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J : VERBETE

dicionário do centro de são paulo

atualizado em: 13 de junho de 2018

 

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letra Iletra Jletra K

 

JACINTO HELIODORO DE VASCONCELLOS:

Morador da casa número 5, ao pé da Igreja dos Remédios.

 

JACINTO LEITE DE GODOI (CAPITÃO):

Em 1827, morava na Rua do Carmo n.49.

 

JACOB FRIEDRICH:

Na década de 1870, recebeu a concessão de explorar quiosques no Jardim da Luz, quando a concessão anterior, dada a Joaquim Eugênio de Lima, foi cancelada.

 

JARDIM DA LUZ:

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 05/91 (tombamento "ex-officio").

Clipping: "Troca de árvores revela achado arqueológico em SP". Diário do Grande ABC. 24 Mai. 2000.

Bibliografia: JORGE, Clóvis de Athayde. Luz: notícias e reflexões. Histórias dos bairros de São Paulo. São Paulo: DPH - De partamento do Patrimônio Histórico, 1988.

 

J.E. DAMERGUE:

Um dos responsáveis pela execução do Desinfectório Central (terreno adquirido em 1882 e instituição inaugurada em 1893).

 

JERÔNIMO LEITÃO:

 

JOÃO, ANTONIO:

Segundo ermitão da Igreja Nossa Senhora da Luz, aparece no inventário de 1658, de Antonio Pedroso de Barros e em 1659, no de Pedro Dias Leite:

"Pedro Dias Leite prometia 'à Nossa Senhora do Guaré um manto de tafetá'. (...) 'Certifico eu Luiz de Andrade escrivão dos órfãos desta villa de São Paulo e seu termo e dello dou minha fé em como o capitão Lourenço Castanho Taques pagou ao ermitão de Nossa Senhora da Luz Antonio João três mil réis que o defunto Pedro Dias deixou de esmola e por passar na verdade e a pedimento do dito ermitão lhe passei a presente aos oito do mez de agosto de seiscentos e cincoenta e nove annos.' "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.29.]

 

JOÃO ANTONIO ROSA:

Boticário. Em 1827, possuía uma estabelecimento na Rua do Commercio.

 

JOÃO BATISTA FERRI:

Escultor. Veja mais informações sobre uma de suas obras: Guanabara, escultura de João Batista Ferri.

 

JOÃO BIERRENBACH:

Imigrante alemão. Sua família, ao chegar ao Brasil, em 1829, dedicou-se inicialmente à fabricação de chapéus.

 

JOÃO DE ALMEIDA:

Terceiro ermitão da Igreja de Nossa Senhora da Luz, que aparece no recibo (1680) referente ao testamento de Anna Proença, esposa de Francisco de Sousa:

" 'Recebi de Francisco de Sousa como testamenteiro da defunta sua mulher Anna de Proença uma toalha de linho para o altar de Nossa Senhora da Luz que deixou na verba do seu testamento e por verdade lhe passei a quitação. Hoje 24 de junho de 1680 annos - o ermitão de Nossa Senhora da Luz, João Almeida' "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.29.]

 

JOÃO DE SOUSA:

Um dos religiosos que acompanhavam o grupo de Manuel da Nóbrega e José de Anchieta e que,assim como Pero Correia, foi morto pelos índios durante o retorno de uma das expedições à boca do sertão.

 

JOÃO HATTENBACH:

Imigrante alemão, chegou ao Brasil por volta de 1850. Ferreiro, montou um barracão na área onde hoje fica a Avenida Ipiranga, montando no local sua oficina. Em seu inventário, constava uma casa de aluguel na Rua da Palha (atual Rua 7 de Abril).

 

JOÃO MARTINS MILLER:

Segundo anuncio de 1856 (Correio Paulistano: 4 de janeiro), morador da Rua dos Piques:

"Arrematação.

Pelo juizo municipal desta cidade, e cartório do escrivão abaixo assignado, a requerimento de João Martins Miller, se faz publico, que no dia 11 do corrente as 10 horas da manhã, na casa do dito Miller, rua do Piques, se hão de arrematar 3 moradas de casas avaliadas pela quantia de 10:000$000.

