Texto e Fotografias de Mônica Yamagawa


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VERBETES

LACERDA, ANTONIO GUILHERMINO GENTILI DE

LADEIRA DE SANTO ANTONIO

LADEIRA DO CARMO

LARGO DA MATRIZ

LARGO DE SÃO FRANCISCO

LARGO DE SÃO GONÇALO

LARGO DOS CURROS

LARGO DOS PIQUES / LADEIRA DA MEMÓRIA

LEME, JOAQUIM JOSÉ PINTO DE MORAIS

LEME, MARIA DA ANUNCIAÇÃO MORAIS

LEONARDO LOSKIELL

LÍBERO BADARÓ, GIOVANNI BATISTA

LIMA, CARLOS AUGUSTO DE SOUSA

LIVRARIA DO POVO

LIVRARIA SARAIVA

LOGRADOUROS

LOJA A CIDADE DE LONDRES

LOJA DA RAPOSA

LOJA RAVIL

LORENA, BERNARDO JOSÉ DE

LOURENÇO DIAS MACHADO

LUCAS ANTONIO MONTEIRO DE BARROS

LUIS ANTONIO DE SOUZA BOTELHO MOURÃO

LUIZ BRIZZOLARA

LUIZ DA GAMA

LUIZ DE LORENA RODRIGUES FERREIRA

LUZ (BAIRRO DA)

 

CENTRO DE SÃO PAULO

DICIONÁRIO DO CENTRO DE

SÃO PAULO

letra L

atualizado em: 22 de fevereiro de 2017

 

home > centro de são paulo > DICIONÁRIO DO CENTRO DE SÃO PAULO: LETRA L

letra K < letra L > letra M

 

LACERDA, ANTONIO GUILHERMINO GENTILI DE:

Recebeu grau de bacharel em ciências jurídicas e sociais em 29 de outubro de 1835.

 

LADEIRA DE SANTO ANTONIO:

1856: Domingos Henrique da Silva possuia uma casa no número 8, onde comercializadas fazendas (tecidos). Clique aqui, para ver o anúncio publicado no Correio Paulistano.

 

LADEIRA DO CARMO:

Para evitar o desabamento do Morro do Carmo, o Governo Municipal construiu um grabde paredão de pedra. Atualmente, essa área é conhecida como Avenida Rangel Pestana.

 

LARGO DA MATRIZ:

Localizava-se onde hoje está instalada a Praça da Sé, na área próxima a atual Caixa Econômica Federal. A primeira Igreja Matriz foi conlcuída em 1612.

 

LARGO DE SÃO FRANCISCO:

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 03/88

Anúncio publicado no periódico Revista Commercial (da cidade de Santos), em 17 de julho de 1860, n.89, página 4:

"Annuncios.
Hotel Palm
N.22 Largo de S. Francisco N.22
na cidade de S.Paulo

O abaixo assinado tendo tomado conta deste estabelecimento, que até o presente continuava como o título de Hotel dos Viajantes, participa do respeitável público, que a toda e qualquer hora, se encontrará uma grande variedade de comidas estrangeiras e nacionais, as quaes se apromtão com a maior brevidade possível, vinhos, licores etc. de todas as qualidades, e por preços muito moderada.

N.B. Encarrega-se toda e qualquer encomenda."

 

LARGO DE SÃO GONÇALO:

Em 1784, no local, começou a ser construída a sede da Câmara Municipal, até então sem endereço fixo. A edificação também abrigaria a primeira cadeia, pois, durante o período colonial, era de praxe a instalação da câmara e da cadeia no mesmo edifício.

 

LARGO DOS CURROS:

Futura Praça da República. Em 1864, com o início da Guerra do paraguai, estudantes fizeram exercícios de tiro no Largo dos Curros.

 

LARGO DOS PIQUES / LADEIRA DA MEMÓRIA:

Bibliografia:

PONCIANO, Levino. Todos os centros da paulicéia. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2007.

Os detalhes da formação da megalópole mostrados neste livro não são os relatados pela história oficial; são os anotados pelos passantes que chegaram a observar um 'mau humor' típico da população local, supostamente causado pelo clima e os registrados pelos próprios habitantes. Detalhes que vão desde hábitos do dia-a-dia (como o de apreciar formigas assadas, saborosa iguaria de antigamente) a peculiaridades sobre moradores que ficaram famosos e curiosidades acerca de prédios hoje históricos, ruas, avenidas, bairros inteiros. Com 'Todos os centros da Paulicéia', o leitor fará um city tour de mais de quatro séculos divertido e informativo, surpreendente para todos os paulistanos...[+]

 

LEME, JOAQUIM JOSÉ PINTO DE MORAIS:

Brigadeiro. Em 1834, sua filha vendeu para a Marquesa de Santos, o edifício hoje conhecido como Solar da Marquesa, na Rua Roberto Simonsen. Ele recebeu essa edificação como pagamento de uma dívida em 1 de abril de 1802.

