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G : VERBETE

dicionário do centro de são paulo

atualizado em: 21 de maio de 2018

 

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letra Fletra Gletra H

 

GABRIEL HENRIQUES PESSOA

Em 1827, possuía uma casa de comércio na Rua do Rosário. Empregado do Banco de S.Paulo (O Farol Paulistano, número 172, de 13 de dezembro de 1828).

 

GABRIEL JOSÉ RODRIGUES DOS SANTOS:

Em 1856, era suplente da Assembléia Provincial; Dr., lente substituto da Faculdade de Direito e morador do Largo da Sé.

 

GABRIEL PINHEIRO COSTA:

Casado com Izabel Soares. É mencionado quando da execução de seu testamento:

"O testamento de Isabel Soares, de 1629, dispõe que 'se dê ao ermitão de Guarepe uma esmola em panno de algodão', o que foi religiosamente cumprido, pois mais adiante vamos encontrar o seguinte recibo: 'Digo eu Manuel de Atouguia ermitão que sou de Nossa Senhora de Gueré que recebi do senhor Gabriel Pinheiro Costa duas patacas em dinheiro que me deu uma esmola que sua mulher Izabel Soares que Deus tem deixou em testamento me déssem em panno e elle como testamenteiro m'as deu por verdade lhe dei esta quitação para sua guarda hoje 10 de julho de seiscentos e trinta e um annos'. "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.28.]

 

GALRÃO, DOM FREI ANTONIO DE MADRE DE DEUS:

2o. Bispo de São Paulo, nomeado em 1750; sua entrada solene na cidade aconteceu no dia 18 de junho de 1751.

 

GAMA, ANDRÉ CORSINO PINTO CHICHORRO DA:

Recebeu grau de bacharel em ciência jurídicas e sociais em 19 de outubro de 1835 (turma de 1831-1835).

 

GARÇONNIÈRE DE OSWALD DE ANDRADE:

O pesquisador José Roberto Walker, em suas pesquisas para um romance sobre Oswald de Andrade, descobriu o endereço da garçonnière de Oswald de Andrade: Rua Líbero Badaró, 452. Em um artigo de Maurício Meireles, para a Folha de S.Paulo (22 Dez. 2015), o autor menciona que uma placa poderá ser fixada no local, e a garçonnière, tombada como "patrimônio imaterial" de São Paulo:

"O imóvel é um fato folclórico na história do modernismo. Era ali que Oswald encontrava sua amante, Miss Cyclone, mas também reunia outros intelectuais, como Monteiro Lobato e Menotti Del Picchia.

O grupo de boêmios deixava rabiscos em um livro, que acabou publicado em 1987 com o título de 'O Perfeito Cozinheiro das Almas Deste Mundo' (Biblioteca Azul)."

[MEIRELES, Maurício. "Secretário municipal de Cultura quer tombar garçonnière de Oswald". Folha de S.Paulo: 22 Dez. 2015.]

 

GARRAUX:

Clipping: 

Fotografias e informações sobre a Casa Garraux: Antiga Casa Garraux.

 

GASPAR GODOY MOREIRA:

Bandeirante, falecido em 1714. Em 1689, comprou a propriedade de Francisco Dias, onde hoje está a Casa da Imagem (Casa Número 1).

 

GEORGE HUND:

Imigrante alemão. Sua família, ao chegar ao Brasil (por volta de 1870), dedicou-se, inicialmente ao trabalho com fundição de ferro.

 

GERARD, MARCELLINO:

Empresário que em 1856 estava cuidando do calçamento da Rua Direita:

"CALÇADAS DA CIDADE. - O calçamento da rua Direita contratado pelo emprezario Sr. Marcellino Gerard vai progredindo convenientemente, e em breve estará concluido. Consta-se que o Sr. Marcellino Gerard tenciona apresentar uma proposta para o calçamento, pelo mesmo systema, de todas as ruas da capital, recebendo em pagamento prestações annuaes ou semestraes, em harmonia com as forças do nosso cofre provincial. parece que é este o meio mais vantajoso de possuir calçadas dignas deste nome. O emprezario tem proporções para esta consideravel empreza, e a fidelidade com que tem cumprido seus compromissos são a melhor garantia para a provincia."

[Correio Paulistano: 2 de janeiro de 2856, p.3.]

GERMANO D'ANNECY:

Frei francês e professor de matemática no Seminário Episcopal da Luz, iluminou a fachada da Câmara Municipal, em 1868, para comemorar a vitória do Brasil na Batalha da Passagem do Humaitá. Foi a primeira vez que cidade teve contato com eletricidade, como fonte de energia-iluminação.

 

GIUSEPPE VERDI:

Escultura de Amadeo Zani, localizada no Vale do Anhangabaú. A escultura "Giuseppe Verdi", de Amadeo Zani foi criada em 1916 e implantada na cidade em outubro de 1921. Ela foi encomendada e doada para São Paulo por integrantes da colônia italiana... [+]

 

GIOVANNI BATISTA LÍBERO BADARÓ:

Jornalista italiano, diretor do O Observador Constitucional. Foi assassinado em 20 de novembro de 1830, na Rua de São José (hoje Rua Líbero Badaró), em frente da sua casa. Foi sepultado no Cemitério da Consolação.

 

GLETTE, FREDERICO:

Junto com Victor Nothmann, em 1879, comprou terrenos nas áreas das Chácaras das Palmeiras e Mauá, para desenvolver empreendimentos imobiliários, bairros que ficaram conhecidos como Campos Elíseos e Higienópolis.

 

GODOI, JACINTO LEITE DE (CAPITÃO):

Em 1827, morava na Rua do Carmo n.49.

 

GOMES, ANDRE DA SILVA (TENENTE):

Em 1828, morador do Pátio de São Gonçalo (O Farol Paulistano, número 129, de 12 de julho de 1828).

 

GOMES, DOMINGOS ANTONIO:

De acordo com uma anúncio publicado no O Farol Paulistano (número 78, de 2 de janeiro de 1828), em 1828, residia na Rua da Quitanda, n.8.

 

GOMES, MANUEL JOSÉ:

Tenente-coronel, em 1809 comprou a propriedade onde hoje está localizada a Casa da Imagem (Casa Número 1).

