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Mônica Yamagawa
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Centro de São Paulo

arquitetura

publicações sobre o centro de são paulo

atualizado em: de setembrod e 2020

 

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Referências bibliográficas sobre a arquitetura no Centro de São Paulo.

 

livros


 

Um guia de arquitetura de São Paulo: Doze percursos e cento e vinte e quatro projetos
Fabio Valentim
WMF Martins Fontes, 2019

A partir de uma significativa amostragem de 124 construções – entre parques, escolas, residências, torres habitacionais e comerciais, galerias, clubes e outras obras das mais variadas funcionalidades – este guia traz 12 roteiros que não se limitam às áreas centrais da cidade de São Paulo, mas que contemplam ainda obras de zonas periféricas e mesmo de municípios vizinhos. Em sua primeira parceria com a WMF Martins Fontes, a Escola da Cidade apresenta uma rica seleção de criações arquitetônicas que muitas vezes podem passar despercebidas em meio ao aglomerado de prédios da metrópole, mas que certamente marcaram nossa recente tradição arquitetônica. Incorporando obras modernas e outras mais recentes, mas já suficientemente reconhecidas, este guia nos convida a conhecer a cidade em sua larga extensão para, assim, compreender a complexidade de sua escala e admirar sua diversidade.


São Paulo nas Alturas
Raul Juste Lores
Três Estrelas, 2017

Nos anos 1950, uma grande transformação ocorreu em São Paulo: arquitetos modernos passaram a ser mais e mais requisitados por uma renovada indústria imobiliá­ria. Em pouco mais de 10 anos, foram criados os mais icônicos edifícios da cidade, graças à aliança de arquitetos talentosos, como Niemeyer, David Libeskind e Franz Heep, com empreendedores audazes, entre eles Artacho Jurado, Octavio Frias de Oliveira e José Tjurs. Copan, Itália e Nações Unidas, Conjunto Nacional, o centro comercial Grandes Galerias (hoje conhecido como "Galeria do Rock") e vários outros prédios de grande qualidade arquitetônica foram erguidos nessa época e moldaram para sempre a imagem da capital, espelhando sua pujança, seu dinamismo e sua modernidade. Em São Paulo nas alturas, Raul Juste Lores reconstitui esse importante período, apresentando a surpreendente trajetória de seus principais personagens, mulheres e homens que deram rumo novo à arquitetura, à construção e à vida urbana no Brasil.


Italiano e nosso: Feslisberto Ranzini e o “estilo florentino”
Waldir Salvadore
Cultura Acadêmica, 2015

“Este livro, que vem ladeado por mais dois, escritos por outros dois brilhantes historiadores, dentro de uma coleção importante sobre o ecletismo paulista, revela algo que pode ser lido como uma persistência […]: a ideia de que São Paulo é uma cidade de muitas faces, repleta de opções, cores, texturas, sons, falas e artífices. Como tudo isto convive, em pleno século XXI, lado a lado, podemos dizer, então, que o ecletismo paulista nunca se esgotou. Se ecletismo é escolha, São Paulo escolheu ser mistura. E, para nosso deleite, Waldir Salvadore escolheu estudar aquilo que quase ninguém olhou nessa cidade eclética: a arquitetura florentina riscada pelo – quase – esquecido Felisberto Ranzini.”


Joaquim Cavalheiro: um “arquiteto-construtor” no Brás e na Mooca
Lindener Pareto Júnior
Cultura Acadêmica, 2015

A iniciativa dos idealizadores da Casa Ranzini é louvável ao publicar a produção intelectual de uma nova geração de pesquisadores que elegeram objetos de estudos e atores menos glamourosos, todavia, nem por isso menos importantes. Com honra e muito prazer convido o leitor a folhear essas páginas e mergulhar nesta viagem conduzida pelo ousado e brilhante historiador Lindener Pareto Jr., vislumbrando facetas do cotidiano de uma agitada cidade em construção, mostrando a formação do campo profissional da arquitetura na passagem da secular e dominante mão de obra escrava para o trabalho assalariado e, sobretudo, como passou da dominação dos mestres ao primado dos arquitetos diplomados, se perguntando sobre o que era ser construtor e construir em São Paulo naquele momento, sem perder de vista as tensões sociais inerentes aos jogos de forças de afirmação de classe.


