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B : VERBETE

dicionário do centro de são paulo

atualizado em: 19 de outubro de 2017

 

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letra Aletra Bletra C

 

BADARÓ, GIOVANNI BATISTA LÍBERO:

Jornalista italiano, diretor do O Observador Constitucional. Foi assassinado em 20 de novembro de 1830, na Rua de São José (hoje Rua Líbero Badaró), em frente da sua casa. Foi sepultado no Cemitério da Consolação.

 

BAHIANA, ELISÁRIO DA CUNHA:

Responsável pelo projeto do Edifício Saldanha Marinho.

 

BAIRRO DA LUZ:

Artigos (para download gratuito) sobre o Bairro da Luz:

 

BANCO ALEMÃO

 

BARÃO DO TIÊTE:

Ele é mencionado em um anúncio no Correio Paulistano, de 2 de janeiro de 1856:

"A administração da casa fallida de Joaquim Estevão Ribeiro, convida os devedores a mesma para satisfazerem seus debitos em casa do administrador Bernardino José Dias Torres. S.Paulo, 14 de dezembro de 1855 - Bernardino José Dias Torres de Oliveira - Barão do Tietê."

 

BARROS, LUCAS ANTONIO MONTEIRO DE:

Visconde de Congonhas do Campo. Foi o 1o. Presidente da Província de São Paulo, tomando posse em 1 de abril de 1824.

 

BATATA:

Com a chegada dos alemães, no final da década de 1820, a batata começou a ser cultivada na Colônia de Santo Amaro, grande parte para consumo próprio, porém, como o excedente era comercializado na "capital" (na área central de São Paulo), aos poucos, ela começou a fazer parte da mesa do paulistano (o mesmo aconteceu com o queijo e a manteiga, que até então, nao faziam parte da mesa do paulistano).

 

BATUÍRA, ANTONIO GONÇALVES DA SILVA:

Respensável pela direção de "Verdade e Luz", jornal criado para a divulgação do espiritismo, em 1890.

 

BEBBER, FILIPINA E DANIEL:

Imigrante alemães, possuíam terras em São Bernardo e imóveis nas Freguesias da Sé e Santa Ifigênia (Centro de São Paulo), segundo informações de seus inventários, abertos em 1874 e 1877, respectivamente.

 

BECO DO PINTO OU BECO DO COLÉGIO:

 

BEHRENDT, LUIZ

 

BENEDITO CALIXTO:

Sobre o tombamento municipal de obras do pintor: CONPRESP - Resolução no . 05/91 (tombamento "ex-officio" das obras do Pintor Benedito Calixto).

 

BERNARDA DE FRANCISCO INÁCIO DE SOUSA QUEIROZ:

Nome dado ao episódio de 23 de maio de 1822, quando o governo provisório de São Paulo é deposto.

 

BERNARDINO JOSÉ DIAS TORRES DE OLIVEIRA (BARÃO DO TIÊTE):

Ele é mencionado em um anúncio no Correio Paulistano, de 2 de janeiro de 1856:

"A administração da casa fallida de Joaquim Estevão Ribeiro, convida os devedores a mesma para satisfazerem seus debitos em casa do administrador Bernardino José Dias Torres. S.Paulo, 14 de dezembro de 1855 - Bernardino José Dias Torres de Oliveira - Barão do Tietê."

 

BERNARDO JOSÉ DE LORENA:

Assumiu o governo da Capitania de São Paulo em 1788 e autorizou a construção de várias obras públicas: o Quartel de Linha (no lugar onde hoje está instalado o Palácio da Justiça – Praça da Sé/Praça João Mendes); o Hospital Militar; o Chafariz do Largo da Misericórdia; o Teatro da Ópera; o calçamento parcial de algumas vias e a abertura e construção do Caminho da Serra do Mar, apelidado de Calçada do Lorena.

Pai de D. Francisco de Assis Lorena e avô de Dona Anna Maria de Almeida Lorena. Um de seus descendentes Luiz de Lorena Rodrigues Ferreira (filho de Dona Leonor Andromeda de Almeida Lorena) construiu o Palacete Sarzedas, hoje Museu do Tribunal de Justiça.

 

BERNARDO RODRIGUES NOGUEIRA, DOM:

1o. bispo de São Paulo.

 

BICUDO, MESSIA:

Em seu testamento de 1631, Messia Bicudo dispunha que

"tenho prometido a Nossa Senhora da Luz um sobrecéu com suas cortinas de panno de algodão acabado de que mando se lhe dê ou o valor delle"

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.28.]

 

BIERRENBACH, JOÃO:

Imigrante alemão. Sua família, ao chegar ao Brasil, em 1829, dedicou-se inicialmente à fabricação de chapéus.

 

BISPADO DE SÃO PAULO:

Criado em 1745.

 

BITANCOURT, MANOEL ANTONIO:

Official-maior da Secretaria da Assembléia, em 1856. Morador da Ladeira de São João.

 

BOCCIA (PELOTA):

 

BOLSA LIVRE (POSTERIORMENTE BOLSA DE VALORES):

Instalada em 23 de agosto de 1890, na Rua do Rosário.

 

BONDES PUXADOS POR BURROS:

Chegam à cidade em 1872.

 

BORGHOFF, FREDERICO:

Imigrante alemão, médico, chegou ao Brasil por volta de 1850.

