Texto e Fotografias de Mônica Yamagawa


centro de são paulo


história da arte


mundo digital


patrimônio cultural

VERBETES

 

JACOB FRIEDRICH

JARDIM DA LUZ

J.E. DAMERGUE

JERÔNIMO LEITÃO

JOÃO, ANTONIO

JOÃO BATISTA FERRI

JOÃO BIERRENBACH

JOÃO DE ALMEIDA

JOÃO DE SOUSA

JOÃO HATTENBACH

JOÃO MARTINS MILLER

JOÃO RAMALHO

JOAQUIM ARCOVERDE DE ALBUQUERQUE CAVALCANTE, DOM

JOAQUIM ESTEVÃO RIBEIRO

JOAQUIM EUGÊNIO DE LIMA

JOAQUIM GASPAR DOS SANTOS PEREIRA

JOAQUIM JOSÉ DE CARVALHO

JOAQUIM JOSÉ PINTO DE MORAIS LEME

JOHN MAWE

JOSÉ ANTONIO SARAIVA

JOSÉ FERNANDES DE SOUSA

JOSÉ HEIB

JOSÉ INOCÊNCIO DE CAMPOS

JOSÉ MARQUES DA CRUZ

JULES MARTIN

JÚLIO FRANK

JÚLIO MARIANO GALVÃO DE MOURA

 

CENTRO DE SÃO PAULO

DICIONÁRIO DO CENTRO DE

SÃO PAULO

letra J

atualizado em: 15 de junho de 2017

 

home > centro de são paulo > DICIONÁRIO DO CENTRO DE SÃO PAULO: LETRA J

letra I < letra J > letra K

 

JACOB FRIEDRICH:

Na década de 1870, recebeu a concessão de explorar quiosques no Jardim da Luz, quando a concessão anterior, dada a Joaquim Eugênio de Lima, foi cancelada.

 

JARDIM DA LUZ:

Sobre o tombamento municipal: CONPRESP - Resolução no . 05/91 (tombamento "ex-officio").

Clipping: "Troca de árvores revela achado arqueológico em SP". Diário do Grande ABC. 24 Mai. 2000.

Bibliografia: JORGE, Clóvis de Athayde. Luz: notícias e reflexões. Histórias dos bairros de São Paulo. São Paulo: DPH - De partamento do Patrimônio Histórico, 1988.

 

J.E. DAMERGUE:

Um dos responsáveis pela execução do Desinfectório Central (terreno adquirido em 1882 e instituição inaugurada em 1893).

 

JERÔNIMO LEITÃO:

 

JOÃO, ANTONIO:

Segundo ermitão da Igreja Nossa Senhora da Luz, aparece no inventário de 1658, de Antonio Pedroso de Barros e em 1659, no de Pedro Dias Leite:

"Pedro Dias Leite prometia 'à Nossa Senhora do Guaré um manto de tafetá'. (...) 'Certifico eu Luiz de Andrade escrivão dos órfãos desta villa de São Paulo e seu termo e dello dou minha fé em como o capitão Lourenço Castanho Taques pagou ao ermitão de Nossa Senhora da Luz Antonio João três mil réis que o defunto Pedro Dias deixou de esmola e por passar na verdade e a pedimento do dito ermitão lhe passei a presente aos oito do mez de agosto de seiscentos e cincoenta e nove annos.' "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.29.]

 

JOÃO BATISTA FERRI:

 

JOÃO BIERRENBACH:

Imigrante alemão. Sua família, ao chegar ao Brasil, em 1829, dedicou-se inicialmente à fabricação de chapéus.

 

JOAO DE ALMEIDA:

Terceiro ermitão da Igreja de Nossa Senhora da Luz, que aparece no recibo (1680) referente ao testamento de Anna Proença, esposa de Francisco de Sousa:

" 'Recebi de Francisco de Sousa como testamenteiro da defunta sua mulher Anna de Proença uma toalha de linho para o altar de Nossa Senhora da Luz que deixou na verba do seu testamento e por verdade lhe passei a quitação. Hoje 24 de junho de 1680 annos - o ermitão de Nossa Senhora da Luz, João Almeida' "

[ARROYO, Leonardo. Igrejas de São Paulo: introdução ao estudo dos templos mais característicos de São Paulo nas suas relações com a crônica da cidade. Rio de Janeiro: José Olympio, 1954, p.29.]

 

JOÃO DE SOUSA:

Um dos religiosos que acompanhavam o grupo de Manuel da Nóbrega e José de Anchieta e que,assim como Pero Correia, foi morto pelos índios durante o retorno de uma das expedições à boca do sertão.

 

JOÃO HATTENBACH:

Imigrante alemão, chegou ao Brasil por volta de 1850. Ferreiro, montou um barracão na área onde hoje fica a Avenida Ipiranga, montando no local sua oficina. Em seu inventário, constava uma casa de aluguel na Rua da Palha (atual Rua 7 de Abril).

 

JOÃO MARTINS MILLER:

Segundo anuncio de 1856 (Correio Paulistano: 4 de janeiro), morador da Rua dos Piques:

"Arrematação.

Pelo juizo municipal desta cidade, e cartório do escrivão abaixo assignado, a requerimento de João Martins Miller, se faz publico, que no dia 11 do corrente as 10 horas da manhã, na casa do dito Miller, rua do Piques, se hão de arrematar 3 moradas de casas avaliadas pela quantia de 10:000$000.