Capital - São Paulo e Seu Patrimônio Arquitetônico
Antônio Carlos Abdalla, Juan Esteves.
Imesp, 2013.

"A Secretaria de Estado da cultura de São Paulo tem imensa satisfação em apoiar a reedição do livro 'Capital - São Paulo e seu Patrimônio Arquitetônico', de Juan Esteves. Com curadoria de Antonio Carlos Abdalla, o conjunto de fotografias selecionadas oferece um amplo panorama da diversidade de edifícios de distintas naturezas que marcaram a capital paulista ao longo de sua história, especialmente os últimos 100 anos. Colocado em evidência no magistral registro de Juan Esteves, o patrimônio arquitetônico paulistano pode aqui ser apreciado nos detalhes que acabam por ficar invisíveis em meio à agitação cotidiana da metrópole. Ao dar merecida visibilidade aos edifícios retratados, esta publicação ajuda a sensibilizar para a necessidade de preservação desse patrimônio, uma importantíssima e difícil tarefa, que precisava envolver toda a sociedade." - Marcelo Mattos Araujo


Da taipa ao concreto: crônicas e ensaios sobre a memória da arquitetura e do urbanismo.
Carlos Alberto Cerqueira Lemos.
Três Estrelas, 2013.

Um dos principais historiadores brasileiros da arquitetura e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), Carlos A. C. Lemos é também um combativo defensor do patrimônio urbanístico do país. Quando o Metrô de São Paulo ameaçava botar abaixo o prédio da Escola Caetano de Campos, obra de Ramos de Azevedo inaugurada em 1894, foi ele quem levantou a voz contra tal decisão, com sucesso. Também graças a sua intervenção, a Paróquia de São Cristóvão, relevante construção histórica em São Paulo, salvou-se da demolição. É nas páginas da imprensa, em particular da Folha de S.Paulo, que ele tem empreendido sua incansável campanha de esclarecimento público sobre o passado das cidades e o significado dos bens arquitetônicos. Organizado pelo professor de arquitetura José Tavares Correia de Lira e com mais de cinquenta textos, alguns inéditos, o livro é um testemunho da luta de Lemos nos últimos quarenta anos.


Theatro paulista (1840-1930): Fundamentos da Arquitetura Teatral em São Paulo
Paulo Roberto Masseran
Editora Unesp, 2012

Como os teatros foram construídos para abrigar as mais diversas atividades culturais? Esta é uma das questões centrais deste livro de Paulo Roberto Masseran, que procura evidenciar como a produção artística exige a criação de novos espaços para sua consolidação como meio de expressão social. Para alcançar uma resposta, o autor parte da concepção dos teatros na Antiguidade clássica Greco-romana para explicar como foram estabelecidas tipologias para a arquitetura desses espaços, chegando, enfim, à análise dos teatros paulistas construídos entre o período do Segundo Império e da República Velha. Após cumprir esse percurso histórico, o autor se concentra sobre a análise da arquitetura de três teatros específicos: o Theatro São Domingos de Itu, o Theatro João Caetano de Amparo, e o Theatro Municipal de São Manuel, todos no interior paulista. Por meio da discussão dos elementos que compõem esses espaços, Paulo Roberto Masseran evidencia, afinal, o suporte teórico subjacente a esses edifícios dedicados às artes.


Arquivo Histórico de São Paulo: história pública da cidade.
Eudes Campos (org.).
Divisão do Arquivo Histórico de São Paulo / Imesp, 2011.

Preciosa seleção de manuscritos, mapas, plantas, desenhos técnicos e fotografias, escolhidos dentre os mais de 4 milhões de itens pertencentes ao acervo do Arquivo Histórico de São Paulo, este livro compõe um rico mosaico da história da cidade e ressalta a importância da conservação deste patrimônio diante dos desafios de compreensão do seu futuro supreendente.


