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D : VERBETE

dicionário do centro de são paulo

atualizado em: 20 de outubro de 2017

 

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letra Cletra Dletra E

 

DÁCIO DE MORAES:

Arquiteto responsável pelas adaptações do Edifício Saldanha Marinho, para adaptá-lo para a sede da Companhia Paulista de Estradas de Ferro (o projeto original era de Elisiário da Cunha Bahiana).

 

DAMERGUE, J.E.:

Um dos responsáveis pela execução do Desinfectório Central (terreno adquirido em 1882 e instituição inaugurada em 1893).

 

DANIEL E FILIPA BEBBER:

Imigrantes alemães, possuíam terras em São Bernardo e imóveis nas Freguesias da Sé e Santa Ifigênia (Centro de São Paulo), segundo informações de seus inventários, abertos em 1877 e 1874, respectivamente.

 

DANIEL PEDRO MÜLLER:

Responsável pelo projeto do chafariz e Pirâmide/Obelisco dos Piques (1814).

Dirigiu o Gabinete Topográfico quando este foi inaugurado em 2 de fevereiro de 1835.

Projetou o Hospital da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, inaugurado em 30 de junho de 1840.

 

DEPOSITO DE CALÇADOS DA FABRICA DO SIRÉ IRMAOS

 

DESCIDA DO PIQUES

 

DESCIDA DO PORTO GERAL

 

DESINFECTÓRIO CENTRAL:

O terreno onde foi construído o Desinfectório Central, foi adquirido em 1882, de Manfredo Meyer e o prédio foi inaugurado no dia 1 de novembro de 1893. A execução da edificação foi realizada por Paul Rouch e J.E. Damergue.

A edificação está localizada na Rua Tenente Pena, 100, no Bom Retiro (Luz).

Processo de tombamento pelo CONDEPHAAT 23881/85. Tombamento: Resolução 50 de 26 de agosto de 1985, publicado no Diário Oficial de 27 de agosto de 1985.

O Desinfectório Central foi uma das primeiras instituições na área do serviço sanitário. Entre os seus serviços estavam: desinfecções domiciliares, remoção de doentes para hospitais de isolamento, remoção de cadáveres de pessoas mortais por doenças intecto-contagiosas, ações para o combate de epidemias.

Atualmente, na edificação, está instalada o Museu de Saúde Pública Emílio Ribas.

 

DIAS, FRANCISCO:

Em 1689, era proprietário de uma casa em taipa de pilão, no local onde está a Casa Número 1 (Casa da Imagem), na atual Rua Roberto Simonsen. Consta que nesse ano, vendeu a casa/terreno para o bandeirante Gaspar Godoy Moreira.

 

DI CAVALCANTI:

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 07/90 (painel localizado à Rua José Bonifácio no 24).

4 Ago. 2012 - "Painel de Di Cavalcanti no centro de SP sofre com deterioração" (Folha de S.Paulo), artigo de Vanessa Correa.

 

DIOGO ANTÔNIO FEIJÓ, PADRE:

Presidente da Sociedade Filantrópica, criada em 1830, para promover um tratamento digno aos presos.

 

DIOGO DE ANTÔNIO DE BARROS:

Major, proprietário da primeira fábrica de tecidos de São Paulo, inaugurada em 1872.

 

DIOGO DE MENDONÇA PINTO:

Em 1856, era deputado da Assembléia Provincial; professor de História e Geografia da Faculdade de Direito e morador do Largo da Sé.

 

DIOGO, FREI:

Frei assasinado na área da Luz, na época conhecida como Guarepe / Guaré, no século XVI:

"nas imediações da ermida da Luz foi um franciscano assassinado por um militar espanhol. Era frei Diogo que pagou com a morte a insolência de apenas ter pedido uma esmola ao soldado. O frade exercia o ministério de capelão da esquadra de Diogo Flores Valdez, que tocara em São Vicente no seu regresso para Europa. Jaboatão fala na ermida da Luz e a data é de 1583!"

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.24-25.]

Segundo Leonardo Arroyo, o assasinato do frei foi um grande acontecimento na, então, vila, provavelmente, o primeiro ou um dos primeiros de grande repercussão entre os moradores. Em carta destinada para o Capitão Jerônimo Leitão (12 de novembro de 1583), os oficiais da Câmara descreviam o assassino como "ho coxo", e, para Arroyo, tal informação

"de certa forma revela o carater do militar, que deveria ser um ressentido por decorrência do seu aleijão, um homem de maus bofes que não pôde tolerar o pedido do frade humilde."

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.26.]

 

DOM BERNARDO RODRIGUES NOGUEIRA:

1o. bispo de São Paulo.

 

DOM FREI ANTONIO DE MADRE DE DEUS GALRÃO:

2o. Bispo de São Paulo, nomeado em 1750; sua entrada solene na cidade aconteceu no dia 18 de junho de 1751.

 

DOM FREI MANUEL DA RESSURREIÇÃO:

3o. Bispo de São Paulo, nomeado em 1771.

 

DOM JOAQUIM ARCOVERDE DE ALBUQUERQUE CAVALCANTE:

Décimo Bispo de São Paulo, nomeado em 1893, faz sua entrada solene na cidade no dia 30 de setembro do mesmo ano.

 

DOM MANUEL JOAQUIM GONÇALVES DE ANDRADE:

Sexto Bispo de São Paulo. Foi nomeado em 25 de junho de 1827 e faz sua entrada solene na cidade em 23 de dezembro do mesmo ano.

