Website de Mônica Yamagawa

L : VERBETE

dicionário do centro de são paulo

atualizado em: 25 de abril de 2018

 

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letra Kletra Lletra M

 

LACERDA, ANTONIO GUILHERMINO GENTILI DE:

Recebeu grau de bacharel em ciências jurídicas e sociais em 29 de outubro de 1835.

 

LADEIRA DE SANTO ANTONIO

 

LADEIRA DE SÃO JOÃO

 

LADEIRA DO CARMO:

Para evitar o desabamento do Morro do Carmo, o Governo Municipal construiu um grande paredão de pedra. Atualmente, essa área é conhecida como Avenida Rangel Pestana.

 

LADEIRA DO PIQUES

 

LARGO DA CADEIA

 

LARGO DA MATRIZ:

Localizava-se onde hoje está instalada a Praça da Sé, na área próxima a atual Caixa Econômica Federal. A primeira Igreja Matriz foi conlcuída em 1612.

 

LARGO DA SÉ

 

LARGO DE SÃO FRANCISCO

 

LARGO DE SÃO GONÇALO:

Em 1784, no local, começou a ser construída a sede da Câmara Municipal, até então sem endereço fixo. A edificação também abrigaria a primeira cadeia, pois, durante o período colonial, era de praxe a instalação da câmara e da cadeia no mesmo edifício.

 

LARGO DO TEATRO:

Área conhecida hoje como Praça João Mendes. Ficou conhecida como Largo do Teatro, quando na década de 1860, alí funcionou o antigo Teatro São José. Antes, era chamada de Largo da Cadeia, pois, durante anos, no local, funcionou a cadeia e a forca de São Paulo.

 

LARGO DOS CURROS:

Futura Praça da República. Em 1864, com o início da Guerra do paraguai, estudantes fizeram exercícios de tiro no Largo dos Curros.

 

LARGO DOS PIQUES / LADEIRA DA MEMÓRIA:

O Obelisco dos Piques foi erguido em 1814 no local - considerado o primeiro momento da cidade e também conhecido como Pirâmide dos Piques.

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 05/91 (tombamento "ex-officio").

Ver também:

Clipping:

Bibliografia:

PONCIANO, Levino. Todos os centros da paulicéia. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2007.

 

LEGOUSSAT SABATIER

 

LEITÃO, JERÔNIMO:

 

LEITE, PEDRO DIAS:

Mencionado sobre a esmola deixada para a ermida de Nossa Senhora da Luz, em seu testamento:

"Pedro Dias Leite prometia 'à Nossa Senhora do Guaré um manto de tafetá'. (...) 'Certifico eu Luiz de Andrade escrivão dos órfãos desta villa de São Paulo e seu termo e dello dou minha fé em como o capitão Lourenço Castanho Taques pagou ao ermitão de Nossa Senhora da Luz Antonio João três mil réis que o defunto Pedro Dias deixou de esmola e por passar na verdade e a pedimento do dito ermitão lhe passei a presente aos oito do mez de agosto de seiscentos e cincoenta e nove annos.' "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.29.]

 

LEME, JOAQUIM JOSÉ PINTO DE MORAIS:

Brigadeiro. Em 1834, sua filha vendeu para a Marquesa de Santos, o edifício hoje conhecido como Solar da Marquesa, na Rua Roberto Simonsen. Ele recebeu essa edificação como pagamento de uma dívida em 1 de abril de 1802.

 

LEME, MARIA DA ANUNCIAÇÃO MORAIS:

Filha do Brigadeiro Joaquim José de Morais Leme, em 1834, ela vendeu a edificação, hoje conhecida como Solar da Marquesa, para a Marquesa de Santos.

 

LEONARDO LOSKIELL:

Imigrante alemão, chegou ao Brasil em 1828. Possuía uma chácara na Freguesia do Brás, no Marco da Meia Légua, de onde tirava boa parte do sustento para sua família; também possuía armazém e padaria (que, provavelmente, não funcionavam na chácara).

Na listas feitas por Dr. Justiniano de Mello Franco, diretor do núcleo de Santo Amaro-Itapecirica (área destinada aos imigrantes alemães), nas décadas de 1830 e 1840, Loskiell apareceu nos dados da documentação como sendo proprietário de armazém na capital.