Patrimônio da metrópole paulistana.
Iatã Cannabrava, Margarida Cintra Gordinho.
Terceiro Nome / Secretaria do Estado de Cultura, 2010.

´Patrimônios da Metrópole Paulistana´ registra, em fotografias e textos, os bens culturais da Região Metropolitana de São Paulo tombados pelo Condephaat. O patrimônio cultural é constituído por bens móveis e imóveis considerados importantes por razões históricas, arquitetônicas, artísticas ou articuladoras da memória e de valores paulistas, além de sítios e paisagens da natureza por suas qualidades intrínsecas. Este livro pretende trazer uma amostra do patrimônio natural e arquitetônico da metrópole ajudando a compreender e manter vivas as histórias do estado e do país.


Caminhos do patrimônio cultural: 3 roteiros em São Paulo.
Luís Antonio Magnani, Ana Maria Xavier.
Via das Artes, 2010.

O livro retrata bens arquitetônicos importantes na formação do estado de São Paulo, além de patrimônios culturais. A obra diferencia-se por apresentar edificações que têm relevância, principalmente, para o cotidiano das comunidades onde estão inseridas. Com textos curtos e fotos exclusivas de especialistas em retratar projetos arquitetônicos, a publicação apresenta um histórico que contextualiza as edificações econômica e socialmente.


Arquitetura italiana em São Paulo.
Emma Debenedetti, Anita Salmoni.
Perspectiva, 2007.

Arquitetura Italiana em São Paulo é primeiro trabalho a abordar, de forma sistemática, a participação italiana no labor arquitetônico de São Paulo, a partir do último quartel do século XIX. Acompanha a produção de um espaço urbano, a qual se distingue por sua característica coletiva e se deve ao conjunto anônimo de imigrantes, marco inicial do processo, até a obra contemporânea, assinada individualmente por arquitetos de mesma extração. Mas tudo o que esta pesquisa pioneira levanta e discute no domínio da contribuição grupal específica tem, igualmente, um interesse fundamental para a configuração de importantes elementos culturais da maior significação na sociedade brasileira e, principalmente, na paulista. Trata-se, portanto, de obra hoje indispensável para os estudos sócio-urbanísticos e sócio-arquitetônicos de nossa história e cultura.


Restauração arquitetônica: a experiência do SPHAN em São Paulo - 1937-1975.
Cristiane Souza Gonçalves.
Annablume / Fapesp, 2007.

Cristiane Souza Gonçalves, num esforço paciente em busca de fontes primárias e informações dispersas, esmiuça significativas intervenções de restauração realizadas pelo SPHAN em São Paulo, buscando avaliar seus pressupostos teóricos e suas justificativas práticas. Brinda, assim, o leitor com um importante instrumento de reflexão sobre experiências que consagraram uma abordagem que encontra até hoje muita ressonância nos meios patrimoniais.

 


Dez roteiros históricos a pé em São Paulo.
VÁRIOS Autores.
Narrativa Um, 2007.

A partir de distintos olhares, formações e experiências urbanas, o livro oferece passeios por lugares os mais diversos da cidade, com seus recortes históricos e temáticos, mostrando como são surpreendentes as possibilidades de andar a pé e conhecera cidade. São dez autores e olhares diferentes, dez histórias e dez formas de passear, cada um propondo uma maneira de conhecer a história e, sobretudo, um novo modo de olhar a cidade de São Paulo  assinados por historiadores, arquitetos, urbanistas e escritores: Carlos Lemos (Centro da cidade), Cláudia Valladão de Mattos (Ipiranga), Fernando Bonassi (Mooca), Jeffrey Lesser (Liberdade), Michel Gorski (Avenida São João), Monica Musatti Cytrynowicz (Rio Pinheiros e Guarapiranga), Paula Janovitch (Galerias do Centro), Renato Cymbalista (os espaços da morte na cidade), Roney Cytrynowicz (Bom Retiro) e Silvia Ferreira Santos Wolff (Jardim América).