S. Paulo 2 de janeiro de 1856.

Emilio José Alvarez."

 

JOÃO RAMALHO:

Junto com Tibiriça, auxiliou o padre Manuel da Nóbrega na escolha do local para fundar o clégio-igreja da Companhia de Jesus. Tornou-se o 1o. Capitão-mor da Vila de São Pauloem 9 de julho de 1562, para liderar na guerra contra os índios Tamoios.

 

JOAQUIM ARCOVERDE DE ALBUQUERQUE CAVALCANTE, DOM:

Décimo Bispo de São Paulo, nomeado em 1893, faz sua entrada solene na cidade no dia 30 de setembro do mesmo ano.

 

JOAQUIM ESTEVÃO RIBEIRO:

Sobre ele, há um anúncio no Correio Paulistano, de 2 de janeiro de 1856:

"A administração da casa fallida de Joaquim Estevão Ribeiro, convida os devedores a mesma para satisfazerem seus debitos em casa do administrador Bernardino José Dias Torres. S.Paulo, 14 de dezembro de 1855 - Bernardino José Dias Torres de Oliveira - Barão do Tietê."

 

JOAQUIM EUGÊNIO DE LIMA:

Engenheiro uruguaio. Em 1873 recebeu o privilégio de construir e explorar quiosques comerciais no Jardim da Luz. Tal privilégio foi suspenso, posteriormente, por João Teodoro e ao processar o governo, ganhou, na época a indenização de 120:000$000.

 

JOAQUIM GASPAR DOS SANTOS PEREIRA:

Contratado por João Teodoro, na década de 1870, para cuidar e zelar pelo Jardim da Luz.

 

JOAQUIM JOSÉ DE CARVALHO:

Foi sua a iniciativa de fundar a Academis Paulista de Letras, em 5 de outubro de 1909.

 

JOAQUIM JOSÉ PINTO DE MORAIS LEME:

Brigadeiro. Em 1834, sua filha vendeu para a Marquesa de Santos, o edifício hoje conhecido como Solar da Marquesa, na Rua Roberto Simonsen. Ele recebeu essa edificação como pagamento de uma dívida em 1 de abril de 1802.

 

JOHN MAWE:

Em 1812, seu trabalho é publicado em Londres, com algumas das primeiras ilustrações de São Paulo, gravuras essas executadas por Berrenger, a partir dos esboços realizados em 1810, pelo autor.

 

JOSÉ ANTONIO SARAIVA:

Administrou a Província de São Paulo de 17 de julho de 1854 a 12 de novembro de 1855, segundo Almeida Nogueira, em Academia de São Paulo: tradições e reminiscências: volume 5. São Paulo: Saraiva, 1977. No mesmo livro, há um rodapé informando que Eugênio Egas, na Galeria dos presidentes de São Paulo, I, 233, informa que o período correto é de 26 de junho de 1854 a 16 de maio de 1855.

 

JOSÉ FERNANDES DE SOUSA:

Livreiro, português, proprietário do Pândega, conta a elnda que se alguém roubasse uma galinha de sua propriedde, "descontava" o prejuízo no preço do primeiro livro que vendesse depois do corrido.

Clipping: COELHO, Marcelo. Chá, rapé, livros e outros artigos sem rivais. Folha de São Paulo: +Mais!, 11 Abr. 2004.

 

JOSÉ HEIB:

Em 1870, abriu uma fábrica de cerveja, na Rua da Liberdade, junto da Ponte da Condessa de São Joaquim.

 

JOSÉ INOCÊNCIO DE CAMPOS:

Bacharel da Academia de Direito. Foi reprovado em 1833 (3o. ano), formou-se em 1836. Pertencia, originalmente, a turma de 1831-1835.

 

JOSÉ JOAQUIM DE JESUS (CAPITÃO):

Em anúncio publicado no Correio Paulistano, em 2 de janeiro de 1856, o Capitão informa que na Rua da Consolação n.62, estão disponívis "pedras para calçadas e para paredes e pilares".

 

JOSÉ MARQUES DA CRUZ:

Em um anúncio no Correio Paulistano, publicado no dia 2 de janeiro de 1856, aparece como proprietário de um estabelecimento de secos e molhados, localizado na Rua do Comércio, n.35. Clique aqui, para ver o anúncio dos produtos á venda.

No mesmo dia 2 de janeiro, também no Correio Paulistano, anunciou a abertura de seu novo estabelecimento: Padaria Anno Bom, na Rua do Rosário, esquina com Rua da Boa Vista. Clique aqui, para ver o anúncio.

 

JULES MARTIN:

Engenheiro francês, responsável pelo projeto do 1o. Viaduto do Chá, inaugurado em 6 de novembro de 1892.

 

JÚLIO FRANK:

Criou a Bucha, uma sociedade secreta formada por estudandes e professores do Curso Jurídico do Largo de São Fracisco, em 1831.

 

JÚLIO MARIANO GALVÃO DE MOURA:

Padre, em 1855 era proprietário do terreno e edificação onde hoje está localizada a Casa da Imagem (Casa Nùmero 1), e nela instalou o Colégio Ateneu Paulistano.

 

letra I < letra J > letra K

 

home      moyarte      não-diário      contato