Texto e Fotografias de Mônica Yamagawa


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VERBETES

 

BADARÓ, GIOVANNI BATISTA LÍBERO

BAHIANA, ELISÁRIO DA CUNHA

BAIRRO DA LUZ

BANCO ALEMÃO

BARÃO DO TIÊTE

BARROS, LUCAS ANTONIO MONTEIRO DE

BATATA

BATUÍRA, ANTONIO GONÇALVES DA SILVA

BEBBER, FILIPINA E DANIEL

BECO DO PINTO OU BECO DO COLÉGIO

BENEDITO CALIXTO

BERNARDA DE FRANCISCO INÁCIO DE SOUSA QUEIROZ

BERNARDINO JOSÉ DIAS TORRES DE OLIVEIRA

BERNARDO JOSÉ DE LORENA

BERNARDO RODRIGUES NOGUEIRA, DOM

BIERRENBACH, JOÃO

BISPADO DE SÃO PAULO

BOCCIA (PELOTA)

BOLSA LIVRE (POSTERIORMENTE BOLSA DE VALORES)

BONDES PUXADOS POR BURROS

BORGHOFF, FREDERICO

BOTEQUIM PAULISTANO

BRÁS, AFONSO

BRESSER, CARLOS ABRÃO

BRIZZOLARA, LUIZ

BUCHA

BURCHARD, MARTINHO (OU MARTIN BURCHARD)

CENTRO DE SÃO PAULO

DICIONÁRIO DO CENTRO DE

SÃO PAULO

letra B

atualizado em: 10 de dezembro de 2016

 

home > centro de são paulo > DICIONÁRIO DO CENTRO DE SÃO PAULO: LETRA B

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BADARÓ, GIOVANNI BATISTA LÍBERO:

Jornalista italiano, diretor do O Observador Constitucional. Foi assassinado em 20 de novembro de 1830, na Rua de São José (hoje Rua Líbero Badaró), em frente da sua casa. Foi sepultado no Cemitério da Consolação.

 

BAHIANA, ELISÁRIO DA CUNHA:

Responsável pelo projeto do Edifício Saldanha Marinho.

 

BAIRRO DA LUZ:

Artigos (para download gratuito) sobre o Bairro da Luz:

Requalificação Urbana Sustentável: Avaliação de Áreas Subutilizadas da Região da Luz
Melissa Belato Fortes & Liza Maria de Souza Andrade
USP

O trabalho objetiva contribuir com estudos para uma futura requalificação sustentável das áreas subutilizadas na região da Luz, como um dos caminhos para diminuir a expansão urbana em áreas ambientalmente protegidas ou desprovidas de infra-estrutura. A pesquisa foi realizada por meio de autores que trabalhassem com os princípios de sustentabilidade e com o conceito de cidade compacta. Foram investigados os dados históricos de ocupação urbana; os dados do esvaziamento das áreas centrais e o Plano Diretor (Lei nº 13430, de 13 de setembro de 2002) que considera para a área: a reversão do esvaziamento populacional; a melhoria dos espaços públicos e do meio ambiente, entre outros. Também foram avaliadas as propostas da Associação Viva o Centro, como a requalificação do pólo Luz-Santa Ifigênia, que objetiva a reurbanização do Complexo Cultural Júlio Prestes, da estação da Luz e da avenida Cásper Líbero, e a implantação do sistema circular de bondes que possibilitaria o acesso rápido à região central. Foi feita a identificação e a avaliação dos locais subutilizados na região da Luz, sob a ótica de alguns princípios de sustentabilidade: adensamento urbano, requalificação urbana, recuperação do sentido de vizinhança e mobilidade sustentável. Foram apresentadas como recomendações: o adensamento, a requalificação dos espaços, os espaços de convívio, a criação de ciclovias e caminhos para pedestres... [+]

 

Programa de Requalificação Urbana Nova Luz - Plano Urbanístico
Prefeitura Municipal de São Paulo
EMURB - Empresa Municipal de Urbanização

O Plano Urbanístico detalhado nos mapas anexos, em consonância com os objetivos do Plano Diretor Estratégico, do Plano Regional da Sub-Prefeitura da Sé e da Operação Urbana Centro, tem por objetivo nortear um conjunto de ações combinadas de conservação e de renovação de espaços públicos e privados na área da Nova Luz, correspondente ao perímetro de abrangência da Lei de Incentivos Seletivos, Lei n.º 14.096, de 8 de dezembro de 2005...[+]

