Website de Mônica Yamagawa

F : VERBETE

dicionário do centro de são paulo

atualizado em: 21 de maio de 2018

 

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letra E letra Fletra G

 

FAMÍLIA CAMARGOS:

Na década de 1640, os membros da família estavam em conflito com os membro da Família Pires, disputando o poder local. Em 1660, um "acordo de paz" foi acertado entre as Famílias Camargos e Pires.

 

FAMÍLIA PIRES:

Na década de 1640, os membros da família estavam em conflito com os membro da Família Camargos, disputando o poder local. Em 1660, um "acordo de paz" foi acertado entre as Famílias Camargos e Pires.

 

FANFULHA (FANFULLA):

Jornal em italiano, criado em 2 de julho de 1893.

 

FARCATO, MARCELINO DA COSTA:

Residente na Rua da Boa vista, n.47, segundo anúncio de O Farol Paulistano (de 29 de setembro de 1827, número 50).

 

FEIJÓ, PADRE DIOGO ANTONIO:

Presidente da Sociedade Filantrópica, criada em 1830, para promover um tratamento digno aos presos.

 

FERNANDES, ANTÃO:

Maestro da Banda da Força Pública, que por volta de 1900 se apresentava dois concertos por semana na cidade: às quintas-feiras, no Jardim do Palácio e aos domingos, no Jardim da Luz.

 

FERNÃO DIAS:

Bandeirante. Em 1674, inicia sua empreitada para exploração do caminho para a região das Minas.

 

FERRARD, N.J.V. :

Tintureiro. Segundo os anúncios do Correio Paulistano (1856), francês. Clique aqui para ver os anúncios e informações sobre seus serviços.

 

FERRI, JOÃO BATISTA:

Escultor.

Veja mais informações sobre uma de suas obras: Guanabara, escultura de João Batista Ferri.

 

FERRARIA COELHO & MARQUES:

No anúncio de 1856 (4 de janeiro) no Correio Paulistano, a Ferraria Coelho &c Marques informava no periódico os preços de seus serviços: "NA ferraria de Coelho &c. Marques, ferra-se cavallos á 1$920, e bestas á 1$800." [Clique aqui, para ver o anúncio].

 

FIERARD, AFFONSO:

Comerciante de jóias, na década de 1850, em um anúncio no jornal informava aos interessados que estava hospedado na Casa de Saúde (que também funcionava como hotel), do francês Charles Pierre Etchecoin.

 

FIGUEIRA, DOMINGOS DE ANDRADE:

Professor de História e Geografia, em 1856, no Lycêo Paulistano.

 

FILIPINA E DANIEL BEBBER:

Imigrantes alemães, com base nas informações de seus inventários, abertos em 1874 e 1877, respectivamente, possuíam terras em São Bernardo e imóveis nas Freguesias da Sé e Santa Ifigênia (Centro de São Paulo).

 

FONSECA, NICOLAU ALVES DA:

Conhecido como "Carranca", é mencionado quando das reformas da Igreja de São Gonçalo, em 1763:

"registrada na sessão da Câmara de 7 de maio desse ano. Com efeito, 'chamaram o alcaide do mesmo Senado Domingos de Cubas e lhe ordenaram que notifique e fosse notificar a Nicolau Alves da Fonseca chamado o Carranca... das obras que está fazendo na capella de São Gonçalo Garcia não continue com o alicerce que intentou fazer no outão de São Gonçalo para o meio da rua deixando-a enficoanada (sic) com prejuízo do bem comum pena de que continuando com o dito alicerce de ser condenado em seis mil reis e trinta dias de cadeia'. O Carranca, pelo visto andou querendo exagerar os limites do terreno da igreja, no que fooi advertido pela Câmara."

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.218.]

 

FONTE MONUMENTAL:

Inaugurada em 1927, a escultura está localizada na Praça Júlio de Mesquita. A obra passou por reforma e restauro entre os anos de 2012 e 2013, quando foram instaladas uma cerca de vidro e os detalhes, as lagostas e os mascarões, originalmente de bronze, foram trocados por cópias de resina, com o objetivo de evitar o furto da peça. O projeto de restauro e reforma da fonte custou cerca de R$ 500mil.

Leia mais detalhes sobre o projeto de restauração em: "Fonte ganha 'aquário' para não ser mais usada como banheiro", artigo de Jairo Marques, publicado na Folha de S.Paulo, em 15 de março de 2013.