 

GONÇALVES GOMIDE, FRANCISCO:

Engenheiro. No livro "Espaços de saber e poder: instituições e seus agentes na perspectiva da história social" (autores: Cíntia Vieira Souto, Marcelo Vianna, Ana Paula Korndörfer, Thiago Aguiar de Moraes), de 2014, publicaram que Francisco Gonçalves Gomide foi aluno da segunda fase do Gabinete Topográfico, no ano de 1852 e membro do conselho de engenheiros chefes de seção de obras públcias da Provìncia de São Paulo; no ano de 1858 substituiu o engenheiro William Elliot na direção das obras da estrada que ia da capital para Santos.

Mencionado na seção Expediente da Presidencia, referente a data de 21 de dezembro de 1855, (publicado no Correio Paulistano de 2 de janeiro de 1856):

"Ao engenheiro Francisco Gonçalves Gomide. - Communico a Vmc., em resposta ao officio de hoje, que expedi ordem á thesouraria para pagar-lhe a quantia de 82$ rs. despendida na commissão, de que se achã encarregados os engenheiros Elliot e cameron, deduzidos os 200$ rs. que já recebeu por conta."

No artigo do Arquivo Histórico Municipal Washington Luís, é mencionado no texto "Antônio Bernardo Quartim, 'arquiteto' ou 'engenheiro construtor'?":

 

GREFFE (VIÚVA):

A Viúva Greffe, na década de 1830, casou-se com um integrante da família Borba, mudando da colônia de Santo Amaro para a antiga Rua da Constituição (atual Florêncio de Abreu), para uma casa:

"coberta de telhas e firmada em paredes de mão", descrita como "meia-água", em um terreno próximo ao Mosteiro de São Bento (o aluguel era de 3$200 por ano) e além de residência, no local também funcionava o "negócio familiar, uma armação de secos e molhados".

[SIRIANI, Silvia Cristina Lambert. Uma São Paulo Alemã: vida cotidiana dos imigrantes germânicos na Região da capital (1827 – 1889). São Paulo: Imesp, 2003, p.13.]

 

GREGÓRIO IGNACIO FERREIRA NOBRE:

Sargento mór, em 1828, morava na Rua São Bento, n.77.

 

GRUPO ESCOLAR DO CARMO:

Primeiro grupo escolar da cidade, inaugurado em 1894.

 

GUANABARA:

Escultura de João Batista Ferri, atualmente localizado no Viaduto do Chá em frete à Prefeitura Municipal de São Paulo.

Veja mais fotografias e informações sobre a obra: Guanabara, escultura de João Batista Ferri.

 

GUARDA MUNICIPAL PERMANENTE:

Criada em 1831, a Guarda Municipal Permanente, em 1837 passa a ser Corpo Policial Permanente e em 1947, torna-se Força Pública. Em 1970, passa a ser a Polícia Militar do Estado de São Paulo.

 

GUILHERME KRAEUTER:

Comerciante, possuía um armazém na cidade na década de 1820.

 

GUILHERME SCHULTZ:

Imigrante alemão, chegou ao Brasil por volta de 1870, juntamente com Augusto Hoff, comprou a chácara Mauá (1876) e depois a vendeu para Victor Nothmann e Frederico Glette(1879).

 

GUSTAVO HELMOLD:

Professor de piano, que tambem consertava e afinava o instrumento, em 1854, na Rua da Santa Casa n.10.

 

GUSTAVO SCHAUMANN (OU GUSTAV SCHAUMANN):

Imigrante alemão. Farmacêutico/Boticário. Ocupou o cargo de Cônsul do Império Germânico em São Paulo. Chegou em Santos em 1848 e, em São Paulo, em 1853. Em 1868, residia na Rua de São Bento, n.54.

 

GUSTAVO SYDOW:

Filho de imigrante alemão (Henrique Sydow), tornou-se um dos maiores fundidores da cidade de São Paulo.

 

letra Fletra Gletra H

 


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HISTÓRIA DO COMÉRCIO DO CENTRO DE SÃO PAULO

[projeto em desenvolvimento]


A

A Cidade de Londres
A. J. Mauricio Pereira
Alfaiataria de Pedro Bourgad
Armarinho da Rua das Casinhas
Armazém de Guilherme Kraeuter
Armazém de José Antonio Martins
Armazém Rua São Bento n.93

 

B

Banco do Brasil
Bernardo Martins Meira
Botequim Paulistano
Botica de Joaquim Pires Garcia
Boticário João Antonio Rosa

 

C

Candido Ribeiro dos Santos, cirurgião - clinica homeopática
Casa da Rua do Rozário, 13 - livros (1828)
Casa de Antonio Bernardo Quartim

Casa de Comércio de Ganriel Henriques Pessoa
Casa de José Marques da Cruz (secos e molhados)
Casa de Henrique Fox
Casa Fretin
Casa Lemcke
Casa Levy de Pianos
Coelho & Teixeira (loja de fazendas)
Collegio de Lindorf Ernesto Ferreira França
Curso Elementar de Bellas Letras

 

D

Dentista francês: A. Masseran
Depósito de Calçados da Fábrica de Siré Irmãos
Diligencia Progresso Paulista
Domingos Antonio Gomes - leilão
Dr. Theodoro Reichert

 

E

Estabalecimento da Rua do Rozario, 22 (1828)
Estabelecimento da Rua do Rozario, 58 (1856)
Estabelecimento da Rua dos Piques
Estabelecimento de Henrique Luiz

 

F

Fábrica de Canastras e Tamancos
Fazendas (Tecidos) de Domingos Henrique da Silva

Ferraria Coelho & Marques
Frederico Fontame: carros para alugar
Fresneau Alfaiate

 

H

Hotel da Boa Vista / Hotel do Hilário
Hotel da Providencia
Hotel Palm

 

J

Jules Martin / Imperial Litografia

 

L

Livraria da Rua Direita
Livraria do Largo do Collegio
Livraria Ricardo Matthes
Loja da Raposa
Loja de Domingos de Paiva Azevedo
Loja de Ourives de Luiz Suplicy

 

M

Manoel José Bastos, artista daguerreotypo
Médico homeopata Carlos Marquios

 

P

Padaria Anno Bom
Progredior

 

R

Relojoaria de Luiz Bamberg

 

S

Salão da Paulicéa
Salla de Esgrima
Sinhana dos Bolinhos

 

T

Theatro S.Paulo
The Berlitz School of Languages
Tintureiro N.J.V. Ferard
Typographia na Rua de São José, 33