S. Paulo 2 de janeiro de 1856.

Emilio José Alvarez."

 

JOÃO PLANDÉ:

Entre 1862-1863 dirigia a sede de São Paulo do Depósito de Calçados da Fábrica de Siré Irmãos.

 

JOÃO RAMALHO:

Junto com Tibiriça, auxiliou o padre Manuel da Nóbrega na escolha do local para fundar o clégio-igreja da Companhia de Jesus. Tornou-se o 1o. Capitão-mor da Vila de São Pauloem 9 de julho de 1562, para liderar na guerra contra os índios Tamoios.

 

JOÃO ROST

 

JOÃO SERTÓRIO JÚNIOR:

Deputado da Assembléia Provincial e morador da Ladeira do Piques, em 1856.

 

JOAQUIM ANTONIO ALVES ALVIM:

Pai de Anna Candida Alvim Ferreira França.

 

JOAQUIM ARCOVERDE DE ALBUQUERQUE CAVALCANTE, DOM:

Décimo Bispo de São Paulo, nomeado em 1893, faz sua entrada solene na cidade no dia 30 de setembro do mesmo ano.

 

JOAQUIM DA SILVA ABREU VIANNA

 

JOAQUIM ELIAS

 

JOAQUIM ESTEVÃO RIBEIRO:

Sobre ele, há um anúncio no Correio Paulistano, de 2 de janeiro de 1856:

"A administração da casa fallida de Joaquim Estevão Ribeiro, convida os devedores a mesma para satisfazerem seus debitos em casa do administrador Bernardino José Dias Torres. S.Paulo, 14 de dezembro de 1855 - Bernardino José Dias Torres de Oliveira - Barão do Tietê."

 

JOAQUIM EUGÊNIO DE LIMA:

Engenheiro uruguaio. Em 1873 recebeu o privilégio de construir e explorar quiosques comerciais no Jardim da Luz. Tal privilégio foi suspenso, posteriormente, por João Teodoro e ao processar o governo, ganhou, na época a indenização de 120:000$000.

 

JOAQUIM FLORIANO DE TOLEDO:

Tenente-coronel / 6o. vice-presidente da Província / empregado provincial aposentado (secretario do governo) em 1856, e morador da Ladeira do Piques.

 

JOAQUIM GASPAR DOS SANTOS PEREIRA:

Contratado por João Teodoro, na década de 1870, para cuidar e zelar pelo Jardim da Luz.

 

JOAQUIM IGNACIO RAMALHO, DR.:

Em 12 de julho de 1854, era secretário do Cassino Paulistano.

 

JOAQUIM JOSÉ CORREA

 

JOAQUIM JOSÉ DE CARVALHO:

Foi sua a iniciativa de fundar a Academis Paulista de Letras, em 5 de outubro de 1909.

 

JOAQUIM JOSÉ PEDRO MAIA:

Segundo anúncio de O Farol Paulistano (Nùmero 79, de 12 de janeiro de 1828), poderia ser encontrado na Rua de São Bento, em 1828. O anúncio em questão era de um escravo que fugiu de Santos e caso fosse encontrado na capital, deveria ser entregue para o Sr. Joaquim.

 

JOAQUIM JOSÉ PINTO DE MORAIS LEME:

Brigadeiro. Em 1834, sua filha vendeu para a Marquesa de Santos, o edifício hoje conhecido como Solar da Marquesa, na Rua Roberto Simonsen. Ele recebeu essa edificação como pagamento de uma dívida em 1 de abril de 1802.

 

JOHN MAWE:

Em 1812, seu trabalho é publicado em Londres, com algumas das primeiras ilustrações de São Paulo, gravuras essas executadas por Berrenger, a partir dos esboços realizados em 1810, pelo autor.

 

JOSÉ ANTONIO PIMENTA BUENO:

Estudante matriculado no primeiro ano (em 1828) no Curso Jurídico de São Paulo.

 

JOSÉ ANTONIO MARTINS

Em 1827, possuía um armazém na Rua do Rosário. Anúncio de 1827.

