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D : VERBETE

dicionário do centro de são paulo

atualizado em: 25 de agosto de 2017

 

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DÁCIO DE MORAES:

Arquiteto responsável pelas adaptações do Edifício Saldanha Marinho, para adaptá-lo para a sede da Companhia Paulista de Estradas de Ferro (o projeto original era de Elisiário da Cunha Bahiana).

 

DAMERGUE, J.E.:

Um dos responsáveis pela execução do Desinfectório Central (terreno adquirido em 1882 e instituição inaugurada em 1893).

 

DANIEL E FILIPA BEBBER:

Imigrantes alemães, possuíam terras em São Bernardo e imóveis nas Freguesias da Sé e Santa Ifigênia (Centro de São Paulo), segundo informações de seus inventários, abertos em 1877 e 1874, respectivamente.

 

DANIEL PEDRO MÜLLER:

Responsável pelo projeto do chafariz e Pirâmide/Obelisco dos Piques (1814).

Dirigiu o Gabinete Topográfico quando este foi inaugurado em 2 de fevereiro de 1835.

Projetou o Hospital da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, inaugurado em 30 de junho de 1840.

 

DESINFECTÓRIO CENTRAL:

O terreno onde foi construído o Desinfectório Central, foi adquirido em 1882, de Manfredo Meyer e o prédio foi inaugurado no dia 1 de novembro de 1893. A execução da edificação foi realizada por Paul Rouch e J.E. Damergue.

A edificação está localizada na Rua Tenente Pena, 100, no Bom Retiro (Luz).

Processo de tombamento pelo CONDEPHAAT 23881/85. Tombamento: Resolução 50 de 26 de agosto de 1985, publicado no Diário Oficial de 27 de agosto de 1985.

O Desinfectório Central foi uma das primeiras instituições na área do serviço sanitário. Entre os seus serviços estavam: desinfecções domiciliares, remoção de doentes para hospitais de isolamento, remoção de cadáveres de pessoas mortais por doenças intecto-contagiosas, ações para o combate de epidemias.

Atualmente, na edificação, está instalada o Museu de Saúde Pública Emílio Ribas.

 

DIAS, FRANCISCO:

Em 1689, era proprietário de uma casa em taipa de pilão, no local onde está a Casa Número 1 (Casa da Imagem), na atual Rua Roberto Simonsen. Consta que nesse ano, vendeu a casa/terreno para o bandeirante Gaspar Godoy Moreira.

 

DI CAVALCANTI:

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 07/90 (painel localizado à Rua José Bonifácio no 24).

4 Ago. 2012 - "Painel de Di Cavalcanti no centro de SP sofre com deterioração" (Folha de S.Paulo), artigo de Vanessa Correa.

 

DIOGO ANTÔNIO FEIJÓ, PADRE:

Presidente da Sociedade Filantrópica, criada em 1830, para promover um tratamento digno aos presos.

 

DIOGO DE ANTÔNIO DE BARROS:

Major, proprietário da primeira fábrica de tecidos de São Paulo, inaugurada em 1872.

 

DIOGO, FREI:

Frei assasinado na área da Luz, na época conhecida como Guarepe / Guaré, no século XVI:

"nas imediações da ermida da Luz foi um franciscano assassinado por um militar espanhol. Era frei Diogo que pagou com a morte a insolência de apenas ter pedido uma esmola ao soldado. O frade exercia o ministério de capelão da esquadra de Diogo Flores Valdez, que tocara em São Vicente no seu regresso para Europa. Jaboatão fala na ermida da Luz e a data é de 1583!"

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.24-25.]

Segundo Leonardo Arroyo, o assasinato do frei foi um grande acontecimento na, então, vila, provavelmente, o primeiro ou um dos primeiros de grande repercussão entre os moradores. Em carta destinada para o Capitão Jerônimo Leitão (12 de novembro de 1583), os oficiais da Câmara descreviam o assassino como "ho coxo", e, para Arroyo, tal informação

"de certa forma revela o carater do militar, que deveria ser um ressentido por decorrência do seu aleijão, um homem de maus bofes que não pôde tolerar o pedido do frade humilde."

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.26.]

 

DOM BERNARDO RODRIGUES NOGUEIRA:

1o. bispo de São Paulo.

 

DOM FREI ANTONIO DE MADRE DE DEUS GALRÃO:

2o. Bispo de São Paulo, nomeado em 1750; sua entrada solene na cidade aconteceu no dia 18 de junho de 1751.

 

DOM FREI MANUEL DA RESSURREIÇÃO:

3o. Bispo de São Paulo, nomeado em 1771.

 

DOM JOAQUIM ARCOVERDE DE ALBUQUERQUE CAVALCANTE:

Décimo Bispo de São Paulo, nomeado em 1893, faz sua entrada solene na cidade no dia 30 de setembro do mesmo ano.

 

DOM MANUEL JOAQUIM GONÇALVES DE ANDRADE:

Sexto Bispo de São Paulo. Foi nomeado em 25 de junho de 1827 e faz sua entrada solene na cidade em 23 de dezembro do mesmo ano.

 

DOM MATEUS DE ABREU PEREIRA:

Quinto Bispo de São Paulo, nomeado em 1794, fez sua entrada solene em 31 de maio de 1797.

 

DOMINGOS HENRIQUE DA SILVA:

Em 1856: Domingos Henrique da Silva, anuncia que estão à disposição dos clientes interessados, sortimentos variados de fazendas, chapéus, sedas etc. em sua "casa" (não fica claro se é a residência ou o estabelecimento) na Ladeira de Santo Antonio, 8. Para ver os anúncios, clique aqui.

Em 1865, adquiriu o Hotel do Hilário, localizado no terreno onde está a Casa da Imagem (Casa Número 1), reformou o espaço, rebatizando-o de Hotel da Boa Vista.

 

DOMINGOS LUIZ:

 

DOMINGOS PIRES:

 

DONA ISABEL FERNANDES:

Em 5 de outubro de 1599, à beira da morte, deixou seu inventário registrado.

Casada com Henrique da Cunha, com quem teve três filhos.

 

DUSSER, ADOLPHO:

Proprietário do antigo Hotel Paulistano, que funcionava no predio depois ocupado pelo Café Brandão, na Rua de São bento, esquina com a Ladeira de Acu (Avenida São João). Atualmente, o Edifício Martinelli ocupa o terreno onde ficava esse estabelecimento.

 

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CAPITAL - SAO PAULO E SEU PATRIMONIO ARQUITETONICO

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Este livro apresenta, com fotos e textos, os bens tombados pelo Condephaat na cidade de São Paulo e em sua região metropolitana. Com ele, procuramos contribuir para amplir a possibilidade desses bens serem conhecidos, admirados e preservados, mantendo vivas as memórias e histórias que ajudam a construir nosso futuro...[+]

 


HISTORIA DOS VELHOS TEATROS DE SAO PAULO

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