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E : VERBETE

dicionário do centro de são paulo

atualizado em: 25 de agosto de 2017

 

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letra D < letra E > letra F

 

EDIFICAÇÃO NA RUA BRIGADEIRO LUIS ANTONIO, 42:

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 01/88 e CONPRESP - Resolução no . 03/88.

 

EDIFICAÇÃO NA RUA DA QUITANDA, 126:

Edificação de 1910, projetada por Marmorat e construída por Monteiro e Aranha Construtores...[+]

 

EDIFICAÇÃO NA RUA FLORÊNCIO DE ABREU, 111:

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 05/91 (tombamento "ex-officio").

 

EDIFICAÇÃO NA RUA GUAIANAZES, 1238 E 1282:

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 05/91 (tombamento "ex-officio").

 

EDIFICAÇÃO NA RUA SANTO AMARO, 303:

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 03/90.

 

EDIFICAÇÃO NA RUA SÃO BENTO, 189, 195 E 197:

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 03/90.

 

EDIFICAÇÃO RUA SÃO BENTO 201/207:

Sua construção data, provavelmente, do final do século XIX e "modernizada" na década de 1920, em estilo de inspiração art noveau, um exemplo da casa residencial da elite do período da Primeira República..[+]

 

EDIFICAÇÃO NO LARGO DO CAFÉ, 4 A 18:

A edificação, localizada no Largo do Café número 4 a 18, esquinas com Rua São Bento números 344 a 352 e Rua do Comércio número 54 e 58. A edificação de arquitetura eclética, com predominância neoclássica, com cobertura com mansarda (similar ao do Palácio dos Campos Elíseos)...[+]

 

EDIFÍCIO ALEXANDRE MACKENZIE:

O Edifício Alexandre Mackenzie, por várias décadas, foi a sede da Empresa de Energia Light & Power Improvements, que posteriormente, ficou conhecida como Eletropaulo; ainda hoje, há quem o chame pelo "apelido" Prédio da Light (quem nasceu antes dos anos 1980, com certeza, ouviu algo similar das bocas de seus pais: "Desliga essa luz, está pensando que eu sou sócio da Light?"). Com a privatização da Eletropaulo, o edifício foi colocado à venda e, desde 1999, abriga o Shopping Light...[+]

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 03/90

Atualmente, a edificação abriga o Shopping Light. Site oficial do Shopping Light

 

EDIFÍCIO ARTHUR NOGUEIRA:

Localizado entre a Rua Gabus Mendes, 19 a 37A, Rua 7 de Abril, 397 e Rua Basílio da Gama, S/N.

Bibliografia:

BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.

 

EDIFÍCIO CADETE GALVÃO:

Edificação localizada na Rua 24 de Maio, 225.

A construção foi realizada em 1929, por Duarte & Cia. O nome da edificação é uma homenagem ao Cadete José Pedro de Brito Galvão Lacerda, que faleceu em 1900, antigo proprietário do terreno, onde seus herdeiros construíram a edificação. Em 1999, durante trabalhos de reformas, o síndico encontrou um jornal dentro da parede, datada de 1929, ano da inauguração; o antigo periódico foi retirado do local e nele incluído outro da data da reforma (1999).

Bibliografia:

PERRONE, Carlos. São Paulo por dentro: um guia panorâmico de arquitetura. São Paulo: Senac São Paulo, 2000.

 

EDIFÍCIO COPAN:

Clipping:

 

EDIFÍCIO DA ANTIGA BOLSA DE MERCADORIAS:

O Edifício da Antiga Bolsa de Mercadorias está localizado entre os logradouros: Pátio do Colégio, Praça Manuel da Nóbrega, 40 e Rua Anchieta S/N, no centro da capital paulista. Nos primeiros anos de sua existência, era conhecido como o "Palácio do Café" e desde de 1977, abriga O Primeiro Tribunal de Alçada Civil de São Paulo...[+]

Leia mais e veja outras imagens da edificação no site Prédio de São Paulo.