 

FORÇA PÚBLICA:

Criada em 1831, a Guarda Municipal Permanente, em 1837 passa a ser Corpo Policial Permanente e em 1947, torna-se Força Pública. Em 1970, passa a ser a Polícia Militar do Estado de São Paulo.

 

FOX, D.M.:

Mencionado no Almanak da Província de S.Paulo - para 1873 (1873): como superintendente e engenheiro chefe da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, morador da Rua Alegre, número 6.

 

FOX, HENRIQUE:

Em 1856, de acordo com o anúncio publicado no Correio Paulistano, em sua casa, na Rua do Rozario, estavam disponíveis "gottas anti-cholericas" para venda.

 

FRANÇA, ANNA CANDIDA ALVIM FERREIRA:

Filha de filha de Joaquim Antonio Alves Alvim. Faleceu em agosto de 1865.

 

FRANÇA, COLLEGIO DE LINDORF ERNESTO FERREIRA:

De acordo com o anúncio do Correio Paulistano de 1856, o colégio tem como objetivo ensinar as primeiras letras, latim e francês.

 

FRANCISCO ALVES PEREIRA:

Em 1828, morado da Rua do Commércio, n.10 (O Farol Paulistano, número 174, de 20 de dezembro de 1828).

 

FRANCISCO ANTONIO PINTO BASTOS (CAPITÃO):

Morava, em 1828, na Rua de São Gonçalo, 4.

 

FRANCISCO DE ASSIS MASCARENHAS:

Conde de São João da Palma. e um dos quatro primeiros senadores nomeados por São Paulo, em 1826.

 

FRANCISCO DE PAULA GOMES DA SILVA:

Diretor e professor de Primeiras Letras, Doutrina Cristã, em 1856, do Lycêo Paulistano.

 

FRANCISCO DE PAULA TOLEDO:

Professor de Latim e Retórica, em 1856, no Lycêo Paulistano.

 

FRANCISCO DE SOUSA:

Marido de Anna de Proença, é mencionado quando do cumprimento do testamento de sua esposa:

" 'Recebi de Francisco de Sousa como testamenteiro da defunta sua mulher Anna de Proença uma toalha de linho para o altar de Nossa Senhora da Luz que deixou na verba do seu testamento e por verdade lhe passei a quitação. Hoje 24 de junho de 1680 annos - o ermitão de Nossa Senhora da Luz, João Almeida' "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.29.]

 

FRANCISCO DIAS:

Em 1689, era proprietário de uma casa em taipa de pilão, no local onde está a Casa Número 1 (Casa da Imagem), na atual Rua Roberto Simonsen. Consta que nesse ano, vendeu a casa/terreno para o bandeirante Gaspar Godoy Moreira.

 

FRANCISCO DIOGO PEREIRA DE VASCONCELLOS (DOUTOR):

Seu mandato como administrador da Província de São Paulo começou em 29 de abril de 1856 e terminou em 22 de janeiro de 1857.

 

FRANCISCO GONÇALVES GOMIDE:

Engenheiro. No livro "Espaços de saber e poder: instituições e seus agentes na perspectiva da história social" (autores: Cíntia Vieira Souto, Marcelo Vianna, Ana Paula Korndörfer, Thiago Aguiar de Moraes), de 2014, publicaram que Francisco Gonçalves Gomide foi aluno da segunda fase do Gabinete Topográfico, no ano de 1852 e membro do conselho de engenheiros chefes de seção de obras públcias da Provìncia de São Paulo; no ano de 1858 substituiu o engenheiro William Elliot na direção das obras da estrada que ia da capital para Santos.

Mencionado na seção Expediente da Presidencia, referente a data de 21 de dezembro de 1855, (publicado no Correio Paulistano de 2 de janeiro de 1856):

"Ao engenheiro Francisco Gonçalves Gomide. - Communico a Vmc., em resposta ao officio de hoje, que expedi ordem á thesouraria para pagar-lhe a quantia de 82$ rs. despendida na commissão, de que se achã encarregados os engenheiros Elliot e cameron, deduzidos os 200$ rs. que já recebeu por conta."

No artigo do Arquivo Histórico Municipal Washington Luís, é mencionado no texto "Antônio Bernardo Quartim, 'arquiteto' ou 'engenheiro construtor'?":

 

FRANCISCO IGNACIO DAS CHAGAS:

Professor de música, em 1856, do Lycêo Paulistano.

