Website de Mônica Yamagawa

M : VERBETE

dicionário do centro de são paulo

atualizado em: 13 de junho de 2018

 

home > centro de são paulo > dicionário do centro de são paulo > letra M

letra Lletra Mletra N

 

MACHADO, LOURENÇO DIAS:

Primeiro vigário de São Paulo, assumiu a Paróquia de São Paulo (criada em 26 de agosto de 1588), em 1591.

 

MADAME POMMÉRY:

Bibliografia: 

GUIA FIQUE EM SÃO PAULO NO FIM DE SEMANA. São Paulo: Publifolha / AF Comunicações, 2001, p.104.

 

MAGALHÃES, JOSÉ VIEIRA COUTO:

Em abril de 1856, era professor de Filosofia no Lycêo Paulistano.

 

MAIA, JOAQUIM JOSÉ PEDRO:

Segundo anúncio de O Farol Paulistano (Nùmero 79, de 12 de janeiro de 1828), poderia ser encontrado na Rua de São Bento, em 1828. O anúncio em questão era de um escravo que fugiu de Santos e caso fosse encontrado na capital, deveria ser entregue para o Sr. Joaquim.

 

MAMEDE JOSÉ GOMES DA SILVA:

Capelão e responsável pelo ensino religioso do Lycêo Paulistano, em 1856.

 

MANFREDO MEYER:

Vendeu para o Estado, um terreno, em 1882, para a construção do Desinfectório Central (Rua Tenente Pena, 100).

 

MANOEL ANTONIO BITANCOURT:

Official-maior da Secretaria da Assembléia, em 1856. Morador da Ladeira de São João.

 

MANOEL CAETANO DE ABREU JÚNIOR:

Segundo o periódico Revista Commercial (de Santos), em publicação do dia 28 de outubro de 1850, número 7, anno II, Página 2, possuía uma loja na Rua do Rosário, n.4:

"Suplemento. 
Annuncios.
Sahio a Luz e acha-se a venda em São Paulo, na loja do Sr. Manoel Caetano de Abreu Junior, rua do Rosário n.4, uma obra intitulada Instrucções para os Juizes Municipaes segunda de Elementos do Processo Civil. Esta obra é de summo interesse não só para aquelles que começão no foro e na magistratura a sua carreira literária, como para as pessoas que são obrigadas a servir o cargo de Juiz Municipal sem terem noções de Direito, pois além do referido ella contem muitos despachos sobre todas as causas e seus incidentes - Preço de cada volume 4$000rs."

 

MANOEL DE NÓBREGA:

Jesuíta. Subiu ao Planalto em 1553, e com a ajuda de João Ramalho e Tibiriça, escolheu o local para a construção do colégio e igreja da Companhia de Jesus. Morre em 18 de outubro de 1570, aos 58 anos, no Rio de Janeiro.

 

MANOEL DIAS DE TOLLEDO:

Estudante matriculado no primeiro ano (em 1828) no Curso Jurídico de São Paulo.

 

MANOEL FERRAZ CANTINHO (? CANTINHE):

Em 1829, morava na Rua Direita [O Farol Paulistano, número 181, de 17 de janeiro de 1829].

 

MANOEL JOAQUIM DE VASCONCELLOS:

Alferes, morava no Largo da Misericórdia, defronte ao Chafariz (1829). [O Farol Paulistano, número 180, de 14 de janeiro de 1829].

 

MANOEL PAIVA:

Jesuíta, superior na Companhia de Jeses, celebrou a primeira missa de São Paulo, em 1554.

 

MANTEIGA:

Com a chegada dos alemães, no final da década de 1820, o queijo e a manteiga começaram a ser produzidos na Colônia de Santo Amaro, grande parte para consumo próprio, porém, como o excedente era comercializado na "capital" (na área central de São Paulo), aos poucos, ela começou a fazer parte da mesa do paulistano (o mesmo aconteceu com a batata, que até então, nao faziam parte da mesa do paulistano).

 

MANUEL DA RESSURREIÇÃO, DOM FREI:

3o. Bispo de São Paulo, nomeado em 1771. A fundação do Cemitério dos Aflitos, por volta de agosto de 1775, foi uma iniciativa de Dom Frei Manuel da Ressurreição, então Bispo de São Paulo, ao assumir o cargo de provedor da Santa Casa de Misericórida.