 

EDIFÍCIO DA ANTIGA CASA GARRAUX:

Clipping:

 

EDIFÍCIO DA ANTIGA ASSOCIAÇÃO AUXILIADORA CLASSES LABORIOSAS:

Localização: Rua Roberto Simonsen, 22. Data da construção: 1909. Um incêndio, no dia 3 de fevereiro de 2008, destruiu o teto de e grande parte das paredes internas. A Associação Auxiliadora das Classes Laboriosas foi criada em 1891 por um grupo de carpinteiros e pedreiros que lutavam por direitos trabalhistas.

Clipping:

 

EDIFÍCIO DO ANTIGO DESINFECTÓRIO CENTRAL:

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 03/90

 

EDIFÍCIO ESTHER:

Localizado entre a Praça da República, 64 a 80, Rua 7 de Abril, 415 e 425, Rua Gabus Mendes, 24 e Rua Basílio da Gama, 25 e 29.

Bibliografia:

BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.

 

EDIFÍCIO GERMAINE BUCHARD:

Antigo Hotel Avelar, depois Hotel Marian Palace.

Leia mais sobre a edificação em Prédios de São Paulo.

Bibliografia:

BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.

 

EDIFÍCIO GUINLE:

O Edifício Guinle foi projetado por Gustavo Pujol, em 1913, encomendado para instalar a filial paulista do escritório da Família Guinle. A edificação é a primeira construção em concreto armado (com barras de aço) do país, com sete pavimentos e foi erguido tendo no entorno, sobrados com no máximo dois pavimentos, sendo possível vê-lo, na época, por exemplo, do Parque Dom Pedro e, por essa razão, é considerado o primeiro "arranha-céu" de São Paulo...[+]

 

EDIFÍCIO JAÇATUBA:

Bibliografia:

BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.

 

EDIFÍCIO J. MOREIRA:

Localizado entre a Avenida Cásper Lìbero, 116 a 152 a Rua Beneficência Portuguesa, 53 e 55.

Bibliografia:

BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.

 

EDIFÍCIO MALVINA CHAMMAS CURI:

O Edifício Malvina Chammas Curi foi projetado para ser a primeira agência da caixa Econômica Federal. A mescla de linhas clássicas na fachada inclui um frontão trianguular sobre a porta, foi criada por Ramos de Azevedo, em 1911. Em 2000, sua fachada foi restaurada e abriga, desde 2005, uma das agências da Caixa Econômica Federal, mas, no passado, foi a sede do Banco Ítalo-Belga, da Companhia Paulista de Força e Luz e pertenceu ao banco Europeu para América Latina - BEAL S/A...[+]

 

EDIFÍCIO MARTINELLI:

Bibliografia:

BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.

PERRONE, Carlos. São Paulo por dentro: um guia panorâmico de arquitetura. São Paulo: Senac São Paulo, 2000.

 

EDIFÍCIO NICOLAU TABACH:

Localizado na Rua Carlos de Souza Nazaré, 271 a 281.

Bibliografia:

BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.

 

EDIFÍCIO SALDANHA MARINHO:

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 05/91 (tombamento "ex-officio").

Localizado na Rua Líbero Badaró, 39. Autor do projeto Elisiário da Cunha Bahiana. Exemplo de art-déco dos anos 30.Originalmente foi construído para recer a sede do Automóvel Club de São Paulo, porém, sua planta foi adaptada por Dácio de Moraes, para ser sede da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Concluído em 1933.

Bibliografia:

PERRONE, Carlos. São Paulo por dentro: um guia panorâmico de arquitetura. São Paulo: Senac São Paulo, 2000.

 

EDIFÍCIO SAMPAIO MOREIRA:

Clipping:

 

EDIFÍCIO VIADUCTO:

Localizado entre o Viaduto Santa Ifigênia, 255 a 263, Rua Brigadeiro Tobias, 69 a 81, Rua do Seminário, 182 a 198.

