História do Comércio do Centro de São Paulo: Manoel José Bastos, artista daguerreotypo

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MANOEL JOSÉ BASTOS

ARTISTA DAGUERREOTYPO

rua nova, casa 41

história do comércio do centro de
são paulo

atualizado em: 12 de agosto de 2017

 

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"DAGUERREOTYPO,

RUA NOVA - CASA N.41.

Manuel José Bastos,

ARTISTA - DAGUERREOTYPO,

Tem a honra de participar ao respeitavel publico, que tira retratos todos os dias, seja qual for o tempo, em fumo, ou coloridos, do tamanho de um alfinete de peito até o maior que se pôde até hoje tirar por esta arte.

A muita pratica e laboriosas experiencias, habilitam ao mesmo artista a tirar os retratos tão expressivos, e tão perfeitos tanto na semelhança como no colorido, que sobresahem a todos até hoje tirados neste paiz. Tiram-se das 8 ás 4 da tarde.

O artista tendo de se demorar poucos dias nesta, convida as pessoas que quizerem se utilisar de seu prestimo, para virem visitar sua galeria, afim de verem os seus trabalhos.

Acha-se na mesma casa um rico e variado sortimento de quadros, caixilhos, caixinhas, e tudo do melhor gosto possivel para os mesmos retratos."

[Correio Paulistano, Anno II, suplemento do número 355: 16 de janeiro de 1856.]

 

[+] Outros estabelecimentos comerciais que fizeram parte da História do Centro de São Paulo

[+] Biblioteca Online: indicações de livros sobre a iconografia do Centro de São Paulo (fotografia, pintura)

[Correio Paulistano, Anno II, suplemento do número 355: 16 de janeiro de 1856.]

CENTRO DE SÃO PAULO

BIBLIOGRAFIA


SÃO PAULO - A JUVENTUDE DO CENTRO

Luciano Delion
Pedro Cavalcanti
Conex
2005

Cidades são feitas de vidas humanas e de cimento armado. Evocar o centro de São Paulo nos anos de sua juventude significa trazer de volta não apenas o traçado esquecido de suas ruas e edifícios, como também a trajetória dos homens e mulheres que lá viveram, sonharam e trabalharam. Este livro trata de arquitetos e construtores, e também de revolucionários e administradores, banqueiros e industriais, jornalistas, pintores e poetas, célebres ou modestos, e das marcas materiais e imateriais que deixaram no corpo e na alma da cidade. O período coberto pelo livro, da Proclamação da República ao Quarto Centenário, foi escolhido por representar o que se poderia chamar de juventude do centro, época do apogeu de sua beleza e de seu prestígio...[+]

 

Fotografia e Cidade: da razão urbana à lógica de consumo - álbuns de São Paulo (1887-1954)

Solange Ferraz de Lima
Vânia Carneiro de Carvalho
Mercado de Letras
1997

O presente livro analisa as relações entre imagem e sociedade a partir de núcleos documentais constituídos por álbuns fotográficos relativos à cidade de São Paulo, divulgados entre 1887 e 1954...[+]

 


As Artes de um Negocio: a Febre Photographica São Paulo
1862-1886

Cândido Domingues Grangeiro
Mercado das Letras
2000

Durante muitos séculos, a única forma de obter a reprodução da própria imagem foi, principalmente, por intermédio das diversas técnicas de pintura. A óleo, aquarela, nanquim ou crayon...[+]

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