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L : VERBETE

dicionário do centro de são paulo

atualizado em: 12 de janeiro de 2019

 

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letra Kletra Lletra M

 

LACERDA, ANTONIO GUILHERMINO GENTILI DE:

Recebeu grau de bacharel em ciências jurídicas e sociais em 29 de outubro de 1835.

 

LADEIRA DE SANTO ANTONIO

 

LADEIRA DE SÃO JOÃO

 

LADEIRA DO CARMO:

Para evitar o desabamento do Morro do Carmo, o Governo Municipal construiu um grande paredão de pedra. Atualmente, essa área é conhecida como Avenida Rangel Pestana.

 

LADEIRA DO PIQUES

 

LARGO DA CADEIA

 

LARGO DA MATRIZ:

Localizava-se onde hoje está instalada a Praça da Sé, na área próxima a atual Caixa Econômica Federal. A primeira Igreja Matriz foi conlcuída em 1612.

 

LARGO DA SÉ

 

LARGO DE SÃO FRANCISCO

 

LARGO DE SÃO GONÇALO:

Em 1784, no local, começou a ser construída a sede da Câmara Municipal, até então sem endereço fixo. A edificação também abrigaria a primeira cadeia, pois, durante o período colonial, era de praxe a instalação da câmara e da cadeia no mesmo edifício.

 

LARGO DO TEATRO:

Área conhecida hoje como Praça João Mendes. Ficou conhecida como Largo do Teatro, quando na década de 1860, alí funcionou o antigo Teatro São José. Antes, era chamada de Largo da Cadeia, pois, durante anos, no local, funcionou a cadeia e a forca de São Paulo.

 

LARGO DOS CURROS:

Futura Praça da República. Em 1864, com o início da Guerra do paraguai, estudantes fizeram exercícios de tiro no Largo dos Curros.

 

LARGO DOS PIQUES / LADEIRA DA MEMÓRIA:

O Obelisco dos Piques foi erguido em 1814 no local - considerado o primeiro momento da cidade e também conhecido como Pirâmide dos Piques.

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 05/91 (tombamento "ex-officio").

Ver também:

Clipping:

Bibliografia:

PONCIANO, Levino. Todos os centros da paulicéia. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2007.

 

LEGOUSSAT SABATIER

 

LEITÃO, JERÔNIMO:

 

LEITE, PEDRO DIAS:

Mencionado sobre a esmola deixada para a ermida de Nossa Senhora da Luz, em seu testamento:

"Pedro Dias Leite prometia 'à Nossa Senhora do Guaré um manto de tafetá'. (...) 'Certifico eu Luiz de Andrade escrivão dos órfãos desta villa de São Paulo e seu termo e dello dou minha fé em como o capitão Lourenço Castanho Taques pagou ao ermitão de Nossa Senhora da Luz Antonio João três mil réis que o defunto Pedro Dias deixou de esmola e por passar na verdade e a pedimento do dito ermitão lhe passei a presente aos oito do mez de agosto de seiscentos e cincoenta e nove annos.' "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.29.]

 

LEME, JOAQUIM JOSÉ PINTO DE MORAIS:

Brigadeiro. Em 1834, sua filha vendeu para a Marquesa de Santos, o edifício hoje conhecido como Solar da Marquesa, na Rua Roberto Simonsen. Ele recebeu essa edificação como pagamento de uma dívida em 1 de abril de 1802.

 

LEME, MARIA DA ANUNCIAÇÃO MORAIS:

Filha do Brigadeiro Joaquim José de Morais Leme, em 1834, ela vendeu a edificação, hoje conhecida como Solar da Marquesa, para a Marquesa de Santos.

 

LEONARDO LOSKIELL:

Imigrante alemão, chegou ao Brasil em 1828. Possuía uma chácara na Freguesia do Brás, no Marco da Meia Légua, de onde tirava boa parte do sustento para sua família; também possuía armazém e padaria (que, provavelmente, não funcionavam na chácara).

Na listas feitas por Dr. Justiniano de Mello Franco, diretor do núcleo de Santo Amaro-Itapecirica (área destinada aos imigrantes alemães), nas décadas de 1830 e 1840, Loskiell apareceu nos dados da documentação como sendo proprietário de armazém na capital.

 

LÍBERO BADARÓ, GIOVANNI BATISTA:

Jornalista italiano, diretor do O Observador Constitucional. Foi assassinado em 20 de novembro de 1830, na Rua de São José (hoje Rua Líbero Badaró), em frente da sua casa. Foi sepultado no Cemitério da Consolação.

 

LIMA, CARLOS AUGUSTO DE SOUSA:

Primeiro presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (inaugurado em 1891).

 

LINDORF ERNESTO FERREIRA FRANÇA, COLLEGIO DE:

De acordo com o anúncio do Correio Paulistano de 1856, o colégio tem como objetivo ensinar as primeiras letras, latim e francês.

 

 

LIVRARIA DO POVO:

Clipping: COZER, Raquel. Guia conta história de cem livrarias brasileiras. Folha de São Paulo: Ilustrada, 4 Abr. 2009.

 

LIVRARIA SARAIVA:

Clipping:

 

LOGRADOUROS:

10 de agosto de 1809: é determinado a numeração de todas as casas, identificação dos nomes das ruas (para facilitar a cobrança de impostos).

 

LOJA A CIDADE DE LONDRES:

Estabelecimento comerical dos Irmãos Ricardi que funcionou na Rua São Bento e posteriormente na Praça Antônio Prado esquina com Avenida São João. Especializada em vestuário. Para saber mais, CLIQUE AQUI.

 

LOJA DA RAPOSA:

Este estabelecimento é mencionado no livro de Gabriel Marques, "Ruas e tradições de São Paulo" (Governo do Estado, 1966). De propriedade de Mariano Antônio Vieira, localizada na Rua Direita, na segunda metade do século XIX.

 

LOJA RAVIL:

Estabelecimento antigo, loja de canetas.

Clipping: 

 

LORENA, BERNARDO JOSÉ DE:

Assumiu o governo da Capitania de São Paulo em 1788 e autorizou a construção de várias obras públicas: o Quartel de Linha (no lugar onde hoje está instalado o Palácio da Justiça – Praça da Sé/Praça João Mendes); o Hospital Militar; o Chafariz do Largo da Misericórdia; o Teatro da Ópera; o calçamento parcial de algumas vias e a abertura e construção do Caminho da Serra do Mar, apelidado de Calçada do Lorena.