Bibliografia:

BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.

 

EDIFÍCIO YORK (PALACETE CRESPI):

Localizado na Rua São Bento, o Edifício York era conhecido como Palacete Crespi. Foi projetado na década de 1920, por Siciliano & Silva Engenheiros, para a Família de Rodolfo Crespi, imigrante italiano, dono de uma das maiores indústrias da época. Um dos destaques dessa edificação são os Atlantis na fachada, figuras gregas símbolos de força. No passado, o local foi residência de Henrique Schaumann, proprietario da Botica Ao Veado D'ouro (no local também funcionou o estabelecimento)...[+]

 

ELISÁRIO CUNHA BAHIANA:

Responsável pelo projeto do Edifício Saldanha Marinho.

 

EMILIO JOSÉ ALVARES:

Mencionado no anuncio de 1856 (Correio Paulistano: 4 de janeiro):

"Arrematação.

Pelo juizo municipal desta cidade, e cartório do escrivão abaixo assignado, a requerimento de João Martins Miller, se faz publico, que no dia 11 do corrente as 10 horas da manhã, na casa do dito Miller, rua do Piques, se hão de arrematar 3 moradas de casas avaliadas pela quantia de 10:000$000.

S. Paulo 2 de janeiro de 1856.

Emilio José Alvarez."

 

ESCOLA CAETANO DE CAMPOS:

A edificação original data de 1894, com projeto original de Antônio Francisco de Paula Sousa e construção e detalhamento de Francisco de Paula Ramos de Azevedo.

Localizada na Praça da República, 53 e atualmente abriga a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.

O nome "Caetano de Campos" é uma homenagem a Antônio Caetano de Campos, o primeiro diretor da escola.

Em 1975, a edificação por pouco não foi destruída para a construção da estação e linha de metrô, porém, a Associação dos Antigos Alunos da Caetano de Campos, através das ferramentas de preservação do patrimônio histórico, conseguiu o tombamento do prédio e, ao final, a estação de metrô foi construída sem a necessidade de demolição.

Após o tombamento, a edificação foi restaurada pelo arquiteto Benedito de Lima Toledo, recebendo o acréscimo de um terceiro andar.

    "Edifício de estilo eclético/neoclássico, com suas pilastras dóricas e janelas de arco pleno, inaugura na arquitetura escolar a presença da luz e dos espaços amplos, representativos dos novos ventos republicanos, implantadores da escola pública, onde não se distinguia cor da pele ou religião e se faziam experiências de pedagogia moderna e de aplicação da psicologia à educação"

    [PERRONE, Carlos. São Paulo por dentro: um guia panorâmico de arquitetura. São Paulo: Senac SP, 2000, p.12]

Bibliografia:

PERRONE, Carlos. São Paulo por dentro: um guia panorâmico de arquitetura. São Paulo: Senac São Paulo, 2000.

 

ESCOLA DE COMÉRCIO ÁLVARES PENTEADO:

O "Palácio do Comércio" é sede da Escola de Comércio Álvares Penteado, uma das poucas edificações da chamada "Sezession", uma variante artística do "Art Noveau" na cidade de São Paulo. Karl Wilhelm Ekman ("Carlos" Ekman) é o responsável pela construção, encomendada pelo Conde Álvares Penteado (contemporâneo à Vila Penteado)...[+]

 

ESCOLA DE FRANCO:

Fundada em 1905: escola de caligrafia.

Clipping:

 

ESCOLA MODELO MARIA JOSÉ:

Quarta escola modelo de São Paulo, inaugurada em 1893, na Rua Manuel Dutra.

 

ESCULTURAS NO CENTRO DE SÃO PAULO:

Fotografias de esculturas localizadas no Centro de São Paulo

 

ESTAÇÃO DA LUZ:

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 05/91 (tombamento "ex-officio").