 

LÍBERO BADARÓ, GIOVANNI BATISTA:

Jornalista italiano, diretor do O Observador Constitucional. Foi assassinado em 20 de novembro de 1830, na Rua de São José (hoje Rua Líbero Badaró), em frente da sua casa. Foi sepultado no Cemitério da Consolação.

 

LIMA, CARLOS AUGUSTO DE SOUSA:

Primeiro presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (inaugurado em 1891).

 

LINDORF ERNESTO FERREIRA FRANÇA, COLLEGIO DE:

De acordo com o anúncio do Correio Paulistano de 1856, o colégio tem como objetivo ensinar as primeiras letras, latim e francês.

 

 

LIVRARIA DO POVO:

Clipping: COZER, Raquel. Guia conta história de cem livrarias brasileiras. Folha de São Paulo: Ilustrada, 4 Abr. 2009.

 

LIVRARIA SARAIVA:

Clipping:

 

LOGRADOUROS:

10 de agosto de 1809: é determinado a numeração de todas as casas, identificação dos nomes das ruas (para facilitar a cobrança de impostos).

 

LOJA A CIDADE DE LONDRES:

Estabelecimento comerical dos Irmãos Ricardi que funcionou na Rua São Bento e posteriormente na Praça Antônio Prado esquina com Avenida São João. Especializada em vestuário. Para saber mais, CLIQUE AQUI.

 

LOJA DA RAPOSA:

Este estabelecimento é mencionado no livro de Gabriel Marques, "Ruas e tradições de São Paulo" (Governo do Estado, 1966). De propriedade de Mariano Antônio Vieira, localizada na Rua Direita, na segunda metade do século XIX.

 

LOJA RAVIL:

Estabelecimento antigo, loja de canetas.

Clipping: 

 

LORENA, BERNARDO JOSÉ DE:

Assumiu o governo da Capitania de São Paulo em 1788 e autorizou a construção de várias obras públicas: o Quartel de Linha (no lugar onde hoje está instalado o Palácio da Justiça – Praça da Sé/Praça João Mendes); o Hospital Militar; o Chafariz do Largo da Misericórdia; o Teatro da Ópera; o calçamento parcial de algumas vias e a abertura e construção do Caminho da Serra do Mar, apelidado de Calçada do Lorena.

Pai de D. Francisco de Assis Lorena e avô de Dona Anna Maria de Almeida Lorena. Um de seus descendentes Luiz de Lorena Rodrigues Ferreira (filho de Dona Leonor Andromeda de Almeida Lorena) construiu o Palacete Sarzedas, hoje Museu do Tribunal de Justiça.

 

LOURENÇO, ANTONIO :

Sexto de sete filhos do casal Domingos Luiz e Anna Camacho, responsáveis pela fundação da Igreja de Nossa Senhora da Luz. Foi designado pela família, em testamento de 1609, para ser o responsável pela administração da Ermida da Luz.

 

LOURENÇO CASTANHO TAQUES (CAPITÃO):

Mencionado no cumprimento dos desejos registrados no testamento de Pedro Dias Leite, sendo o responsável pelo pagamento da esmola deixada para Nossa Senhora da Luz:

"Pedro Dias Leite prometia 'à Nossa Senhora do Guaré um manto de tafetá'. (...) 'Certifico eu Luiz de Andrade escrivão dos órfãos desta villa de São Paulo e seu termo e dello dou minha fé em como o capitão Lourenço Castanho Taques pagou ao ermitão de Nossa Senhora da Luz Antonio João três mil réis que o defunto Pedro Dias deixou de esmola e por passar na verdade e a pedimento do dito ermitão lhe passei a presente aos oito do mez de agosto de seiscentos e cincoenta e nove annos.' "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.29.]

 

LOURENÇO DIAS MACHADO:

Primeiro vigário de São Paulo, assumiu a Paróquia de São Paulo (criada em 26 de agosto de 1588), em 1591.

 

LUCAS ANTONIO MONTEIRO DE BARROS:

Visconde de Congonhas do Campo. 1o. Presidente da Província de São Paulo. Tomou posse em 1 de abril de 1824.

