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JOÃO JACQUES OSVALD

E LUIS PERIGAULT

história do centro de são paulo

atualizado em: 12 de janeiro de 2019

 

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Em 1854, nas edições 2 e 3 do jornal Correio Paulistano, João Jacques Osvald e Luis Perigault trocavam farpas "públicas":

"PREVINE-SE ao público que não faça transacção alguma com João Jacques Osvald, sobre trez lettras firmadas pelo abaixo assinado, e abonadas pelo Reverendo Padre Mamede José Gomes da Silva, sendo cada uma do valor de 500$000, por quanto o abaixo assignado vai usar do direito que lhe assiste para nullifical-as. - S.Paulo 26 de Dezembro de 1854.

Luis Perrigault"

[Correio Paulistano, n.2, 27 Jun. 1854]

Observação: Foi impresso "dezembro", porém, a data do jornal é de junho. Provavelmente, erro de impressão.

"J. JACQUES OSVALD, não ficou sorprehendido pelo annuncio publicado no 'Correio Paulistano' de hontem, pelo Sr. Luis Perigault, por quanto este mesmo Sr. teve a coragem de fazer varios annuncios convidando pessoas para o Tivoly da Luz, depois de denunciado pelo annunciante, em estado de fallimento. O annunciante esta dando andamento ao seu processo de fallimento, e breve provarpa que no Brasil ha leis que não permittem que qualquer bancarroteiro fraudulento sacrifique a fortuna alheia.

J.J.Osvald"

[Correio Paulistano, n.3. 28 Jun. 1854]

 

 

CENTRO DE SÃO PAULO



A província de São Paulo

Joaquim Floriano de Godoy
Imesp
2007

Escrito para integrar o pavilhão que representou o Brasil na Exposição Industrial da Filadélfia, realizada em 1876, o livro é um apanhado estatístico, econômico e social da província de São Paulo. Sua importância reside no fato de mostrar o que era São Paulo na época, quando o eixo econômico da província mudava do Vale do Paraíba para o Oeste paulista, circunscrito à época à região de Campinas e Rio Claro...[+]

 


Aparador de Livros - Mochileiro

O Tempo das Ruas na São Paulo de Fins do Império

Fraya Frehse
Edusp
2005

Fruto de uma tese de mestrado em Antropologia realizada junto à USP, 'O tempo das ruas na São Paulo de fins do Império' transporta o leitor a um passeio pela cidade colonial que começava a desaparecer. Partindo da óptica das ruas (cada vez mais populosas com a modernização proporcionada pelo dinheiro do café), a autora descreve os transeuntes, os meios de transporte, as condições de higiene, o comércio, as festas de rua, e a percepção entre as mudanças sociais na cidade. Repleto de fotos da época, o livro também usa como base relatos de textos e charges de jornais, atas municipais e notas de viagem...[+]

 


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