 

FRANCISCO JOSÉ DAS CHAGAS (CHAGUINHAS):

Popularmente conhecidos como Chaguinhas, foi um dos condenados em 1821 e sepultados no Cemitério dos Aflitos. Ele foi um dos responsáveis pelo Motim de Santos, quando na noite de 28 para 29 de junho de 1821, pela falta, por longo período, do pagamento de soldo, encontrando-se "a maioria das praças andrajosas e famintas", segundo Antonio Barreto do Amaral, o 1o. Batalhão de Caçadores revoltaram-se, arrombaram a cadeia e casa do trem bélico, e com as armas obtidas nessas instituições, "prenderam ou initimidaram autoridades, invadiram lares, saquearam e impuseram resgate". No dia 2 de julho, partiram da capital o 2o. Batalhão de Caçadores, chegando de surpresa em Santos, no dia 6 de julho com ordens de prisão para os amotinados. Foram condenados os responsáveis pelos motim e os oficiais que no momento do levante abandoram a unidade: os sete responsáveis pelo motim foram condenados à morte, outros vinte foram enviados para África (pérpétuo degredo) e os demais receberam penas menores. Dos sete condenados à morte, cinco foram executados em Santos e dois, Francisco José das Chagas e Joaquim José Cotindiba, por serem naturais de São Paulo, foram enviados para a forca da capital.

Os condenados partiram de Santos no dia 15 de setembro de 1821 e no dia 17 foram colocados à disposição do juiz relator para que fosse concluída a sentença, sendo sentenciados no dia 20.

A execução da sentença de morte de Francisco José das Chagas, o Chaguinhas, comoveu a população:

"Um fato macabro então aconteceu, enchendo de espanto e ao mesmo tempo de piedade o povo que assistia ao tétrico espetáculo: partiu-se a corda de barbante que suspendia o cabo José das Chagas. mandado fosse substituída pelo laço de couro, ttrazido de um açougue próximo, este não suportou o peso do condenado, sendo preciso que lançassem mão de um novo laço de couro para que a sentença fosse cumprida."

[AMARAL, Antonio Barreto do. Dicionário de história de São Paulo. Coleção Paulística. Volume XIX. São Paulo: Imesp, 2006, p.189.]

Anos depois, na sessão da Câmara de 22 de maio de 1835, Padre Diogo Antônio Feijó, relembrou o acontecimento:

"Senhor Presidente, o que eu entendo por atrocidade é, por exemplo, isto: mandar enforcar um homem, tendo ainda recurso legal contra sentença. Senhor Presidente, eu o vi com meus p´roprios olhos, na minha província. Era o primeiro espetáculo destes; a curiosidade chamou-me àquele lugar. O desgraçado pendurado, caiu por haver se cortado a corda. Recorreu-se ao Governo da Província, pedindo que se demorasse a execução, enquanto se implorava a clemência ao príncipe regente; não foram atendidos; alegou-se não haver corda própria para enforcar; mandou que se usasse laço de couro. Foi-se ao açougue, levou-se o laço; o infeliz foi de novo pendurado, mas o instrumento não era capaz de sufocar com presteza. Partiu-se de novo a corda e o miserável caiu ainda semivivo; já em terra fooi acabado de assassinar."

[AMARAL, Antonio Barreto do. Dicionário de história de São Paulo. Coleção Paulística. Volume XIX. São Paulo: Imesp, 2006, p.189-190.]

 

FRANCISCO MARIA DE SOUZA FURTADO DE MENDONÇA, DR.:

Foi lente catedrático, 2a. cadeira da Faculdade de Direito (5o. anno) e em 1856, residia na Descida do Porto Geral.

 

FRANCISCO MATARAZZO:

Muda-se de Sorocaba para São Paulo em 1890.

 

FRANCISCO NUNES RAMALHO (CAPITÃO):

Em 1827, em um anúncio no O Farol Paulistano (Número 61, de 7 de novembro de 1827), seu nome está relacionado com o endereço da Rua do Piques, n.66. Em 1828, em outro anúncio, menciona que o mesmo mora nesse endereço (O Farol Paulistano, número 80, de 16 de janeiro de 1828).

 

FRANCISCO RUIZ VELHO:

Em 1619, vendeu uma casa de sua propriedade, para a Câmara Municipal, onde esta instalou sua sede.

 

FREDERICO BORGHOFF:

Imigrante alemão, médico, chegou ao Brasil por volta de 1850. Em 1867, junto com outros imigrantes alemães solicitam a concessão do terreno destinado à construção do comeitério dos protestantes, na Assembléia Legislativa Provincial, na 26a. Sessão Ordinária de 8 de julho de 1867:

[Correio Paulistano, Anno XIV, Número 3346: 26 de julho de 1867]

 

FREDERICO GLETTE:

Junto com Victor Nothmann, em 1879, comprou terrenos nas áreas das Chácaras das Palmeiras e Mauá, para desenvolver empreendimentos imobiliários, bairros que ficaram conhecidos como Campos Elíseos e Higienópolis.