 

Luz, São Paulo: as condições e possibilidades de um projeto urbano
Pedro Manuel Rivaben de Sales
Vitruvius
2001

Campo, caminho, pouso. Chácaras… Horto, jardim botânico, passeio público – depois parque. Ermida, convento, igreja e seminário. Quartel, cadeia. Bulevar, avenida. Ferrovia, metrô: estações. Hotéis e pensões. Residência popular e cortiço: (pequena) indústria: pólo comercial. Escola, politécnica, colégio e liceu. Museus: arte sacra e pinacoteca. Sala de concertos e universidade de música… São estes alguns dos “temas” que distinguem a história do bairro da Luz, região central de São Paulo... [+]

 

BANCO ALEMÃO:

A edificação onde funcionou o Banco Alemão, ainda existe e está localizado na esquina da Rua 3 de Dezembro com a Rua XV de Novembro. O estilo neo-românico descreve o antigo Brasilianische Bank für Deutschland, na época, em moda na Alemanha. A edificação foi construída em 1897 e parte da sua fachada original sobrevive em meios aos acréscimos recebidos nos anos seguintes. A ala voltada para a Rua Três de Dezembro foi construída entre 1910 e 1914 (autoria de Augusto Fried), o terceiro andar foi implementado em 1963. Segundo Juan Esteves e Antônio Carlos Abdalla, o banco funcionava no térreo e os pavimentos superiores eram ocupados por residência particular (provavelmente, na época, pelo diretor da instituição)...[+]

Bibliografia:

DIETRICH, Ana Maria. Caça às suásticas: o Partido Nazista em São Paulo sob a mira da polícia política. IMESP, 2008.

 

BARÃO DO TIÊTE:

Ele é mencionado em um anúncio no Correio Paulistano, de 2 de janeiro de 1856:

"A administração da casa fallida de Joaquim Estevão Ribeiro, convida os devedores a mesma para satisfazerem seus debitos em casa do administrador Bernardino José Dias Torres. S.Paulo, 14 de dezembro de 1855 - Bernardino José Dias Torres de Oliveira - Barão do Tietê."

 

BARROS, LUCAS ANTONIO MONTEIRO DE:

Visconde de Congonhas do Campo. Foi o 1o. Presidente da Província de São Paulo, tomando posse em 1 de abril de 1824.

 

BATATA:

Com a chegada dos alemães, no final da década de 1820, a batata começou a ser cultivada na Colônia de Santo Amaro, grande parte para consumo próprio, porém, como o excedente era comercializado na "capital" (na área central de São Paulo), aos poucos, ela começou a fazer parte da mesa do paulistano (o mesmo aconteceu com o queijo e a manteiga, que até então, nao faziam parte da mesa do paulistano).

 

BATUÍRA, ANTONIO GONÇALVES DA SILVA:

Respensável pela direção de "Verdade e Luz", jornal criado para a divulgação do espiritismo, em 1890.

 

BEBBER, FILIPINA E DANIEL:

Imigrante alemães, possuíam terras em São Bernardo e imóveis nas Freguesias da Sé e Santa Ifigênia (Centro de São Paulo), segundo informações de seus inventários, abertos em 1874 e 1877, respectivamente.

 

BECO DO PINTO OU BECO DO COLÉGIO:

O documento mais antigo que menciona o Beco do Colégio ou Beco do Bispo data de 1802, porém, provavelmente, essa travessa já existia há anos (talvez, séculos), servindo de acesso entre o Pátio do Colégio e o Rio Tamanduateí. O "logradouro" localizado entre a Antiga Casa Número 1 (hoje, Casa da Imagem) e o Solar da Marquesa, foi motivo para várias discussões e litígios entre os moradores dos seus arredores, entre ...[+]

 

BENEDITO CALIXTO:

Sobre o tombamento municipal de obras do pintor: CONPRESP - Resolução no . 05/91 (tombamento "ex-officio" das obras do Pintor Benedito Calixto).