 

MANUEL DE ATOUGUIA:

Primeiro ermitão da Luz, após a administração da família dos fundadores (Domingos Luiz e seu filho Antônio Lourenço). Aparece no testamento de Isabel Soares (1629):

" 'se dê ao ermitão de Guarepe uma esmola em panno de algodão', o que foi religiosamente cumprido, pois mais adiante vamos encontrar o seguinte recibo: 'Digo eu Manuel de Atouguia ermitão que sou de Nossa Senhora de Gueré que recebi do senhor Gabriel Pinheiro Costa duas patacas em dinheiro que me deu uma esmola que sua mulher Izabel Soares que Deus tem deixou em testamento me déssem em panno e elle como testamenteiro m'as deu por verdade lhe dei esta quitação para sua guarda hoje 10 de julho de seiscentos e trinta e um annos'. "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.28.]

 

MANUEL JOAQUIM ESPERIDIÃO:

Em anúncio publicado no O Farol Paulistano (número 35, de 8 de agosto de 1827), seu nome está associado ao endereço da Rua São Bento, n.2. (anúncio sobre a venda de um escravo). No número 73, de 19 de dezembro de 1827, o endereço de Esperidião também é indicado para entrega de um escravo que fugiu de Sorocaba.

 

MANUEL JOAQUIM GONÇALVES DE ANDRADE, DOM:

6o. Bispo de São Paulo. Foi nomeado em 25 de junho de 1827 e faz sua entrada solene na cidade em 23 de dezembro do mesmo ano.

 

MANUEL JOSÉ GOMES:

Tenente-coronel, em 1809 comprou a propriedade onde hoje está localizada a Casa da Imagem (Casa Número 1).

 

MAPPIN:

Bibliografia:

BONADIO, Maria Claudia. Moda e Sociabilidade: mulheres e consumo na São Paulo dos anos 1920. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2007.

 

MARCELINO DA COSTA FARCATO:

Residente na Rua da Boa vista, n.47, segundo anúncio de O Farol Paulistano (de 29 de setembro de 1827, número 50).

 

MARCELLINO GERARD:

Empresário que em 1856 estava cuidando do calçamento da Rua Direita:

"CALÇADAS DA CIDADE. - O calçamento da rua Direita contratado pelo emprezario Sr. Marcellino Gerard vai progredindo convenientemente, e em breve estará concluido. Consta-se que o Sr. Marcellino Gerard tenciona apresentar uma proposta para o calçamento, pelo mesmo systema, de todas as ruas da capital, recebendo em pagamento prestações annuaes ou semestraes, em harmonia com as forças do nosso cofre provincial. parece que é este o meio mais vantajoso de possuir calçadas dignas deste nome. O emprezario tem proporções para esta consideravel empreza, e a fidelidade com que tem cumprido seus compromissos são a melhor garantia para a provincia."

[Correio Paulistano: 2 de janeiro de 2856, p.3.]

 

MARCIANO PIRES DE OLIVEIRA

 

MARIA ANTONIETA ETZEL:

Filha de Arthur Etzel, neta de Antônio Etzel que durante décadas adminstraram o Jardim da Luz.

 

MARIA DA ANUNCIAÇÃO MORAIS LEME:

Filha do Brigadeiro Joaquim José de Morais Leme, em 1834, ela vendeu a edificação, hoje conhecida como Solar da Marquesa, para a Marquesa de Santos.

 

MARIA DA GLÓRIA MOLINA QUARTIM:

Filha de Antônio Bernardo Quartim.

 

MARIA ELYSA ELVIRA WEHRSIG:

Teve um filho (Emilio Franz Eginhard Bamberg) com Luiz Bamberg, que nasceu no dia 4 de junho de 1865. Segundo nota do Correio Paulistano (Anno XXII, Número 5632), faleceu em 11 de julho de 1875 - a nota menciona "D. Elvira Bamberg", esposa de Luiz Bamberg.

 

MARQUES, ANTONIO MARIANO DE AZEVEDO:

Popularmente chamado de "Mestrinho". Responsável pelo "O Paulista", 1o. periódico manuscrito de São Paulo.

 

MARQUÊS DE VALENÇA:

Estevão Ribeiro de Rezende, primeiro juiz de fora nomeado para a cidade de São Paulo, em 13 de maio de 1810.

 

MARQUESA DE SANTOS:

Sobre o tombamento do Solar da Marquesa: CONPRESP - Resolução no . 05/91(tombamento "ex-officio").

 

MARQUIOS, CARLOS:

Segundo anúncio publicado no Correio Paulistano (2 de janeiro de 1856), era médico homeopata e mudou-se da antiga residência, que ficava na Rua do Rosário para um novo endereço, na Rua de São Gonçalo n.2, onde as pessoas que necessitassem dos seus serviços, poderiam procurá-lo a qualquer hora do dia.

 

MARTIN, JULES:

Engenheiro francês, responsável pelo projeto do 1o. Viaduto do Chá, inaugurado em 6 de novembro de 1892.

 

MARTINHO BUCHARD (OU MARTIN BUCHARD):

Imigrante alemão, chegou ao Brasil por volta de 1860. Junto com Frederico Glette e Victor Nothman, foi um dos responsáveis pelos projetos de urbanização dos bairros de Santa Cecília, Higienópolis e Campos Elíseos.