 

JOSÉ ANTONIO SARAIVA:

Administrou a Província de São Paulo de 17 de julho de 1854 a 12 de novembro de 1855, segundo Almeida Nogueira, em Academia de São Paulo: tradições e reminiscências: volume 5. São Paulo: Saraiva, 1977. No mesmo livro, há um rodapé informando que Eugênio Egas, na Galeria dos presidentes de São Paulo, I, 233, informa que o período correto é de 26 de junho de 1854 a 16 de maio de 1855. Com base nas informações publicadas no Correio Paulistano, as informações estão de acordo com a de Eugênio Degas [Correio Paulistano, Anno I, Número 1: junho de 1854]

 

JOSÉ FELIZARDO GOMES DA SILVA, PADRE:

Padre e diretor, em 1856, do Lycêo Paulistano.

 

JOSÉ FERNANDES DE SOUSA:

Livreiro, português, proprietário do Pândega, conta a elnda que se alguém roubasse uma galinha de sua propriedde, "descontava" o prejuízo no preço do primeiro livro que vendesse depois do corrido.

Clipping: COELHO, Marcelo. Chá, rapé, livros e outros artigos sem rivais. Folha de São Paulo: +Mais!, 11 Abr. 2004.

 

JOSÉ HEIB:

Em 1870, abriu uma fábrica de cerveja, na Rua da Liberdade, junto da Ponte da Condessa de São Joaquim.

 

JOSÉ INOCÊNCIO DE CAMPOS:

Bacharel da Academia de Direito. Foi reprovado em 1833 (3o. ano), formou-se em 1836. Pertencia, originalmente, a turma de 1831-1835.

 

JOSÉ JOAQUIM DE JESUS (CAPITÃO):

Em anúncio publicado no Correio Paulistano, em 2 de janeiro de 1856, o Capitão informa que na Rua da Consolação n.62, estão disponívis "pedras para calçadas e para paredes e pilares".

 

JOSÉ JOAQUIM RODRIGUES (ALFERES):

Em 1828, residia na Rua das Casinhas, n.5 (O Farol Paulistano, número 103, de 12 de abril de 1828). Em 1828, publicou anúncio informando sobre a fuga de um escravo.

 

JOSÉ MARIA AVELLAR BROTERO:

Com base em notícia publicada no O Farol Paulistano (número 89, 16 de fevereiro de 1828), chegou à capital o Lente do 1o. ano do Curso Jurídico, o Sr. José Maria Brotero, em 13 de fevereiro de 1828.

Anúncio de 1829: "Aviso - José Maria Avellar Brotero participa ao respeitavel Publico, que torna a abrir o seu escriptorio de advogado, e que das 10 horas da manhã até as 2 da tarde esta´em casa. - No tempo das aulas se fara novo annuncio." [O Farol Paulistano, número 184, de 24 de janeiro de 1829].

 

JOSÉ MARQUES DA CRUZ:

Em um anúncio no Correio Paulistano, publicado no dia 2 de janeiro de 1856, aparece como proprietário de um estabelecimento de secos e molhados, localizado na Rua do Comércio, n.35. Clique aqui, para ver o anúncio dos produtos á venda.

No mesmo dia 2 de janeiro, também no Correio Paulistano, anunciou a abertura de seu novo estabelecimento: Padaria Anno Bom, na Rua do Rosário, esquina com Rua da Boa Vista. Clique aqui, para ver o anúncio.

 

JOSÉ RODRIGUEZ VELOSO (CAPITÃO):

Capitão, em 1827, tinha um estabelecimento na Rua do Rozario.

 

JOSÉ VIEIRA COUTO MAGALHÃES:

Em abril de 1856, era professor de Filosofia no Lycêo Paulistano.

 

JOSINO DO NASCIMENTO SILVA, DR.:

Presidente da Província de São Paulo, de 4 de janeiro de 1853 a 26 de junho de 1854. No dia 22 de junho de 1854 fundou a irmandade de São Jorge, composta por militares e cavaleiros de todas as ordens.