 

FREDERICO RINGAMANN:

Segundo informação publicada no Correio Paulistano, no dia 2 de janeiro de 1856, Frederico Ringamann era um trabalhador alemão, naturald a Villa Janno do Reino da Prussia, que faleceu no dia 14 de dezembro de 1855, no Hospital da Misericórdia.

 

FREI DIOGO:

Frei assasinado na área da Luz, na época conhecida como Guarepe / Guaré, no século XVI:

"nas imediações da ermida da Luz foi um franciscano assassinado por um militar espanhol. Era frei Diogo que pagou com a morte a insolência de apenas ter pedido uma esmola ao soldado. O frade exercia o ministério de capelão da esquadra de Diogo Flores Valdez, que tocara em São Vicente no seu regresso para Europa. Jaboatão fala na ermida da Luz e a data é de 1583!"

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.24-25.]

Segundo Leonardo Arroyo, o assasinato do frei foi um grande acontecimento na, então, vila, provavelmente, o primeiro ou um dos primeiros de grande repercussão entre os moradores. Em carta destinada para o Capitão Jerônimo Leitão (12 de novembro de 1583), os oficiais da Câmara descreviam o assassino como "ho coxo", e, para Arroyo, tal informação

"de certa forma revela o carater do militar, que deveria ser um ressentido por decorrência do seu aleijão, um homem de maus bofes que não pôde tolerar o pedido do frade humilde."

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.26.]

 

FRESNEAU ALFAIATE:

Em janeiro de 1856, através da publicação no Correio Paulistano, Fresneau informa que estabeleceu sua loja na Rua do Rosário, na Rua Direita e retornou para o primeiro endereço:

"MUDANÇA

Fresneau Alfaiate, participa aos seus freguezes que mudou a sua loja de alfaiate da rua Direita para a sua antiga morada na rua do Rozario."

[Clique aqui, para ver a imagem do anúncio]

 

FRIEDRICH, JACOB:

Na década de 1870, recebeu a concessão de explorar quiosques no Jardim da Luz, após a concessão anterior, dada a Joaquim Eugênio de Lima foi cancelada.

 

letra Eletra Fletra G

 

CENTRO DE SÃO PAULO

 


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HISTÓRIA DO COMÉRCIO DO CENTRO DE SÃO PAULO

[projeto em desenvolvimento]


A

A Cidade de Londres
A. J. Mauricio Pereira
Alfaiataria de Pedro Bourgad
Armarinho da Rua das Casinhas
Armazém de Guilherme Kraeuter
Armazém de José Antonio Martins
Armazém Rua São Bento n.93

 

B

Banco do Brasil
Bernardo Martins Meira
Botequim Paulistano
Botica de Joaquim Pires Garcia
Boticário João Antonio Rosa

 

C

Candido Ribeiro dos Santos, cirurgião - clinica homeopática
Casa da Rua do Rozário, 13 - livros (1828)
Casa de Antonio Bernardo Quartim

Casa de Comércio de Gabriel Henriques Pessoa
Casa de J.Dillon
Casa de Joaquim de Elias
Casa de Joaquim José Correa, 1828
Casa de José Marques da Cruz (secos e molhados)
Casa de Henrique Fox
Casa de Luiz Paião
Casa Faria
Casa Fretin

Casa Lemcke
Casa Levy de Pianos
Coelho & Teixeira (loja de fazendas)
Collegio de Lindorf Ernesto Ferreira França
Curso Elementar de Bellas Letras

 

D

Dentista francês: A. Masseran
Depósito de Calçados da Fábrica de Siré Irmãos
Diligencia Progresso Paulista
Domingos Antonio Gomes - leilão
Dr. Theodoro Reichert

 

E

Estabelecimento da Rua Direita (1828)
Estabelecimento da Rua Direita, 2 (1828)
Estabelecimento da Rua Direita, 20 (1828)
Estabelecimento da Rua do Commercio, 3 (1828)
Estabelecimento da Rua do Rozário, 12 (1828)
Estabalecimento da Rua do Rozario, 22 (1828)
Estabelecimento da Rua do Rozario, 58 (1856)
Estabelecimento da Rua dos Piques
Estabelecimento de Henrique Luiz
Estabelecimento de José Fascio (1828)

