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dicionário do centro de são paulo

atualizado em: 26 de agosto de 2017

 

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SALÃO PAULICÉA:

Em 2 de fevereiro de 1897, com base no anúncio publicado no periódico "O Comércio de São Paulo", o Salão da Paulicéa recebeu o Vitascope de Edison...[continue lendo]

 

SANTUÁRIO DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS:

Bibliografia:

BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.

 

SÃO PAULO RAILWAY:

Inaugurada em 1867 - popularmente chamada de "A Inglesa" e posteriormente, de Estrada de Ferro Santos-Jundiaí.

 

SARAIVA, JOSÉ ANTONIO:

Administrou a Província de São Paulo de 17 de julho de 1854 a 12 de novembro de 1855, , segundo Almeida Nogueira, em Academia de São Paulo: tradições e reminiscências: volume 5. São Paulo: Saraiva, 1977. No mesmo livro, há um rodapé informando que Eugênio Egas, na Galeria dos presidentes de São Paulo, I, 233, informa que o período correto é de 26 de junho de 1854 a 16 de maio de 1855.

 

SARDINHA FILHO, AFONSO:

Eleito pela Câmara Municipal, em 30 de setembro de 1592, capitão da guerra contar os índios do interior.

 

SCHAUMANN, GUSTAVO (OU GUSTAV SCHAUMANN):

Imigrante alemão. Farmacêutico. Ocupou o cargo de Cônsul do Império Germânico em São Paulo. Chegou em Santos em 1848 e, em São Paulo, em 1853.

 

SCHULTZ, GUILHERME:

Imigrante alemão, chegou ao Brasil por volta de 1870, juntamente com Augusto Hoff, comprou a chácara Mauá (1876) e depois a vendeu para Victor Nothmann e Frederico Glette(1879).

 

SCHUMACKER, CARLOS:

Imigrante alemão, chegou ao Brasil, em 1827, proprietário de uma fábrica de chapéus.

 

SÉ, PRAÇA DA:

Artigo:

Metrópole e as múltiplas dimensões do Espaço Público Praça da Sé, São Paulo, Brasil. Alexandre Emílio Lipai. Vitruvius. 2006

 

SEBASTIÃO GIL:

Procurador do Conselho que em em 17 de setembro de 1639 apresentou na Câmara um requerimento sobre problemas com a posse e distribuição de terras em São Paulo (Atas IV, 433).

 

SECOS & MOLHADOS:

Por volta de 1830, Carlota Augusta Greffe de Borba, conhecida como viúva Greffe, após se casar com um integrante da Família Boba, mudou-se para Rua da Constituição (atual Rua Florêncio de Abreu) e, o local, a edificação, além de servir de moradia para a família, também era o endereço de uma armação de secos e molhados da família.

 

SECRETARIA MUNICIPAL DE NEGÓCIOS JURÍDICOS:

A edificação localizada na esquina do Pátio do Colégio (npumeros 5 a 13), com a Rua Anchieta (números 50 e 54), atualmente, abriga a Secretaria Municipal de Negócios Jurídicos. Inicialmente, a edificação possuía quatro pavimentos além do térreo, em 1933, recebeu outros três pavimentos...[+]

 

SEMINÁRIO DAS EDUCANDAS DE NOSSA SENHORA DA GLÓRIA:

Inaugurado em 1825, com o objetivo de atender meninas carentes.

 

SERVIÇO POSTAL (CORREIOS):

As duas primeiras linhas de correio de São Paulo foram criadas em 28 de julho de 1798: uma para a cidade de Santos e outra para o Rio de Janeiro.

 

SETE VOLTAS:

No passado a área hoje conhecida como Parque Dom Pedro, era chamada de Várzea do Carmo, onde os afluentes do Rio Tamanduateí (Canal de Piratininga), formavam diversos braços de rios, e esses eram chamados pela população de "Sete Voltas".

 

SILVA, CELESTINO DA:

Encarregado de constratar os artitas e a companhia lírica para a inauguração do Teatro Municipal.

 

SILVA, DOMINGOS HENRIQUE DA:

Em 1856: Domingos Henrique da Silva, anuncia que estão à disposição dos clientes interessados, sortimentos variados de fazendas, chapéus, sedas etc. em sua "casa" (não fica claro se é a residência ou o estabelecimento) na Ladeira de Santo Antonio, 8. Para ver os anúncios, clique aqui.

Em 1865, adquiriu o Hotel do Hilário, localizado no terreno onde está a Casa da Imagem (Casa Número 1), reformou o espaço, rebatizando-o de Hotel da Boa Vista.

 

SINHANA DOS BOLINHOS:

"(...) preta velha e estorricada, fôrra, já há anos, manquitolante como o saci-pererê, sempre de pitinho de barro na boca, ficava, à tardinha, horas inteiras, naqueles tempos, a atirar pedrinhas nas águas que ali corriam sob a Ponte do Acu... Acontecera que a pobre, que tinha armado seu ranchinho pouco distante dali e passava momentos alegres pescando lambaris num côvo para com eles fritar gostosos bolinhos que vendia a vintém cada um, certo dia perdera a razão. Fora o caso que alguém, por brincadeira ou perversidade, espalhara, na cidade, que os bolinhos da Sinhana matavam tanto quanto as águas do rio de onde ela tirava os peixinhos... Diante disso, mais ninguém quis saber dos bolinhos de Sinhana. E até os moleques atenazavam-na cantando, à sua passagem, as ruas, uma quadrinha da qual ninguém sabia ao certo o autor...

A Sinhana Acu
Vende bolinho
Vende peixinho
Que mata urubu!