 

V

Vendedeiras de Peixe

 

 

 







SÉCULO XXI

2001 - 2010

2011 - 2020

 

 

 


Insólita Metrópole: São Paulo nas Crônicas de Paulo Bomfim

Ana Luiza Martins
Ateliê
2013

Este precioso livro de crônicas de Paulo Bomfim, organizado pela sensibilidade de Ana Luiza Martins, leva-nos a conhecer o coração da metrópole paulistana a partir de seus personagens, das dezenas de pessoas que perpassam a vida e as lembranças do poeta símbolo da capital paulista. Paulo Bomfim nos transmite mais uma vez a força dos paulistanos que se irmanaram em 1932, dos artistas que promoveram São Paulo a centro cultural de escala nacional, dos atletas que desafiaram seus limites, dos escritores que a tentaram decifrar, da boemia que, pródiga no gasto de tempo, tornava-o ganho para a criatividade e para a contestação...[+]

 


Estado e Capital Ferroviário em São Paulo
A Companhia Paulista de Estado de Ferro entre 1930 e 1961

Guilherme Grandi
Alameda
2013

A publicação deste livro ocorre em um momento em que o tema sobre o sistema ferroviário nacional vem sendo debatido em diversos fóruns nacionais e internacionais. Desde o debate sobre a viabilidade do TAV (Trem de Alta Velocidade) até as propostas de preservação/restauração do patrimônio ferroviário, a discussão sobre o papel das ferrovias hoje no Brasil vem assumindo uma crescente importância, seja como estratégia de desenvolvimento nacional, seja como uma opção de negócios ao empresariado. Partindo da análise sobre o início do estabelecimento da infraestrutura de transporte terrestre de São Paulo durante o período colonial, o autor avança na cronologia histórica ao discutir a origem e a implantação da Companhia Paulista, a politica e a legislação ferroviária, os Planos Nacionais de Viação e os diversos conflitos de interesse envolvendo o estado brasileiro, em comparação às outras ferrovias brasileiras, e as causas que a levam à estatização em 1961. Dialogando com diversas vertentes da historiografia nacional e internacional, este livro mostra a importância de fatores políticos que, somados às dificuldades de ordem técnico-econômica, são fortes, além de novas evidencias que ajudam a esclarecer porque em meados do século XX as ferrovias perderam sua hegemonia no transporte de longas distancias diante da expansão de carros, ônibus e caminhões...[+]

 


São Paulo: um novo olhar sobre a história

Beatriz P.S. Bueno
Via das Artes
2012

Esta obra busca contribuir para o entendimento da história de São Paulo, tendo como eixo condutor o comércio, sua formação e desenvolvimento. A urbanização de São Paulo está associada às transformações dos espaços comerciais e de sua arquitetura. Segundo o livro, recuperar essa história é também valorizar parte da cultura material dos habitantes da cidade...[+]

 


Ponto Chic: um bar na história de São Paulo

Angelo Iacocca
Senac SP
2012

Desde sua inauguração, em 1922, o Ponto Chic se tornou lugar de encontro de estudantes, artistas, políticos e jornalistas à procura de um bom chope e de um sanduíche bauru. Partindo do clima agitado do bar, o jornalista Angelo Iacocca busca resgatar a boemia paulistana, costumes, valores culturais e aspectos inusitados ou pouco conhecidos da cidade de São Paulo. Neste livro, o leitor pode conhecer as várias mudanças ocorridas na cidade ao longo do século XX, período em que a então pacata e provinciana 'capital dos fazendeiros' se tornou um importante polo industrial da América Latina...[+]

 



São Paulo

Cristiano Mascaro
Senac
2011

Mascaro é fotógrafo de atmosferas. Narra com simplicidade. Não se deixe enganar, olhe duas vezes e sentirá que as coisas se modificam. Ele secciona a realidade e extrai pequenos e grandes momentos. Nesse revelar desvenda a alma paulista. O que interessa é o homem, mesmo quando ele está ausente da foto. O que pensa esse garoto que, intrigado, contempla a própria sombra na areia?...[+]

 


RESIDENCIAS EM SAO PAULO: 1947 - 1975

Cecilia Rodrigues dos Santos
Marlene Milan Acayaba
Romando Guerra
2011

Este livro apresenta uma monografia fotográfica sobre 43 residências projetadas por arquitetos e construídas em São Paulo durante o período de 1947 a 1975. O estudo de cada casa é formado pelo seguinte material - planta de situação; desenhos técnicos com plantas e cortes; fotos; ficha técnica; e descrição do partido adotado. As casas foram ordenadas nas décadas de 1950, 1960 e 1970, que são precedidas por uma interpretação geral sobre a produção arquitetônica do período...[+]

 


Salas de Cinema e História Urbana de São Paulo (1895-1930)

José Inácio de Melo Souza
Senac
2016

"Salas de cinema e história urbana de São Paulo (1895-1930) - o cinema dos engenheiros" apresenta um vasto panorama sobre os espaços de exibição cinematográfica na cidade de São Paulo, cobrindo todo o ciclo do cinema silencioso. Por meio da documentação custodiada pelo Arquivo Histórico de São Paulo (AHSP- SMC/PMSP), um dos principais acervos históricos da cidade, o autor reconstitui um momento significativo da história do cinema e da memória urbana paulistana do século XX, marcado pela presença das "salas de rua". Nesta edição, que amplia os estudos de seu livro Imagens do passado - São Paulo e Rio de Janeiro nos primórdios do cinema (Editora Senac São Paulo, 2004), o autor recupera no rico conjunto documental do AHSP projetos de salas especialmente construídas, ou adaptações, para abrigar os cinematógrafos, reproduzindo fachadas, plantas e cortes dessas edificações, além de outros registros de acervos diversos, como anúncios na imprensa, fotografias e cartões- postais. José Inacio de Melo Souza, um dos mais dedicados pesquisadores da história do cinema no Brasil, destaca documentos pouco conhecidos, delineando uma perspectiva renovada sobre esse complexo momento de introdução do cinema em São Paulo e a constituição de um circuito de distribuição e exibição, espaço de socialização privilegiado da modernidade...[+]

 