 

ESTEVÃO RIBEIRO DE REZENDE:

Primeiro juiz de fora nomeado para a cidade de São Paulo, em 13 de maio de 1810. Futuro Marquês de Valença.

 

ETCHECOIN, CHARLES PIERRE:

Francês, possuía, entre os anos de 1857 e 1858, uma Casa de Banho ou Casa de Saúde instalada em uma edificação onde hoje está localizada a Casa da Imagem (Casa Número 1).

    "Um dos anúncios desta espécie de clínica referia-se ao imóvel como um “vasto estabelecimento, situado em um excelente lugar, tendo uma vista linda e pitoresca, e colocado mesmo na cidade”. De fato, a área atrás do hotel ainda não estava urbanizada; a cidade terminava ali, num dos limites do planalto em que se situava a cidade. O que se tinha era uma vista aberta, panorâmica.  Ao que tudo indica, esta casa funcionava também como hotel, já que um comerciante de jóias, de nome Affonso Fierard, anunciava suas mercadorias dando como endereço a Casa de Saúde."

    "História de um lugar". Casa da Imagem. Prefeitura Municipal de São Paulo.

 

ETZEL, ANTONIO:

FONTE DA IMAGEM:
Trecho do livro “Um Médico do Séc. XX Vivendo Tranformações”, de Eduardo Etzel. IN: A CASA DO ADMINISTRADOR: PARQUE JARDIMDA LUZ. Prefeitura Municipal de São Paulo.

 

Nomeado administrador do Jardim da Luz em 1893; permaneceu no cargo até sua morte, em 1930.

Austríaco, era jardineiro de Dona Veridiana, mãe do prefeito Antônio Prado.

 

 

ARTHUR ETZEL:

FONTE DA IMAGEM:
Trecho do livro “Um Médico do Séc. XX Vivendo Tranformações”, de Eduardo Etzel. IN: A CASA DO ADMINISTRADOR: PARQUE JARDIMDA LUZ. Prefeitura Municipal de São Paulo.

 

Filho de Antônio Etzel (que durante anos, administrou o Jardim da Luz) e pai de Maria Antonieta Etzel (Kika).

Com a morte do pai (Antônio Etzel), assumiu o cargo de administrador dos Parques, Jardins e Cemitérios de São Paulo e mudou-se para a Casa do Adminstrador, localizada dentro do Jardim da Luz.

Aos 29 anos casou-se com Luiza (25 anos). Era chamado pelos netos de "Vovô Tutuio" e sua esposa de "Vovó Iza".

Morreu aos 81 anos (1971), na época trabalhava como administrador do Parque do Ibirapuera pois, teve que deixar a administração dos Parques, Jardins e Cemitérios quando completou 67 anos.

Uma de suas netas lembra da convivência com seu avô na Casa do Administrador:

    "A casa nos traz recordações maravilhosas. Minha mãe, Maria Antonieta, casou-se com meu pai, Flávio De Mingo. Tiveram duas filhas: Luiza Beatriz e eu, Maria Cristina. Moramos seis anos na Casa do Jardim da Luz. Minha irmã Luiza também se casou lá. Seu noivado foi inesquecível porque foi junto com as Bodas de Ouro dos meus avós Tutuio e Iza.

    Éramos sete netos e aproveitamos muito a casa, o cercadinho na frente, onde vovô colocou uma casa de boneca, escorregador e gangorras. O porão era o escritório do vovô, um paraíso para os netos porque tinha tudo o que crianças gostam (livros de flores, plantas exóticas, máquinas, relógios e tranqueiras). Brincávamos de esconde-esconde nas camélias, pegador, fazíamos passeios até o coreto, aos lagos, ao aquário, ao roseiral, andávamos de bicicleta vendo os fotógrafos lambe-lambe tirando fotos das pessoas.