A maldade humana sempre fere fundo. Foi assim que a pobre escrava fórra um dia enlouquecera. E sumira; desaparecera para sempre"

[MARQUES, Gabriel. "Ruas e tradições de São Paulo". São Paulo: Governo do Estado, 1966, p.66-67.]

 

SIQUEIRA, ALEXANDRE JOAQUIM DE:

Recebeu grau de bacharel em ciências jurídicas e sociais em 19 de outubro de 1835.

 

SOARES, IZABEL:

Casada com Gabriel Pinheiro Costa. Em seu testamento deixou esmolas para a Ermida do Guaré (Igreja Nossa Senhora da Luz):

"O testamento de Isabel Soares, de 1629, dispõe que 'se dê ao ermitão de Guarepe uma esmola em panno de algodão', o que foi religiosamente cumprido, pois mais adiante vamos encontrar o seguinte recibo: 'Digo eu Manuel de Atouguia ermitão que sou de Nossa Senhora de Gueré que recebi do senhor Gabriel Pinheiro Costa duas patacas em dinheiro que me deu uma esmola que sua mulher Izabel Soares que Deus tem deixou em testamento me déssem em panno e elle como testamenteiro m'as deu por verdade lhe dei esta quitação para sua guarda hoje 10 de julho de seiscentos e trinta e um annos'. "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.28.]

 

SOLAR DA MARQUESA DE SANTOS:

Informações sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 05/91(tombamento "ex-officio").

Bibliografia:

BENS CULTURAIS ARQUITETÔNICOS NO MUNICÍPIO E NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SNM – Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA – Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo S/A e SEMPLA – Secretaria Municipal de Planejamento, 1984.

 

SOUSA, FRANCISCO DE:

Marido de Anna de Proença, é mencionado quando do cumprimento do testamento de sua esposa:

" 'Recebi de Francisco de Sousa como testamenteiro da defunta sua mulher Anna de Proença uma toalha de linho para o altar de Nossa Senhora da Luz que deixou na verba do seu testamento e por verdade lhe passei a quitação. Hoje 24 de junho de 1680 annos - o ermitão de Nossa Senhora da Luz, João Almeida' "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.29.]

 

SOUSA, JOÃO DE:

Um dos religiosos que acompanhavam o grupo de Manuel da Nóbrega e José de Anchieta e que,assim como Pero Correia, foi morto pelos índios durante o retorno de uma das expedições à boca do sertão.

 

STUPAKOFF, HENRIQUE:

Inaugurou sua Fábrica de Cerveja Bavária, em 1892.

 

SYDOW, GUSTAVO:

Filho de imigrante alemão (Henrique Sydow), tornou-se um dos maiores fundidores da cidade de São Paulo.

 

SYDOW, HENRIQUE:

Imigrante alemão, artesão, especialista em fabricação de sinos. Pai de Gustavo Sydow.

 

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CAPITAL - SAO PAULO E SEU PATRIMONIO ARQUITETONICO

Juan Esteves
Antonio Carlos Abdalla
Imesp
2013

'A Secretaria de Estado da cultura de São Paulo tem imensa satisfação em apoiar a reedição do livro 'Capital - São Paulo e seu patrimônio arquitetônico, de Juan Esteves. Com curadoria de Antonio Carlos Abdalla, o conjunto de fotografias selecionadas oferece um amplo panorama da diversidade de edifícios de distintas naturezas que marcaram a capital paulista ao longo de sua história, especialmente os últimos 100 anos. Colocado em evidência no magistral registro de Juan Esteves, o patrimônio arqutetônico paulistano pode aqui ser apreciado nos detalhes que acabam por ficar invisíveis em meio à agitação cotidiana da metrópole. Ao dar merecida visibilidade aos edifícios retratados, esta publicação ajuda a sensibilizar para a necessidade de preservação desse patrimônio, uma importantíssima e difícil tarefa, que precisava envolver toda a sociedade.' - Marcelo Mattos Araujo...[+]

 


ARQUIVO HISTORICO DE SAO PAULO

Eudes Campos
Imesp
2011

Seleção de manuscritos, mapas, plantas, desenhos técnicos e fotografias, escolhidos dentre os mais de 4 milhões de itens pertencentes ao acervo do 'Arquivo Histórico de São Paulo', este livro busca compor um mosaico da história da cidade e ressalta a importância da conservação deste patrimônio diante dos desafios de compreensão do seu futuro...[+]

 


Patrimônio da metrópole paulistana

Margarida Cintra Gordinho
Iatã Cannabrava
Terceiro Nome
2010

Este livro apresenta, com fotos e textos, os bens tombados pelo Condephaat na cidade de São Paulo e em sua região metropolitana. Com ele, procuramos contribuir para amplir a possibilidade desses bens serem conhecidos, admirados e preservados, mantendo vivas as memórias e histórias que ajudam a construir nosso futuro...[+]

 


HISTORIA DOS VELHOS TEATROS DE SAO PAULO

Antonio Barreto do Amaral 
Imesp
2006

A Coleção Paulística trata de diversos aspectos da História do Estado de São Paulo, de sua formação e cultura, de alguns de seus municípios e de algumas de suas personalidades. Publicados em meados do século XX, esses volumes tiveram sua última edição entre as décadas de 1970 e 1980. A reedição revista e atualizada de 5 volumes mostra-se muito oportuna: a coleção está esgotada e os poucos volumes em circulação têm merecido o tratamento de obra rara. Disponibiliza-se, assim, a pesquisadores e estudiosos da história de São Paulo, bem como ao público em geral, importante parte da obra. Os exemplares selecionados, escritos por nomes relevantes da prosa paulista, cobrem desde a saga dos Bandeirantes até a história dos teatros paulistas, destacando-se o importante Dicionário de História de São Paulo...[+]

 

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