 

LEME, MARIA DA ANUNCIAÇÃO MORAIS:

Filha do Brigadeiro Joaquim José de Morais Leme, em 1834, ela vendeu a edificação, hoje conhecida como Solar da Marquesa, para a Marquesa de Santos.

 

LEONARDO LOSKIELL:

Imigrante alemão, chegou ao Brasil em 1828. Possuía uma chácara na Freguesia do Brás, no Marco da Meia Légua, de onde tirava boa parte do sustento para sua família; também possuía armazém e padaria (que, provavelmente, não funcionavam na chácara).

Na listas feitas por Dr. Justiniano de Mello Franco, diretor do núcleo de Santo Amaro-Itapecirica (área destinada aos imigrantes alemães), nas décadas de 1830 e 1840, Loskiell apareceu nos dados da documentação como sendo proprietário de armazém na capital.

 

LÍBERO BADARÓ, GIOVANNI BATISTA:

Jornalista italiano, diretor do O Observador Constitucional. Foi assassinado em 20 de novembro de 1830, na Rua de São José (hoje Rua Líbero Badaró), em frente da sua casa. Foi sepultado no Cemitério da Consolação.

 

LIMA, CARLOS AUGUSTO DE SOUSA:

Primeiro presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (inaugurado em 1891).

 

LIVRARIA DO POVO:

Clipping: COZER, Raquel. Guia conta história de cem livrarias brasileiras. Folha de São Paulo: Ilustrada, 4 Abr. 2009.

 

LIVRARIA SARAIVA:

Clipping: COZER, Raquel. Guia conta história de cem livrarias brasileiras. Folha de São Paulo: Ilustrada, 4 Abr. 2009.

 

LOGRADOUROS:

10 de agosto de 1809: é determinado a numeração de todas as casas, identificação dos nomes das ruas (para facilitar a cobrança de impostos).

 

LOJA A CIDADE DE LONDRES:

Estabelecimento comerical dos Irmãos Ricardi que funcionou na Rua São Bento e posteriormente na Praça Antônio Prado esquina com Avenida São João. Especializada em vestuário. Para saber mais, CLIQUE AQUI.

 

LOJA DA RAPOSA:

Este estabelecimento é mencionado no livro de Gabriel Marques, "Ruas e tradições de São Paulo" (Governo do Estado, 1966). De propriedade de Mariano Antônio Vieira, localizada na Rua Direita, na segunda metade do século XIX.

 

LOJA RAVIL:

Estabelecimento antigo, loja de canetas.

Clipping: Outros Rumos. Folha de São Paulo: Equilíbrio, 24 Mai. 2001.

 

LORENA, BERNARDO JOSÉ DE:

Assumiu o governo da Capitania de São Paulo em 1788 e autorizou a construção de várias obras públicas: o Quartel de Linha (no lugar onde hoje está instalado o Palácio da Justiça – Praça da Sé/Praça João Mendes); o Hospital Militar; o Chafariz do Largo da Misericórdia; o Teatro da Ópera; o calçamento parcial de algumas vias e a abertura e construção do Caminho da Serra do Mar, apelidado de Calçada do Lorena.

Pai de D. Francisco de Assis Lorena e avô de Dona Anna Maria de Almeida Lorena. Um de seus descendentes Luiz de Lorena Rodrigues Ferreira (filho de Dona Leonor Andromeda de Almeida Lorena) construiu o Palacete Sarzedas, hoje Museu do Tribunal de Justiça.

 

LOURENÇO DIAS MACHADO:

Primeiro vigário de São Paulo, assumiu a Paróquia de São Paulo (criada em 26 de agosto de 1588), em 1591.

 

LUCAS ANTONIO MONTEIRO DE BARROS:

Visconde de Congonhas do Campo. 1o. Presidente da Província de São Paulo. Tomou posse em 1 de abril de 1824.

 

LUIS ANTONIO DE SOUZA BOTELHO MOURÃO:

Fundou a Academia dos Felizes de São Paulo, primeira academia de letras da cidade. Foi governador e capitão-geral.

 

LUIZ BRIZZOLARA:

Escultor. Veja fotografias e mais informações sobre o Monumento Carlos Gomes, localizado na Praça Ramos de Azevedo:

 

LUIZ DA GAMA:

Na década de 1870, o poeta faz repercutir na imprensa a campanha abolicionista, assim como, através dos tribunais, obtém inúmeras manumissões (liberdade concedida ao escravo pelo seu senhor).

