Website de Mônica Yamagawa

B : VERBETE

dicionário do centro de são paulo

atualizado em: 13 de junho de 2018

 

home > centro de são paulo > dicionário do centro de são paulo > letra B

letra Aletra Bletra C

 

BADARÓ, GIOVANNI BATISTA LÍBERO:

Jornalista italiano, diretor do O Observador Constitucional. Foi assassinado em 20 de novembro de 1830, na Rua de São José (hoje Rua Líbero Badaró), em frente da sua casa. Foi sepultado no Cemitério da Consolação.

 

BAHIANA, ELISÁRIO DA CUNHA:

Responsável pelo projeto do Edifício Saldanha Marinho.

 

BAIRRO DA LUZ:

Artigos (para download gratuito) sobre o Bairro da Luz:

 

BAMBERG, ELVIRA:

Faleceu em 11 de julho de 1875, esposa de Luiz Bamberg. Em 1865, uma nota de batismo menciona que Maria Elysa Elvira Wehrsig, teve um filho (Emilio Franz Eginhard Bamberg) com Luiz Bamberg, que nasceu no dia 4 de junho de 1865, acreditamos ser a mesma pessoa.

 

BAMBERG, EMILIO FRANZ EGINHARD:

Filho de Maria Elysa Elvira Wehrsig e Luiz Frederico Bamberg, nasceu em 4 de junho de 1865 e foi batizado em 13 de novembro de 1865.

 

BAMBERG, LUIZ FREDERICO

 

BANCO ALEMÃO

 

BARÃO DO TIÊTE:

Ele é mencionado em um anúncio no Correio Paulistano, de 2 de janeiro de 1856:

"A administração da casa fallida de Joaquim Estevão Ribeiro, convida os devedores a mesma para satisfazerem seus debitos em casa do administrador Bernardino José Dias Torres. S.Paulo, 14 de dezembro de 1855 - Bernardino José Dias Torres de Oliveira - Barão do Tietê."

 

BARROS, LUCAS ANTONIO MONTEIRO DE:

Visconde de Congonhas do Campo. Foi o 1o. Presidente da Província de São Paulo, tomando posse em 1 de abril de 1824.

 

BASTOS, FRANCISCO ANTONIO PINTO (CAPITÃO):

Morava, em 1828, na Rua de São Gonçalo, 4.

 

BATATA:

Com a chegada dos alemães, no final da década de 1820, a batata começou a ser cultivada na Colônia de Santo Amaro, grande parte para consumo próprio, porém, como o excedente era comercializado na "capital" (na área central de São Paulo), aos poucos, ela começou a fazer parte da mesa do paulistano (o mesmo aconteceu com o queijo e a manteiga, que até então, nao faziam parte da mesa do paulistano).

 

BATUÍRA, ANTONIO GONÇALVES DA SILVA:

Respensável pela direção de "Verdade e Luz", jornal criado para a divulgação do espiritismo, em 1890.

 

BEBBER, FILIPINA E DANIEL:

Imigrante alemães, possuíam terras em São Bernardo e imóveis nas Freguesias da Sé e Santa Ifigênia (Centro de São Paulo), segundo informações de seus inventários, abertos em 1874 e 1877, respectivamente.

 

BECO DO PINTO OU BECO DO COLÉGIO:

 

BEHRENDT, LUIZ

 

BENEDITO CALIXTO:

Sobre o tombamento municipal de obras do pintor: CONPRESP - Resolução no . 05/91 (tombamento "ex-officio" das obras do Pintor Benedito Calixto).

 

BERNARDA DE FRANCISCO INÁCIO DE SOUSA QUEIROZ:

Nome dado ao episódio de 23 de maio de 1822, quando o governo provisório de São Paulo é deposto.

 

BERNARDINO JOSÉ DIAS TORRES DE OLIVEIRA (BARÃO DO TIÊTE):

Ele é mencionado em um anúncio no Correio Paulistano, de 2 de janeiro de 1856:

"A administração da casa fallida de Joaquim Estevão Ribeiro, convida os devedores a mesma para satisfazerem seus debitos em casa do administrador Bernardino José Dias Torres. S.Paulo, 14 de dezembro de 1855 - Bernardino José Dias Torres de Oliveira - Barão do Tietê."

 

BERNARDO JOSÉ DE LORENA:

Assumiu o governo da Capitania de São Paulo em 1788 e autorizou a construção de várias obras públicas: o Quartel de Linha (no lugar onde hoje está instalado o Palácio da Justiça – Praça da Sé/Praça João Mendes); o Hospital Militar; o Chafariz do Largo da Misericórdia; o Teatro da Ópera; o calçamento parcial de algumas vias e a abertura e construção do Caminho da Serra do Mar, apelidado de Calçada do Lorena.