 

MASCARENHAS, FRANCISCO DE ASSIS:

Conde de São João da Palma. Um dos quatro primeiros senadores nomeados por São Paulo, em 1826.

 

MATEUS DE ABREU PEREIRA, DOM:

5o. Bispo de São Paulo, nomeado em 1794, fez sua entrada solene em 31 de maio de 1797.

 

MATTHES, RICARDO

 

MAURÍCIO TEIXEIRA:

Frei que fundou a Abadia de São Bento (futuro Mosteiro de São Bento), em 1598.

 

MEIA-ÁGUA:

Casa coberta de telhas e firmada em paredes de mão.

 

MELCHERT, CARLOS HENRIQUE DE AGUIAR:

Professor de Inglês e Francês, em 1856, no Lycêo Paulistano.

 

MELO, AMÉRICO BRASILIENSE DE ALMEIDA:

Primeiro Presidente do Estado de São Paulo (1891).

 

MELLO, ANTONIO MARIA CHAVES E:

Bacharel de Direito, em 1856, era diretor do Curso Elementar Bellas Letras

 

MENDONÇA, DR. FRANCISCO MARIA DE SOUZA FURTADO DE:

Foi lente catedrático, 2a. cadeira da Faculdade de Direito (5o. anno) e em 1856, residia na Descida do Porto Geral.

 

MERCADO DE SÃO JOÃO:

Inaugurado em 1890, na Ladeira de São João, para a comercialização de vegetais.

 

MERCEARIA CASA GODINHO:

Site: Casa Godinho

 

MESSIA BICUDO:

Em seu testamento de 1631, Messia Bicudo dispunha que

"tenho prometido a Nossa Senhora da Luz um sobrecéu com suas cortinas de panno de algodão acabado de que mando se lhe dê ou o valor delle"

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.28.]

 

MESTRA DE PRIMEIRAS LETTRAS

 

MESTRINHO:

Apelido de Antonio Mariano de Azevedo Marques, responsável pelo "O Paulista", 1o. jornal manuscrito de São Paulo.

 

MEYER, MANFREDO:

Vendeu para o Estado, um terreno, em 1882, para a construção do Desinfectório Central (Rua Tenente Pena, 100).

 

MILITÃO AUGUSTO DE AZEVEDO:

Em 1862, faz os primeiros registros fotográficos da cidade e que serão os mais antigos até o momento conhecidos. Vinte cinco anos depois, em 1887, ele elabora novas imagens, dos mesmos locais registrados em 1862, publicando e colocando à venda o "Álbum Comparativo da Cidade de São Paulo 1862 - 1887".

Bibliografia sobre Militão Augusto de Azevedo:

ARAÚJO, Iris de MOrais. Militãi Augusto de Azevedo. Alameda, 2010.

Vários Autores. Militãi Augusto de Azevedo, Cosac Naify, 2012.

DUAS IMAGENS DO CENTRO DA CIDADE DE SÃO PAULO - análise morfológica décadas de 1910 e 1950

 

MILLER, JOÃO MARTINS:

Segundo anuncio de 1856 (Correio Paulistano: 4 de janeiro), morador da Rua dos Piques:

"Arrematação.

Pelo juizo municipal desta cidade, e cartório do escrivão abaixo assignado, a requerimento de João Martins Miller, se faz publico, que no dia 11 do corrente as 10 horas da manhã, na casa do dito Miller, rua do Piques, se hão de arrematar 3 moradas de casas avaliadas pela quantia de 10:000$000.

S. Paulo 2 de janeiro de 1856.

Emilio José Alvarez."

 

MONUMENTO A CARLOS GOMES:

Localizado na Praça Ramos de Azevedo, em frente ao Teatro Municipal. Criação de Luiz Brizzolara.

Veja fotografias e mais informações sobre essa obra:

Clipping:

 

MORAES, DÁCIO DE:

Arquiteto responsável pelas adaptações do Edifício Saldanha Marinho, para adaptá-lo para a sede da Companhia Paulista de Estradas de Ferro (o projeto original era de Elisiário da Cunha Bahiana).

 

MOREIRA ETC. SANTOS:

Em 1856, de acordo com anúncio no Correio Paulistano, em sua casa/estabelecimento na Rua Direita, estavam disponíveis, "gottas anti-cholericas".

 

MOREIRA, GASPAR GODOY:

Bandeirante, falecido em 1714. Em 1689, comprou a propriedade de Francisco Dias, onde hoje está a Casa da Imagem (Casa Número 1).

 

MOSTEIRO DA IMACULADA CONCEIÇÃO DA LUZ:

Bibliografia:

BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.