Arquitetura Metropolitana.
XAVIER, Denise.
Annablume / Fapesp, 2007.

Compartilhando da crescente inquietação que agita os meios especializados sobre o destino da função urbana atual e o papel que ainda é possível atribuir à arquitetura, Arquitetura metropolitana é uma contribuição à resistência aos processos hoje instaurados de reprodução de uma realidade urbana cada vez mais avessa e da proliferação de objetos arquitetônicos com ralo significado simbólico. Seu conteúdo se desenvolve pela análise de quatro edifícios ícones para a cidade de São Paulo, frutos de um período em que as utopias ainda pareciam possíveis: os anos 50. Denise Xavier apresenta ainda um posfácio onde, junto com o arquiteto e urbanista Kazuo Nakano, faz uma reflexão sobre a vivência hoje em dois diferentes modelos arquitetônicos: os quatro edifícios analisados e a arquitetura metropolitana corporativa da torre do World Trade Center, nas imediações da avenida Luiz Carlos Berrini, típica dos anos 90.


Sobrados e barões da velha São Paulo.
Mario Jorge Pires.
Manole, 2006.

A curiosidade pelos casarões de bairros como Campos Elíseos, Higienópolis e Avenida Paulista foi o ponto de partida deste livro. O interesse por suas construções levou o autor a pesquisar quem eram seus antigos moradores, que deixaram refletidos em suas casas seu poder e que transformaram a cidade de São Paulo na metrópole do café. Assim, este livro relata a trajetória desta elite na ocupação da capital, os principais troncos familiares notadamente reconhecidos pela atividade da cultura cafeeira, em que lugar da cidade residiam e como eram suas casas. Não se trata de um trabalho específico sobre arquitetura, tampouco sobre história, mas, sim, de uma pesquisa sobre a origem dos bairros dos barões do café e o desenvolvimento da cidade de São Paulo, destinado tanto ao especialista quanto ao leitor que deseja saber mais a respeito do passado desta grande e apaixonante cidade.


Palacete Santa Helena: um pioneiro da modernidade em São Paulo.
Candido Malta Campos, José Geraldo Simões Júnior (org.).
Senac SP / Imesp, 2006.

Os artigos reunidos nesta coletânea, giram em torno do Palacete Santa Helena, edifício que, no início do século 20, inovou a arquitetura do centro da cidade e foi negligentemente demolido, na década de 1970, para dar lugar à Estação Sé do metrô. Estudiosos de arquitetura, urbanismo e história da cultura buscam aqui reconstruir essa importante lacuna da memória paulistana.


Os Arquitetos da Poli. Ensino e Profissão em São Paulo
Sylvia Ficher
EDUSP, 2005

É um estudo sobre a profissão de arquitetura e o ensino institucional de arquitetura na cidade de São Paulo na primeira metade do século XX. Curiosamente, a primeira instituição que ofereceu a especialização em Arquitetura foi a centenária Escola Politécnica (Poli). Edição de luxo, o livro é recheado de fotos das mais importantes construções da cidade de São Paulo e relata, em detalhes, como era o curso, o contexto do mercado de trabalho, os principais professores, os formados ilustres e todos aqueles que participaram desse período da arquitetura paulista gerada na Escola Politécnica, desde o início do curso em 1895 até a o meados dos anos 50.


Catedral da Sé.
SALLOWICZ, Marcio.
Imesp / Mitra Arquidiocesana de São Paulo, 2004.

Fotos divinas da Catedral, com legendas inspiradas. Veja as colunas majestosas, os reflexos coloridos dos vitrais caindo sobre elas, as retas, os arcos, a religiosidade profunda de cada página. A força espiritual capaz de converter o pagão - e fazer brotarem lágrimas no cristão.

 


Através da rótula: sociedade e arquitetura urbana no Brasil, séculos XVII a XX.
Paulo César Garcez Marins.
Humanitas / FFLCH - USP, 2001.