 

F

Fábrica de Canastras e Tamancos
Fazendas (Tecidos) de Domingos Henrique da Silva

Ferraria Coelho & Marques
Frederico Fontame: carros para alugar
Fresneau Alfaiate

 

H

Hotel da Boa Vista / Hotel do Hilário
Hotel da Providencia
Hotel Palm

 

J

João Rost, cirurgião dentista
Jules Martin / Imperial Litografia

 

L

Livraria da Rua Direita
Livraria do Largo do Collegio
Livraria Ricardo Matthes
Loja da Raposa
Loja de Domingos de Paiva Azevedo
Loja de Ourives de Luiz Suplicy

 

M

Manoel José Bastos, artista daguerreotypo
Médico homeopata Carlos Marquios
Mestra de Primeiras Lettras, 1828
M.Izidoro, Mestre de Francês, 1828

 

P

Padaria Anno Bom
Padaria Franceza (1828)
Progredior

 

R

Relojoaria de Luiz Bamberg

 

S

Salão da Paulicéa
Salla de Esgrima
Sinhana dos Bolinhos

 

T

Theatro S.Paulo
The Berlitz School of Languages
Tintureiro N.J.V. Ferard
Typographia na Rua de São José, 33

 

V

Vendedeiras de Peixe

 









SÉCULO XXI

2001 - 2010

2011 - 2020

 



São Paulo nas Alturas

Raul Juste Lores
Três Estrelas
2017

Nos anos 1950, uma grande transformação ocorreu em São Paulo: arquitetos modernos passaram a ser mais mais requisitados por uma renovada indústria imobiliária. Em pouco mais de 10 anos, foram criados os mais icônicos edifícios da cidade, graças à aliança de arquitetos talentosos, como Niemeyer, David Libeskind Franz Heep, com empreendedores audazes, entre eles Artacho Jurado, Octavio Frias de Oliveira e José Tjurs. Copan, Itália e Nações Unidas, Conjunto Nacional, o centro comercial Grandes Galerias (hoje conhecido como “Galeria do Rock”) e vários outros prédios de grande qualidade arquitetônica foram erguidos nessa época e moldaram para sempre a imagem da capital, espelhando sua pujança, seu dinamismo e sua modernidade. Em São Paulo nas alturas, Raul Juste Lores reconstitui esse importante período, apresentando a surpreendente trajetória de seus principais personagens, mulheres e homens que deram rumo novo à arquitetura, à construção e à vida urbana no Brasil. O livro traz também 98 fotos e um guia dos prédios em São Paulo...[+]

 


Os Jesuítas na Vila de São Paulo: Século XVI (Classic Reprint)

Serafim Leite
Forgotten Books
2018

Quando os Jesuítas saíram de Lisboa com Tomé de Souza para a obra de colonização e evangelização do Brasil já sabiam que havia algumas povoações de Portugueses ao norte e ao sul da Baía. Precisamente se fun - dava a cidade do Salvador, porque além 'do sítio ser acomodado, ficaria como traço de união na costa imensa entre as vilas de Olinda ao norte e as de Ilheus, Porto Seguro, Espírito Santo, S Vicente, ao sul. Ora apenas se estabeleceu na nova capital, o P. Manuel da Nóbrega, superior dos Jesuítas, pensou em fazer beneficiar da actividade dos Padres as diversas Capitanias. A S. Vicente enviou o P. Leonardo Nunes, homem de vastos recursos, seguindo-se-lhe logo 0 ir. Diogo Jácome e depois outros, além dos que em breve ali se receberam na Companhia...[+]

 


Tudo é passageiro: expansão urbana, transporte público e o extermínio dos bondes em São Paulo