 

MOSTEIRO DE SÃO BENTO:

A Ordem de São Bento chegou em São Paulo no ano de 1598. A primeira abadia foi fundada pelo Frei Maurício Teixeira. A ermida foi erguida na aldeia do Chefe Tibiriçá.

Bibliografia:

BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.

 

MOTTA, ANTÔNIA BENEDICTA DA:

Residia, em 1827, na Rua da Quitanda, de acordo com anúncio publicado em O Farol Paulsitano (de 6 de outubro de 1827, número 52).

 

MOURA, ANTÔNIO MARIA DE:

Padre que morou em uma edificação onde hoje está localizada a Casa da Imagem (Casa Número 1) e morreu em 1842.

 

MOURA, JÚLIO MARIANO GALVÃO DE:

Padre, em 1855 era proprietário do terreno e edificação onde hoje está localizada a Casa da Imagem (Casa Nùmero 1), e nela instalou o Colégio Ateneu Paulistano.

 

MÜLLER, DANIEL PEDRO:

Responsável pelo projeto do chafariz e Pirâmide/Obelisco dos Piques (1814). Dirigiu o Gabinete Topográfico quando este foi inaugurado em 2 de fevereiro de 1835. Projetou o Hospital da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, inaugurado em 30 de junho de 1840.

 

MUSEU DE ARTE SACRA / MOSTEIRO DA IMACULADA CONCEIÇÃO:

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 05/91 (tombamento "ex-officio").

 

MUSEU DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA / PALACETE CONDE DE SARZEDAS:

Luiz de Lorena Rodrigues Ferreira mandou construir o palacete, provavelmente, na última década do século XIX. Luiz de Lorena Rodrigues Ferreira era filho de Dona Leonor Andromeda de Almeida Lorena, ambos descendentes de Dona Anna Maria de Almeida Lorena, proprietária da Chácara Tabatinguera que abrangia não somente o terreno onde está o palacete, como também a Capela de Santa Luzia. Dona ...[+]

 

letra Lletra Mletra N

CENTRO DE SÃO PAULO


CLIQUE NAS LETRAS ABAIXO PARA ACESSAR OS OUTROS VERBETES

 

 

 

A

B

 

C

D

E

F

G

H

I

J

K

L

M

N

O

P

Q

R

S

T

U

V

W

X

Y

Z

 


HISTÓRIA DO COMÉRCIO DO CENTRO DE SÃO PAULO

[projeto em desenvolvimento]


A

A Cidade de Londres
A. J. Mauricio Pereira
Alfaiataria de Pedro Bourgad
Armarinho da Rua das Casinhas
Armazém de Guilherme Kraeuter
Armazém de José Antonio Martins
Armazém Rua São Bento n.93

 

B

Banco do Brasil
Bernardo Martins Meira
Botequim Paulistano
Botica de Joaquim Pires Garcia
Boticário João Antonio Rosa

 

C

Candido Ribeiro dos Santos, cirurgião - clinica homeopática
Casa da Rua do Rozário, 13 - livros (1828)
Casa de Antonio Bernardo Quartim

Casa de Comércio de Ganriel Henriques Pessoa
Casa de José Marques da Cruz (secos e molhados)
Casa de Henrique Fox
Casa Fretin
Casa Lemcke
Casa Levy de Pianos
Coelho & Teixeira (loja de fazendas)
Collegio de Lindorf Ernesto Ferreira França
Curso Elementar de Bellas Letras

 

D

Dentista francês: A. Masseran
Depósito de Calçados da Fábrica de Siré Irmãos
Diligencia Progresso Paulista
Domingos Antonio Gomes - leilão
Dr. Theodoro Reichert

 

E

Estabalecimento da Rua do Rozario, 22 (1828)
Estabelecimento da Rua do Rozario, 58 (1856)
Estabelecimento da Rua dos Piques
Estabelecimento de Henrique Luiz

 

F

Fábrica de Canastras e Tamancos
Fazendas (Tecidos) de Domingos Henrique da Silva

Ferraria Coelho & Marques
Frederico Fontame: carros para alugar
Fresneau Alfaiate

 

H

Hotel da Boa Vista / Hotel do Hilário
Hotel da Providencia
Hotel Palm

 

J

Jules Martin / Imperial Litografia

 

L

Livraria da Rua Direita
Livraria do Largo do Collegio
Livraria Ricardo Matthes
Loja da Raposa
Loja de Domingos de Paiva Azevedo
Loja de Ourives de Luiz Suplicy

 

M

Manoel José Bastos, artista daguerreotypo
Médico homeopata Carlos Marquios

 

P

Padaria Anno Bom
Progredior

 

R

Relojoaria de Luiz Bamberg

 