As treliças de madeira caracterizaram nossa cena urbana por mais de três séculos. Justapostas às janelas térreas do casario humilde, conferindo mistério aos balcões de sobrados presunçosos, as rótulas velaram o interior das moradias, mediaram sua intimidade. Condenadas nos Oitocentos e paulatinamente banidas de nossas cidades, as treliças reapareceriam no século XX, já reinterpretadas plástica e funcionalmente. Voltaram, em meio à busca de identidade nacional e à valorização de nossa arquitetura colonial, com novo sentido e nomes sofisticados: o velho balcão de rótulas virou muxarabi. O passado foi relido. A disseminação e o desaparecimento daquela guarnição de portas e janelas constituem o objeto deste estudo rigoroso de Paulo César Garcez Marins. Como fontes tudo vasculha, ambíguas posturas municipais, a crônica dos visitantes surpreendidos, vistas panorâmicas ou de ruas. Como tese, contradiz o entendimento costumeiro do papel da rótula como separadora de casas e ruas. Ao invés do “ver sem ser visto”, da cisão consagrada pela historiografia tradicional, surge aqui o artefato que comunica os seres e que une seus espaços.


Edifício Caetano de Campos.
Fernando Piccinini Jr., Marcos Piffer, Vera Lúcia Wey.
Secretaria do Estado de São Paulo, 2000.

 

 


São Paulo por dentro: um guia panorâmico de arquitetura.
Carlos Perrone.
Senac São Paulo, 2000.

Em 250 fotos, o guia revela os interiores de 69 dos principais referenciais simbólicos de arquitetura de São Paulo, construídos ou transformados no decorrer do século XX. Expondo cartões-postais como o Teatro Municipal e o Masp, ou revelando locais inusitados e pouco conhecidos como a Sinagoga Beth-el e o Banco de São Paulo, evitamos uma compilação do "arquitetonicamente correto", trocando o olhar crítico pelo conhecimento prazeroso da maneira paulistana de estabelecer espaços.


Ramos de Azevedo.
Maria Cristina Wolff de Carvalho.
Edusp, 2000.

Este livro apresenta o arquiteto Ramos de Azevedo (1851-1928) como principal protagonista do assim chamado estilo eclético, dominante na arquitetura, não só brasileira, mas também internacional, durante toda a segunda metade do século XIX. A autora retira, ao longo de sua análise, o incômodo estigma que hoje oblitera esse conceito, resgatando seu sentido originário, isto é, de prática arquitetônica eminentemente voltada para questões de modernização e racionalização do novo espaço público e privado impulsionada pela lógica da nascente sociedade industrial.


São Paulo e a origem dos arranha-céus.
Eduardo Fares Borges.
RG Editores, 1999.

"Sociedade Amigos da Cidade de São Paulo" Sob a presidência do eng. Eduardo Fares Borges já comemorou seu 65° aniversario. Fundada nos idos de 1934 pelo depois prefeito Emérito eng. Francisco Prestes Maia, e hoje uma das mais tradicionais entidades culturais de São Paulo. Esteve presente nos problemas urbanísticos da cidade, nas décadas de 1940 e 1950 e nos debates sobre o trânsito nas décadas de 1960 e 1970, após o surgimento da industria automobilística em 1957, sempre ligado ao Instituto de Engenharia de São Paulo. Já diplomou 11 sócios cinquentenários que permaneceram fiéis por mais de meio século, aos nossos destinos. Hoje continua atuante, debatendo sempre os problemas ligados à capital"


Arquitetura, Bens Históricos, Praças e Parques no Centro de São Paulo.
Wladimir Catanzaro.
Caixa Econômica Federal, 1998.

 


Patrimônio Cultural Paulista: CONDEPHAAT, bens tombados 1968-1998.
Edna Hiroe Miguita Kamide, Terza Cristina Rodrigues Pereira (coord).
Imesp, 1998.