 

LUIS ANTONIO DE SOUZA BOTELHO MOURÃO:

Fundou a Academia dos Felizes de São Paulo, primeira academia de letras da cidade. Foi governador e capitão-geral.

 

LUIZ ANTONIO PAIÃO:

De acordo com um anúncio no O Farol Paulistano (Número 80, de 16 de janeiro de 1828), morava ou trabalhava na Rua da Quitanda, em 1828.

 

LUIZ FREDERICO BAMBERG

 

LUIZ BEHRENDT

 

LUIZ BRIZZOLARA:

Escultor. Veja fotografias e mais informações sobre o Monumento Carlos Gomes, localizado na Praça Ramos de Azevedo:

 

LUIZ DA GAMA:

Na década de 1870, o poeta faz repercutir na imprensa a campanha abolicionista, assim como, através dos tribunais, obtém inúmeras manumissões (liberdade concedida ao escravo pelo seu senhor).

 

LUIZ DE ANDRADE:

Escrivão de órfãos da Villa de São Paulo (1659):

"Pedro Dias Leite prometia 'à Nossa Senhora do Guaré um manto de tafetá'. (...) 'Certifico eu Luiz de Andrade escrivão dos órfãos desta villa de São Paulo e seu termo e dello dou minha fé em como o capitão Lourenço Castanho Taques pagou ao ermitão de Nossa Senhora da Luz Antonio João três mil réis que o defunto Pedro Dias deixou de esmola e por passar na verdade e a pedimento do dito ermitão lhe passei a presente aos oito do mez de agosto de seiscentos e cincoenta e nove annos.' "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.29.]

 

LUIZ DE LORENA RODRIGUES FERREIRA:

Luiz de Lorena Rodrigues Ferreira era filho de Dona Leonor Andromeda de Almeida Lorena, ambos descendentes de Dona Anna Maria de Almeida Lorena, proprietária da Chácara Tabatinguera que abrangia não somente o terreno onde está o palacete, como também a Capela de Santa Luzia. Dona Anna por sua vez, era filha de D. Francisco de Assis Lorena e neta de D. Bernardo José de Lorena - 5º Conde de Sarzedas.

Segundo o site do Museu do Tribunal de Justiça, Luiz de Lorena Rodrigues Ferreira:

"(...) que não herdou o título por descender do Conde por linhagem materna, já com 60 anos de idade apaixonou-se por Marie Louise Belanger, uma francesa de 18 anos. Casou-se com ela e a trouxe para viver no Palacete. Daí teria surgido o apelido “Castelinho do Amor” que se arraigou pela vizinhança. A localização, no topo de uma colina, não podia ser mais privilegiada: permitia que se avistasse todo o vale do Tamanduateí e que fosse de lá visto. Após a morte do proprietário, sua esposa, filho e nora ainda permaneceram no local até 1939."

["Palacete". Website do Museu do Tribunal de Justiça]

 

LUIZ, DOMINGOS:

Junto com sua esposa, Ana Camacho, fundaram no atual Bairro do Ipiranga a primeira capela em homenagem à Nossa Senhora da Luz. Na década de 1570-1580, mudou-se para a região conhecida como Guaré, atual Bairro da Luz, onde fundou um segundo tempo, também em homenagem a Nossa Senhora da Luz, doando o patrimônio para o poder público em 1603. Ver mais detalhes do verbete individual Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz.

Durante anos foi "mordomo" da Ermida da Luz (Igreja de Nossa Senhora da Luz). Pai de sete filhos, sendo o sexto Antonio Lourenço. Sogro de Antonio Teixeira.

 

LUIZ PAIÃO

 

LUZ (BAIRRO DA):

Artigos (para download gratuito) sobre o Bairro da Luz:

 

LUZIA CUNHA:

Disposição em seu testamento de 1638:

" 'mando que se dê uma novilha a São Gonçalo', pois que o gado era a moeda forte da época."

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.215.]