São Paulo 460 Anos

Cabral Francisco
Alambert Junior
Editora Brasileira
2015

São Paulo sempre foi tão cheia de paradoxos quanto é cheia de gente e edifícios. Um ligar de topografia sentimental e inusitada. Louvada por alguns, odiada por outros. A única certeza que nos resta nestes 460 anos é que, para todos, locais ou estrangeiros, no passado e no presente, amar São Paulo, definir São Paulo, retratar São Paulo é sempre um problema de extremos, de paradoxos, de impossibilidade de síntese ou de certezas. Amar São Paulo é uma alegria triste, uma beleza feia, um assombro ultrajante e fascinante. Ver, e viver, São Paulo também é tudo isso...[+]

 


A Capital da Vertigem. Uma História de São Paulo de 1900 a 1954

Roberto Pompeu de Toledo
Objetiva
2015

O jornalista Roberto Pompeu de Toledo narra em 'A capital da vertigem' sua arrancada rumo à modernidade. Eis uma cidade que deixa a condição de vila e se torna a maior metrópole do país. É a capital da vertigem - vertigem artística, industrial, demográfica, social e urbanística. Neste painel que vai do início do século XX a 1954 - quando a cidade completa quatrocentos anos -, aparecem personagens como Oswald e Mário de Andrade, Monteiro Lobato, Washington Luís, Prestes Maia, e Francisco Matarazzo, e surgem episódios que vão da Semana de Arte Moderna de 1922 à epidemia de gripe espanhola, da Revolução de 1924 à chegada do futebol ao país....[+] 

Também disponível na versão digital e-pub

 


O Ofício da Liberdade. Trabalhadores Libertados em São Paulo e Campinas. 1830-1888

Marília Bueno de Araújo Ariza
Alameda
2014

Para comprar a alforria de seu filho Paulo, de dez anos, a liberta Maria assumiu dívidas e o risco de pagá-las com a prestação de serviços indefinidos, por tempo indeterminado. Benedicta e Caciano igualmente entregaram seu trabalho para a compra da liberdade de Roza, respectivamente sua filha e companheira. Cazemiro, passando já dos 60 anos, custeava sozinho o preço de sua libertação ao prestar serviços 'compatíveis com sua idade'. Assentadas no território movediço dos limites entre liberdade e escravidão no século XIX, as histórias de Maria e Paulo, Cazemiro, Benedicta, Roza e Caciano não foram únicas e tampouco raras. Muitos outros homens e mulheres escravizados angariaram o apoio de família e amigos, empenharam economias e dedicaram anos de árduo trabalho para comprar alforrias por meio da prestação de serviços. Nascido de uma pesquisa de mestrado, 'O ofício da liberdade' investiga arranjos de trabalho e disputas por liberdade ao analisar contratos de locação de serviços nas cidades de São Paulo e Campinas entre 1830 e 1888. Ao mesmo tempo sucintos e complexos, estes contratos estiveram no centro de negociações e conflitos entre a camada senhorial e os trabalhadores determinados a realizar seus projetos de liberdade. Valendo-se também da análise de Ações de Liberdade e Cartas de Liberdade, o livro busca interpelar os sentidos das emancipações construídas por estes trabalhadores libertos. Duas faces da emancipação escrava estampam as páginas deste trabalho, de um lado, a inserção dos contratos de locação de serviços na lógica das alforrias compensatórias produzidas ao longo do século XIX, proporcionando a continuidade do domínio escravista e da exploração do trabalho dos egressos da escravidão no pós -emancipação. De outro, as lutas e a determinação de homens e mulheres escravizados a caminho da liberdade...[+]

 


Descobrindo São Paulo Com Brecheret

Renata Sant'anna
FM Editorial
2013

São Paulo mostra a trajetória artística de Brecheret, marcada pela vivencia em cidades europeias e pelo contato com outros escultores...[+]

 


Professores da Escola Normal de São Paulo: a história não escrita (1846 -1890)

Marcia Hilsdorf Dias
Alínea
2013

Esta obra, que se inscreve no âmbito da história das instituições escolares, visa contribuir para o campo historiográfico da educação brasileira em duas direções: a do estudo da história republicana da Escola Normal do Império e a do conhecimento dos professores que atuaram na Escola Normal de São Paulo durante o século XIX, no período do Império brasileiro...[+]

 


Bom Retiro, Bairro Central de São Paulo: Transformações e Permanências 1930-1954

Liziane Peres Mangili
Alameda
2012

Milhares de pessoas percorrem, todos os dias, as ruas do bairro paulistano do Bom Retiro. Atraídos pela indústria de confecção que tornou célebre sua principal via, a rua José Paulino, esses visitantes ajudam a manter um dinamismo econômico e social que marca esse segmento da cidade há mais de cem anos. Loteado pouco a pouco desde fins do século XIX, o Bom Retiro nasceu como espaço de imigrantes, marcado pela vida operária, pelas fábricas de tecidos e de alimentos e, posteriormente, pela produção de vestuário e sua comercialização frenética. Outrora um bairro italiano (e, por isso, nele fica a Rua dos Italianos), ali foram se sobrepondo portugueses, espanhóis, judeus de diferentes origens geográficas, gregos, armênios e, mais recentemente, coreanos e bolivianos. Tantas transformações estão, entretanto, firmemente alicerçadas também em permanências. Este livro instigante de Liziane Peres Mangili permite compreender, com base em ampla e rigorosa pesquisa documental, como o bairro manteve ao longo de décadas uma expressiva vitalidade econômica, baseada claramente em seu perfil misto. Habitação, indústria e comércio complementavam-se, numa equação auxiliada pela proximidade das estações e do centro paulistano. Seus lotes foram ocupados intensamente, por meio de sucessivas reformas e ampliações, garantindo uma densidade que se fortaleceu com a passagem das décadas. Fontes cartográficas, processos de aprovação de plantas e anúncios de jornais são aqui relacionados de maneira criativa, o que permite documentar a trajetória de múltiplos agentes sociais. Loteadores, compradores de lotes, comerciantes, construtores e industriais surgem das páginas deste livro, permitindo entrever as redes sociais que teceram e construíram a urbanização do Bom Retiro. Uma intensa complexidade que é somente possível nas grandes metrópoles contemporâneas, captada com vigor analítico e sensibilidade de pesquisa pela autora, nesse livro que, certamente, cativará os que procuram compreender as dinâmicas urbanas...[+]

 


História da Saúde em São Paulo
Instituições e Patrimônio Arquitetônico
(1808 - 1958)