S

Salão da Paulicéa
Salla de Esgrima
Sinhana dos Bolinhos

 

T

Theatro S.Paulo
The Berlitz School of Languages
Tintureiro N.J.V. Ferard
Typographia na Rua de São José, 33

 

V

Vendedeiras de Peixe









SÉCULO XXI

2001 - 2010

2011 - 2020

 



São Paulo nas Alturas

Raul Juste Lores
Três Estrelas
2017

Nos anos 1950, uma grande transformação ocorreu em São Paulo: arquitetos modernos passaram a ser mais mais requisitados por uma renovada indústria imobiliária. Em pouco mais de 10 anos, foram criados os mais icônicos edifícios da cidade, graças à aliança de arquitetos talentosos, como Niemeyer, David Libeskind Franz Heep, com empreendedores audazes, entre eles Artacho Jurado, Octavio Frias de Oliveira e José Tjurs. Copan, Itália e Nações Unidas, Conjunto Nacional, o centro comercial Grandes Galerias (hoje conhecido como “Galeria do Rock”) e vários outros prédios de grande qualidade arquitetônica foram erguidos nessa época e moldaram para sempre a imagem da capital, espelhando sua pujança, seu dinamismo e sua modernidade. Em São Paulo nas alturas, Raul Juste Lores reconstitui esse importante período, apresentando a surpreendente trajetória de seus principais personagens, mulheres e homens que deram rumo novo à arquitetura, à construção e à vida urbana no Brasil. O livro traz também 98 fotos e um guia dos prédios em São Paulo...[+]

 


A Capital Da Solidão

Roberto Pompeu de Toledo
Ponto de Leitura
2011

O leitor é convidado, capítulo a capítulo, a conhecer momentos cruciais da trajetória de São Paulo. O destino da cidade, ao longo dos três primeiros séculos de existência, foi de isolamento e de solidão. Em 1872, quando os primeiros sinais de prosperidade começavam a visitá-la, por obra da riqueza trazida pelo café, ainda assim a população de pouco mais de 30 mil habitantes a situava numa rabeira com relação às demais capitais brasileiras. Em 1890, já tinha dobrado de tamanho. O momento em que finalmente engrena e começa a virar a São Paulo que se conhece é súbito como uma explosão - na passagem do século XIX para o XX, quando se transformou num aglomerado de gente vinda de diferentes partes do mundo...[+]

 


RESIDENCIAS EM SAO PAULO: 1947 - 1975

Cecilia Rodrigues dos Santos
Marlene Milan Acayaba
Romando Guerra
2011

Este livro apresenta uma monografia fotográfica sobre 43 residências projetadas por arquitetos e construídas em São Paulo durante o período de 1947 a 1975. O estudo de cada casa é formado pelo seguinte material - planta de situação; desenhos técnicos com plantas e cortes; fotos; ficha técnica; e descrição do partido adotado. As casas foram ordenadas nas décadas de 1950, 1960 e 1970, que são precedidas por uma interpretação geral sobre a produção arquitetônica do período...[+]

 


São Paulo

Cristiano Mascaro
Senac
2011

Mascaro é fotógrafo de atmosferas. Narra com simplicidade. Não se deixe enganar, olhe duas vezes e sentirá que as coisas se modificam. Ele secciona a realidade e extrai pequenos e grandes momentos. Nesse revelar desvenda a alma paulista. O que interessa é o homem, mesmo quando ele está ausente da foto. O que pensa esse garoto que, intrigado, contempla a própria sombra na areia?...[+]

 



Ponto Chic: um bar na história de São Paulo

Angelo Iacocca
Senac SP
2012

Desde sua inauguração, em 1922, o Ponto Chic se tornou lugar de encontro de estudantes, artistas, políticos e jornalistas à procura de um bom chope e de um sanduíche bauru. Partindo do clima agitado do bar, o jornalista Angelo Iacocca busca resgatar a boemia paulistana, costumes, valores culturais e aspectos inusitados ou pouco conhecidos da cidade de São Paulo. Neste livro, o leitor pode conhecer as várias mudanças ocorridas na cidade ao longo do século XX, período em que a então pacata e provinciana 'capital dos fazendeiros' se tornou um importante polo industrial da América Latina...[+]

 


São Paulo: um novo olhar sobre a história

Beatriz P.S. Bueno
Via das Artes
2012

Esta obra busca contribuir para o entendimento da história de São Paulo, tendo como eixo condutor o comércio, sua formação e desenvolvimento. A urbanização de São Paulo está associada às transformações dos espaços comerciais e de sua arquitetura. Segundo o livro, recuperar essa história é também valorizar parte da cultura material dos habitantes da cidade...[+]

 


Estado e Capital Ferroviário em São Paulo
A Companhia Paulista de Estado de Ferro entre 1930 e 1961