 

LYCÊO PAULISTANO

 

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CENTRO DE SÃO PAULO

 


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SÉCULO XXI

2001 - 2010

2011 - 2020

 

 

 


Capital. São Paulo e seu Patrimônio Arquitetônico

Capital: São Paulo e seu Patrimônio Arquitetônico

Juan Esteves
Antonio Carlos Abdalla
Imesp
2013

'A Secretaria de Estado da cultura de São Paulo tem imensa satisfação em apoiar a reedição do livro 'Capital - São Paulo e seu patrimônio arquitetônico, de Juan Esteves. Com curadoria de Antonio Carlos Abdalla, o conjunto de fotografias selecionadas oferece um amplo panorama da diversidade de edifícios de distintas naturezas que marcaram a capital paulista ao longo de sua história, especialmente os últimos 100 anos. Colocado em evidência no magistral registro de Juan Esteves, o patrimônio arqutetônico paulistano pode aqui ser apreciado nos detalhes que acabam por ficar invisíveis em meio à agitação cotidiana da metrópole. Ao dar merecida visibilidade aos edifícios retratados, esta publicação ajuda a sensibilizar para a necessidade de preservação desse patrimônio, uma importantíssima e difícil tarefa, que precisava envolver toda a sociedade.' - Marcelo Mattos Araujo...[+]

 


Arquivo Historico De Sao Paulo - Historia Publica Da Cidade

Arquivo Historico De Sao Paulo - Historia Publica Da Cidade

Eudes Campos
Imesp
2011

Seleção de manuscritos, mapas, plantas, desenhos técnicos e fotografias, escolhidos dentre os mais de 4 milhões de itens pertencentes ao acervo do 'Arquivo Histórico de São Paulo', este livro busca compor um mosaico da história da cidade e ressalta a importância da conservação deste patrimônio diante dos desafios de compreensão do seu futuro...[+]

 


Patrimônio da metrópole paulistana

Patrimônio da metrópole paulistana

Margarida Cintra Gordinho
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Terceiro Nome
2010

Este livro apresenta, com fotos e textos, os bens tombados pelo Condephaat na cidade de São Paulo e em sua região metropolitana. Com ele, procuramos contribuir para amplir a possibilidade desses bens serem conhecidos, admirados e preservados, mantendo vivas as memórias e histórias que ajudam a construir nosso futuro...[+]

 


Historia Dos Velhos Teatros De São Paulo - Coleção Paulística

Historia Dos Velhos Teatros De São Paulo - Coleção Paulística

Antonio Barreto do Amaral 
Imesp
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A Coleção Paulística trata de diversos aspectos da História do Estado de São Paulo, de sua formação e cultura, de alguns de seus municípios e de algumas de suas personalidades. Publicados em meados do século XX, esses volumes tiveram sua última edição entre as décadas de 1970 e 1980. A reedição revista e atualizada de 5 volumes mostra-se muito oportuna: a coleção está esgotada e os poucos volumes em circulação têm merecido o tratamento de obra rara. Disponibiliza-se, assim, a pesquisadores e estudiosos da história de São Paulo, bem como ao público em geral, importante parte da obra. Os exemplares selecionados, escritos por nomes relevantes da prosa paulista, cobrem desde a saga dos Bandeirantes até a história dos teatros paulistas, destacando-se o importante Dicionário de História de São Paulo...[+]

 


METROPOLE E CULTURA - SAO PAULO NO MEIO SECULO XX

Maria Arminda do Nascimento Arruda
Edusp
2015

Fruto de sua livre docência, neste livro a socióloga Maria Arminda analisa a formação da metrópole paulista através dos fenômenos históricos e sociais do meio do século XX. O recorte temporal privilegia o estudo dos desdobramentos de eventos emblemáticos, como o movimento da Semana de 22, a Segunda Guerra Mundial e o fim do Estado Novo, na tentativa de entender em que moldes se deu a modernidade em São Paulo. A efervescência cultural e intelectual manifesta na dramaturgia de Jorge Andrade, nas peças do Teatro Brasileiro de Comédia, na criação do MASP, nas vanguardas das Artes Visuais e da Poesia, e na sociologia de Florestan Fernandes é investigada em seu contexto histórico. Evidenciando, portanto, as relações entre empresariado, políticos, jornalistas e artistas, entre outros atores e grupos sociais, esta é uma leitura capaz de interessar também ao público em geral...[+]

 


