Website de Mônica Yamagawa

HISTÓRIA DO

CENTRO DE SÃO PAULO

século XVII: 1611 - 1620

atualizado em: 28 de agosto de 2017

 

home > centro de são paulo > 1611 - 1620

1610século XVII: 1611 - 16201621

 

1612:

 

1619:

 

1610século XVII: 1611 - 16201621

CENTRO DE SÃO PAULO







SÉCULO XXI

2001 - 2010

2011 - 2020

 

BIBLIOGRAFIA


HISTORIA DE SAO PAULO COLONIAL

Maria Beatriz Nizza da Silva
Unesp
2009

Esta obra aborda aspectos da história da capitania de São Paulo, abrangendo seus primórdios, quando se chamava capitania de São Vicente e pertencia a donatários; o período mais complexo em que, depois de se denominar capitania de São Paulo e das Minas de Ouro, perdeu grande parte de seu território e passou a estar subordinada ao governo do Rio de Janeiro; e finalmente o período da restauração de sua autonomia até ser agitada pelo movimento constitucional... [+]

 


Família, mulheres, povoamento - São Paulo: século XVII

Eni de Mesquita Samara
EDUSC
2003

A tradição acadêmica brasileira sempre destacou a família como uma instituição que moldou os padrões de colonização e ditou as normas de conduta e de relações sociais. A professora do Departamento de História e Vice-Diretora da FFLCH da USP, Eni Mesquita Samara centrou seu estudo sobre as famílias e as mulheres nos primeiros anos da colonização do Brasil, com ênfase na sua participação no povoamento do interior, na estruturação do poder local e na circulação da riqueza. Com base em ampla documentação historiográfica e de inventários, testamentos, ofícios, censos populacionais e outros documentos Eni Samara apresenta um conjunto de dados e de informações fundamentais e ainda pouco conhecidos sobre a participação das mulheres e das famílias no processo de colonização de São Paulo e do Brasil...[+]

Edição usada disponível nos sebos da
Estante Virtual

 


Casamento e Família Em São Paulo Colonial

Alzira Lobo de Arruda Campos
Paz e Terra
2003

Com palavras de Álvaro Cardoso Gomes, 'Casamento e Família' mostra como um modelo utópico de casamento, moldado de acordo com os valores da metrópole e determinado pelo Estado e pela Igreja adaptou-se e modificou-se face às condições do mundo colonizado. Aponta os contrastes entre as determinações das elites, dos dominadores e o procedimento velado, dissimulado dos dominados; entre as regras, as convenções, os estatutos e as contravenções que apontam para o eterno conflito de classes e, ao mesmo tempo, dão a dimensão humana dos indivíduos submissos a um poder que, via de regra, procura ignorar essa mesma dimensão. Ao devassar o mundo do casamento, a autora habilmente põe a nu aquilo que constitui o descaminho, ou o mundo dos desvios, que serve de contraponto ao mundo ordeiro dos estatutos, elaborado pelos donos do poder. Ao investigar as fissuras da família/casamento, revela para o leitor o passado em seu aspecto mais vivo, pelo fato de chamar a ...[+]

 

home      moyarte      não-diário      contato