Guilherme Grandi
Alameda
2013

A publicação deste livro ocorre em um momento em que o tema sobre o sistema ferroviário nacional vem sendo debatido em diversos fóruns nacionais e internacionais. Desde o debate sobre a viabilidade do TAV (Trem de Alta Velocidade) até as propostas de preservação/restauração do patrimônio ferroviário, a discussão sobre o papel das ferrovias hoje no Brasil vem assumindo uma crescente importância, seja como estratégia de desenvolvimento nacional, seja como uma opção de negócios ao empresariado. Partindo da análise sobre o início do estabelecimento da infraestrutura de transporte terrestre de São Paulo durante o período colonial, o autor avança na cronologia histórica ao discutir a origem e a implantação da Companhia Paulista, a politica e a legislação ferroviária, os Planos Nacionais de Viação e os diversos conflitos de interesse envolvendo o estado brasileiro, em comparação às outras ferrovias brasileiras, e as causas que a levam à estatização em 1961. Dialogando com diversas vertentes da historiografia nacional e internacional, este livro mostra a importância de fatores políticos que, somados às dificuldades de ordem técnico-econômica, são fortes, além de novas evidencias que ajudam a esclarecer porque em meados do século XX as ferrovias perderam sua hegemonia no transporte de longas distancias diante da expansão de carros, ônibus e caminhões...[+]

 


Capital. São Paulo e seu Patrimônio Arquitetônico

Capital: São Paulo e seu Patrimônio Arquitetônico

Juan Esteves
Antonio Carlos Abdalla
Imesp
2013

'A Secretaria de Estado da cultura de São Paulo tem imensa satisfação em apoiar a reedição do livro 'Capital - São Paulo e seu patrimônio arquitetônico, de Juan Esteves. Com curadoria de Antonio Carlos Abdalla, o conjunto de fotografias selecionadas oferece um amplo panorama da diversidade de edifícios de distintas naturezas que marcaram a capital paulista ao longo de sua história, especialmente os últimos 100 anos. Colocado em evidência no magistral registro de Juan Esteves, o patrimônio arqutetônico paulistano pode aqui ser apreciado nos detalhes que acabam por ficar invisíveis em meio à agitação cotidiana da metrópole. Ao dar merecida visibilidade aos edifícios retratados, esta publicação ajuda a sensibilizar para a necessidade de preservação desse patrimônio, uma importantíssima e difícil tarefa, que precisava envolver toda a sociedade.' - Marcelo Mattos Araujo...[+]

 


Arquivo Historico De Sao Paulo - Historia Publica Da Cidade

Arquivo Historico De Sao Paulo - Historia Publica Da Cidade

Eudes Campos
Imesp
2011

Seleção de manuscritos, mapas, plantas, desenhos técnicos e fotografias, escolhidos dentre os mais de 4 milhões de itens pertencentes ao acervo do 'Arquivo Histórico de São Paulo', este livro busca compor um mosaico da história da cidade e ressalta a importância da conservação deste patrimônio diante dos desafios de compreensão do seu futuro...[+]

 


Patrimônio da metrópole paulistana

Patrimônio da metrópole paulistana

Margarida Cintra Gordinho
Iatã Cannabrava
Terceiro Nome
2010

Este livro apresenta, com fotos e textos, os bens tombados pelo Condephaat na cidade de São Paulo e em sua região metropolitana. Com ele, procuramos contribuir para amplir a possibilidade desses bens serem conhecidos, admirados e preservados, mantendo vivas as memórias e histórias que ajudam a construir nosso futuro...[+]

 



Historia Dos Velhos Teatros De São Paulo - Coleção Paulística

Historia Dos Velhos Teatros De São Paulo - Coleção Paulística

Antonio Barreto do Amaral 
Imesp
2006

A Coleção Paulística trata de diversos aspectos da História do Estado de São Paulo, de sua formação e cultura, de alguns de seus municípios e de algumas de suas personalidades. Publicados em meados do século XX, esses volumes tiveram sua última edição entre as décadas de 1970 e 1980. A reedição revista e atualizada de 5 volumes mostra-se muito oportuna: a coleção está esgotada e os poucos volumes em circulação têm merecido o tratamento de obra rara. Disponibiliza-se, assim, a pesquisadores e estudiosos da história de São Paulo, bem como ao público em geral, importante parte da obra. Os exemplares selecionados, escritos por nomes relevantes da prosa paulista, cobrem desde a saga dos Bandeirantes até a história dos teatros paulistas, destacando-se o importante Dicionário de História de São Paulo...[+]

 