 

JULES MARTIN:

Engenheiro francês, responsável pelo projeto do 1o. Viaduto do Chá, inaugurado em 6 de novembro de 1892.

 

JÚLIO FRANK:

Criou a Bucha, uma sociedade secreta formada por estudandes e professores do Curso Jurídico do Largo de São Fracisco, em 1831.

 

JÚLIO MARIANO GALVÃO DE MOURA:

Padre, em 1855 era proprietário do terreno e edificação onde hoje está localizada a Casa da Imagem (Casa Nùmero 1), e nela instalou o Colégio Ateneu Paulistano.

 

letra Iletra Jletra K

 

CENTRO DE SÃO PAULO

 


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HISTÓRIA DO COMÉRCIO DO CENTRO DE SÃO PAULO

[projeto em desenvolvimento]


A

A Cidade de Londres
A. J. Mauricio Pereira
Alfaiataria de Pedro Bourgad
Armarinho da Rua das Casinhas
Armazém de Guilherme Kraeuter
Armazém de José Antonio Martins
Armazém Rua São Bento n.93

 

B

Banco do Brasil
Bernardo Martins Meira
Botequim Paulistano
Botica de Joaquim Pires Garcia
Boticário João Antonio Rosa

 

C

Candido Ribeiro dos Santos, cirurgião - clinica homeopática
Casa da Rua do Rozário, 13 - livros (1828)
Casa de Antonio Bernardo Quartim

Casa de Comércio de Gabriel Henriques Pessoa
Casa de Joaquim José Correa, 1828
Casa de José Marques da Cruz (secos e molhados)
Casa de Henrique Fox
Casa de Luiz Paião
Casa Faria
Casa Fretin

Casa Lemcke
Casa Levy de Pianos
Coelho & Teixeira (loja de fazendas)
Collegio de Lindorf Ernesto Ferreira França
Curso Elementar de Bellas Letras

 

D

Dentista francês: A. Masseran
Depósito de Calçados da Fábrica de Siré Irmãos
Diligencia Progresso Paulista
Domingos Antonio Gomes - leilão
Dr. Theodoro Reichert

 

E

Estabalecimento da Rua do Rozario, 22 (1828)
Estabelecimento da Rua do Rozario, 58 (1856)
Estabelecimento da Rua dos Piques
Estabelecimento de Henrique Luiz

 

F

Fábrica de Canastras e Tamancos
Fazendas (Tecidos) de Domingos Henrique da Silva

Ferraria Coelho & Marques
Frederico Fontame: carros para alugar
Fresneau Alfaiate

 

H

Hotel da Boa Vista / Hotel do Hilário
Hotel da Providencia
Hotel Palm

 

J

João Rost, cirurgião dentista
Jules Martin / Imperial Litografia

 

L

Livraria da Rua Direita
Livraria do Largo do Collegio
Livraria Ricardo Matthes
Loja da Raposa
Loja de Domingos de Paiva Azevedo
Loja de Ourives de Luiz Suplicy

 

M

Manoel José Bastos, artista daguerreotypo
Médico homeopata Carlos Marquios
Mestra de Primeiras Lettras, 1828
M.Izidoro, Mestre de Francês, 1828

 

P

Padaria Anno Bom
Progredior

 

R

Relojoaria de Luiz Bamberg

 

S

Salão da Paulicéa
Salla de Esgrima
Sinhana dos Bolinhos

 

T

Theatro S.Paulo
The Berlitz School of Languages
Tintureiro N.J.V. Ferard
Typographia na Rua de São José, 33

 

V

Vendedeiras de Peixe



 

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SÉCULO XXI

2001 - 2010

2011 - 2020

 

 

 