Maria Lúcia Mott
Gisele Sanglard
Manole
2012

A obra busca resgatar a trajetória e a inserção social de instituições como os hospitais que desempenharam múltiplas funções, como formação e treinamento de profissionais da saúde e modos variados de assistência à população. A partir de análises históricas e arquitetônicas e de um inventário de instituições, o livro procura contribuir tanto para a história da saúde pública em São Paulo quanto para ...[+]

 


Jardim da Luz:
um museu a céu aberto

Ricardo Ohtake
Carlos Dias
Senac São Paulo
2011

Organizado de forma cronológica, reúne depoimentos, reportagens, documentos, pesquisas sobre a evolução do jardim, do bairro da Luz, da cidade, da cultura em São Paulo e da preservação do patrimônio histórico, com coletânea produzida ao longo de seus anos. Em um capítulo, ...[+]

 


Habitar em São Paulo
passado e qual futuro

Assunta Viola
Biblioteca 24 horas
2011

Habitar em São Paulo- Passado e qual futuro? Como morava-se na cidade de São Paulo e como iremos morar nas próximas décadas? O objetivo deste trabalho, que será publicado em dois volumes, é trazer ao leitor, hoje, morador de uma grande cidade, as origens e os possíveis destinos da forma de morar urbana.Partindo de análises históricas, urbanas e arquitetônicas, ...[+]

 


Capital. São Paulo e seu Patrimônio Arquitetônico

Capital: São Paulo e seu Patrimônio Arquitetônico

Juan Esteves
Antonio Carlos Abdalla
Imesp
2013

'A Secretaria de Estado da cultura de São Paulo tem imensa satisfação em apoiar a reedição do livro 'Capital - São Paulo e seu patrimônio arquitetônico, de Juan Esteves. Com curadoria de Antonio Carlos Abdalla, o conjunto de fotografias selecionadas oferece um amplo panorama da diversidade de edifícios de distintas naturezas que marcaram a capital paulista ao longo de sua história, especialmente os últimos 100 anos. Colocado em evidência no magistral registro de Juan Esteves, o patrimônio arqutetônico paulistano pode aqui ser apreciado nos detalhes que acabam por ficar invisíveis em meio à agitação cotidiana da metrópole. Ao dar merecida visibilidade aos edifícios retratados, esta publicação ajuda a sensibilizar para a necessidade de preservação desse patrimônio, uma importantíssima e difícil tarefa, que precisava envolver toda a sociedade.' - Marcelo Mattos Araujo...[+]

 


Arquivo Historico De Sao Paulo - Historia Publica Da Cidade

Arquivo Historico De Sao Paulo - Historia Publica Da Cidade

Eudes Campos
Imesp
2011

Seleção de manuscritos, mapas, plantas, desenhos técnicos e fotografias, escolhidos dentre os mais de 4 milhões de itens pertencentes ao acervo do 'Arquivo Histórico de São Paulo', este livro busca compor um mosaico da história da cidade e ressalta a importância da conservação deste patrimônio diante dos desafios de compreensão do seu futuro...[+]

 


Patrimônio da metrópole paulistana

Patrimônio da metrópole paulistana

Margarida Cintra Gordinho
Iatã Cannabrava
Terceiro Nome
2010

Este livro apresenta, com fotos e textos, os bens tombados pelo Condephaat na cidade de São Paulo e em sua região metropolitana. Com ele, procuramos contribuir para amplir a possibilidade desses bens serem conhecidos, admirados e preservados, mantendo vivas as memórias e histórias que ajudam a construir nosso futuro...[+]

 


Historia Dos Velhos Teatros De São Paulo - Coleção Paulística

Historia Dos Velhos Teatros De São Paulo - Coleção Paulística

Antonio Barreto do Amaral 
Imesp
2006

A Coleção Paulística trata de diversos aspectos da História do Estado de São Paulo, de sua formação e cultura, de alguns de seus municípios e de algumas de suas personalidades. Publicados em meados do século XX, esses volumes tiveram sua última edição entre as décadas de 1970 e 1980. A reedição revista e atualizada de 5 volumes mostra-se muito oportuna: a coleção está esgotada e os poucos volumes em circulação têm merecido o tratamento de obra rara. Disponibiliza-se, assim, a pesquisadores e estudiosos da história de São Paulo, bem como ao público em geral, importante parte da obra. Os exemplares selecionados, escritos por nomes relevantes da prosa paulista, cobrem desde a saga dos Bandeirantes até a história dos teatros paulistas, destacando-se o importante Dicionário de História de São Paulo...[+]

 


METROPOLE E CULTURA - SAO PAULO NO MEIO SECULO XX

Maria Arminda do Nascimento Arruda
Edusp
2015

Fruto de sua livre docência, neste livro a socióloga Maria Arminda analisa a formação da metrópole paulista através dos fenômenos históricos e sociais do meio do século XX. O recorte temporal privilegia o estudo dos desdobramentos de eventos emblemáticos, como o movimento da Semana de 22, a Segunda Guerra Mundial e o fim do Estado Novo, na tentativa de entender em que moldes se deu a modernidade em São Paulo. A efervescência cultural e intelectual manifesta na dramaturgia de Jorge Andrade, nas peças do Teatro Brasileiro de Comédia, na criação do MASP, nas vanguardas das Artes Visuais e da Poesia, e na sociologia de Florestan Fernandes é investigada em seu contexto histórico. Evidenciando, portanto, as relações entre empresariado, políticos, jornalistas e artistas, entre outros atores e grupos sociais, esta é uma leitura capaz de interessar também ao público em geral...[+]

 


A METROPOLE DE SAO PAULO NO SECULO XXI

Eduardo Marques
Unesp
2015

São Paulo se situa entre as maiores concentrações urbanas do mundo e é a maior e mais importante cidade brasileira. De fato, em 2010, os 39 municípios componentes da Grande São Paulo representavam cerca de 20% do Produto Interno Bruto nacional. Esse característi­co gigantismo e complexidade paulistanos definem o pano de fundo da obra organi­zada por Eduardo Marques, em que se busca, por meio da análise de dados, atualizar o conhecimento sobre os diver­sos aspectos relativos às transformações recentes na vida da capital paulista....[+]

 