    Todo sábado vovô ia fazer compras no Mercadão Municipal e trazia o que cada um gostava. Ficava todo orgulhoso nos almoços de domingo, às 12h em ponto, sentado na cabeceira da mesa, na sala de jantar, com todos os filhos, genro, noras e esposa. Nós, os netos, almoçávamos na cozinha, onde havia um grande fogão a lenha."

    [A CASA DO ADMINISTRADOR: PARQUE JARDIMDA LUZ. Prefeitura Municipal de São Paulo.]

 

ETZEL, MARIA ANTONIETA (KIKA):

Filha de Arthur Etzel, neta de Antônio Etzel que durante décadas adminstraram o Jardim da Luz.

 

EUGÊNIO DE LIMA, JOAQUIM:

Engenheiro uruguaio. Em 1873 recebeu o privilégio de construir e explorar quiosques comerciais no Jardim da Luz. Tal privilégio foi suspenso, posteriormente, por João Teodoro e ao processar o governo, ganhou, na época a indenização de 120:000$000.

 

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CAPITAL - SAO PAULO E SEU PATRIMONIO ARQUITETONICO

Juan Esteves
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Imesp
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'A Secretaria de Estado da cultura de São Paulo tem imensa satisfação em apoiar a reedição do livro 'Capital - São Paulo e seu patrimônio arquitetônico, de Juan Esteves. Com curadoria de Antonio Carlos Abdalla, o conjunto de fotografias selecionadas oferece um amplo panorama da diversidade de edifícios de distintas naturezas que marcaram a capital paulista ao longo de sua história, especialmente os últimos 100 anos. Colocado em evidência no magistral registro de Juan Esteves, o patrimônio arqutetônico paulistano pode aqui ser apreciado nos detalhes que acabam por ficar invisíveis em meio à agitação cotidiana da metrópole. Ao dar merecida visibilidade aos edifícios retratados, esta publicação ajuda a sensibilizar para a necessidade de preservação desse patrimônio, uma importantíssima e difícil tarefa, que precisava envolver toda a sociedade.' - Marcelo Mattos Araujo...[+]

 


ARQUIVO HISTORICO DE SAO PAULO

Eudes Campos
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2011

Seleção de manuscritos, mapas, plantas, desenhos técnicos e fotografias, escolhidos dentre os mais de 4 milhões de itens pertencentes ao acervo do 'Arquivo Histórico de São Paulo', este livro busca compor um mosaico da história da cidade e ressalta a importância da conservação deste patrimônio diante dos desafios de compreensão do seu futuro...[+]

 


Patrimônio da metrópole paulistana

Margarida Cintra Gordinho
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Terceiro Nome
2010

Este livro apresenta, com fotos e textos, os bens tombados pelo Condephaat na cidade de São Paulo e em sua região metropolitana. Com ele, procuramos contribuir para amplir a possibilidade desses bens serem conhecidos, admirados e preservados, mantendo vivas as memórias e histórias que ajudam a construir nosso futuro...[+]

 


HISTORIA DOS VELHOS TEATROS DE SAO PAULO

Antonio Barreto do Amaral 
Imesp
2006

A Coleção Paulística trata de diversos aspectos da História do Estado de São Paulo, de sua formação e cultura, de alguns de seus municípios e de algumas de suas personalidades. Publicados em meados do século XX, esses volumes tiveram sua última edição entre as décadas de 1970 e 1980. A reedição revista e atualizada de 5 volumes mostra-se muito oportuna: a coleção está esgotada e os poucos volumes em circulação têm merecido o tratamento de obra rara. Disponibiliza-se, assim, a pesquisadores e estudiosos da história de São Paulo, bem como ao público em geral, importante parte da obra. Os exemplares selecionados, escritos por nomes relevantes da prosa paulista, cobrem desde a saga dos Bandeirantes até a história dos teatros paulistas, destacando-se o importante Dicionário de História de São Paulo...[+]

 

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