Ayrton Camargo e Silva
Annablume
2015

O livro inicia-se com a apresentação do processo de urbanização da cidade dinamizado a partir do século XIX, sobretudo após a inauguração em 1867 da ferrovia conectando Santos a Jundiaí, relacionando-o com as principais formas de circulação organizada, no período em que antecede a chegada da Light a São Paulo, em 1899. A inauguração do sistema de bondes elétricos traz uma nova forma de exploração dos serviços públicos, expondo diversas contradições na relação entre o concessionário dos serviços de viação e energia e o poder concedente. A crise de abastecimento de energia ocorrida na década de 20, em paralelo a um surto de propostas urbanísticas que não consideravam o transporte coletivo o elemento estruturador da mobilidade, antecede o impasse que se desenhava ante o futuro da rede de bondes. As restrições impostas pela seca à circulação dos coletivos elétricos estimulou o surgimento do ônibus como alternativa de circulação, rompendo para sempre o monopólio da Light na operação do transporte na cidade. Mudanças na política advindas com a Revolução de 30 atrapalharam os planos da Light de expansão da rede de bondes. Por outro lado, a prefeitura chega às mãos de Prestes Maia, um dos maiores críticos do plano de reformulação da rede de transportes e um dos autores do Plano de Avenidas que, sob sua condução, sairia do papel para redirecionar a expansão urbana. Desestimulada, a Light anuncia seu desejo de entregar o acervo do sistema de bondes. A crise é instaurada, e a prefeitura cria uma comissão para definir soluções. Sob o atento acompanhamento de Prestes Maia, a comissão estrutura as bases do transporte público do município: a concessão caberá a uma empresa pública monopolista, os bondes serão paulatinamente desativados, substituídos preferencialmente pelos trólebus mas, na prática, pelos ônibus. A década de 50 se inaugura com a cidade vendo concretizadas as bases do Plano de Avenidas, onde pesados investimentos viários consolidavam a circulação sobre pneus. Nele não havia espaço para o transporte público. Em 1961, Prestes Maia volta à prefeitura e retoma a desativação do sistema de bondes, que terá de seu sucessor - Faria Lima - a pá de cal, com banda de música e foguetórios, deixando aberto o caminho para a grande crise da mobilidade da cidade...[+]

 


O Mercado do Prestígio
Consumo, capitalismo e modernidade na São Paulo da “Belle Époque” (1890-1914)

Milena Fernandes de Oliveira
Alameda
2016

À medida que o capitalismo lança suas raízes nas sociedades periféricas, um processo de modernização de características específicas segue seu curso. No país como um todo, as marcas da escravidão ainda estão vívidas; na cidade de São Paulo, a nova elite cafeeira procura apagar os vestígios do seu passado escravagista utilizando as divisas obtidas com a venda do café para trazer, entre outras coisas, as novidades da moda da “Belle Époque” europeia. A cidade vive uma época de transformação urbana, com a abertura de ruas e avenidas, melhorias no âmbito do saneamento e instalação da iluminação elétrica; cria-se, assim, um ambiente favorável à construção de novos imóveis – alguns palacetes – pelas famílias abonadas que almejam adquirir um verniz europeu. A pesquisa que norteou a realização desse livro partiu dos aspectos característicos da modernização de São Paulo para concentrar-se no papel desempenhado pelo comércio de luxo na mudança dos hábitos e do modo de vida das classes urbanas. A “Revolução do Consumo”, fenômeno que corre paralelo à Revolução Industrial no hemisfério Norte, tem na periferia um papel importante na formação da elite: consagra sua participação no “mundo civilizado” e diferencia-a das classes trabalhadoras (nesse momento integradas em grande medida pelos imigrantes que chegavam em massa). Guiando-nos através do comércio das luxuosas casas especializadas em artigos finos importados, que integravam a nova paisagem urbana, e mostrando como as classes abastadas assimilavam as novidades no campo do vestuário, do lazer e da moradia, o livro, de leitura agradável, traz uma valiosa contribuição ao conhecimento da sociedade paulistana do início do século XX...[+]

 


A Academia de São Paulo: Tradições e Reminiscencias, Estudantes, Estudantões, Estudantadas (Classic Reprint)

Almeida Nogueira
Forgotten Books
2018

Mal avisado andou o meu nobre amigo dr. Almeida Nogueira no convite que me endereçou para prefaciar o presente volume, que é o septimo da serie de livros de sua lavra, subordinada ao título geral Tradições e Reminis cencias, em que se propoz a tarefa de passar em revista a Academia de S. Paulo, desde a sua fundação até aos nossos dias, fixando na bem apparelhada objectiva de sua escripta momentos e aspectos por sua natureza instantaneos e fugi dios. Mal avisado, disse eu, e não me desdigo. No fim de oontas, um prefacio, nas condições do que ora faço, não é uma verdadeira estopada imposta ao leitor, que, para o deletrear, retarda o prazer de devorar as paginas que se seguem? Creio que sim. Um prefacio, a não ser explica tivo do texto do corpo do livro, sempre foi uma artimanha ou cousa semelhante, que sómente serve para desmandi bolar o leitor até às orelhas num bocejo inlindavel. Em todo caso, me adsum, unicamente para corresponder a gentileza do convite do auctor, cuja cerebração, rica e pode rosa, admiro de ha muito no meio espiritual de S. Paulo, que, aliás, não é tão sáfaro de homens de valor mental...[+]