 


Estação Júlio Prestes.
VÁRIOS Autores.
Prêmio, 1997.

 


O Palacete paulistano e outras formas urbanas de morar da elite cafeeira, 1867-1918.
Maria Cecília Naclério Homem.
Martins Fontes, 1996.

A autora estuda o palacete com o objetivo de reconstruir o modo de vida da elite cafeeira. As origens do espaço doméstico, uma reprodução da casa mais luxuosa da burguesia francesa, e as diversas maneiras como foi utilizado, tais como atividades que desenvolviam, a decoração, o equipamento doméstico e a criadagem, são aqui apresentadas de forma detalhada.


Ecletismo na Arquitetura Brasileira.
Annateresa Fabris (org.).
Nobel /Edusp, 1987.

Série de artigos que tratam do estilo eclético na arquitetura -considerações sobre o ecletismo na Europa, sua apresentação em diversos Estados do Brasil e seu choque com o modernismo.

 

 


BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO.
São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.

 


Evolução da casa paulistana e a arquitetura de Ramos de Azevedo.
Maria Amélia Salgado Loureiro.
Voz do Oeste / Secretaria do Estado da Cultura, 1981.

 


Documentário arquitetônico relativo à antiga construção civil no Brasil.
José Wasth Rodrigues.
Itatiaia / São Paulo: Edusp,1979.

Não é preciso salientar aqui a importância da Arquitetura como fonte histórica. Felizmente, a Arquitetura religiosa brasileira tem sido bastante estudada. Já o mesmo não acontece com a Arquitetura civil. Como é impossível tombar tudo pelo Patrimônio Histórico, casas belas e antigas continuam sendo demolidas. Daí a importância deste Documentário Arquitetônico (Relativo à Antiga Construção Civil no Brasil). Só aqui estão 160 estampas, com mais de um milhar de desenhos, reproduzindo casas, plantas, portas, janelas, azulejos, grades, rótulas, enfim, quase praticamente tudo que diz respeito à Arquitetura civil, do Brasil inteiro, desde o Século XVII ao início do Século XX (do primeiro século de nossa História, nada resta, anota o Autor).


Morada paulista.
Luís Saia.
Perspectiva, 1972.

Neste livro do arquiteto Luís Saia, a Morada Paulista é vista através de um seguro corte histórico e geopolítico. Por seu intermédio, o meio natural, o estudo do solo, a cultura do café, a influência europeia, a efervescência literária indígena, vão sendo paulatinamente revelados, servidos por rica iconografia e um exato levantamento de materiais arquitetônicos.


GUIA DA CATEDRAL METROPOLITANA DE SÃO PAULO.
Indústria Gráfica Siqueira, 1956.

 

 

 

artigos: download gratuito


 

Arquitetura pelo centro histórico
Prefeitura de São Paulo, 2017

Guia de turismo produzido pela São Paulo Turismo, Prefeitura Muncipal.



Arquitetura residencial verticalizada em São Paulo nas décadas de 1930 e 1940
Maria Lúcia Bressan Pinheiro
Anais do Museu Paulista/SciELO
2008

O presente trabalho aborda o tema, ainda pouco estudado, da arquitetura residencial verticalizada em São Paulo, nas décadas de 1930 e 1940. A partir de alguns estudos de caso representativos, são apresentadas observações relativas a aspectos como: as estratégias de disseminação da nova forma de morar; as opções estéticas disponíveis; a definição dos programas das unidades e as soluções de planta desenvolvidas. Espera-se evidenciar a riqueza e complexidade do assunto, que se... [+]



Chalés Paulistanos
Eudes Campos
Anais do Museu Paulista/SciELO
2008

O presente artigo estuda a origem, o desenvolvimento e a decadência, no ambiente urbano paulistano, de um tipo de construção denominado chalé. Fruto do Romantismo do século XIX, e muito popular no último terço do oitocentismo, o chalé assumiu alto valor simbólico - embora de significado ambíguo -, por estar ligado tanto à noção de uma idealizada vida campestre, quanto à de modernidade técnica, que então se introduzia em São Paulo. Popularizou-se em razão da facilidade... [+]



O trânsito dos ornatos: modelos ornamentais da Europa para o Brasil,
seus usos (e abusos?)