 

DOM MATEUS DE ABREU PEREIRA:

Quinto Bispo de São Paulo, nomeado em 1794, fez sua entrada solene em 31 de maio de 1797.

 

DOMINGOS DE ANDRADE FIGUEIRA:

Professor de História e Geografia, em 1856, no Lycêo Paulistano.

 

DOMINGOS HENRIQUE DA SILVA:

Em 1856: Domingos Henrique da Silva, anuncia que estão à disposição dos clientes interessados, sortimentos variados de fazendas, chapéus, sedas etc. em sua "casa" (não fica claro se é a residência ou o estabelecimento) na Ladeira de Santo Antonio, 8. Para ver os anúncios, clique aqui.

Em 1865, adquiriu o Hotel do Hilário, localizado no terreno onde está a Casa da Imagem (Casa Número 1), reformou o espaço, rebatizando-o de Hotel da Boa Vista.

 

DOMINGOS LUIZ:

Junto com sua esposa, Ana Camacho, fundaram no atual Bairro do Ipiranga a primeira capela em homenagem à Nossa Senhora da Luz. Na década de 1570-1580, mudou-se para a região conhecida como Guaré, atual Bairro da Luz, onde fundou um segundo tempo, também em homenagem a Nossa Senhora da Luz, doando o patrimônio para o poder público em 1603. Ver mais detalhes do verbete individual Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz.

Durante anos foi "mordomo" da Ermida da Luz (Igreja de Nossa Senhora da Luz).

Pai de sete filhos, sendo o sexto Antonio Lourenço.

Sogro de Antonio Teixeira.

 

DOMINGOS PIRES:

Data de 29 de outubro de 1599, uma carta de doação de terras de Domingos Pires, na qual ele limitava a concessão "do ribeiro por nome de Anhangobai pelo caminho que vae Nossa Senhora da Luz em Guerepe" (ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.26.)

 

DONA ISABEL FERNANDES:

Em 5 de outubro de 1599, à beira da morte, deixou seu inventário registrado.

Casada com Henrique da Cunha, com quem teve três filhos.

 

DUSSER, ADOLPHO:

Proprietário do antigo Hotel Paulistano, que funcionava no predio depois ocupado pelo Café Brandão, na Rua de São bento, esquina com a Ladeira de Acu (Avenida São João). Atualmente, o Edifício Martinelli ocupa o terreno onde ficava esse estabelecimento.

 

letra Cletra Dletra E

 

CENTRO DE SÃO PAULO


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2001 - 2010

2011 - 2020

 

BIBLIOGRAFIA


CAPITAL - SAO PAULO E SEU PATRIMONIO ARQUITETONICO

Juan Esteves
Antonio Carlos Abdalla
Imesp
2013

'A Secretaria de Estado da cultura de São Paulo tem imensa satisfação em apoiar a reedição do livro 'Capital - São Paulo e seu patrimônio arquitetônico, de Juan Esteves. Com curadoria de Antonio Carlos Abdalla, o conjunto de fotografias selecionadas oferece um amplo panorama da diversidade de edifícios de distintas naturezas que marcaram a capital paulista ao longo de sua história, especialmente os últimos 100 anos. Colocado em evidência no magistral registro de Juan Esteves, o patrimônio arqutetônico paulistano pode aqui ser apreciado nos detalhes que acabam por ficar invisíveis em meio à agitação cotidiana da metrópole. Ao dar merecida visibilidade aos edifícios retratados, esta publicação ajuda a sensibilizar para a necessidade de preservação desse patrimônio, uma importantíssima e difícil tarefa, que precisava envolver toda a sociedade.' - Marcelo Mattos Araujo...[+]

 


ARQUIVO HISTORICO DE SAO PAULO

Eudes Campos
Imesp
2011

Seleção de manuscritos, mapas, plantas, desenhos técnicos e fotografias, escolhidos dentre os mais de 4 milhões de itens pertencentes ao acervo do 'Arquivo Histórico de São Paulo', este livro busca compor um mosaico da história da cidade e ressalta a importância da conservação deste patrimônio diante dos desafios de compreensão do seu futuro...[+]

 


Patrimônio da metrópole paulistana

Margarida Cintra Gordinho
Iatã Cannabrava
Terceiro Nome
2010

Este livro apresenta, com fotos e textos, os bens tombados pelo Condephaat na cidade de São Paulo e em sua região metropolitana. Com ele, procuramos contribuir para amplir a possibilidade desses bens serem conhecidos, admirados e preservados, mantendo vivas as memórias e histórias que ajudam a construir nosso futuro...[+]

 


HISTORIA DOS VELHOS TEATROS DE SAO PAULO

Antonio Barreto do Amaral 
Imesp
2006

A Coleção Paulística trata de diversos aspectos da História do Estado de São Paulo, de sua formação e cultura, de alguns de seus municípios e de algumas de suas personalidades. Publicados em meados do século XX, esses volumes tiveram sua última edição entre as décadas de 1970 e 1980. A reedição revista e atualizada de 5 volumes mostra-se muito oportuna: a coleção está esgotada e os poucos volumes em circulação têm merecido o tratamento de obra rara. Disponibiliza-se, assim, a pesquisadores e estudiosos da história de São Paulo, bem como ao público em geral, importante parte da obra. Os exemplares selecionados, escritos por nomes relevantes da prosa paulista, cobrem desde a saga dos Bandeirantes até a história dos teatros paulistas, destacando-se o importante Dicionário de História de São Paulo...[+]

 

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