 


Salas de Cinema e História Urbana de São Paulo (1895-1930)

José Inácio de Melo Souza
Senac
2016

"Salas de cinema e história urbana de São Paulo (1895-1930) - o cinema dos engenheiros" apresenta um vasto panorama sobre os espaços de exibição cinematográfica na cidade de São Paulo, cobrindo todo o ciclo do cinema silencioso. Por meio da documentação custodiada pelo Arquivo Histórico de São Paulo (AHSP- SMC/PMSP), um dos principais acervos históricos da cidade, o autor reconstitui um momento significativo da história do cinema e da memória urbana paulistana do século XX, marcado pela presença das "salas de rua". Nesta edição, que amplia os estudos de seu livro Imagens do passado - São Paulo e Rio de Janeiro nos primórdios do cinema (Editora Senac São Paulo, 2004), o autor recupera no rico conjunto documental do AHSP projetos de salas especialmente construídas, ou adaptações, para abrigar os cinematógrafos, reproduzindo fachadas, plantas e cortes dessas edificações, além de outros registros de acervos diversos, como anúncios na imprensa, fotografias e cartões- postais. José Inacio de Melo Souza, um dos mais dedicados pesquisadores da história do cinema no Brasil, destaca documentos pouco conhecidos, delineando uma perspectiva renovada sobre esse complexo momento de introdução do cinema em São Paulo e a constituição de um circuito de distribuição e exibição, espaço de socialização privilegiado da modernidade...[+]

 



O Banco Da Ordem

Thiago Fontelas Rosado Gambi
Editora Alameda
2015

Este trabalho busca reconstituir a história do segundo Banco do Brasil, o banco da Ordem fundado em 1853. O segundo Banco do Brasil foi idealizado e concretizado pelo então ministro da fazenda Joaquim José Rodrigues Torres, futuro visconde de I oraí, considerado hoje o pai do Banco do Brasil nos dias de hoje e se inseria como braço financeiro, no projeto conservador de centralização e consolidação do Estado imperial. Este trabalho sugere que o banco foi resultado desse projeto político mais amplo levado a cabo pelos saquaremas. Embora fosse uma instituição privada, suas relações com o governo eram estreitas. Como cabia ao imperador nomear o presidente da instituição, seus olhos se faziam presentes no coração da máquina monetária e, em menor medida, creditícia da economia mercantil escravista brasileira. Era o banco o responsável pelo controle da oferta monetária da economia e para isso contava formalmente com o monopólio da emissão de notas bancárias em todo o império. Ao controlar tal oferta, o banco poderia regular a liquidez do mercado e a taxa de desconto...[+]

 


São Paulo 460 Anos

Cabral Francisco
Alambert Junior
Editora Brasileira
2015

São Paulo sempre foi tão cheia de paradoxos quanto é cheia de gente e edifícios. Um ligar de topografia sentimental e inusitada. Louvada por alguns, odiada por outros. A única certeza que nos resta nestes 460 anos é que, para todos, locais ou estrangeiros, no passado e no presente, amar São Paulo, definir São Paulo, retratar São Paulo é sempre um problema de extremos, de paradoxos, de impossibilidade de síntese ou de certezas. Amar São Paulo é uma alegria triste, uma beleza feia, um assombro ultrajante e fascinante. Ver, e viver, São Paulo também é tudo isso...[+]

 


Dimensões da cultura e da sociabilidade: os festejos carnavalescos da cidade de São Paulo (1940-1964)

Zélia Lopes da Silva
SciELO - Editora UNESP
2015

Como era o Carnaval em São Paulo antes da consagração das escolas de samba e antes da consolidação em solo paulista do modelo de desfile similar ao que já vigorava no Rio de Janeiro? O presente livro busca rastrear e investigar as muitas formas de diversão dos foliões e traçar o perfil desses carnavais na cidade de São Paulo, de 1940 a 1964. Vindo preencher uma lacuna nos estudos sobre o tema nesse recorte de tempo – há pouquíssimos estudos sobre os folguedos carnavalescos ocorridos em São Paulo entre 1940 e 1964 –, esta obra mergulha em um período que, embora não tenha sido aquele em que o Carnaval paulista conheceu seu maior esplendor, apresentou nos festejos de Momo importantes signos da sociabilidade da época...[+]

 



