Texto e Fotografias de Mônica Yamagawa


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CAPITAL - SAO PAULO E SEU PATRIMONIO ARQUITETONICO

Juan Esteves
Antonio Carlos Abdalla
Imesp
2013

'A Secretaria de Estado da cultura de São Paulo tem imensa satisfação em apoiar a reedição do livro 'Capital - São Paulo e seu patrimônio arquitetônico, de Juan Esteves. Com curadoria de Antonio Carlos Abdalla, o conjunto de fotografias selecionadas oferece um amplo panorama da diversidade de edifícios de distintas naturezas que marcaram a capital paulista ao longo de sua história, especialmente os últimos 100 anos. Colocado em evidência no magistral registro de Juan Esteves, o patrimônio arqutetônico paulistano pode aqui ser apreciado nos detalhes que acabam por ficar invisíveis em meio à agitação cotidiana da metrópole. Ao dar merecida visibilidade aos edifícios retratados, esta publicação ajuda a sensibilizar para a necessidade de preservação desse patrimônio, uma importantíssima e difícil tarefa, que precisava envolver toda a sociedade.' - Marcelo Mattos Araujo...[+]

 


BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos
EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A
SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento
1984

 

Edição usada disponível na Estante Virtual

 


A EVOLUÇAO INDUSTRIAL DE SAO PAULO

Edgard Carone
Senac
2001

Nas quatro décadas iniciadas com a República e finalizadas com o movimento que entregou o poder a Getúlio Vargas, São Paulo experimentou um surto de desenvolvimento cujos efeitos ainda hoje se manifestam, traduzidos na situação de liderança que o estado ocupa. A saga da evolução industrial, que é a base desse progresso, é contada neste livro por Edgard Carone, mestre da historiografia, numa obra ilustrada com fotos...[+]

 


Italianos no Brasil:
“Andiamo in’Mérica”

Franco Cenni
Edusp
2003

Em janeiro de 1960, Franco Cenni ganhou o Prêmio Itália, no concurso promovido pela Companhia Antarctica Paulista, cuja comissão julgadora era composta pelos professores Sérgio Buarque de Holanda, Antonio Candido de Mello e Souza, Sérgio Milliet da Costa e Silva, Edoardo Bizzarri e pelo poeta Guilherme de Almeida. Esse concurso, instituído por ocasião da visita do então presidente italiano Giovanni Gronchi ao Brasil, reuniu obras literárias sobre a presença do italiano na história e no desenvolvimento do país, e constitui a base para este livro - 'Italianos no Brasil'...[+]

 

CENTRO DE SÃO PAULO

PALACETE CRESPI

EDIFÍCIO YORK

rua são bento, 284 / 302

atualizado em: 4 de novembro de 2016

 

home > centro de são paulo > PALACETE CRESPI - EDIFÍCIO YORK

Localizado na Rua São Bento, o Edifício York era conhecido como Palacete Crespi. Foi projetado na década de 1920, por Siciliano & Silva Engenheiros, para a Família de Rodolfo Crespi, imigrante italiano, dono de uma das maiores indústrias da época.

Um dos destaques dessa edificação são os Atlantis na fachada, figuras gregas símbolos de força.

No passado, o local foi residência de Henrique Schaumann, proprietario da Botica Ao Veado D'ouro (no local também funcionou o estabelecimento).

Alguns detalhes da edificação, registrado na publicação "BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO":

Número de pavimentos: nove mais porão.

Técnica construtiva: estrutura de concreto e alvenaria de tijolos.

 

Rodolfo Crespi & Cotonifício Crespi

Rodolfo Crespi nasceu em Milão, em 1874 e veio para o Brasil em 1893, como funcionário da firma E. D'El Acqua, onde trabalhou até 1906.

Começou sua vida de industrial com uma pequena fábrica de tecidos de algodão, atividade que lhe era familiar. O Cotonifício Crespi S/A foi criado em 1897, como resultado da firma Regoli, Crespi Co., porém, poucos anos depois, em 1906, a sociedade foi desfeita e em 1909, foi constituída a firma Rodolfo Crepi.

O cotonifício comprava o algodão cultivado no interior de São Paulo e no Nordeste e produziam: 

"(...) trançados de algodão, cobertores de toda qualidade, colchas, fazendas, forros de cânhamo, galatea, sarjas, alpacas, tecidos estampados, Holanda, Kaki, pano para colchões, casimiras, toalhas para mesa, toalhas para rosto, seda, lã, lã pura etc."

[CARONE, Edgar. A evolução industrial de São Paulo: 1889 – 1930. São Paulo: Senac, 2001, p.185.]

Em seu currículo também constam: a presidência da fábrica de cimento Ìtalo-Brasileira, o cargo de conselhiero fiscal do Banco Francês e Italiano de São Paulo, a presidência do Instituto Colonial Italiano e da Sociedade Dante Alighieri, representou o Brasil na Exposição de Turim, além de ser acionista em diversos empreendimento brasileiros.

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