Pai de D. Francisco de Assis Lorena e avô de Dona Anna Maria de Almeida Lorena. Um de seus descendentes Luiz de Lorena Rodrigues Ferreira (filho de Dona Leonor Andromeda de Almeida Lorena) construiu o Palacete Sarzedas, hoje Museu do Tribunal de Justiça.

 

LOURENÇO, ANTONIO:

Sexto de sete filhos do casal Domingos Luiz e Anna Camacho, responsáveis pela fundação da Igreja de Nossa Senhora da Luz. Foi designado pela família, em testamento de 1609, para ser o responsável pela administração da Ermida da Luz.

 

LOURENÇO CASTANHO TAQUES (CAPITÃO):

Mencionado no cumprimento dos desejos registrados no testamento de Pedro Dias Leite, sendo o responsável pelo pagamento da esmola deixada para Nossa Senhora da Luz:

"Pedro Dias Leite prometia 'à Nossa Senhora do Guaré um manto de tafetá'. (...) 'Certifico eu Luiz de Andrade escrivão dos órfãos desta villa de São Paulo e seu termo e dello dou minha fé em como o capitão Lourenço Castanho Taques pagou ao ermitão de Nossa Senhora da Luz Antonio João três mil réis que o defunto Pedro Dias deixou de esmola e por passar na verdade e a pedimento do dito ermitão lhe passei a presente aos oito do mez de agosto de seiscentos e cincoenta e nove annos.' "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.29.]

 

LOURENÇO DIAS MACHADO:

Primeiro vigário de São Paulo, assumiu a Paróquia de São Paulo (criada em 26 de agosto de 1588), em 1591.

 

LUCAS ANTONIO MONTEIRO DE BARROS:

Visconde de Congonhas do Campo. 1o. Presidente da Província de São Paulo. Tomou posse em 1 de abril de 1824.

 

LUIS ANTONIO DE SOUZA BOTELHO MOURÃO:

Fundou a Academia dos Felizes de São Paulo, primeira academia de letras da cidade. Foi governador e capitão-geral.

 

LUIZ ANTONIO PAIÃO:

De acordo com um anúncio no O Farol Paulistano (Número 80, de 16 de janeiro de 1828), morava ou trabalhava na Rua da Quitanda, em 1828.

 

LUIS PERIGAULT

 

LUIZ FREDERICO BAMBERG

 

LUIZ BEHRENDT

 

LUIZ BRIZZOLARA:

Escultor. Veja fotografias e mais informações sobre o Monumento Carlos Gomes, localizado na Praça Ramos de Azevedo:

 

LUIZ DA GAMA:

Na década de 1870, o poeta faz repercutir na imprensa a campanha abolicionista, assim como, através dos tribunais, obtém inúmeras manumissões (liberdade concedida ao escravo pelo seu senhor).

 

LUIZ DE ANDRADE:

Escrivão de órfãos da Villa de São Paulo (1659):

"Pedro Dias Leite prometia 'à Nossa Senhora do Guaré um manto de tafetá'. (...) 'Certifico eu Luiz de Andrade escrivão dos órfãos desta villa de São Paulo e seu termo e dello dou minha fé em como o capitão Lourenço Castanho Taques pagou ao ermitão de Nossa Senhora da Luz Antonio João três mil réis que o defunto Pedro Dias deixou de esmola e por passar na verdade e a pedimento do dito ermitão lhe passei a presente aos oito do mez de agosto de seiscentos e cincoenta e nove annos.' "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.29.]

 

LUIZ DE LORENA RODRIGUES FERREIRA:

Luiz de Lorena Rodrigues Ferreira era filho de Dona Leonor Andromeda de Almeida Lorena, ambos descendentes de Dona Anna Maria de Almeida Lorena, proprietária da Chácara Tabatinguera que abrangia não somente o terreno onde está o palacete, como também a Capela de Santa Luzia. Dona Anna por sua vez, era filha de D. Francisco de Assis Lorena e neta de D. Bernardo José de Lorena - 5º Conde de Sarzedas.

Segundo o site do Museu do Tribunal de Justiça, Luiz de Lorena Rodrigues Ferreira:

"(...) que não herdou o título por descender do Conde por linhagem materna, já com 60 anos de idade apaixonou-se por Marie Louise Belanger, uma francesa de 18 anos. Casou-se com ela e a trouxe para viver no Palacete. Daí teria surgido o apelido “Castelinho do Amor” que se arraigou pela vizinhança. A localização, no topo de uma colina, não podia ser mais privilegiada: permitia que se avistasse todo o vale do Tamanduateí e que fosse de lá visto. Após a morte do proprietário, sua esposa, filho e nora ainda permaneceram no local até 1939."

["Palacete". Website do Museu do Tribunal de Justiça]

 

LUIZ, DOMINGOS:

Junto com sua esposa, Ana Camacho, fundaram no atual Bairro do Ipiranga a primeira capela em homenagem à Nossa Senhora da Luz. Na década de 1570-1580, mudou-se para a região conhecida como Guaré, atual Bairro da Luz, onde fundou um segundo tempo, também em homenagem a Nossa Senhora da Luz, doando o patrimônio para o poder público em 1603. Ver mais detalhes do verbete individual Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz.

Durante anos foi "mordomo" da Ermida da Luz (Igreja de Nossa Senhora da Luz). Pai de sete filhos, sendo o sexto Antonio Lourenço. Sogro de Antonio Teixeira.

 

LUIZ PAIÃO

 

LUZ (BAIRRO DA):

Artigos (para download gratuito) sobre o Bairro da Luz:

 

LUZIA CUNHA:

Disposição em seu testamento de 1638:

" 'mando que se dê uma novilha a São Gonçalo', pois que o gado era a moeda forte da época."

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.215.]

