Texto e Fotografias de Mônica Yamagawa


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FAMÍLIA CAMARGOS

FAMÍLIA PIRES

FANFULHA (FANFULLA)

FEIJÓ, PADRE DIOGO ANTONIO

FERNANDES, ANTÃO

FERNÃO DIAS

FERRARD, N.J.V.

FERRARIA COELHO & MARQUES

FERRI, JOÃO BATISTA

FIERARD, AFFONSO

FILIPINA E DANIEL BEBBER

FONTE MONUMENTAL

FORÇA PÚBLICA

FRANCISCO DE ASSIS MASCARENHAS

FRANCISCO DIAS

FRANCISCO DIOGO PEREIRA DE VASCONCELLOS

FRANCISCO JOSE CHAGAS

FRANCISCO MATARAZZO

FRANCISCO RUIZ VELHO

FREDERICO BORGHOFF

FREDERICO GLETTE

FREDERICO RINGAMANN

FRESNEAU ALFAIATE

FRIEDRICH, JACOB

 

 

CENTRO DE SÃO PAULO

DICIONÁRIO DO CENTRO DE

SÃO PAULO

letra F

atualizado em: 21 de março de 2017

 

home > centro de são paulo > DICIONÁRIO DO CENTRO DE SÃO PAULO: LETRA F

letra E < letra F > letra G

FAMÍLIA CAMARGOS:

Na década de 1640, os membros da família estavam em conflito com os membro da Família Pires, disputando o poder local. Em 1660, um "acordo de paz" foi acertado entre as Famílias Camargos e Pires.

 

FAMÍLIA PIRES:

Na década de 1640, os membros da família estavam em conflito com os membro da Família Camargos, disputando o poder local. Em 1660, um "acordo de paz" foi acertado entre as Famílias Camargos e Pires.

 

FANFULHA (FANFULLA):

Jornal em italiano, criado em 2 de julho de 1893.

 

FEIJÓ, PADRE DIOGO ANTONIO:

Presidente da Sociedade Filantrópica, criada em 1830, para promover um tratamento digno aos presos.

 

FERNANDES, ANTÃO:

Maestro da Banda da Força Pública, que por volta de 1900 se apresentava dois concertos por semana na cidade: às quintas-feiras, no Jardim do Palácio e aos domingos, no Jardim da Luz.

 

FERNÃO DIAS:

Bandeirante. Em 1674, inicia sua empreitada para exploração do caminho para a região das Minas.

 

FERRARD, N.J.V. :

Tintureiro. Segundo os anúncios do Correio Paulistano (1856), francês. Clique aqui para ver os anúncios e informações sobre seus serviços.

 

FERRI, JOÃO BATISTA:

 

FERRARIA COELHO & MARQUES:

No anúncio de 1856 (4 de janeiro) no Correio Paulistano, a Ferraria Coelho &c Marques informava no periódico os preços de seus serviços: "NA ferraria de Coelho &c. Marques, ferra-se cavallos á 1$920, e bestas á 1$800." [Clique aqui, para ver o anúncio].

 

 

FIERARD, AFFONSO:

Comerciante de jóias, na década de 1850, em um anúncio no jornal informava aos interessados que estava hospedado na Casa de Saúde (que também funcionava como hotel), do francês Charles Pierre Etchecoin.

 

FILIPINA E DANIEL BEBBER:

Imigrantes alemães, com base nas informações de seus inventários, abertos em 1874 e 1877, respectivamente, possuíam terras em São Bernardo e imóveis nas Freguesias da Sé e Santa Ifigênia (Centro de São Paulo).

 

FONTE MONUMENTAL:

Inaugurada em 1927, a escultura está localizada na Praça Júlio de Mesquita. A obra passou por reforma e restauro entre os anos de 2012 e 2013, quando foram instaladas uma cerca de vidro e os detalhes, as lagostas e os mascarões, originalmente de bronze, foram trocados por cópias de resina, com o objetivo de evitar o furto da peça. O projeto de restauro e reforma da fonte custou cerca de R$ 500mil.

Leia mais detalhes sobre o projeto de restauração em: "Fonte ganha 'aquário' para não ser mais usada como banheiro", artigo de Jairo Marques, publicado na Folha de S.Paulo, em 15 de março de 2013.

 

FORÇA PÚBLICA:

Criada em 1831, a Guarda Municipal Permanente, em 1837 passa a ser Corpo Policial Permanente e em 1947, torna-se Força Pública. Em 1970, passa a ser a Polícia Militar do Estado de São Paulo.

 

FRANCISCO DE ASSIS MASCARENHAS:

Conde de São João da Palma. e um dos quatro primeiros senadores nomeados por São Paulo, em 1826.

 

FRANCISCO DIAS:

Em 1689, era proprietário de uma casa em taipa de pilão, no local onde está a Casa Número 1 (Casa da Imagem), na atual Rua Roberto Simonsen. Consta que nesse ano, vendeu a casa/terreno para o bandeirante Gaspar Godoy Moreira.

 

FRANCISCO DIOGO PEREIRA DE VASCONCELLOS (DOUTOR):

Seu mandato como administrador da Província de São Paulo começou em 29 de abril de 1856 e terminou em 22 de janeiro de 1857.