 

LUIZ DE LORENA RODRIGUES FERREIRA:

Luiz de Lorena Rodrigues Ferreira era filho de Dona Leonor Andromeda de Almeida Lorena, ambos descendentes de Dona Anna Maria de Almeida Lorena, proprietária da Chácara Tabatinguera que abrangia não somente o terreno onde está o palacete, como também a Capela de Santa Luzia. Dona Anna por sua vez, era filha de D. Francisco de Assis Lorena e neta de D. Bernardo José de Lorena - 5º Conde de Sarzedas.

Segundo o site do Museu do Tribunal de Justiça, Luiz de Lorena Rodrigues Ferreira:

"(...) que não herdou o título por descender do Conde por linhagem materna, já com 60 anos de idade apaixonou-se por Marie Louise Belanger, uma francesa de 18 anos. Casou-se com ela e a trouxe para viver no Palacete. Daí teria surgido o apelido “Castelinho do Amor” que se arraigou pela vizinhança. A localização, no topo de uma colina, não podia ser mais privilegiada: permitia que se avistasse todo o vale do Tamanduateí e que fosse de lá visto. Após a morte do proprietário, sua esposa, filho e nora ainda permaneceram no local até 1939."

["Palacete". Website do Museu do Tribunal de Justiça]

 

LUZ (BAIRRO DA):

Artigos (para download gratuito) sobre o Bairro da Luz:

Requalificação Urbana Sustentável: Avaliação de Áreas Subutilizadas da Região da Luz
Melissa Belato Fortes & Liza Maria de Souza Andrade
USP

O trabalho objetiva contribuir com estudos para uma futura requalificação sustentável das áreas subutilizadas na região da Luz, como um dos caminhos para diminuir a expansão urbana em áreas ambientalmente protegidas ou desprovidas de infra-estrutura. A pesquisa foi realizada por meio de autores que trabalhassem com os princípios de sustentabilidade e com o conceito de cidade compacta. Foram investigados os dados históricos de ocupação urbana; os dados do esvaziamento das áreas centrais e o Plano Diretor (Lei nº 13430, de 13 de setembro de 2002) que considera para a área: a reversão do esvaziamento populacional; a melhoria dos espaços públicos e do meio ambiente, entre outros. Também foram avaliadas as propostas da Associação Viva o Centro, como a requalificação do pólo Luz-Santa Ifigênia, que objetiva a reurbanização do Complexo Cultural Júlio Prestes, da estação da Luz e da avenida Cásper Líbero, e a implantação do sistema circular de bondes que possibilitaria o acesso rápido à região central. Foi feita a identificação e a avaliação dos locais subutilizados na região da Luz, sob a ótica de alguns princípios de sustentabilidade: adensamento urbano, requalificação urbana, recuperação do sentido de vizinhança e mobilidade sustentável. Foram apresentadas como recomendações: o adensamento, a requalificação dos espaços, os espaços de convívio, a criação de ciclovias e caminhos para pedestres... [+]

 

Programa de Requalificação Urbana Nova Luz - Plano Urbanístico
Prefeitura Municipal de São Paulo
EMURB - Empresa Municipal de Urbanização

O Plano Urbanístico detalhado nos mapas anexos, em consonância com os objetivos do Plano Diretor Estratégico, do Plano Regional da Sub-Prefeitura da Sé e da Operação Urbana Centro, tem por objetivo nortear um conjunto de ações combinadas de conservação e de renovação de espaços públicos e privados na área da Nova Luz, correspondente ao perímetro de abrangência da Lei de Incentivos Seletivos, Lei n.º 14.096, de 8 de dezembro de 2005...[+]

 

Luz, São Paulo: as condições e possibilidades de um projeto urbano
Pedro Manuel Rivaben de Sales
Vitruvius
2001

Campo, caminho, pouso. Chácaras… Horto, jardim botânico, passeio público – depois parque. Ermida, convento, igreja e seminário. Quartel, cadeia. Bulevar, avenida. Ferrovia, metrô: estações. Hotéis e pensões. Residência popular e cortiço: (pequena) indústria: pólo comercial. Escola, politécnica, colégio e liceu. Museus: arte sacra e pinacoteca. Sala de concertos e universidade de música… São estes alguns dos “temas” que distinguem a história do bairro da Luz, região central de São Paulo... [+]

 

LYCÊO PAULISTANO:

Em anúncio publicado no dia 2 de janeiro de 18556, no Correio Paulistano, o Liceu anunciava o início de suas aulas no dia 7 de janeiro. Ainda segundo o anúncio, seriam ensinadas as matérias: Latim, Francês, Inglês, Aritmética, História, Filosofia, Primeiras Letras e Música.

 

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