 

LYCÊO PAULISTANO

 

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CENTRO DE SÃO PAULO


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HISTÓRIA DO COMÉRCIO DO CENTRO DE SÃO PAULO

[projeto em desenvolvimento]


A

A Cidade de Londres
A. J. Mauricio Pereira
Alfaiataria de Pedro Bourgad
Armarinho da Rua das Casinhas
Armazém de Guilherme Kraeuter
Armazém de José Antonio Martins
Armazém Rua São Bento n.93

 

B

Banco do Brasil
Bernardo Martins Meira
Botequim Paulistano
Botica de Joaquim Pires Garcia
Boticário João Antonio Rosa

 

C

Candido Ribeiro dos Santos, cirurgião - clinica homeopática
Casa da Rua do Rozário, 13 - livros (1828)
Casa de Antonio Bernardo Quartim

Casa de Comércio de Gabriel Henriques Pessoa
Casa de Joaquim José Correa, 1828
Casa de José Marques da Cruz (secos e molhados)
Casa de Henrique Fox
Casa de Luiz Paião
Casa Faria
Casa Fretin

Casa Lemcke
Casa Levy de Pianos
Coelho & Teixeira (loja de fazendas)
Collegio de Lindorf Ernesto Ferreira França
Curso Elementar de Bellas Letras

 

D

Dentista francês: A. Masseran
Depósito de Calçados da Fábrica de Siré Irmãos
Diligencia Progresso Paulista
Domingos Antonio Gomes - leilão
Dr. Theodoro Reichert

 

E

Estabalecimento da Rua do Rozario, 22 (1828)
Estabelecimento da Rua do Rozario, 58 (1856)
Estabelecimento da Rua dos Piques
Estabelecimento de Henrique Luiz

 

F

Fábrica de Canastras e Tamancos
Fazendas (Tecidos) de Domingos Henrique da Silva

Ferraria Coelho & Marques
Frederico Fontame: carros para alugar
Fresneau Alfaiate

 

H

Hotel da Boa Vista / Hotel do Hilário
Hotel da Providencia
Hotel Palm

 

J

João Rost, cirurgião dentista
Jules Martin / Imperial Litografia

 

L

Livraria da Rua Direita
Livraria do Largo do Collegio
Livraria Ricardo Matthes
Loja da Raposa
Loja de Domingos de Paiva Azevedo
Loja de Ourives de Luiz Suplicy

 

M

Manoel José Bastos, artista daguerreotypo
Médico homeopata Carlos Marquios
Mestra de Primeiras Lettras, 1828
M.Izidoro, Mestre de Francês, 1828

 

P

Padaria Anno Bom
Progredior

 

R

Relojoaria de Luiz Bamberg

 

S

Salão da Paulicéa
Salla de Esgrima
Sinhana dos Bolinhos

 

T

Theatro S.Paulo
The Berlitz School of Languages
Tintureiro N.J.V. Ferard
Typographia na Rua de São José, 33

 

V

Vendedeiras de Peixe









SÉCULO XXI

2001 - 2010

2011 - 2020

 


O Theatro Municipal de São Paulo
Histórias Surpreendentes e Casos Insólitos

Vitor Hugo Brandalise
Edison Veiga
Senac
2013

Um arquiteto que projeta o maior e mais sofisticado teatro da cidade em sua época, mas que recusa uma homenagem oferecida pela Câmara Municipal por seus serviços; um produtor cultural que decide impedir a destruição de milhares de livretos de programação teatral reduzidos a entulho do dia para a noite, levando-os para seu próprio apartamento; uma guerra de bolas de papel que eclode no meio de um concerto; uma passeata para exigir que o preço dos ingressos para a ópera seja reduzido; e, como se tudo isso não bastasse, a Semana de Arte Moderna, realizada em 1922. Esses são apenas alguns dos muitos eventos e pessoas cujas histórias estão ligadas ao Theatro Municipal de São Paulo, ao longo de mais de cem anos de existência. 'O Theatro Municipal de São Paulo - histórias surpreendentes e casos insólitos' reúne vários episódios relacionados a essa casa de espetáculos, a maioria deles desconhecidos até mesmo de seus frequentadores mais assíduos. Narrados na forma de crônicas que remetem umas às outras, eles constroem uma história repleta de momentos curiosos, que retratam os motivos por que o teatro é objeto de respeito e apreço por parte do público e dos profissionais que nele atuam...[+]

 


Patrimonio Cultural E Cidade - Praticas De Preservacao Em Sao Paulo

Patrimonio Cultural E Cidade - Praticas De Preservacao Em Sao Paulo

Juliana Mendes Prata
Annablume
2013

Este livro analisa questões de política patrimonial na sua relação com a cidade ocorrida sobretudo a partir dos anos 1970, destacando-se o conceito de patrimônio ambiental urbano. Reconhecendo este processo para a cidade de São Paulo, o livro analisa a preservação do patrimônio cultural daí decorrente, que se firmou em torno de três eixos- a questão urbana, o meio-ambiente e a cidadania. Especialmente, procura historicizar, problematizar e refletir sobre as práticas do órgão preservacionista estadual, o CONDEPHAAT, a partir deste contexto, em processos de estudo de tombamento de bairros e regulamentação de áreas envoltórias na cidade de São Paulo...[+]

Edição usada disponível nos sebos da
Estante Virtual

 


Morada Paulista

Morada Paulista

Luis Saia
Perspectiva
2012

Neste livro do arquiteto Luís Saia, a Morada Paulista é vista através de um corte histórico e geopolítico. Por seu intermédio, o meio natural, o estudo do solo, a cultura do café, a influência europeia, a efervescência literária indígena, vão sendo paulatinamente revelados, servidos por iconografia e um levantamento de materiais arquitetônicos...[+]

 


Militão Augusto de Azevedo

Militão Augusto de Azevedo

Cosac & Naify
2012

Pioneiro da fotografia urbana, Militão Augusto de Azevedo (1837-1905) foi o primeiro a organizar um álbum comparativo da cidade de São Paulo (1862- 87). A estrutura editorial, inédita no Brasil na época, é reproduzida em menor escala nesta edição.Além de um ensaio fotográfico com imagens do álbum e muitas outras (comentadas), a edição traz três mapas comparativos que demarcam os locais fotografados por Militão em três tempos(1862, 1887 e 2012), uma lista das mudanças nominais dos logradouros e bibliografia. O livro traz textos que contextualizam a produção de Militão e a relevância de seu trabalho para a preservação da memória da cidade. O ensaio do pesquisador e crítico de fotografia Rubens Fernandes Junior foca a trajetória de Militão, sua repercussão e alguns aspectos técnicos de seu trabalho; Fraya Frehse, professora do departamento de sociologia da usp, observa a persistência de traços “caipiras” na metrópole em formação; e Heloisa Barbuy, professora de história na usp, analisa as mudanças na vida comercial da cidade a partir das imagens comparativas...[+]

 


