História do Comércio do Centro de São Paulo: estabelecimento localizado na Rua do Rozário número 22, 1828

Website de Mônica Yamagawa

ESTABELECIMENTO DA

RUA DO ROZÁRIO, 22

1828

rua do rozário, 22

história do comércio do centro de
são paulo

atualizado em: 11 de abril de 1028

 

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" - Na Rua do Rozario casa no. 22 faz-se tincta de lustre para calçado, muito bôa e com a particularidade de conservar o couro sempre macio: vende-se uma botelha por 400, e sendo em duzia a 3:840 - tambem se recebem botelhas vazías a 20 rs. - Na mesma casa há para vender uma porção de sementes de cebollas grossas, muito nova, a 2:000 rs. a quarta, e a 6:000 a libra."

[O Farol Paulistano, número 87: 9 de fevereiro de 1828]

 

[+] Outros estabelecimentos comerciais que fizeram parte da História do Centro de São Paulo

[O Farol Paulistano, número 87: 9 de fevereiro de 1828]

CENTRO DE SÃO PAULO




BIBLIOGRAFIA


São Paulo Antigo 1554-1910

Antonio Egydio Martins
Paz e Terra
2003

Antonio Egydio Martins foi responsável pela organização do Arquivo do Estado de São Paulo por 30 anos, ao longo dos quais percorreu a documentação em busca dos pormenores da história paulistana. São Paulo Antigo era o título das crônicas que passou a publicar nas páginas do Diário Popular e que caíram no gosto do público, dando origem ao livro, publicado em dois volumes em 1911 e 1912. O livro permaneceu como fonte privilegiada para se conhecer o cotidiano da cidade, tratando de seus personagens, das festas, dos costumes, dos hábitos alimentares, dos governantes, dos jornais, das lojas... [+] 

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Entre a casa e o armazém: relações sociais e experiência da urbanização
São Paulo, 1850 – 1900

Maria Luiza Ferreira de Oliveira
Alameda
2005

Este livro é um convite para o leitor voltar a um tempo no qual São Paulo combinava características de uma cidade moderna com traços fortemente rurais. Bastava uma rápida caminhada até a Igreja da Misericórdia para avistar, do alto de seu campanário, descampados, grotões, charnecas, beiras de rios e até animais silvestres e matas, que se estendiam muito além dos vales do Anhangabaú e Tamanduateí. Os personagens deste cenário? Aquela parte da população abstratamente designada como "classes médias" - na verdade,

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