Capital. São Paulo e seu Patrimônio Arquitetônico

Capital: São Paulo e seu Patrimônio Arquitetônico

Juan Esteves
Antonio Carlos Abdalla
Imesp
2013

'A Secretaria de Estado da cultura de São Paulo tem imensa satisfação em apoiar a reedição do livro 'Capital - São Paulo e seu patrimônio arquitetônico, de Juan Esteves. Com curadoria de Antonio Carlos Abdalla, o conjunto de fotografias selecionadas oferece um amplo panorama da diversidade de edifícios de distintas naturezas que marcaram a capital paulista ao longo de sua história, especialmente os últimos 100 anos. Colocado em evidência no magistral registro de Juan Esteves, o patrimônio arqutetônico paulistano pode aqui ser apreciado nos detalhes que acabam por ficar invisíveis em meio à agitação cotidiana da metrópole. Ao dar merecida visibilidade aos edifícios retratados, esta publicação ajuda a sensibilizar para a necessidade de preservação desse patrimônio, uma importantíssima e difícil tarefa, que precisava envolver toda a sociedade.' - Marcelo Mattos Araujo...[+]

 


Arquivo Historico De Sao Paulo - Historia Publica Da Cidade

Arquivo Historico De Sao Paulo - Historia Publica Da Cidade

Eudes Campos
Imesp
2011

Seleção de manuscritos, mapas, plantas, desenhos técnicos e fotografias, escolhidos dentre os mais de 4 milhões de itens pertencentes ao acervo do 'Arquivo Histórico de São Paulo', este livro busca compor um mosaico da história da cidade e ressalta a importância da conservação deste patrimônio diante dos desafios de compreensão do seu futuro...[+]

 


Patrimônio da metrópole paulistana

Patrimônio da metrópole paulistana

Margarida Cintra Gordinho
Iatã Cannabrava
Terceiro Nome
2010

Este livro apresenta, com fotos e textos, os bens tombados pelo Condephaat na cidade de São Paulo e em sua região metropolitana. Com ele, procuramos contribuir para amplir a possibilidade desses bens serem conhecidos, admirados e preservados, mantendo vivas as memórias e histórias que ajudam a construir nosso futuro...[+]

 


Historia Dos Velhos Teatros De São Paulo - Coleção Paulística

Historia Dos Velhos Teatros De São Paulo - Coleção Paulística

Antonio Barreto do Amaral 
Imesp
2006

A Coleção Paulística trata de diversos aspectos da História do Estado de São Paulo, de sua formação e cultura, de alguns de seus municípios e de algumas de suas personalidades. Publicados em meados do século XX, esses volumes tiveram sua última edição entre as décadas de 1970 e 1980. A reedição revista e atualizada de 5 volumes mostra-se muito oportuna: a coleção está esgotada e os poucos volumes em circulação têm merecido o tratamento de obra rara. Disponibiliza-se, assim, a pesquisadores e estudiosos da história de São Paulo, bem como ao público em geral, importante parte da obra. Os exemplares selecionados, escritos por nomes relevantes da prosa paulista, cobrem desde a saga dos Bandeirantes até a história dos teatros paulistas, destacando-se o importante Dicionário de História de São Paulo...[+]

 


METROPOLE E CULTURA - SAO PAULO NO MEIO SECULO XX

Maria Arminda do Nascimento Arruda
Edusp
2015

Fruto de sua livre docência, neste livro a socióloga Maria Arminda analisa a formação da metrópole paulista através dos fenômenos históricos e sociais do meio do século XX. O recorte temporal privilegia o estudo dos desdobramentos de eventos emblemáticos, como o movimento da Semana de 22, a Segunda Guerra Mundial e o fim do Estado Novo, na tentativa de entender em que moldes se deu a modernidade em São Paulo. A efervescência cultural e intelectual manifesta na dramaturgia de Jorge Andrade, nas peças do Teatro Brasileiro de Comédia, na criação do MASP, nas vanguardas das Artes Visuais e da Poesia, e na sociologia de Florestan Fernandes é investigada em seu contexto histórico. Evidenciando, portanto, as relações entre empresariado, políticos, jornalistas e artistas, entre outros atores e grupos sociais, esta é uma leitura capaz de interessar também ao público em geral...[+]

 