Ponto Chic: um bar na história de São Paulo

Angelo Iacocca
Senac SP
2012

Desde sua inauguração, em 1922, o Ponto Chic se tornou lugar de encontro de estudantes, artistas, políticos e jornalistas à procura de um bom chope e de um sanduíche bauru. Partindo do clima agitado do bar, o jornalista Angelo Iacocca busca resgatar a boemia paulistana, costumes, valores culturais e aspectos inusitados ou pouco conhecidos da cidade de São Paulo. Neste livro, o leitor pode conhecer as várias mudanças ocorridas na cidade ao longo do século XX, período em que a então pacata e provinciana 'capital dos fazendeiros' se tornou um importante polo industrial da América Latina...[+]

 


A Capital Da Solidão

Roberto Pompeu de Toledo
Ponto de Leitura
2011

O leitor é convidado, capítulo a capítulo, a conhecer momentos cruciais da trajetória de São Paulo. O destino da cidade, ao longo dos três primeiros séculos de existência, foi de isolamento e de solidão. Em 1872, quando os primeiros sinais de prosperidade começavam a visitá-la, por obra da riqueza trazida pelo café, ainda assim a população de pouco mais de 30 mil habitantes a situava numa rabeira com relação às demais capitais brasileiras. Em 1890, já tinha dobrado de tamanho. O momento em que finalmente engrena e começa a virar a São Paulo que se conhece é súbito como uma explosão - na passagem do século XIX para o XX, quando se transformou num aglomerado de gente vinda de diferentes partes do mundo...[+]

 


RESIDENCIAS EM SAO PAULO: 1947 - 1975

Cecilia Rodrigues dos Santos
Marlene Milan Acayaba
Romando Guerra
2011

Este livro apresenta uma monografia fotográfica sobre 43 residências projetadas por arquitetos e construídas em São Paulo durante o período de 1947 a 1975. O estudo de cada casa é formado pelo seguinte material - planta de situação; desenhos técnicos com plantas e cortes; fotos; ficha técnica; e descrição do partido adotado. As casas foram ordenadas nas décadas de 1950, 1960 e 1970, que são precedidas por uma interpretação geral sobre a produção arquitetônica do período...[+]

 


O Mercado do Prestígio
Consumo, capitalismo e modernidade na São Paulo da “Belle Époque” (1890-1914)

Milena Fernandes de Oliveira
Alameda
2016

À medida que o capitalismo lança suas raízes nas sociedades periféricas, um processo de modernização de características específicas segue seu curso. No país como um todo, as marcas da escravidão ainda estão vívidas; na cidade de São Paulo, a nova elite cafeeira procura apagar os vestígios do seu passado escravagista utilizando as divisas obtidas com a venda do café para trazer, entre outras coisas, as novidades da moda da “Belle Époque” europeia. A cidade vive uma época de transformação urbana, com a abertura de ruas e avenidas, melhorias no âmbito do saneamento e instalação da iluminação elétrica; cria-se, assim, um ambiente favorável à construção de novos imóveis – alguns palacetes – pelas famílias abonadas que almejam adquirir um verniz europeu. A pesquisa que norteou a realização desse livro partiu dos aspectos característicos da modernização de São Paulo para concentrar-se no papel desempenhado pelo comércio de luxo na mudança dos hábitos e do modo de vida das classes urbanas. A “Revolução do Consumo”, fenômeno que corre paralelo à Revolução Industrial no hemisfério Norte, tem na periferia um papel importante na formação da elite: consagra sua participação no “mundo civilizado” e diferencia-a das classes trabalhadoras (nesse momento integradas em grande medida pelos imigrantes que chegavam em massa). Guiando-nos através do comércio das luxuosas casas especializadas em artigos finos importados, que integravam a nova paisagem urbana, e mostrando como as classes abastadas assimilavam as novidades no campo do vestuário, do lazer e da moradia, o livro, de leitura agradável, traz uma valiosa contribuição ao conhecimento da sociedade paulistana do início do século XX...[+]

 


O Banco Da Ordem

Thiago Fontelas Rosado Gambi
Editora Alameda
2015

Este trabalho busca reconstituir a história do segundo Banco do Brasil, o banco da Ordem fundado em 1853. O segundo Banco do Brasil foi idealizado e concretizado pelo então ministro da fazenda Joaquim José Rodrigues Torres, futuro visconde de I oraí, considerado hoje o pai do Banco do Brasil nos dias de hoje e se inseria como braço financeiro, no projeto conservador de centralização e consolidação do Estado imperial. Este trabalho sugere que o banco foi resultado desse projeto político mais amplo levado a cabo pelos saquaremas. Embora fosse uma instituição privada, suas relações com o governo eram estreitas. Como cabia ao imperador nomear o presidente da instituição, seus olhos se faziam presentes no coração da máquina monetária e, em menor medida, creditícia da economia mercantil escravista brasileira. Era o banco o responsável pelo controle da oferta monetária da economia e para isso contava formalmente com o monopólio da emissão de notas bancárias em todo o império. Ao controlar tal oferta, o banco poderia regular a liquidez do mercado e a taxa de desconto...[+]

 


Dimensões da cultura e da sociabilidade: os festejos carnavalescos da cidade de São Paulo (1940-1964)

Zélia Lopes da Silva
SciELO - Editora UNESP
2015

Como era o Carnaval em São Paulo antes da consagração das escolas de samba e antes da consolidação em solo paulista do modelo de desfile similar ao que já vigorava no Rio de Janeiro? O presente livro busca rastrear e investigar as muitas formas de diversão dos foliões e traçar o perfil desses carnavais na cidade de São Paulo, de 1940 a 1964. Vindo preencher uma lacuna nos estudos sobre o tema nesse recorte de tempo – há pouquíssimos estudos sobre os folguedos carnavalescos ocorridos em São Paulo entre 1940 e 1964 –, esta obra mergulha em um período que, embora não tenha sido aquele em que o Carnaval paulista conheceu seu maior esplendor, apresentou nos festejos de Momo importantes signos da sociabilidade da época...[+]

 