METROPOLE E CULTURA - SAO PAULO NO MEIO SECULO XX

Maria Arminda do Nascimento Arruda
Edusp
2015

Fruto de sua livre docência, neste livro a socióloga Maria Arminda analisa a formação da metrópole paulista através dos fenômenos históricos e sociais do meio do século XX. O recorte temporal privilegia o estudo dos desdobramentos de eventos emblemáticos, como o movimento da Semana de 22, a Segunda Guerra Mundial e o fim do Estado Novo, na tentativa de entender em que moldes se deu a modernidade em São Paulo. A efervescência cultural e intelectual manifesta na dramaturgia de Jorge Andrade, nas peças do Teatro Brasileiro de Comédia, na criação do MASP, nas vanguardas das Artes Visuais e da Poesia, e na sociologia de Florestan Fernandes é investigada em seu contexto histórico. Evidenciando, portanto, as relações entre empresariado, políticos, jornalistas e artistas, entre outros atores e grupos sociais, esta é uma leitura capaz de interessar também ao público em geral...[+]

 


A METROPOLE DE SAO PAULO NO SECULO XXI

Eduardo Marques
Unesp
2015

São Paulo se situa entre as maiores concentrações urbanas do mundo e é a maior e mais importante cidade brasileira. De fato, em 2010, os 39 municípios componentes da Grande São Paulo representavam cerca de 20% do Produto Interno Bruto nacional. Esse característi­co gigantismo e complexidade paulistanos definem o pano de fundo da obra organi­zada por Eduardo Marques, em que se busca, por meio da análise de dados, atualizar o conhecimento sobre os diver­sos aspectos relativos às transformações recentes na vida da capital paulista....[+]

 


RENOVAÇAO URBANA EM SAO PAULO

Rosana H. Miranda
Nea
2015

As áreas industriais do centro da cidade de São Paulo do final do século XIX e primeira metade do século XX encontram-se em processo de degradação, mas mantêm ainda uma intensa atividade de usos urbanos e considerável infraestrutura. O livro apresenta metodologia de projeto para a renovação do bairro da Mooca. Destina-se ao ensino de projeto urbano e aos profissionais que atuam na área. Enfatiza a importância do bairro como moradia da classe operaria na primeira fase de industrialização de São Paulo. Destacam-se os elementos de permanência do desenho urbano do bairro nas diversas etapas de desenvolvimento da cidade. As ruas, as vilas, as casas em série, as fábricas existentes, identificados como vocabulário do projeto de renovação urbana, com a valorização da vida cotidiana fortemente influenciada pela imigração italiana. A Mooca é um espaco simbólico de resistência das lutas do movimento operário da cidade e do Brasil, como a Greve de 1917 e o movimento dos Tenentes de 1924. O livro propõe a historia como elemento para o projeto de renovação urbana junto a programas sociais, como a criação da "oficina do jovem historiador," e que a identidade do bairro forneça a noção de lugar...[+]

 


FOTOLABOR - A FOTOGRAFIA DE WERNER HABERKORN

Vários Autores
Espaço Líquido
2014

'A fotolabor' teve destaque nos anos 1950 atuando com uma das maiores produtoras de cartões postais fotográficos em São Paulo...[+]

 


História da Escola de São Paulo e do Brasil

Maria Luiza Marcílio
IMESP
2014

Pelas avaliações internacionais (UNESCO e PISA), o Brasil vem sendo colocado nas últimas posições em educação, mesmo dentre nações bem mais pobres. As explicações para essa triste situação devem ser buscadas particularmente na História do país, em sua longa duração. Foi esse o trabalho realizado pela autora, em pesquisas que efetuou em arquivos e bibliotecas do Brasil e do exterior, somadas a testemunhos orais e a variada iconografia. O esforço foi de resgatar a escola em seu cotidiano, com os autores que a compuseram ao longo dos cinco séculos, desde quando os jesuítas aqui fincaram os primeiros alicerces dos colégios, no inicio da colonização portuguesa. Expulsos os padres da Companhia de Jesus, foi criada a escola pública. Sua evolução foi acompanhada com seus alunos, seus professores, os métodos de ensino, o material escolar introduzido de forma precária e lenta. Só com a República, e ao longo do século XX, é que de fato, o Brasil conheceu o sistema escolar montado dentro do modelo do Ocidente, articulado desde a pré-escola até o curso ginasial e depois médio, com seus avanços e recuos e a partir de São Paulo de onde se difundiu por todo o país. O Brasil chega ao final do milênio com praticamente todas suas crianças na escola, mas ainda não conseguiu ultrapassar o desafio da péssima qualidade do ensino, em todos seus níveis. Esta obra procura dar reconstruir a evolução da escola de base em toda a História do Brasil. O objetivo inscreve-se, igualmente, na busca de explicação do atraso da qualidade da educação nacional...[+]

 