A METROPOLE DE SAO PAULO NO SECULO XXI

Eduardo Marques
Unesp
2015

São Paulo se situa entre as maiores concentrações urbanas do mundo e é a maior e mais importante cidade brasileira. De fato, em 2010, os 39 municípios componentes da Grande São Paulo representavam cerca de 20% do Produto Interno Bruto nacional. Esse característi­co gigantismo e complexidade paulistanos definem o pano de fundo da obra organi­zada por Eduardo Marques, em que se busca, por meio da análise de dados, atualizar o conhecimento sobre os diver­sos aspectos relativos às transformações recentes na vida da capital paulista....[+]

 


RENOVAÇAO URBANA EM SAO PAULO

Rosana H. Miranda
Nea
2015

As áreas industriais do centro da cidade de São Paulo do final do século XIX e primeira metade do século XX encontram-se em processo de degradação, mas mantêm ainda uma intensa atividade de usos urbanos e considerável infraestrutura. O livro apresenta metodologia de projeto para a renovação do bairro da Mooca. Destina-se ao ensino de projeto urbano e aos profissionais que atuam na área. Enfatiza a importância do bairro como moradia da classe operaria na primeira fase de industrialização de São Paulo. Destacam-se os elementos de permanência do desenho urbano do bairro nas diversas etapas de desenvolvimento da cidade. As ruas, as vilas, as casas em série, as fábricas existentes, identificados como vocabulário do projeto de renovação urbana, com a valorização da vida cotidiana fortemente influenciada pela imigração italiana. A Mooca é um espaco simbólico de resistência das lutas do movimento operário da cidade e do Brasil, como a Greve de 1917 e o movimento dos Tenentes de 1924. O livro propõe a historia como elemento para o projeto de renovação urbana junto a programas sociais, como a criação da "oficina do jovem historiador," e que a identidade do bairro forneça a noção de lugar...[+]

 


FOTOLABOR - A FOTOGRAFIA DE WERNER HABERKORN

Vários Autores
Espaço Líquido
2014

'A fotolabor' teve destaque nos anos 1950 atuando com uma das maiores produtoras de cartões postais fotográficos em São Paulo...[+]

 


História da Escola de São Paulo e do Brasil

Maria Luiza Marcílio
IMESP
2014

Pelas avaliações internacionais (UNESCO e PISA), o Brasil vem sendo colocado nas últimas posições em educação, mesmo dentre nações bem mais pobres. As explicações para essa triste situação devem ser buscadas particularmente na História do país, em sua longa duração. Foi esse o trabalho realizado pela autora, em pesquisas que efetuou em arquivos e bibliotecas do Brasil e do exterior, somadas a testemunhos orais e a variada iconografia. O esforço foi de resgatar a escola em seu cotidiano, com os autores que a compuseram ao longo dos cinco séculos, desde quando os jesuítas aqui fincaram os primeiros alicerces dos colégios, no inicio da colonização portuguesa. Expulsos os padres da Companhia de Jesus, foi criada a escola pública. Sua evolução foi acompanhada com seus alunos, seus professores, os métodos de ensino, o material escolar introduzido de forma precária e lenta. Só com a República, e ao longo do século XX, é que de fato, o Brasil conheceu o sistema escolar montado dentro do modelo do Ocidente, articulado desde a pré-escola até o curso ginasial e depois médio, com seus avanços e recuos e a partir de São Paulo de onde se difundiu por todo o país. O Brasil chega ao final do milênio com praticamente todas suas crianças na escola, mas ainda não conseguiu ultrapassar o desafio da péssima qualidade do ensino, em todos seus níveis. Esta obra procura dar reconstruir a evolução da escola de base em toda a História do Brasil. O objetivo inscreve-se, igualmente, na busca de explicação do atraso da qualidade da educação nacional...[+]

 


Belle Epoque na Garoa
São Paulo Entre a Tradição e a Modernidade

Marcia Camargos
FPH da Energia de São Paulo
2013

O livro, que reúne texto da historiadora Marcia Camargos e imagens do acervo da Fundação Energia e Saneamento, retrata os desdobramentos da Belle Époque na capital paulista, com destaque para as transformações urbanas, sociais, políticas e culturais ocorridas na cidade no início do século 20. Inclui 2 lâminas fotográficas...[+]

 

 

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