RENOVAÇAO URBANA EM SAO PAULO

Rosana H. Miranda
Nea
2015

As áreas industriais do centro da cidade de São Paulo do final do século XIX e primeira metade do século XX encontram-se em processo de degradação, mas mantêm ainda uma intensa atividade de usos urbanos e considerável infraestrutura. O livro apresenta metodologia de projeto para a renovação do bairro da Mooca. Destina-se ao ensino de projeto urbano e aos profissionais que atuam na área. Enfatiza a importância do bairro como moradia da classe operaria na primeira fase de industrialização de São Paulo. Destacam-se os elementos de permanência do desenho urbano do bairro nas diversas etapas de desenvolvimento da cidade. As ruas, as vilas, as casas em série, as fábricas existentes, identificados como vocabulário do projeto de renovação urbana, com a valorização da vida cotidiana fortemente influenciada pela imigração italiana. A Mooca é um espaco simbólico de resistência das lutas do movimento operário da cidade e do Brasil, como a Greve de 1917 e o movimento dos Tenentes de 1924. O livro propõe a historia como elemento para o projeto de renovação urbana junto a programas sociais, como a criação da "oficina do jovem historiador," e que a identidade do bairro forneça a noção de lugar...[+]

 


FOTOLABOR - A FOTOGRAFIA DE WERNER HABERKORN

Vários Autores
Espaço Líquido
2014

'A fotolabor' teve destaque nos anos 1950 atuando com uma das maiores produtoras de cartões postais fotográficos em São Paulo...[+]

 


História da Escola de São Paulo e do Brasil

Maria Luiza Marcílio
IMESP
2014

Pelas avaliações internacionais (UNESCO e PISA), o Brasil vem sendo colocado nas últimas posições em educação, mesmo dentre nações bem mais pobres. As explicações para essa triste situação devem ser buscadas particularmente na História do país, em sua longa duração. Foi esse o trabalho realizado pela autora, em pesquisas que efetuou em arquivos e bibliotecas do Brasil e do exterior, somadas a testemunhos orais e a variada iconografia. O esforço foi de resgatar a escola em seu cotidiano, com os autores que a compuseram ao longo dos cinco séculos, desde quando os jesuítas aqui fincaram os primeiros alicerces dos colégios, no inicio da colonização portuguesa. Expulsos os padres da Companhia de Jesus, foi criada a escola pública. Sua evolução foi acompanhada com seus alunos, seus professores, os métodos de ensino, o material escolar introduzido de forma precária e lenta. Só com a República, e ao longo do século XX, é que de fato, o Brasil conheceu o sistema escolar montado dentro do modelo do Ocidente, articulado desde a pré-escola até o curso ginasial e depois médio, com seus avanços e recuos e a partir de São Paulo de onde se difundiu por todo o país. O Brasil chega ao final do milênio com praticamente todas suas crianças na escola, mas ainda não conseguiu ultrapassar o desafio da péssima qualidade do ensino, em todos seus níveis. Esta obra procura dar reconstruir a evolução da escola de base em toda a História do Brasil. O objetivo inscreve-se, igualmente, na busca de explicação do atraso da qualidade da educação nacional...[+]

 


Belle Epoque na Garoa
São Paulo Entre a Tradição e a Modernidade

Marcia Camargos
FPH da Energia de São Paulo
2013

O livro, que reúne texto da historiadora Marcia Camargos e imagens do acervo da Fundação Energia e Saneamento, retrata os desdobramentos da Belle Époque na capital paulista, com destaque para as transformações urbanas, sociais, políticas e culturais ocorridas na cidade no início do século 20. Inclui 2 lâminas fotográficas...[+]

 


Fundição Artística no Brasil

Fundição Artística no Brasil

SESI-SP
2013

A exposição Fundição Artística no Brasil teve o intuito de resgatar a importância da preservação do patrimônio cultural do nosso país, com foco na tecnologia de fundição artística, restauro de obras de arte e na educação de jovens profissionais. Apresentou uma cronologia do processo tecnológico da fundição artística conhecido como cera perdida , que chegou ao Brasil no século XVIII e passou as últimas décadas praticamente esquecido. Compuseram a exposição obras cedidas por importantes acervos culturais do Brasil, como a Pinacoteca do Estado de São Paulo, além de trabalhos desenvolvidos por professores, alunos e técnicos da Escola SENAI Nadir Dias de Figueiredo, em Osasco (SP)...[+]

 


Patrimonio Cultural E Cidade - Praticas De Preservacao Em Sao Paulo

Patrimonio Cultural E Cidade - Praticas De Preservacao Em Sao Paulo

Juliana Mendes Prata
Annablume
2013

Este livro analisa questões de política patrimonial na sua relação com a cidade ocorrida sobretudo a partir dos anos 1970, destacando-se o conceito de patrimônio ambiental urbano. Reconhecendo este processo para a cidade de São Paulo, o livro analisa a preservação do patrimônio cultural daí decorrente, que se firmou em torno de três eixos- a questão urbana, o meio-ambiente e a cidadania. Especialmente, procura historicizar, problematizar e refletir sobre as práticas do órgão preservacionista estadual, o CONDEPHAAT, a partir deste contexto, em processos de estudo de tombamento de bairros e regulamentação de áreas envoltórias na cidade de São Paulo...[+]

Edição usada disponível nos sebos da
Estante Virtual

 


Morada Paulista

Morada Paulista

Luis Saia
Perspectiva
2012

Neste livro do arquiteto Luís Saia, a Morada Paulista é vista através de um corte histórico e geopolítico. Por seu intermédio, o meio natural, o estudo do solo, a cultura do café, a influência europeia, a efervescência literária indígena, vão sendo paulatinamente revelados, servidos por iconografia e um levantamento de materiais arquitetônicos...[+]

 


Militão Augusto de Azevedo

Militão Augusto de Azevedo

Cosac & Naify
2012

Pioneiro da fotografia urbana, Militão Augusto de Azevedo (1837-1905) foi o primeiro a organizar um álbum comparativo da cidade de São Paulo (1862- 87). A estrutura editorial, inédita no Brasil na época, é reproduzida em menor escala nesta edição.Além de um ensaio fotográfico com imagens do álbum e muitas outras (comentadas), a edição traz três mapas comparativos que demarcam os locais fotografados por Militão em três tempos(1862, 1887 e 2012), uma lista das mudanças nominais dos logradouros e bibliografia. O livro traz textos que contextualizam a produção de Militão e a relevância de seu trabalho para a preservação da memória da cidade. O ensaio do pesquisador e crítico de fotografia Rubens Fernandes Junior foca a trajetória de Militão, sua repercussão e alguns aspectos técnicos de seu trabalho; Fraya Frehse, professora do departamento de sociologia da usp, observa a persistência de traços “caipiras” na metrópole em formação; e Heloisa Barbuy, professora de história na usp, analisa as mudanças na vida comercial da cidade a partir das imagens comparativas...[+]