Tijolo Sobre Tijolo - Os Alemães Que Construiram Sao Paulo

Adriane Acosta Baldin
Prismas
2014

As grandes cidades são resultantes de complexos processos históricos, econômicos, sociais e têm uma sólida base na geografia natural e humana. Uma enorme quantidade de pessoas teve participação ativa em sua formação, deixando sua marca no que foi edificado e na cultura que as caracteriza. Em cada grande cidade a combinação desses elementos é única, dada a grande diversidade de fatores em ação. Entender como se deu a interação entre esses fatores exige a identificação de cada um deles e a avaliação de sua importância, permitindo ao historiador estabelecer a sua interpretação para o nexo que os une. É esse caminho que Adriane Baldin percorreu ao escolher a importante contribuição da imigração alemã de meados do século XIX para a construção da cidade de São Paulo. Caminho percorrido com segurança, repleto de descobertas à medida que as fontes primárias iam sendo pesquisadas, e que permitiu estabelecer com clareza o papel fundamental que os engenheiros e a mão de obra com qualificação técnica de origem alemã exerceram para a constituição da infraestrutura urbana e aprimoramento das técnicas de construção da cidade que, na segunda metade do século XIX, passou por um crescimento vertiginoso. Um aspecto original da pesquisa agora editada é a identificação da presença expressiva de imigrantes alemães entre os profissionais da construção civil no período estudado, das décadas de 1850 e 1860. Consultando arquivos, pesquisando e selecionando imagens e plantas da cidade, a autora traz com este trabalho uma contribuição altamente significativa para o conhecimento da história da cidade de São Paulo e da participação da imigração alemã na sua formação...[+]

 


Percorrendo São Paulo

Sérgio Oliveira
All Print
2014

Um ano de muitos presentes e surpresas para a cidade e para todos os paulistanos. Dois mil e quatorze entra para a história da capital paulista como um ano de muitas emoções, tanto por um aniversário de idade redonda, quanto por se tornar o destino preferido em turismo no Brasil e pela canonização de seu fundador. Uma cidade de um coração gigante e de um povo acolhedor. De um sentimento como o mesmo que inspirou nosso encontro com o poeta Paulo Bomfim quando batizou essa obra. Ano especial, pois São Paulo concentra o mundo, com pessoas de todas as partes do planeta para a abertura da Copa do Mundo da Fifa 2014! Ano especial, porque nesta obra, conseguimos reunir todos os ex-prefeitos e diversas celebridades. E ainda mais, trazemos ineditamente o depoimento de todos os ex- presidentes da República como homenagem à maior cidade do País...[+]

 


Descobrindo São Paulo Com Brecheret

Renata Sant'anna
FM Editorial
2013

São Paulo mostra a trajetória artística de Brecheret, marcada pela vivencia em cidades europeias e pelo contato com outros escultores...[+]

 


Imagens da hotelaria na cidade de São Paulo: panorama dos estabelecimentos até os anos 1980

Sandra Trabucco Valenzuela
Senac SP
2013

Da hospedagem doméstica à pensão e ao atual hotel, a cidade de São Paulo conheceu diferentes meios de receber seus visitantes, forasteiros nem sempre vistos com bons olhos, no passado. Em 'Imagens da hotelaria na cidade de São Paulo' a evolução dos serviços de hospedagem é estudada por meio de crônicas de viajantes, cartões-postais, reportagens, fotografias, etiquetas de bagagem e anúncios, acompanhados de necessária contextualização, o que permite ao leitor conhecer não apenas o processo de instalação e desenvolvimento dessas atividades, mas também as profundas mudanças que a própria cidade sofreu ao longo de mais de quatrocentos anos...[+]

 


Vida Cotidiana em São Paulo no Século XIX

Carlos E.M. de Moura
Edusp
2013

Os escritos selecionados para este livro apresentam a cidade de São Paulo no momento de transição entre a pequena vila dedicada à subsistência e a prosperidade decorrente do cultivo do café. São escritos diversos, como memórias, depoimentos, evocações, peças de teatro, que procuram reconstituir os contornos da cidade e de sua província. Os variados depoimentos oferecem um quadro da vida paulista, observada a partir de diversos ângulos e interesses, e deles emerge uma visão abrangente do cotidiano na cidade e no campo, observado por contemporâneos que o vivenciaram. A coletânea conta com textos de Aluísio de Almeida, D. Maria Paes de Barros, o Diário da Princesa Isabel, duas peças de teatro de autores paulistas, acompanhados de comentários de especialistas, e de um levantamento iconográfico de autoria do organizador, composto de desenhos e aquarelas de viajantes que aqui estiveram na primeira metade do século XIX...[+]

 


Libertas Entre Sobrados. Mulheres Negras e Trabalho Doméstico em São Paulo. 1880-1920

Libertas Entre Sobrados. Mulheres Negras e Trabalho Doméstico em São Paulo. 1880-1920

Lorena F. da Silva Teles
Alameda
2014

Lidando com contratos de trabalho e com a crônica policial, a historiadora faz vir à tona vários aspectos relevantes do cotidiano popular de São Paulo daquele fim de século XIX e começo do século XX. Conforme os registros policiais, a extrema miséria nas mulheres sempre se confundiu com vagabundagem e prostituição. Isso agravado pelo preconceito de cor. O processo de retificação faz da doméstica um corpo a ser explorado, alienado. As investidas dos patrões não são seguidas, a não ser aleatoriamente, por garantias jurídicas que instituam uma igualdade entre manceba e esposa, ou entre os filhos naturais e os legais. Dessa maneira, o livro que agora é publicado é rico de observação nesse sentido. Casos exemplares levantados pela pesquisadora são numerosos, atestando a rara capacidade de observação da pesquisadora. Fica para o leitor a percepção de um trabalho intelectual intenso que conserva sensível homologia com o trabalho manual exaustivo das mulheres que evocou. Dessa forma, a interação da história social com as trajetórias individuais marca esse trabalho....[+]

 


FOTOLABOR - A FOTOGRAFIA DE WERNER HABERKORN

Vários Autores
Espaço Líquido
2014

'A fotolabor' teve destaque nos anos 1950 atuando com uma das maiores produtoras de cartões postais fotográficos em São Paulo...[+]

 


