torre construída durante o governo de João Teodoro: 

" 'A descoberta permite verificar a técnica construtiva e também traz referências históricas do cotidiano da cidade ligado ao abastecimento de água', afirma o historiador Luis Soares de Camargo, diretor do DPH. (...) As canalizaçoes de água, que vieram à tona após a retirada de parte da terra, chamaram a atenção da equipe do DPH. O sistema mais antigo da cidade data do século 18 e sabia-se de sua existência apenas por meio de registros históricos. Para transportar água na época, construíam-se canaletas abertas de tijolos a partir das fontes. O líquido seguia até várias partes da cidade a céu aberto, levado apenas pela força da gravidade. No caminho, enchia chafarizes onde a populaçao fazia o abastecimento das casas. 'Como a água corria ao lado das ruas, ficava exposta a todo tipo de sujeira', destaca Camargo. 'Todos os anos, no período das cheias, havia epidemias.' O modelo foi utilizado até o fim do século 19, quando começou a haver água encanada em residências de Sao Paulo. O duto que fazia o escoamento dos altos do Bexiga até o Parque da Luz reapareceu nas escavaçoes."

["Troca de árvores revela achado arqueológico em SP". Diário do Grande ABC. 24 Mai. 2000.]

 

Coretos

No começo do século XX: 

"o Jardim da Luz sofreu uma grande transformação. O prefeito Antônio Prado achou-o muito provinciano, e então o Jardim passou a ter canteiros artísticos, à moda inglesa, ostentando flores mais aristocráticas, aves, etc. O seu coreto data de 1902, com projeto do engenheiro Maximiliano Hehl. Num recanto do Jardim viam-se dois cedros, procedentes da floresta de Bussaco, nos arredores de Coimbra, e ali plantandos em 1910; também nesse ano foi inaugurado o busto de Giuseppe Garibaldi, em um dos lados da avenida principal do Jardim."

[PORTO, Antônio Rodrigues. História da cidade de São Paulo através de suas ruas. 2ª. Edição. São Paulo: Carthago, 1996, p.115-116.]

[+] Leia mais sobre a história do Jadim da Luz.

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