 


Theatro Mvnicipal de São Paulo

Márcia Camargos
Dado Macedo Edições
2011

O livro Teatro Municipal de São Paulo 100 anos foi produzido e editado pela Dado Macedo Produções Artísticas (DMP). A obra é assinada pela pesquisadora e jornalista ganhadora do Jabuti, Márcia Camargos. Além dos relatos históricos, o livro traz imagens que são verdadeiras relíquias de acervo – em grande parte, inéditas ao público – e conta com novos registros sob a ótica do renomado fotógrafo Cristiano Mascaro. O projeto gráfico é de Martha Tadaieski Com 200 páginas e aproximadamente 300 fotos e ilustrações, a publicação narra fatos importantes da cidade a partir da construção do Teatro, idealizada no final do século XIX pelo arquiteto Ramos de Azevedo. São retratadas todas as fases deste patrimônio histórico, que, além dos modernistas, foi palco para grandes nomes, entre Maria Callas...[+]

 


A Capital Da Solidão

Roberto Pompeu de Toledo
Ponto de Leitura
2011

O leitor é convidado, capítulo a capítulo, a conhecer momentos cruciais da trajetória de São Paulo. O destino da cidade, ao longo dos três primeiros séculos de existência, foi de isolamento e de solidão. Em 1872, quando os primeiros sinais de prosperidade começavam a visitá-la, por obra da riqueza trazida pelo café, ainda assim a população de pouco mais de 30 mil habitantes a situava numa rabeira com relação às demais capitais brasileiras. Em 1890, já tinha dobrado de tamanho. O momento em que finalmente engrena e começa a virar a São Paulo que se conhece é súbito como uma explosão - na passagem do século XIX para o XX, quando se transformou num aglomerado de gente vinda de diferentes partes do mundo...[+]

 


Tudo é passageiro: expansão urbana, transporte público e o extermínio dos bondes em São Paulo

Ayrton Camargo e Silva
Annablume
2015

O livro inicia-se com a apresentação do processo de urbanização da cidade dinamizado a partir do século XIX, sobretudo após a inauguração em 1867 da ferrovia conectando Santos a Jundiaí, relacionando-o com as principais formas de circulação organizada, no período em que antecede a chegada da Light a São Paulo, em 1899. A inauguração do sistema de bondes elétricos traz uma nova forma de exploração dos serviços públicos, expondo diversas contradições na relação entre o concessionário dos serviços de viação e energia e o poder concedente. A crise de abastecimento de energia ocorrida na década de 20, em paralelo a um surto de propostas urbanísticas que não consideravam o transporte coletivo o elemento estruturador da mobilidade, antecede o impasse que se desenhava ante o futuro da rede de bondes. As restrições impostas pela seca à circulação dos coletivos elétricos estimulou o surgimento do ônibus como alternativa de circulação, rompendo para sempre o monopólio da Light na operação do transporte na cidade. Mudanças na política advindas com a Revolução de 30 atrapalharam os planos da Light de expansão da rede de bondes. Por outro lado, a prefeitura chega às mãos de Prestes Maia, um dos maiores críticos do plano de reformulação da rede de transportes e um dos autores do Plano de Avenidas que, sob sua condução, sairia do papel para redirecionar a expansão urbana. Desestimulada, a Light anuncia seu desejo de entregar o acervo do sistema de bondes. A crise é instaurada, e a prefeitura cria uma comissão para definir soluções. Sob o atento acompanhamento de Prestes Maia, a comissão estrutura as bases do transporte público do município: a concessão caberá a uma empresa pública monopolista, os bondes serão paulatinamente desativados, substituídos preferencialmente pelos trólebus mas, na prática, pelos ônibus. A década de 50 se inaugura com a cidade vendo concretizadas as bases do Plano de Avenidas, onde pesados investimentos viários consolidavam a circulação sobre pneus. Nele não havia espaço para o transporte público. Em 1961, Prestes Maia volta à prefeitura e retoma a desativação do sistema de bondes, que terá de seu sucessor - Faria Lima - a pá de cal, com banda de música e foguetórios, deixando aberto o caminho para a grande crise da mobilidade da cidade...[+]

 


São Paulo: Cidade e Arquitetura - Um Guia

São Paulo: Cidade e Arquitetura - Um Guia

Jorge Bassani
Francisco Zorzete Editora
2014

O Guia apresenta um panorama da arquitetura produzida em São Paulo, desde os significativos remanescentes da vila colonial até os colossais arranha-céus contemporâneos. Para tanto, um grupo formado por arquitetos e pesquisadores fez o levantamento, identificação e catalogação de cerca de 280 obras arquitetônicas da capital paulista. Pioneiro em sua essência, o guia é dividido em cinco capítulos, em função das grandes mudanças ocorridas e as novas condições urbanas de cada período. Textos, imagens e mapas revelam a sobreposição das infraestruturas e estilos, prestam-se a facilitar a chegada e a visitação em percursos e a fruição das obras na paisagem e no uso da cidade...[+]

 


Libertas Entre Sobrados. Mulheres Negras e Trabalho Doméstico em São Paulo. 1880-1920

Libertas Entre Sobrados. Mulheres Negras e Trabalho Doméstico em São Paulo. 1880-1920

Lorena F. da Silva Teles
Alameda
2014

Lidando com contratos de trabalho e com a crônica policial, a historiadora faz vir à tona vários aspectos relevantes do cotidiano popular de São Paulo daquele fim de século XIX e começo do século XX. Conforme os registros policiais, a extrema miséria nas mulheres sempre se confundiu com vagabundagem e prostituição. Isso agravado pelo preconceito de cor. O processo de retificação faz da doméstica um corpo a ser explorado, alienado. As investidas dos patrões não são seguidas, a não ser aleatoriamente, por garantias jurídicas que instituam uma igualdade entre manceba e esposa, ou entre os filhos naturais e os legais. Dessa maneira, o livro que agora é publicado é rico de observação nesse sentido. Casos exemplares levantados pela pesquisadora são numerosos, atestando a rara capacidade de observação da pesquisadora. Fica para o leitor a percepção de um trabalho intelectual intenso que conserva sensível homologia com o trabalho manual exaustivo das mulheres que evocou. Dessa forma, a interação da história social com as trajetórias individuais marca esse trabalho....[+]