Solange Ferraz de Lima
Anais do Museu Paulista/SciELO
2008

O artigo discute a relação entre a circulação de repertórios, enciclopédias, manuais e guias de estilo europeus no Brasil e a produção arquitetônica genericamente chamada de eclética nas primeiras décadas do século XX. Primeiramente, apresenta-se um balanço historiográfico que analisou a produção editorial relativa ao ornamento na Europa e, a partir dele, identifica-se a circulação de algumas daquelas publicações no Brasil. Em seguida, focaliza-se a inserção do ornamento na formação... [+]



A cidade de São Paulo e a era dos melhoramentos materiaes
Obras públicas e arquitetura vistas por meio de fotografias de autoria de Militão Augusto de Azevedo, datadas do período 1862-1863

Eudes Campos
Anais do Museu Paulista/SciELO
2007

Tomadas entre os anos de 1862 e 1863, as primeiras fotos paulistanas de autoria de Militão Augusto de Azevedo são sempre evocadas por documentarem a vetustez, a precariedade e a letargia da cidade de São Paulo dos meados do século XIX. Nossa interpretação, no entanto, baseada na leitura de fontes primárias da época, propõe um sentido substancialmente oposto a esse. Entre os anos de 1850 e 1860, a arquitetura e os espaços urbanos de São Paulo já apresentavam... [+]



Nos caminhos da Luz, antigos palacetes da elite paulistana
Eudes Campos
Anais do Museu Paulista/SciELO
2005

O presente artigo dedica-se a recuperar a memória de antigos palacetes erguidos nas proximidades da Estação da Luz a partir do início da segunda metade do século XIX. Foi por essa época que a região se tornou o primeiro bairro residencial de elite da cidade de São Paulo, concentrando palacetes que expressaram elaborações locais de vertentes do Neoclassismo e do Ecletismo arquitetônicos. Pretende-se, assim, abordar os processos de interpretação que caracterizaram essa produção arquitetônica... [+]



Em casas térreas com alcovas. Formas de morar entre os setores médios em São Paulo, 1875 e 1900
Maria Luiza Ferreira de Oliveira
Anais do Museu Paulista/SciELO
2003

Nosso objetivo é compreender quais eram as formas de morar das famílias de médias posses em São Paulo. Esse caminho será percorrido, sobretudo, procurando observar continuidades e transformações na moradia das camadas médias urbanas nas últimas décadas do século XIX, a partir do novo vocabulário formal que estava surgindo. Palavras-chave: Setores Médios. Domesticidade. Urbanização. Moradia. Mobiliário... [+]



Resenha do livro: Casa paulista: história das moradias anteriores ao ecletismo trazido pelo café, de Carlos A. C. Lemos. EDUSP, 1999
Fraya Frehse
Revista de Antropologia/SciELO
2000

Professor universitário, arquiteto, pintor e historiador da arquitetura brasileira: Carlos Lemos é um autor cujo nome se confunde com muito do que se sabe hoje sobre as formas de morar em São Paulo no passado. Nesse sentido, o recente Casa paulista... foi escrito por um pesquisador já consagrado, detentor de uma vasta obra acadêmica referente à arquitetura residencial paulista e que se sobressai também por seu engajamento institucional em defesa do patrimônio histórico do país... [+]



Bem-morar em São Paulo, 1880-1910: Ramos de Azevedo e os modelos europeus
Maria Cristina Wolff de Carvalho
Anais do Museu Paulista/SciELO
1996