História da Escola de São Paulo e do Brasil

Maria Luiza Marcílio
IMESP
2014

Pelas avaliações internacionais (UNESCO e PISA), o Brasil vem sendo colocado nas últimas posições em educação, mesmo dentre nações bem mais pobres. As explicações para essa triste situação devem ser buscadas particularmente na História do país, em sua longa duração. Foi esse o trabalho realizado pela autora, em pesquisas que efetuou em arquivos e bibliotecas do Brasil e do exterior, somadas a testemunhos orais e a variada iconografia. O esforço foi de resgatar a escola em seu cotidiano, com os autores que a compuseram ao longo dos cinco séculos, desde quando os jesuítas aqui fincaram os primeiros alicerces dos colégios, no inicio da colonização portuguesa. Expulsos os padres da Companhia de Jesus, foi criada a escola pública. Sua evolução foi acompanhada com seus alunos, seus professores, os métodos de ensino, o material escolar introduzido de forma precária e lenta. Só com a República, e ao longo do século XX, é que de fato, o Brasil conheceu o sistema escolar montado dentro do modelo do Ocidente, articulado desde a pré-escola até o curso ginasial e depois médio, com seus avanços e recuos e a partir de São Paulo de onde se difundiu por todo o país. O Brasil chega ao final do milênio com praticamente todas suas crianças na escola, mas ainda não conseguiu ultrapassar o desafio da péssima qualidade do ensino, em todos seus níveis. Esta obra procura dar reconstruir a evolução da escola de base em toda a História do Brasil. O objetivo inscreve-se, igualmente, na busca de explicação do atraso da qualidade da educação nacional...[+]

 


A São Paulo Inventada por Álvares de Azevedo

A São Paulo Inventada por Álvares de Azevedo

Monica Gomes da Silva
AR
2014

Em 1848, Álvares de Azevedo chegou a São Paulo para estudar na Faculdade de Direito do Largo São Francisco e lá permaneceu até 1851. Foi companheiro de Aureliano Lima e Bernardo Guimarães, grandes boêmios, mas tornou-se amigo particular de Luís Antônio da Silva Nunes, o correspondente escolhido para falar de suas 'fantasias' e confessar dores marcadas pela maldição da melancolia e do tédio mais profundo. Na sua jornada, Mônica Gomes encontra, no 'espaço biográfico' das cartas, as sensações de estranhamento de um missivista peculiar, que se expressa e se constitui como sujeito da escrita, numa linguagem ondulada, que busca o tom exato das coisas, mesmo as mais triviais, com alusões, símbolos e metáforas. Na moldura temporal dos relatos, está o espaço geográfico e social da cidade paulista, desenhado como uma província de feição colonial, com poucos edifícios e ruas mal pavimentadas - 'Tudo aqui parece velho e centenário... até as moças são insípidas com a mesma velhice.' A personalidade literária do poeta, alimentada pela cultura livresca e cosmopolita, condena o atraso e a ignorância local, tornando o remetente irredutível na crítica ao nacionalismo vigente na época. São Paulo é o Brasil - 'na minha terra só há formigas e... caipiras.'...[+]

 


Belle Epoque na Garoa
São Paulo Entre a Tradição e a Modernidade

Marcia Camargos
FPH da Energia de São Paulo
2013

O livro, que reúne texto da historiadora Marcia Camargos e imagens do acervo da Fundação Energia e Saneamento, retrata os desdobramentos da Belle Époque na capital paulista, com destaque para as transformações urbanas, sociais, políticas e culturais ocorridas na cidade no início do século 20. Inclui 2 lâminas fotográficas...[+]

 


São Paulo Capital Artística. A Cafeicultura e as Artes na Belle Époque. 1906-1922

São Paulo Capital Artística. A Cafeicultura e as Artes na Belle Époque. 1906-1922

Julio L. Moraes
Azougue
2013

A semana de Arte Moderna, realizada no Teatro Municipal de São Paulo em 1922, foi apenas o fenômeno mais expressivo do intenso entrecruzamento de interesses entre o universo do café e o mundo das artes. A Semana, contudo, foi só uma das diversas pontes estabelecidas. Teatro, cadeias cinematográficas, instituições artísticas e até as manifestações populares - nenhum segmento da vida artística local passou incólume às influências(diretas ou indiretas) do 'ouro verde', do complexo cafeeiro. 'São Paulo - capital artística' conta a história de algumas dessas relações, centrando atenções nos condicionantes econômicos. Histórias da vida artística dos palcos e salões paulistanos, mas acima de tudo a história econômica de um segmento em ascenção. Percorrendo o mundo dos dados quantitativos, 'São Paulo - capital artística' traz à tona informações pouco conhecidas ou exploradas pelos historiadores da cultura nacional...[+]

 


CAPITAL - SAO PAULO E SEU PATRIMONIO ARQUITETONICO

Juan Esteves
Antonio Carlos Abdalla
Imesp
2013

'A Secretaria de Estado da cultura de São Paulo tem imensa satisfação em apoiar a reedição do livro 'Capital - São Paulo e seu patrimônio arquitetônico, de Juan Esteves. Com curadoria de Antonio Carlos Abdalla, o conjunto de fotografias selecionadas oferece um amplo panorama da diversidade de edifícios de distintas naturezas que marcaram a capital paulista ao longo de sua história, especialmente os últimos 100 anos. Colocado em evidência no magistral registro de Juan Esteves, o patrimônio arqutetônico paulistano pode aqui ser apreciado nos detalhes que acabam por ficar invisíveis em meio à agitação cotidiana da metrópole. Ao dar merecida visibilidade aos edifícios retratados, esta publicação ajuda a sensibilizar para a necessidade de preservação desse patrimônio, uma importantíssima e difícil tarefa, que precisava envolver toda a sociedade.' - Marcelo Mattos Araujo...[+]

 


Fundição Artística no Brasil

Fundição Artística no Brasil

SESI-SP
2013

A exposição Fundição Artística no Brasil teve o intuito de resgatar a importância da preservação do patrimônio cultural do nosso país, com foco na tecnologia de fundição artística, restauro de obras de arte e na educação de jovens profissionais. Apresentou uma cronologia do processo tecnológico da fundição artística conhecido como cera perdida , que chegou ao Brasil no século XVIII e passou as últimas décadas praticamente esquecido. Compuseram a exposição obras cedidas por importantes acervos culturais do Brasil, como a Pinacoteca do Estado de São Paulo, além de trabalhos desenvolvidos por professores, alunos e técnicos da Escola SENAI Nadir Dias de Figueiredo, em Osasco (SP)...[+]

 