 


A São Paulo Inventada por Álvares de Azevedo

A São Paulo Inventada por Álvares de Azevedo

Monica Gomes da Silva
AR
2014

Em 1848, Álvares de Azevedo chegou a São Paulo para estudar na Faculdade de Direito do Largo São Francisco e lá permaneceu até 1851. Foi companheiro de Aureliano Lima e Bernardo Guimarães, grandes boêmios, mas tornou-se amigo particular de Luís Antônio da Silva Nunes, o correspondente escolhido para falar de suas 'fantasias' e confessar dores marcadas pela maldição da melancolia e do tédio mais profundo. Na sua jornada, Mônica Gomes encontra, no 'espaço biográfico' das cartas, as sensações de estranhamento de um missivista peculiar, que se expressa e se constitui como sujeito da escrita, numa linguagem ondulada, que busca o tom exato das coisas, mesmo as mais triviais, com alusões, símbolos e metáforas. Na moldura temporal dos relatos, está o espaço geográfico e social da cidade paulista, desenhado como uma província de feição colonial, com poucos edifícios e ruas mal pavimentadas - 'Tudo aqui parece velho e centenário... até as moças são insípidas com a mesma velhice.' A personalidade literária do poeta, alimentada pela cultura livresca e cosmopolita, condena o atraso e a ignorância local, tornando o remetente irredutível na crítica ao nacionalismo vigente na época. São Paulo é o Brasil - 'na minha terra só há formigas e... caipiras.'...[+]

 


São Paulo Capital Artística. A Cafeicultura e as Artes na Belle Époque. 1906-1922

São Paulo Capital Artística. A Cafeicultura e as Artes na Belle Époque. 1906-1922

Julio L. Moraes
Azougue
2013

A semana de Arte Moderna, realizada no Teatro Municipal de São Paulo em 1922, foi apenas o fenômeno mais expressivo do intenso entrecruzamento de interesses entre o universo do café e o mundo das artes. A Semana, contudo, foi só uma das diversas pontes estabelecidas. Teatro, cadeias cinematográficas, instituições artísticas e até as manifestações populares - nenhum segmento da vida artística local passou incólume às influências(diretas ou indiretas) do 'ouro verde', do complexo cafeeiro. 'São Paulo - capital artística' conta a história de algumas dessas relações, centrando atenções nos condicionantes econômicos. Histórias da vida artística dos palcos e salões paulistanos, mas acima de tudo a história econômica de um segmento em ascenção. Percorrendo o mundo dos dados quantitativos, 'São Paulo - capital artística' traz à tona informações pouco conhecidas ou exploradas pelos historiadores da cultura nacional...[+]

 


O Theatro Municipal de São Paulo
Histórias Surpreendentes e Casos Insólitos

Vitor Hugo Brandalise
Edison Veiga
Senac
2013

Um arquiteto que projeta o maior e mais sofisticado teatro da cidade em sua época, mas que recusa uma homenagem oferecida pela Câmara Municipal por seus serviços; um produtor cultural que decide impedir a destruição de milhares de livretos de programação teatral reduzidos a entulho do dia para a noite, levando-os para seu próprio apartamento; uma guerra de bolas de papel que eclode no meio de um concerto; uma passeata para exigir que o preço dos ingressos para a ópera seja reduzido; e, como se tudo isso não bastasse, a Semana de Arte Moderna, realizada em 1922. Esses são apenas alguns dos muitos eventos e pessoas cujas histórias estão ligadas ao Theatro Municipal de São Paulo, ao longo de mais de cem anos de existência. 'O Theatro Municipal de São Paulo - histórias surpreendentes e casos insólitos' reúne vários episódios relacionados a essa casa de espetáculos, a maioria deles desconhecidos até mesmo de seus frequentadores mais assíduos. Narrados na forma de crônicas que remetem umas às outras, eles constroem uma história repleta de momentos curiosos, que retratam os motivos por que o teatro é objeto de respeito e apreço por parte do público e dos profissionais que nele atuam...[+]

 


Portas de São Paulo
Um Passeio Pelo Centro

Nelson Dupre
Dario Freitas
Alter Market
2012

Com fotografias que procuram revelar os detalhes de portas de edifícios históricos do centro paulistano, esta publicação traz textos do arquiteto Nelson Dupré que situam as edificações e suas portas de acesso no contexto histórico da cidade, classificando-as também de acordo com os estilos arquitetônicos. Na introdução, Dario explica a ideia do projeto, um par de décadas atrás, quando diariamente visualizava essas portas ao transitar pelo centro para encontrar sua mulher. A emoção daquela época de paixão foi despertada pela busca de um amigo por alguma publicação sobre portas que pudesse ser referência para um trabalho de marcenaria, quando concluiu que não havia obra do gênero em português. Foram dez meses de trabalho, primeiro os passeios, depois a avaliação, decisões, sessões de fotos e a edição...[+]

Edição usada disponível nos sebos da
Estante Virtual

 


Guilherme Gaensly

Vários Autores
Cosac Naify
2011

Esta obra apresenta as fotografias de Guilherme Gaensly, realizadas em grande parte entre 1894 e 1915, durante a explosão do desenvolvimento urbano da cidade de São Paulo. O livro contém imagens comentadas por Henrique Siqueira e ...[+]

 


A vida urbana paulistana vista pela administração municipal - 1562-1822

Maria da Conceição Martins Ribeiro
Minha Editora
2011

Veja o SUMÁRIO desse livro.

Esta obra oferece uma incursão na vida urbana paulistana de 1562 a 1822 sob o ponto de vista administrativo, apontando caminhos para uma percepção do funcionamento cotidiano da colônia. A historiadora Maria da Conceição Martins Ribeiro baseou-se nos registros disponíveis na Câmara Municipal de São Paulo, que datam a partir de 1562, para fazer o levantamento histórico daquele período. Os capítulos elucidam a vida no núcleo urbano a partir de alguns aspectos evolutivos e apresentam ...[+]

 

CENTRO DE SÃO PAULO

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