 

BERNARDA DE FRANCISCO INÁCIO DE SOUSA QUEIROZ:

Nome dado ao episódio de 23 de maio de 1822, quando o governo provisório de São Paulo é deposto.

 

BERNARDINO JOSÉ DIAS TORRES DE OLIVEIRA (BARÃO DO TIÊTE):

Ele é mencionado em um anúncio no Correio Paulistano, de 2 de janeiro de 1856:

"A administração da casa fallida de Joaquim Estevão Ribeiro, convida os devedores a mesma para satisfazerem seus debitos em casa do administrador Bernardino José Dias Torres. S.Paulo, 14 de dezembro de 1855 - Bernardino José Dias Torres de Oliveira - Barão do Tietê."

 

BERNARDO JOSÉ DE LORENA:

Assumiu o governo da Capitania de São Paulo em 1788 e autorizou a construção de várias obras públicas: o Quartel de Linha (no lugar onde hoje está instalado o Palácio da Justiça – Praça da Sé/Praça João Mendes); o Hospital Militar; o Chafariz do Largo da Misericórdia; o Teatro da Ópera; o calçamento parcial de algumas vias e a abertura e construção do Caminho da Serra do Mar, apelidado de Calçada do Lorena.

Pai de D. Francisco de Assis Lorena e avô de Dona Anna Maria de Almeida Lorena. Um de seus descendentes Luiz de Lorena Rodrigues Ferreira (filho de Dona Leonor Andromeda de Almeida Lorena) construiu o Palacete Sarzedas, hoje Museu do Tribunal de Justiça.

 

BERNARDO RODRIGUES NOGUEIRA, DOM:

1o. bispo de São Paulo.

 

BIERRENBACH, JOÃO:

Imigrante alemão. Sua família, ao chegar ao Brasil, em 1829, dedicou-se inicialmente à fabricação de chapéus.

 

BISPADO DE SÃO PAULO:

Criado em 1745.

 

BOCCIA (PELOTA):

 

BOLSA LIVRE (POSTERIORMENTE BOLSA DE VALORES):

Instalada em 23 de agosto de 1890, na Rua do Rosário.

 

BONDES PUXADOS POR BURROS:

Chegam à cidade em 1872.

 

BORGHOFF, FREDERICO:

Imigrante alemão, médico, chegou ao Brasil por volta de 1850.

 

BOTEQUIM PAULISTANO:

Em 1 de janeiro de 1876, o Botequim Paulistano anunciava seus serviços no Correio Paulistano:

"Attenção

No Botequim paulistano, na travessa do Rosário, em frente ao telegrapho, comidas a qualquer hora do dia, haverá mesa redonda as 9 horas da manhã e as 9 horas da tarde chocolate e café: recebe-se qualquer encomenda que quizerem, por preço rasoável. Todos os domingos e dias santos haverá empadas e pastéis de camarão e outros petiscos que desejarem.

Hoje dia de Anno Bom, haverá empadas e pastési de camarões; espera-se a concorrencia do Respeitavel Publico.

São Paulo, 1o. de janeiro de 1876."

Para ver a imagem do anpuncio, CLIQUE AQUI.

 

BRÁS, AFONSO:

Padre jesuíta responsável pela construção do primeiro colégio-igreja em São Paulo.

 

BRESSER, CARLOS ABRÃO:

Imigrante alemão, engenheiro civil, chegou ao Brasil em 1836 e fez um dos primeiros projetos de aterro para a Várzea do Carmo, para corrigir os problemas de inundações do Rio Tamanduateí. Morava em uma casa considerada espaçosa em relação à média, com balcões ornados por gradis de ferro, em uma das esquinas do Largo de São Francisco.

 

BRIZZOLARA, LUIZ:

Escultor. Veja fotografias e mais informações sobre o Monumento Carlos Gomes, localizado na Praça Ramos de Azevedo:

 

BUCHA:

Sociedade secreta formada por estudantes e professores do Curso Jurídico do Largo de São Francisco. Criada por Júlio Frank, em 1831.

 

BURCHARD, MARTINHO (OU MARTIN BURCHARD):

Imigrante alemão, chegou ao Brasil por volta de 1860. Junto com Frederico Glette e Victor Nothman, foi um dos responsáveis pelos projetos de urbanização dos bairros de Santa Cecília, Higienópolis e Campos Elíseos.

 

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