 

FRANCISCO JOSÉ DAS CHAGAS (CHAGUINHAS):

Popularmente conhecidos como Chaguinhas, foi um dos condenados em 1821 e sepultados no Cemitério dos Aflitos. Ele foi um dos responsáveis pelo Motim de Santos, quando na noite de 28 para 29 de junho de 1821, pela falta, por longo período, do pagamento de soldo, encontrando-se "a maioria das praças andrajosas e famintas", segundo Antonio Barreto do Amaral, o 1o. Batalhão de Caçadores revoltaram-se, arrombaram a cadeia e casa do trem bélico, e com as armas obtidas nessas instituições, "prenderam ou initimidaram autoridades, invadiram lares, saquearam e impuseram resgate". No dia 2 de julho, partiram da capital o 2o. Batalhão de Caçadores, chegando de surpresa em Santos, no dia 6 de julho com ordens de prisão para os amotinados. Foram condenados os responsáveis pelos motim e os oficiais que no momento do levante abandoram a unidade: os sete responsáveis pelo motim foram condenados à morte, outros vinte foram enviados para África (pérpétuo degredo) e os demais receberam penas menores. Dos sete condenados à morte, cinco foram executados em Santos e dois, Francisco José das Chagas e Joaquim José Cotindiba, por serem naturais de São Paulo, foram enviados para a forca da capital.

Os condenados partiram de Santos no dia 15 de setembro de 1821 e no dia 17 foram colocados à disposição do juiz relator para que fosse concluída a sentença, sendo sentenciados no dia 20.

A execução da sentença de morte de Francisco José das Chagas, o Chaguinhas, comoveu a população:

"Um fato macabro então aconteceu, enchendo de espanto e ao mesmo tempo de piedade o povo que assistia ao tétrico espetáculo: partiu-se a corda de barbante que suspendia o cabo José das Chagas. mandado fosse substituída pelo laço de couro, ttrazido de um açougue próximo, este não suportou o peso do condenado, sendo preciso que lançassem mão de um novo laço de couro para que a sentença fosse cumprida."

[AMARAL, Antonio Barreto do. Dicionário de história de São Paulo. Coleção Paulística. Volume XIX. São Paulo: Imesp, 2006, p.189.]

Anos depois, na sessão da Câmara de 22 de maio de 1835, Padre Diogo Antônio Feijó, relembrou o acontecimento:

"Senhor Presidente, o que eu entendo por atrocidade é, por exemplo, isto: mandar enforcar um homem, tendo ainda recurso legal contra sentença. Senhor Presidente, eu o vi com meus p´roprios olhos, na minha província. Era o primeiro espetáculo destes; a curiosidade chamou-me àquele lugar. O desgraçado pendurado, caiu por haver se cortado a corda. Recorreu-se ao Governo da Província, pedindo que se demorasse a execução, enquanto se implorava a clemência ao príncipe regente; não foram atendidos; alegou-se não haver corda própria para enforcar; mandou que se usasse laço de couro. Foi-se ao açougue, levou-se o laço; o infeliz foi de novo pendurado, mas o instrumento não era capaz de sufocar com presteza. Partiu-se de novo a corda e o miserável caiu ainda semivivo; já em terra fooi acabado de assassinar."

[AMARAL, Antonio Barreto do. Dicionário de história de São Paulo. Coleção Paulística. Volume XIX. São Paulo: Imesp, 2006, p.189-190.]

 

FRANCISCO MATARAZZO:

Muda-se de Sorocaba para São Paulo em 1890.

 

FRANCISCO RUIZ VELHO:

Em 1619, vendeu uma casa de sua propriedade, para a Câmara Municipal, onde esta instalou sua sede.

 

FREDERICO BORGHOFF:

Imigrante alemão, médico, chegou ao Brasil por volta de 1850.

 

FREDERICO GLETTE:

Junto com Victor Nothmann, em 1879, comprou terrenos nas áreas das Chácaras das Palmeiras e Mauá, para desenvolver empreendimentos imobiliários, bairros que ficaram conhecidos como Campos Elíseos e Higienópolis.

 

FREDERICO RINGAMANN:

Segundo informação publicada no Correio Paulistano, no dia 2 de janeiro de 1856, Frederico Ringamann era um trabalhador alemão, naturald a Villa Janno do Reino da Prussia, que faleceu no dia 14 de dezembro de 1855, no Hospital da Misericórdia.

 

FRESNEAU ALFAIATE:

Em janeiro de 1856, através da publicação no Correio Paulistano, Fresneau informa que estabeleceu sua loja na Rua do Rosário, na Rua Direita e retornou para o primeiro endereço:

"MUDANÇA

Fresneau Alfaiate, participa aos seus freguezes que mudou a sua loja de alfaiate da rua Direita para a sua antiga morada na rua do Rozario."

[Clique aqui, para ver a imagem do anúncio]

 

FRIEDRICH, JACOB:

Na década de 1870, recebeu a concessão de explorar quiosques no Jardim da Luz, após a concessão anterior, dada a Joaquim Eugênio de Lima foi cancelada.

 

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