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HISTÓRIA DO

CENTRO DE SÃO PAULO

século XVIII: 1791 - 1800

atualizado em: 28 de agosto de 2017

 

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CENTRO DE SÃO PAULO







SÉCULO XXI

2001 - 2010

2011 - 2020

 

BIBLIOGRAFIA


A vida urbana paulistana vista pela administração municipal - 1562-1822

Maria da Conceição Martins Ribeiro
Minha Editora
2011

Esta obra oferece uma incursão na vida urbana paulistana de 1562 a 1822 sob o ponto de vista administrativo, apontando caminhos para uma percepção do funcionamento cotidiano da colônia. A historiadora Maria da Conceição Martins Ribeiro baseou-se nos registros disponíveis na Câmara Municipal de São Paulo, que datam a partir de 1562, para fazer o levantamento histórico daquele período. Os capítulos elucidam a vida no núcleo urbano a partir de alguns aspectos evolutivos e apresentam questões e problemas que afligiam à época o administrador paulistano, como a defesa da Vila, a proteção à fauna e à flora, a economia, a organização administrativa, entre outros, destacando os meios utilizados para solucioná-los...[+]

 


Os caminhos da riqueza dos paulistanos na primeira metade dos oitocentos

Maria Lucília Viveiros Araújo
Hucitec
2006

O livro trata da formação da capital de São Paulo. Em especial das estratégias de sobrevivências e ascensão social das primeiras gerações de paulistas com projeção 'nacional'. Busca compreender a origem do processo que levou a pequena vila da América portuguesa a tornar-se a maior metrópole da América do Sul. Discorre sobre o lento processo de acumulação de capitais - do mercado de abastecimento ao mercado atlântico - que precedeu o boom cafeeiro. Anallisa as implicações da alta concentração de bens em poucas famílias paulistanas desde o século XVIII, e compara esses dados com os índices recente. Isto é, o livro relata as histórias de vida dos antigos paulistanos e aponta a gênese da exclusão social...[+]

 


Casamento e Família Em São Paulo Colonial

Alzira Lobo de Arruda Campos
Paz e Terra
2003

Com palavras de Álvaro Cardoso Gomes, 'Casamento e Família' mostra como um modelo utópico de casamento, moldado de acordo com os valores da metrópole e determinado pelo Estado e pela Igreja adaptou-se e modificou-se face às condições do mundo colonizado. Aponta os contrastes entre as determinações das elites, dos dominadores e o procedimento velado, dissimulado dos dominados; entre as regras, as convenções, os estatutos e as contravenções que apontam para o eterno conflito de classes e, ao mesmo tempo, dão a dimensão humana dos indivíduos submissos a um poder que, via de regra, procura ignorar essa mesma dimensão. Ao devassar o mundo do casamento, a autora habilmente põe a nu aquilo que constitui o descaminho, ou o mundo dos desvios, que serve de contraponto ao mundo ordeiro dos estatutos, elaborado pelos donos do poder. Ao investigar as fissuras da família/casamento, revela para o leitor o passado em seu aspecto mais vivo, pelo fato de chamar a atenção para o lado humano...[+]

 

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