Pai de D. Francisco de Assis Lorena e avô de Dona Anna Maria de Almeida Lorena. Um de seus descendentes Luiz de Lorena Rodrigues Ferreira (filho de Dona Leonor Andromeda de Almeida Lorena) construiu o Palacete Sarzedas, hoje Museu do Tribunal de Justiça.

 

BERNARDO RODRIGUES NOGUEIRA, DOM:

1o. bispo de São Paulo.

 

BICUDO, MESSIA:

Em seu testamento de 1631, Messia Bicudo dispunha que

"tenho prometido a Nossa Senhora da Luz um sobrecéu com suas cortinas de panno de algodão acabado de que mando se lhe dê ou o valor delle"

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.28.]

 

BIERRENBACH, JOÃO:

Imigrante alemão. Sua família, ao chegar ao Brasil, em 1829, dedicou-se inicialmente à fabricação de chapéus.

 

BISPADO DE SÃO PAULO:

Criado em 1745.

 

BITANCOURT, MANOEL ANTONIO:

Official-maior da Secretaria da Assembléia, em 1856. Morador da Ladeira de São João.

 

BOCCIA (PELOTA):

 

BOLSA LIVRE (POSTERIORMENTE BOLSA DE VALORES):

Instalada em 23 de agosto de 1890, na Rua do Rosário.

 

BONDES PUXADOS POR BURROS:

Chegam à cidade em 1872.

 

BORGHOFF, FREDERICO:

Imigrante alemão, médico, chegou ao Brasil por volta de 1850. Em 1867, junto com outros imigrantes alemães solicitam a concessão do terreno destinado à construção do comeitério dos protestantes, na Assembléia Legislativa Provincial, na 26a. Sessão Ordinária de 8 de julho de 1867:

[Correio Paulistano, Anno XIV, Número 3346: 26 de julho de 1867]

 

BOTEQUIM PAULISTANO

 

BOURROUL, CELESTINO:

Nasceu em 13 de novembro de 1880 e faleceu em 9 de outubro de 1958. Médico, foi diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

No Correio Paulistano de 2 de janeiro de 1856, foi publicado as seguintes informações referentes ao expediente da presidência de 24 de dezembro de 1855:

"A Celestino Bourroul. - Communico a Vmc., em resposta ao officio datado de hoje, que expedi ordem á thesouraria provincial para lhe mandar pagar a quantia de 2:245$362 rs., importancia dos medicamentos compradas no Rio de Janeiro por ordem da presidencia, e destinados para curativos dos indigentes que forem acommettidos pela epidemia, quando infelizmente se desenvolva na provincia."

[Correio Paulistano: 2 de janeiro de 1856, p.1.]

 

BRÁS, AFONSO:

Padre jesuíta responsável pela construção do primeiro colégio-igreja em São Paulo.

 

BRESSER, CARLOS ABRÃO:

Imigrante alemão, engenheiro civil, chegou ao Brasil em 1836 e fez um dos primeiros projetos de aterro para a Várzea do Carmo, para corrigir os problemas de inundações do Rio Tamanduateí. Morava em uma casa considerada espaçosa em relação à média, com balcões ornados por gradis de ferro, em uma das esquinas do Largo de São Francisco.

 

BRIZZOLARA, LUIZ:

Escultor. Veja fotografias e mais informações sobre o Monumento Carlos Gomes, localizado na Praça Ramos de Azevedo:

 

BROTERO, JOSÉ MARIA AVELLAR:

Cm base em notícia publicada no O Farol Paulistano (número 89, 16 de fevereiro de 1828), chegou à capital o Lente do 1o. ano do Curso Jurídico, o Sr. José Maria Brotero, em 13 de fevereiro de 1828.

Anúncio de 1829: "Aviso - José Maria Avellar Brotero participa ao respeitavel Publico, que torna a abrir o seu escriptorio de advogado, e que das 10 horas da manhã até as 2 da tarde esta´em casa. - No tempo das aulas se fara novo annuncio." [O Farol Paulistano, número 184, de 24 de janeiro de 1829].

 

BUCHA:

Sociedade secreta formada por estudantes e professores do Curso Jurídico do Largo de São Francisco. Criada por Júlio Frank, em 1831.

 

BUENO, JOSÉ ANTONIO PIMENTA:

Estudante matriculado no primeiro ano (em 1828) no Curso Jurídico de São Paulo.