Belle Epoque na Garoa
São Paulo Entre a Tradição e a Modernidade

Marcia Camargos
FPH da Energia de São Paulo
2013

O livro, que reúne texto da historiadora Marcia Camargos e imagens do acervo da Fundação Energia e Saneamento, retrata os desdobramentos da Belle Époque na capital paulista, com destaque para as transformações urbanas, sociais, políticas e culturais ocorridas na cidade no início do século 20. Inclui 2 lâminas fotográficas...[+]

 


Fundição Artística no Brasil

Fundição Artística no Brasil

SESI-SP
2013

A exposição Fundição Artística no Brasil teve o intuito de resgatar a importância da preservação do patrimônio cultural do nosso país, com foco na tecnologia de fundição artística, restauro de obras de arte e na educação de jovens profissionais. Apresentou uma cronologia do processo tecnológico da fundição artística conhecido como cera perdida , que chegou ao Brasil no século XVIII e passou as últimas décadas praticamente esquecido. Compuseram a exposição obras cedidas por importantes acervos culturais do Brasil, como a Pinacoteca do Estado de São Paulo, além de trabalhos desenvolvidos por professores, alunos e técnicos da Escola SENAI Nadir Dias de Figueiredo, em Osasco (SP)...[+]

 



Patrimonio Cultural E Cidade - Praticas De Preservacao Em Sao Paulo

Patrimonio Cultural E Cidade - Praticas De Preservacao Em Sao Paulo

Juliana Mendes Prata
Annablume
2013

Este livro analisa questões de política patrimonial na sua relação com a cidade ocorrida sobretudo a partir dos anos 1970, destacando-se o conceito de patrimônio ambiental urbano. Reconhecendo este processo para a cidade de São Paulo, o livro analisa a preservação do patrimônio cultural daí decorrente, que se firmou em torno de três eixos- a questão urbana, o meio-ambiente e a cidadania. Especialmente, procura historicizar, problematizar e refletir sobre as práticas do órgão preservacionista estadual, o CONDEPHAAT, a partir deste contexto, em processos de estudo de tombamento de bairros e regulamentação de áreas envoltórias na cidade de São Paulo...[+]

Edição usada disponível nos sebos da
Estante Virtual

 


Morada Paulista

Morada Paulista

Luis Saia
Perspectiva
2012

Neste livro do arquiteto Luís Saia, a Morada Paulista é vista através de um corte histórico e geopolítico. Por seu intermédio, o meio natural, o estudo do solo, a cultura do café, a influência europeia, a efervescência literária indígena, vão sendo paulatinamente revelados, servidos por iconografia e um levantamento de materiais arquitetônicos...[+]

 


Militão Augusto de Azevedo

Militão Augusto de Azevedo

Cosac & Naify
2012

Pioneiro da fotografia urbana, Militão Augusto de Azevedo (1837-1905) foi o primeiro a organizar um álbum comparativo da cidade de São Paulo (1862- 87). A estrutura editorial, inédita no Brasil na época, é reproduzida em menor escala nesta edição.Além de um ensaio fotográfico com imagens do álbum e muitas outras (comentadas), a edição traz três mapas comparativos que demarcam os locais fotografados por Militão em três tempos(1862, 1887 e 2012), uma lista das mudanças nominais dos logradouros e bibliografia. O livro traz textos que contextualizam a produção de Militão e a relevância de seu trabalho para a preservação da memória da cidade. O ensaio do pesquisador e crítico de fotografia Rubens Fernandes Junior foca a trajetória de Militão, sua repercussão e alguns aspectos técnicos de seu trabalho; Fraya Frehse, professora do departamento de sociologia da usp, observa a persistência de traços “caipiras” na metrópole em formação; e Heloisa Barbuy, professora de história na usp, analisa as mudanças na vida comercial da cidade a partir das imagens comparativas...[+]

 


Theatro Mvnicipal de São Paulo

Márcia Camargos
Dado Macedo Edições
2011

O livro Teatro Municipal de São Paulo 100 anos foi produzido e editado pela Dado Macedo Produções Artísticas (DMP). A obra é assinada pela pesquisadora e jornalista ganhadora do Jabuti, Márcia Camargos. Além dos relatos históricos, o livro traz imagens que são verdadeiras relíquias de acervo – em grande parte, inéditas ao público – e conta com novos registros sob a ótica do renomado fotógrafo Cristiano Mascaro. O projeto gráfico é de Martha Tadaieski Com 200 páginas e aproximadamente 300 fotos e ilustrações, a publicação narra fatos importantes da cidade a partir da construção do Teatro, idealizada no final do século XIX pelo arquiteto Ramos de Azevedo. São retratadas todas as fases deste patrimônio histórico, que, além dos modernistas, foi palco para grandes nomes, entre Maria Callas...[+]

 



home      moyarte      não-diário      contato