História do Comércio do Centro de São Paulo: Carros para alugar na Rua do Carmo - Barracão. Frederico Fontame

Website de Mônica Yamagawa

FREDERICO FONTAME

CARROS PARA ALUGAR

rua do carmo - barracão

história do comércio do centro de
são paulo

atualizado em: 12 de agosto de 2017

 

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"Carros para alugar.

RUA DO CARMO - BARRACÃO.

O novo possuidor dos carros que forão de Frederico Fontame, offerce desde já ao respeitável público desta capital alugar os mesmos carros por preços mais modicos do que até aqui se alugavão, e fará todos os esforços para melhor este estabelecimento, afim de reunir o util ao agradavel, e ficar ao alcance não só dos ricos, mas tão bem dos mesmos abastados. E, breve publicar-se-ha uma tabella cujos preços serão fixos e ivariaveis. S. Paulo, 9 de janeiro de 1856."

[Correio Paulistano, Anno II, Número 355: 15 de janeiro de 1865.]

 

 

[+] Outros estabelecimentos comerciais que fizeram parte da História do Centro de São Paulo

[Correio Paulistano, Anno II, Número 355: 15 de janeiro de 1865.]

CENTRO DE SÃO PAULO

BIBLIOGRAFIA


Além Das Fronteiras: O Cotidiano Dos Imigrantes Na São Paulo Oitocentista - Vestigíos Testamentais

Vanessa Dos Santos Bodstein Bivar
Humanitas FFLCH - USP
2008

A presença de estrangeiros na sociedade paulistana pode ser percebida desde muito antes da expansão da economia cafeeira do final do séc. xix. A autora observou, através dos testamentos, as facetas do cotidiano familiar e econômico no ainda acanhado burgo oitocentista e aspectos das trajetórias de vida de alguns desses primeiros imigrantes, portugueses, alemães, espanhóis, franceses. (da Apresentação de Carlos de Almeida Prado Bacellar)...[+]

 

Entre a casa e o armazém: relações sociais e experiência da urbanização
São Paulo, 1850 – 1900

Maria Luiza Ferreira de Oliveira
Alameda
2005

Este livro é um convite para o leitor voltar a um tempo no qual São Paulo combinava características de uma cidade moderna com traços fortemente rurais. Bastava uma rápida caminhada até a Igreja da Misericórdia para avistar, do alto de seu campanário, descampados, grotões, charnecas, beiras de rios e até animais silvestres e matas, que se estendiam muito além dos vales do Anhangabaú e Tamanduateí. Os personagens deste cenário? Aquela parte da população abstratamente designada como "classes médias" - na verdade, uma gente esquecida, os remediados da sociedade, uma multidão de figurantes mudos da cena paulistana - os quais atendiam pelos nomes de Dona Carolina, Seu Marcelino, Ana de Sorocaba e centenas de outros que aparecem nos registros dos quase mil inventários e testamentos que chegaram até nós. A maioria tinha pouco mais de quarenta anos no longínquo ano de 1872, quando surgiram na cidade os primeiros lampiões a gás. Pessoas que vivenciaram um tempo de incertezas e mudanças, abriram lojas e armazéns, compraram uma casinha, faliram, venderam tudo, tiveram dias bons ou ruins - enfim, sentiram na pele aquele diagnóstico certeiro de António de Alcântara Machado, quando dizia que 'em São Paulo não há nada acabado e nem definitivo, as casas vivem menos que os homens e se afastam, rápidas, para alargar as ruas'...[+]

 

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