Insólita Metrópole: São Paulo nas Crônicas de Paulo Bomfim

Ana Luiza Martins
Ateliê
2013

Este precioso livro de crônicas de Paulo Bomfim, organizado pela sensibilidade de Ana Luiza Martins, leva-nos a conhecer o coração da metrópole paulistana a partir de seus personagens, das dezenas de pessoas que perpassam a vida e as lembranças do poeta símbolo da capital paulista. Paulo Bomfim nos transmite mais uma vez a força dos paulistanos que se irmanaram em 1932, dos artistas que promoveram São Paulo a centro cultural de escala nacional, dos atletas que desafiaram seus limites, dos escritores que a tentaram decifrar, da boemia que, pródiga no gasto de tempo, tornava-o ganho para a criatividade e para a contestação...[+]

 


Estado e Capital Ferroviário em São Paulo
A Companhia Paulista de Estado de Ferro entre 1930 e 1961

Guilherme Grandi
Alameda
2013

A publicação deste livro ocorre em um momento em que o tema sobre o sistema ferroviário nacional vem sendo debatido em diversos fóruns nacionais e internacionais. Desde o debate sobre a viabilidade do TAV (Trem de Alta Velocidade) até as propostas de preservação/restauração do patrimônio ferroviário, a discussão sobre o papel das ferrovias hoje no Brasil vem assumindo uma crescente importância, seja como estratégia de desenvolvimento nacional, seja como uma opção de negócios ao empresariado. Partindo da análise sobre o início do estabelecimento da infraestrutura de transporte terrestre de São Paulo durante o período colonial, o autor avança na cronologia histórica ao discutir a origem e a implantação da Companhia Paulista, a politica e a legislação ferroviária, os Planos Nacionais de Viação e os diversos conflitos de interesse envolvendo o estado brasileiro, em comparação às outras ferrovias brasileiras, e as causas que a levam à estatização em 1961. Dialogando com diversas vertentes da historiografia nacional e internacional, este livro mostra a importância de fatores políticos que, somados às dificuldades de ordem técnico-econômica, são fortes, além de novas evidencias que ajudam a esclarecer porque em meados do século XX as ferrovias perderam sua hegemonia no transporte de longas distancias diante da expansão de carros, ônibus e caminhões...[+]

 


São Paulo: um novo olhar sobre a história

Beatriz P.S. Bueno
Via das Artes
2012

Esta obra busca contribuir para o entendimento da história de São Paulo, tendo como eixo condutor o comércio, sua formação e desenvolvimento. A urbanização de São Paulo está associada às transformações dos espaços comerciais e de sua arquitetura. Segundo o livro, recuperar essa história é também valorizar parte da cultura material dos habitantes da cidade...[+]

 


Theatro Mvnicipal de São Paulo

Márcia Camargos
Dado Macedo Edições
2011

O livro Teatro Municipal de São Paulo 100 anos foi produzido e editado pela Dado Macedo Produções Artísticas (DMP). A obra é assinada pela pesquisadora e jornalista ganhadora do Jabuti, Márcia Camargos. Além dos relatos históricos, o livro traz imagens que são verdadeiras relíquias de acervo – em grande parte, inéditas ao público – e conta com novos registros sob a ótica do renomado fotógrafo Cristiano Mascaro. O projeto gráfico é de Martha Tadaieski Com 200 páginas e aproximadamente 300 fotos e ilustrações, a publicação narra fatos importantes da cidade a partir da construção do Teatro, idealizada no final do século XIX pelo arquiteto Ramos de Azevedo. São retratadas todas as fases deste patrimônio histórico, que, além dos modernistas, foi palco para grandes nomes, entre Maria Callas...[+]

 



São Paulo

Cristiano Mascaro
Senac
2011

Mascaro é fotógrafo de atmosferas. Narra com simplicidade. Não se deixe enganar, olhe duas vezes e sentirá que as coisas se modificam. Ele secciona a realidade e extrai pequenos e grandes momentos. Nesse revelar desvenda a alma paulista. O que interessa é o homem, mesmo quando ele está ausente da foto. O que pensa esse garoto que, intrigado, contempla a própria sombra na areia?...[+]

 


A Academia de São Paulo: Tradições e Reminiscencias, Estudantes, Estudantões, Estudantadas (Classic Reprint)

Almeida Nogueira
Forgotten Books
2018

Mal avisado andou o meu nobre amigo dr. Almeida Nogueira no convite que me endereçou para prefaciar o presente volume, que é o septimo da serie de livros de sua lavra, subordinada ao título geral Tradições e Reminis cencias, em que se propoz a tarefa de passar em revista a Academia de S. Paulo, desde a sua fundação até aos nossos dias, fixando na bem apparelhada objectiva de sua escripta momentos e aspectos por sua natureza instantaneos e fugi dios. Mal avisado, disse eu, e não me desdigo. No fim de oontas, um prefacio, nas condições do que ora faço, não é uma verdadeira estopada imposta ao leitor, que, para o deletrear, retarda o prazer de devorar as paginas que se seguem? Creio que sim. Um prefacio, a não ser explica tivo do texto do corpo do livro, sempre foi uma artimanha ou cousa semelhante, que sómente serve para desmandi bolar o leitor até às orelhas num bocejo inlindavel. Em todo caso, me adsum, unicamente para corresponder a gentileza do convite do auctor, cuja cerebração, rica e pode rosa, admiro de ha muito no meio espiritual de S. Paulo, que, aliás, não é tão sáfaro de homens de valor mental...[+]

 


Salas de Cinema e História Urbana de São Paulo (1895-1930)

José Inácio de Melo Souza
Senac
2016

"Salas de cinema e história urbana de São Paulo (1895-1930) - o cinema dos engenheiros" apresenta um vasto panorama sobre os espaços de exibição cinematográfica na cidade de São Paulo, cobrindo todo o ciclo do cinema silencioso. Por meio da documentação custodiada pelo Arquivo Histórico de São Paulo (AHSP- SMC/PMSP), um dos principais acervos históricos da cidade, o autor reconstitui um momento significativo da história do cinema e da memória urbana paulistana do século XX, marcado pela presença das "salas de rua". Nesta edição, que amplia os estudos de seu livro Imagens do passado - São Paulo e Rio de Janeiro nos primórdios do cinema (Editora Senac São Paulo, 2004), o autor recupera no rico conjunto documental do AHSP projetos de salas especialmente construídas, ou adaptações, para abrigar os cinematógrafos, reproduzindo fachadas, plantas e cortes dessas edificações, além de outros registros de acervos diversos, como anúncios na imprensa, fotografias e cartões- postais. José Inacio de Melo Souza, um dos mais dedicados pesquisadores da história do cinema no Brasil, destaca documentos pouco conhecidos, delineando uma perspectiva renovada sobre esse complexo momento de introdução do cinema em São Paulo e a constituição de um circuito de distribuição e exibição, espaço de socialização privilegiado da modernidade...[+]