 

BURCHARD, MARTINHO (OU MARTIN BURCHARD):

Imigrante alemão, chegou ao Brasil por volta de 1860. Junto com Frederico Glette e Victor Nothman, foi um dos responsáveis pelos projetos de urbanização dos bairros de Santa Cecília, Higienópolis e Campos Elíseos.

 

letra Aletra Bletra C

CENTRO DE SÃO PAULO

 


CLIQUE NAS LETRAS ABAIXO PARA ACESSAR OS OUTROS VERBETES

 

 

 

A

B

 

C

D

E

F

G

H

I

J

K

L

M

N

O

P

Q

R

S

T

U

V

W

X

Y

Z

 

 

Novo Kindle Oasis, tela de 7” sensível ao toque de alta resolução, à prova d’água, iluminação embutida, Wi-Fi

 

HISTÓRIA DO COMÉRCIO DO CENTRO DE SÃO PAULO

[projeto em desenvolvimento]


 

Kindle com tela sensível ao toque e Wi-Fi , 8a. Geração

 







SÉCULO XXI

2001 - 2010

2011 - 2020

 


Capital. São Paulo e seu Patrimônio Arquitetônico

Capital: São Paulo e seu Patrimônio Arquitetônico

Juan Esteves
Antonio Carlos Abdalla
Imesp
2013

'A Secretaria de Estado da cultura de São Paulo tem imensa satisfação em apoiar a reedição do livro 'Capital - São Paulo e seu patrimônio arquitetônico, de Juan Esteves. Com curadoria de Antonio Carlos Abdalla, o conjunto de fotografias selecionadas oferece um amplo panorama da diversidade de edifícios de distintas naturezas que marcaram a capital paulista ao longo de sua história, especialmente os últimos 100 anos. Colocado em evidência no magistral registro de Juan Esteves, o patrimônio arqutetônico paulistano pode aqui ser apreciado nos detalhes que acabam por ficar invisíveis em meio à agitação cotidiana da metrópole. Ao dar merecida visibilidade aos edifícios retratados, esta publicação ajuda a sensibilizar para a necessidade de preservação desse patrimônio, uma importantíssima e difícil tarefa, que precisava envolver toda a sociedade.' - Marcelo Mattos Araujo...[+]

 


Arquivo Historico De Sao Paulo - Historia Publica Da Cidade

Arquivo Historico De Sao Paulo - Historia Publica Da Cidade

Eudes Campos
Imesp
2011

Seleção de manuscritos, mapas, plantas, desenhos técnicos e fotografias, escolhidos dentre os mais de 4 milhões de itens pertencentes ao acervo do 'Arquivo Histórico de São Paulo', este livro busca compor um mosaico da história da cidade e ressalta a importância da conservação deste patrimônio diante dos desafios de compreensão do seu futuro...[+]

 


Patrimônio da metrópole paulistana

Patrimônio da metrópole paulistana

Margarida Cintra Gordinho
Iatã Cannabrava
Terceiro Nome
2010

Este livro apresenta, com fotos e textos, os bens tombados pelo Condephaat na cidade de São Paulo e em sua região metropolitana. Com ele, procuramos contribuir para amplir a possibilidade desses bens serem conhecidos, admirados e preservados, mantendo vivas as memórias e histórias que ajudam a construir nosso futuro...[+]

 


Historia Dos Velhos Teatros De São Paulo - Coleção Paulística

Historia Dos Velhos Teatros De São Paulo - Coleção Paulística

Antonio Barreto do Amaral 
Imesp
2006

A Coleção Paulística trata de diversos aspectos da História do Estado de São Paulo, de sua formação e cultura, de alguns de seus municípios e de algumas de suas personalidades. Publicados em meados do século XX, esses volumes tiveram sua última edição entre as décadas de 1970 e 1980. A reedição revista e atualizada de 5 volumes mostra-se muito oportuna: a coleção está esgotada e os poucos volumes em circulação têm merecido o tratamento de obra rara. Disponibiliza-se, assim, a pesquisadores e estudiosos da história de São Paulo, bem como ao público em geral, importante parte da obra. Os exemplares selecionados, escritos por nomes relevantes da prosa paulista, cobrem desde a saga dos Bandeirantes até a história dos teatros paulistas, destacando-se o importante Dicionário de História de São Paulo...[+]

 