A METROPOLE DE SAO PAULO NO SECULO XXI

Eduardo Marques
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2015

São Paulo se situa entre as maiores concentrações urbanas do mundo e é a maior e mais importante cidade brasileira. De fato, em 2010, os 39 municípios componentes da Grande São Paulo representavam cerca de 20% do Produto Interno Bruto nacional. Esse característi­co gigantismo e complexidade paulistanos definem o pano de fundo da obra organi­zada por Eduardo Marques, em que se busca, por meio da análise de dados, atualizar o conhecimento sobre os diver­sos aspectos relativos às transformações recentes na vida da capital paulista....[+]

 


RENOVAÇAO URBANA EM SAO PAULO

Rosana H. Miranda
Nea
2015

As áreas industriais do centro da cidade de São Paulo do final do século XIX e primeira metade do século XX encontram-se em processo de degradação, mas mantêm ainda uma intensa atividade de usos urbanos e considerável infraestrutura. O livro apresenta metodologia de projeto para a renovação do bairro da Mooca. Destina-se ao ensino de projeto urbano e aos profissionais que atuam na área. Enfatiza a importância do bairro como moradia da classe operaria na primeira fase de industrialização de São Paulo. Destacam-se os elementos de permanência do desenho urbano do bairro nas diversas etapas de desenvolvimento da cidade. As ruas, as vilas, as casas em série, as fábricas existentes, identificados como vocabulário do projeto de renovação urbana, com a valorização da vida cotidiana fortemente influenciada pela imigração italiana. A Mooca é um espaco simbólico de resistência das lutas do movimento operário da cidade e do Brasil, como a Greve de 1917 e o movimento dos Tenentes de 1924. O livro propõe a historia como elemento para o projeto de renovação urbana junto a programas sociais, como a criação da "oficina do jovem historiador," e que a identidade do bairro forneça a noção de lugar...[+]

 


FOTOLABOR - A FOTOGRAFIA DE WERNER HABERKORN

Vários Autores
Espaço Líquido
2014

'A fotolabor' teve destaque nos anos 1950 atuando com uma das maiores produtoras de cartões postais fotográficos em São Paulo...[+]

 


História da Escola de São Paulo e do Brasil

Maria Luiza Marcílio
IMESP
2014

Pelas avaliações internacionais (UNESCO e PISA), o Brasil vem sendo colocado nas últimas posições em educação, mesmo dentre nações bem mais pobres. As explicações para essa triste situação devem ser buscadas particularmente na História do país, em sua longa duração. Foi esse o trabalho realizado pela autora, em pesquisas que efetuou em arquivos e bibliotecas do Brasil e do exterior, somadas a testemunhos orais e a variada iconografia. O esforço foi de resgatar a escola em seu cotidiano, com os autores que a compuseram ao longo dos cinco séculos, desde quando os jesuítas aqui fincaram os primeiros alicerces dos colégios, no inicio da colonização portuguesa. Expulsos os padres da Companhia de Jesus, foi criada a escola pública. Sua evolução foi acompanhada com seus alunos, seus professores, os métodos de ensino, o material escolar introduzido de forma precária e lenta. Só com a República, e ao longo do século XX, é que de fato, o Brasil conheceu o sistema escolar montado dentro do modelo do Ocidente, articulado desde a pré-escola até o curso ginasial e depois médio, com seus avanços e recuos e a partir de São Paulo de onde se difundiu por todo o país. O Brasil chega ao final do milênio com praticamente todas suas crianças na escola, mas ainda não conseguiu ultrapassar o desafio da péssima qualidade do ensino, em todos seus níveis. Esta obra procura dar reconstruir a evolução da escola de base em toda a História do Brasil. O objetivo inscreve-se, igualmente, na busca de explicação do atraso da qualidade da educação nacional...[+]

 


Belle Epoque na Garoa
São Paulo Entre a Tradição e a Modernidade

Marcia Camargos
FPH da Energia de São Paulo
2013

O livro, que reúne texto da historiadora Marcia Camargos e imagens do acervo da Fundação Energia e Saneamento, retrata os desdobramentos da Belle Époque na capital paulista, com destaque para as transformações urbanas, sociais, políticas e culturais ocorridas na cidade no início do século 20. Inclui 2 lâminas fotográficas...[+]

 


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