A Capital da Vertigem. Uma História de São Paulo de 1900 a 1954

Roberto Pompeu de Toledo
Objetiva
2015

O jornalista Roberto Pompeu de Toledo narra em 'A capital da vertigem' sua arrancada rumo à modernidade. Eis uma cidade que deixa a condição de vila e se torna a maior metrópole do país. É a capital da vertigem - vertigem artística, industrial, demográfica, social e urbanística. Neste painel que vai do início do século XX a 1954 - quando a cidade completa quatrocentos anos -, aparecem personagens como Oswald e Mário de Andrade, Monteiro Lobato, Washington Luís, Prestes Maia, e Francisco Matarazzo, e surgem episódios que vão da Semana de Arte Moderna de 1922 à epidemia de gripe espanhola, da Revolução de 1924 à chegada do futebol ao país....[+] 

Também disponível na versão digital e-pub

 


Tijolo Sobre Tijolo - Os Alemães Que Construiram Sao Paulo

Adriane Acosta Baldin
Prismas
2014

As grandes cidades são resultantes de complexos processos históricos, econômicos, sociais e têm uma sólida base na geografia natural e humana. Uma enorme quantidade de pessoas teve participação ativa em sua formação, deixando sua marca no que foi edificado e na cultura que as caracteriza. Em cada grande cidade a combinação desses elementos é única, dada a grande diversidade de fatores em ação. Entender como se deu a interação entre esses fatores exige a identificação de cada um deles e a avaliação de sua importância, permitindo ao historiador estabelecer a sua interpretação para o nexo que os une. É esse caminho que Adriane Baldin percorreu ao escolher a importante contribuição da imigração alemã de meados do século XIX para a construção da cidade de São Paulo. Caminho percorrido com segurança, repleto de descobertas à medida que as fontes primárias iam sendo pesquisadas, e que permitiu estabelecer com clareza o papel fundamental que os engenheiros e a mão de obra com qualificação técnica de origem alemã exerceram para a constituição da infraestrutura urbana e aprimoramento das técnicas de construção da cidade que, na segunda metade do século XIX, passou por um crescimento vertiginoso. Um aspecto original da pesquisa agora editada é a identificação da presença expressiva de imigrantes alemães entre os profissionais da construção civil no período estudado, das décadas de 1850 e 1860. Consultando arquivos, pesquisando e selecionando imagens e plantas da cidade, a autora traz com este trabalho uma contribuição altamente significativa para o conhecimento da história da cidade de São Paulo e da participação da imigração alemã na sua formação...[+]

 


O Ofício da Liberdade. Trabalhadores Libertados em São Paulo e Campinas. 1830-1888

Marília Bueno de Araújo Ariza
Alameda
2014

Para comprar a alforria de seu filho Paulo, de dez anos, a liberta Maria assumiu dívidas e o risco de pagá-las com a prestação de serviços indefinidos, por tempo indeterminado. Benedicta e Caciano igualmente entregaram seu trabalho para a compra da liberdade de Roza, respectivamente sua filha e companheira. Cazemiro, passando já dos 60 anos, custeava sozinho o preço de sua libertação ao prestar serviços 'compatíveis com sua idade'. Assentadas no território movediço dos limites entre liberdade e escravidão no século XIX, as histórias de Maria e Paulo, Cazemiro, Benedicta, Roza e Caciano não foram únicas e tampouco raras. Muitos outros homens e mulheres escravizados angariaram o apoio de família e amigos, empenharam economias e dedicaram anos de árduo trabalho para comprar alforrias por meio da prestação de serviços. Nascido de uma pesquisa de mestrado, 'O ofício da liberdade' investiga arranjos de trabalho e disputas por liberdade ao analisar contratos de locação de serviços nas cidades de São Paulo e Campinas entre 1830 e 1888. Ao mesmo tempo sucintos e complexos, estes contratos estiveram no centro de negociações e conflitos entre a camada senhorial e os trabalhadores determinados a realizar seus projetos de liberdade. Valendo-se também da análise de Ações de Liberdade e Cartas de Liberdade, o livro busca interpelar os sentidos das emancipações construídas por estes trabalhadores libertos. Duas faces da emancipação escrava estampam as páginas deste trabalho, de um lado, a inserção dos contratos de locação de serviços na lógica das alforrias compensatórias produzidas ao longo do século XIX, proporcionando a continuidade do domínio escravista e da exploração do trabalho dos egressos da escravidão no pós -emancipação. De outro, as lutas e a determinação de homens e mulheres escravizados a caminho da liberdade...[+]

 


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