 


São Paulo 460 Anos

Cabral Francisco
Alambert Junior
Editora Brasileira
2015

São Paulo sempre foi tão cheia de paradoxos quanto é cheia de gente e edifícios. Um ligar de topografia sentimental e inusitada. Louvada por alguns, odiada por outros. A única certeza que nos resta nestes 460 anos é que, para todos, locais ou estrangeiros, no passado e no presente, amar São Paulo, definir São Paulo, retratar São Paulo é sempre um problema de extremos, de paradoxos, de impossibilidade de síntese ou de certezas. Amar São Paulo é uma alegria triste, uma beleza feia, um assombro ultrajante e fascinante. Ver, e viver, São Paulo também é tudo isso...[+]

 


A Capital da Vertigem. Uma História de São Paulo de 1900 a 1954

Roberto Pompeu de Toledo
Objetiva
2015

O jornalista Roberto Pompeu de Toledo narra em 'A capital da vertigem' sua arrancada rumo à modernidade. Eis uma cidade que deixa a condição de vila e se torna a maior metrópole do país. É a capital da vertigem - vertigem artística, industrial, demográfica, social e urbanística. Neste painel que vai do início do século XX a 1954 - quando a cidade completa quatrocentos anos -, aparecem personagens como Oswald e Mário de Andrade, Monteiro Lobato, Washington Luís, Prestes Maia, e Francisco Matarazzo, e surgem episódios que vão da Semana de Arte Moderna de 1922 à epidemia de gripe espanhola, da Revolução de 1924 à chegada do futebol ao país....[+] 

Também disponível na versão digital e-pub

 


O Ofício da Liberdade. Trabalhadores Libertados em São Paulo e Campinas. 1830-1888

Marília Bueno de Araújo Ariza
Alameda
2014

Para comprar a alforria de seu filho Paulo, de dez anos, a liberta Maria assumiu dívidas e o risco de pagá-las com a prestação de serviços indefinidos, por tempo indeterminado. Benedicta e Caciano igualmente entregaram seu trabalho para a compra da liberdade de Roza, respectivamente sua filha e companheira. Cazemiro, passando já dos 60 anos, custeava sozinho o preço de sua libertação ao prestar serviços 'compatíveis com sua idade'. Assentadas no território movediço dos limites entre liberdade e escravidão no século XIX, as histórias de Maria e Paulo, Cazemiro, Benedicta, Roza e Caciano não foram únicas e tampouco raras. Muitos outros homens e mulheres escravizados angariaram o apoio de família e amigos, empenharam economias e dedicaram anos de árduo trabalho para comprar alforrias por meio da prestação de serviços. Nascido de uma pesquisa de mestrado, 'O ofício da liberdade' investiga arranjos de trabalho e disputas por liberdade ao analisar contratos de locação de serviços nas cidades de São Paulo e Campinas entre 1830 e 1888. Ao mesmo tempo sucintos e complexos, estes contratos estiveram no centro de negociações e conflitos entre a camada senhorial e os trabalhadores determinados a realizar seus projetos de liberdade. Valendo-se também da análise de Ações de Liberdade e Cartas de Liberdade, o livro busca interpelar os sentidos das emancipações construídas por estes trabalhadores libertos. Duas faces da emancipação escrava estampam as páginas deste trabalho, de um lado, a inserção dos contratos de locação de serviços na lógica das alforrias compensatórias produzidas ao longo do século XIX, proporcionando a continuidade do domínio escravista e da exploração do trabalho dos egressos da escravidão no pós -emancipação. De outro, as lutas e a determinação de homens e mulheres escravizados a caminho da liberdade...[+]

 


Professores da Escola Normal de São Paulo: a história não escrita (1846 -1890)

Marcia Hilsdorf Dias
Alínea
2013

Esta obra, que se inscreve no âmbito da história das instituições escolares, visa contribuir para o campo historiográfico da educação brasileira em duas direções: a do estudo da história republicana da Escola Normal do Império e a do conhecimento dos professores que atuaram na Escola Normal de São Paulo durante o século XIX, no período do Império brasileiro...[+]

 


Bom Retiro, Bairro Central de São Paulo: Transformações e Permanências 1930-1954

Liziane Peres Mangili
Alameda
2012

Milhares de pessoas percorrem, todos os dias, as ruas do bairro paulistano do Bom Retiro. Atraídos pela indústria de confecção que tornou célebre sua principal via, a rua José Paulino, esses visitantes ajudam a manter um dinamismo econômico e social que marca esse segmento da cidade há mais de cem anos. Loteado pouco a pouco desde fins do século XIX, o Bom Retiro nasceu como espaço de imigrantes, marcado pela vida operária, pelas fábricas de tecidos e de alimentos e, posteriormente, pela produção de vestuário e sua comercialização frenética. Outrora um bairro italiano (e, por isso, nele fica a Rua dos Italianos), ali foram se sobrepondo portugueses, espanhóis, judeus de diferentes origens geográficas, gregos, armênios e, mais recentemente, coreanos e bolivianos. Tantas transformações estão, entretanto, firmemente alicerçadas também em permanências. Este livro instigante de Liziane Peres Mangili permite compreender, com base em ampla e rigorosa pesquisa documental, como o bairro manteve ao longo de décadas uma expressiva vitalidade econômica, baseada claramente em seu perfil misto. Habitação, indústria e comércio complementavam-se, numa equação auxiliada pela proximidade das estações e do centro paulistano. Seus lotes foram ocupados intensamente, por meio de sucessivas reformas e ampliações, garantindo uma densidade que se fortaleceu com a passagem das décadas. Fontes cartográficas, processos de aprovação de plantas e anúncios de jornais são aqui relacionados de maneira criativa, o que permite documentar a trajetória de múltiplos agentes sociais. Loteadores, compradores de lotes, comerciantes, construtores e industriais surgem das páginas deste livro, permitindo entrever as redes sociais que teceram e construíram a urbanização do Bom Retiro. Uma intensa complexidade que é somente possível nas grandes metrópoles contemporâneas, captada com vigor analítico e sensibilidade de pesquisa pela autora, nesse livro que, certamente, cativará os que procuram compreender as dinâmicas urbanas...[+]

 


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