 

BOTEQUIM PAULISTANO

 

BOURROUL, CELESTINO:

Nasceu em 13 de novembro de 1880 e faleceu em 9 de outubro de 1958. Médico, foi diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

No Correio Paulistano de 2 de janeiro de 1856, foi publicado as seguintes informações referentes ao expediente da presidência de 24 de dezembro de 1855:

"A Celestino Bourroul. - Communico a Vmc., em resposta ao officio datado de hoje, que expedi ordem á thesouraria provincial para lhe mandar pagar a quantia de 2:245$362 rs., importancia dos medicamentos compradas no Rio de Janeiro por ordem da presidencia, e destinados para curativos dos indigentes que forem acommettidos pela epidemia, quando infelizmente se desenvolva na provincia."

[Correio Paulistano: 2 de janeiro de 1856, p.1.]

 

BRÁS, AFONSO:

Padre jesuíta responsável pela construção do primeiro colégio-igreja em São Paulo.

 

BRESSER, CARLOS ABRÃO:

Imigrante alemão, engenheiro civil, chegou ao Brasil em 1836 e fez um dos primeiros projetos de aterro para a Várzea do Carmo, para corrigir os problemas de inundações do Rio Tamanduateí. Morava em uma casa considerada espaçosa em relação à média, com balcões ornados por gradis de ferro, em uma das esquinas do Largo de São Francisco.

 

BRIZZOLARA, LUIZ:

Escultor. Veja fotografias e mais informações sobre o Monumento Carlos Gomes, localizado na Praça Ramos de Azevedo:

 

BUCHA:

Sociedade secreta formada por estudantes e professores do Curso Jurídico do Largo de São Francisco. Criada por Júlio Frank, em 1831.

 

BURCHARD, MARTINHO (OU MARTIN BURCHARD):

Imigrante alemão, chegou ao Brasil por volta de 1860. Junto com Frederico Glette e Victor Nothman, foi um dos responsáveis pelos projetos de urbanização dos bairros de Santa Cecília, Higienópolis e Campos Elíseos.

 

letra Aletra Bletra C

CENTRO DE SÃO PAULO


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HISTÓRIA DO COMÉRCIO DO CENTRO DE SÃO PAULO

[projeto em desenvolvimento]









SÉCULO XXI

2001 - 2010

2011 - 2020

 

BIBLIOGRAFIA


CAPITAL - SAO PAULO E SEU PATRIMONIO ARQUITETONICO

Juan Esteves
Antonio Carlos Abdalla
Imesp
2013

'A Secretaria de Estado da cultura de São Paulo tem imensa satisfação em apoiar a reedição do livro 'Capital - São Paulo e seu patrimônio arquitetônico, de Juan Esteves. Com curadoria de Antonio Carlos Abdalla, o conjunto de fotografias selecionadas oferece um amplo panorama da diversidade de edifícios de distintas naturezas que marcaram a capital paulista ao longo de sua história, especialmente os últimos 100 anos. Colocado em evidência no magistral registro de Juan Esteves, o patrimônio arqutetônico paulistano pode aqui ser apreciado nos detalhes que acabam por ficar invisíveis em meio à agitação cotidiana da metrópole. Ao dar merecida visibilidade aos edifícios retratados, esta publicação ajuda a sensibilizar para a necessidade de preservação desse patrimônio, uma importantíssima e difícil tarefa, que precisava envolver toda a sociedade.' - Marcelo Mattos Araujo...[+]

 


ARQUIVO HISTORICO DE SAO PAULO

Eudes Campos
Imesp
2011

Seleção de manuscritos, mapas, plantas, desenhos técnicos e fotografias, escolhidos dentre os mais de 4 milhões de itens pertencentes ao acervo do 'Arquivo Histórico de São Paulo', este livro busca compor um mosaico da história da cidade e ressalta a importância da conservação deste patrimônio diante dos desafios de compreensão do seu futuro...[+]

 


Patrimônio da metrópole paulistana

Margarida Cintra Gordinho
Iatã Cannabrava
Terceiro Nome
2010

Este livro apresenta, com fotos e textos, os bens tombados pelo Condephaat na cidade de São Paulo e em sua região metropolitana. Com ele, procuramos contribuir para amplir a possibilidade desses bens serem conhecidos, admirados e preservados, mantendo vivas as memórias e histórias que ajudam a construir nosso futuro...[+]

 


HISTORIA DOS VELHOS TEATROS DE SAO PAULO

Antonio Barreto do Amaral 
Imesp
2006

A Coleção Paulística trata de diversos aspectos da História do Estado de São Paulo, de sua formação e cultura, de alguns de seus municípios e de algumas de suas personalidades. Publicados em meados do século XX, esses volumes tiveram sua última edição entre as décadas de 1970 e 1980. A reedição revista e atualizada de 5 volumes mostra-se muito oportuna: a coleção está esgotada e os poucos volumes em circulação têm merecido o tratamento de obra rara. Disponibiliza-se, assim, a pesquisadores e estudiosos da história de São Paulo, bem como ao público em geral, importante parte da obra. Os exemplares selecionados, escritos por nomes relevantes da prosa paulista, cobrem desde a saga dos Bandeirantes até a história dos teatros paulistas, destacando-se o importante Dicionário de História de São Paulo...[+]

 

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