A arquitetura doméstica tem um grande impulso no século XIX. Da Europa são difundidos, para todo mundo, os modelos conformados à nova ordem social e à industrialização. A residência se transforma numa preocupação central dos arquitetos. Desenvolvem-se novos conceitos para casa ideal para todas as camadas sociais: operários, classe média, burguesia. Este artigo retrata, em São Paulo, a introdução de padrões formais e princípios (de higiene, salubridade, conforto, ritos sociais e domésticos, as aparências). a partir da atividade de F. P. Ramos de Azevedo (1851-19201. Analisam-se os principais projetos que ele desenvolveu para a burguesia local. Unitermos: São Paulo: arquitctura doméstica. História tia Arquitetura. Ramos de Azevedo...[+]



São Paulo de Ramos de Azevedo: da cidade colonial à cidade romântica
Janice Theodoro
Anais do Museu Paulista/SciELO
1996

A autora analisa, a partir da atividade de Ramos de Azevedo, os elos implícitos entre o passado colonial de São Paulo e o movimento modernista e o papel desempenhado pelo imaginário europeu na América, assim como as tradições técno -científicas a que ele estava vinculado. Unitermos: História Urbana. História da Arquitetura. São Paulo. Ramos de Azevedo... [+]



Nossa Cidade, Nossa Casa
Preserva SP

Esta publicação, feita pela Associação Preserva São Paulo, tem o propósito ambicioso de fazer com que o paulistano passe a olhar para sua cidade com outros olhos que não sejam os do preconceito e da desinformação, e passe a apreciar os detalhes às vezes ocultos por tanto descaso, além de apresentar a proprietários, locatários e usuários de imóveis diversas dicas importantes sobre como cuidar melhor desses imóveis, sem desperdício, sem grandes investimentos e aprendendo a conservar e valorizar os materiais originais. Neste livro, o leitor descobrirá inclusive a importância – para a economia e para a ecologia, entre outras de conservar e preservar o que já existe, ao invés de se reformar e reconstruir... [+]



Arquitetura moderna no centro de São Paulo: participação dos imigrantes na introdução de novas tipologias e tecnologias no bairro do Bom Retiro
Carla Rodrigues Elias e Smatia Koulioumba
Uniban

Nossa pesquisa é um estudo sistematizado da arquitetura, sobretudo, a de caráter residencial produzida no bairro do Bom Retiro, entre as décadas de 60 e 70, de forma a apresentar suas principais características arquitetônicas, as tecnologias empregadas e os demais aspectos que comprovem a influência do estilo moderno neste bairro. Pretende-se apontar a influência dos imigrantes, sobretudo, os de origem européia, no processo de verticalização do Bom Retiro e da sua correlação com o desenvolvimento urbano da área central da cidade de São Paulo... [+]



Notas sobre a Sala São Paulo e a nova fronteira urbana da cultura
Guilherme Wisnik, Mariana Fix, José Guilherme Pereira Leite, Julia Pinheiro Andrade & Pedro Arantes
FAU/USP

A antiga estação de trens Júlio Prestes, concebida para ser a porta de entrada da cidade do café, foi inaugurada apenas em 1938, depois da crise de 1929, e permaneceu esquecida por longo tempo. Somente agora, quando é convertida em uma moderna sala de concertos, a estação parece viver seu apogeu. Sede da nova Orquestra do Estado, modernizada pelo maestro Neschling, a Sala São Paulo é atualmente o maior símbolo das novas intervenções em cultura na cidade... [+]



 

 

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história do centro de são paulo: cronologia

Informações sobre a história do Centro de São Paulo organizadas por séculos e divididas por décadas para facilitar a pesquisa.

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Verbetes sobre o Centro de São Paulo: moradores, estabelecimentos comerciais, edificações, entre outros.

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história dos logradouros do centro de são paulo

Informações sobre os logradouros localizados no Centro de São Paulo, incluindo os que desapareceram com as alterações urbanas realizadas desde a fundação da cidade.

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Indicações de livros, artigos, sites, vídeos sobre o Centro de São Paulo.

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patrimônio cultural do centro de são paulo

Informações sobre bens tombados, legislação, tombamento do Iphan, Condephaat e Conpresp. Notícias sobre os bens tombados. Projetos de requalificação urbana e preservação do patrimônio cultural tombado.

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