METROPOLE E CULTURA - SAO PAULO NO MEIO SECULO XX

Maria Arminda do Nascimento Arruda
Edusp
2015

Fruto de sua livre docência, neste livro a socióloga Maria Arminda analisa a formação da metrópole paulista através dos fenômenos históricos e sociais do meio do século XX. O recorte temporal privilegia o estudo dos desdobramentos de eventos emblemáticos, como o movimento da Semana de 22, a Segunda Guerra Mundial e o fim do Estado Novo, na tentativa de entender em que moldes se deu a modernidade em São Paulo. A efervescência cultural e intelectual manifesta na dramaturgia de Jorge Andrade, nas peças do Teatro Brasileiro de Comédia, na criação do MASP, nas vanguardas das Artes Visuais e da Poesia, e na sociologia de Florestan Fernandes é investigada em seu contexto histórico. Evidenciando, portanto, as relações entre empresariado, políticos, jornalistas e artistas, entre outros atores e grupos sociais, esta é uma leitura capaz de interessar também ao público em geral...[+]

 


A METROPOLE DE SAO PAULO NO SECULO XXI

Eduardo Marques
Unesp
2015

São Paulo se situa entre as maiores concentrações urbanas do mundo e é a maior e mais importante cidade brasileira. De fato, em 2010, os 39 municípios componentes da Grande São Paulo representavam cerca de 20% do Produto Interno Bruto nacional. Esse característi­co gigantismo e complexidade paulistanos definem o pano de fundo da obra organi­zada por Eduardo Marques, em que se busca, por meio da análise de dados, atualizar o conhecimento sobre os diver­sos aspectos relativos às transformações recentes na vida da capital paulista....[+]

 


RENOVAÇAO URBANA EM SAO PAULO

Rosana H. Miranda
Nea
2015

As áreas industriais do centro da cidade de São Paulo do final do século XIX e primeira metade do século XX encontram-se em processo de degradação, mas mantêm ainda uma intensa atividade de usos urbanos e considerável infraestrutura. O livro apresenta metodologia de projeto para a renovação do bairro da Mooca. Destina-se ao ensino de projeto urbano e aos profissionais que atuam na área. Enfatiza a importância do bairro como moradia da classe operaria na primeira fase de industrialização de São Paulo. Destacam-se os elementos de permanência do desenho urbano do bairro nas diversas etapas de desenvolvimento da cidade. As ruas, as vilas, as casas em série, as fábricas existentes, identificados como vocabulário do projeto de renovação urbana, com a valorização da vida cotidiana fortemente influenciada pela imigração italiana. A Mooca é um espaco simbólico de resistência das lutas do movimento operário da cidade e do Brasil, como a Greve de 1917 e o movimento dos Tenentes de 1924. O livro propõe a historia como elemento para o projeto de renovação urbana junto a programas sociais, como a criação da "oficina do jovem historiador," e que a identidade do bairro forneça a noção de lugar...[+]

 


FOTOLABOR - A FOTOGRAFIA DE WERNER HABERKORN

Vários Autores
Espaço Líquido
2014

'A fotolabor' teve destaque nos anos 1950 atuando com uma das maiores produtoras de cartões postais fotográficos em São Paulo...[+]

 


História da Escola de São Paulo e do Brasil

Maria Luiza Marcílio
IMESP
2014

Pelas avaliações internacionais (UNESCO e PISA), o Brasil vem sendo colocado nas últimas posições em educação, mesmo dentre nações bem mais pobres. As explicações para essa triste situação devem ser buscadas particularmente na História do país, em sua longa duração. Foi esse o trabalho realizado pela autora, em pesquisas que efetuou em arquivos e bibliotecas do Brasil e do exterior, somadas a testemunhos orais e a variada iconografia. O esforço foi de resgatar a escola em seu cotidiano, com os autores que a compuseram ao longo dos cinco séculos, desde quando os jesuítas aqui fincaram os primeiros alicerces dos colégios, no inicio da colonização portuguesa. Expulsos os padres da Companhia de Jesus, foi criada a escola pública. Sua evolução foi acompanhada com seus alunos, seus professores, os métodos de ensino, o material escolar introduzido de forma precária e lenta. Só com a República, e ao longo do século XX, é que de fato, o Brasil conheceu o sistema escolar montado dentro do modelo do Ocidente, articulado desde a pré-escola até o curso ginasial e depois médio, com seus avanços e recuos e a partir de São Paulo de onde se difundiu por todo o país. O Brasil chega ao final do milênio com praticamente todas suas crianças na escola, mas ainda não conseguiu ultrapassar o desafio da péssima qualidade do ensino, em todos seus níveis. Esta obra procura dar reconstruir a evolução da escola de base em toda a História do Brasil. O objetivo inscreve-se, igualmente, na busca de explicação do atraso da qualidade da educação nacional...[+]

 

home      moyarte      não-diário      contato