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HISTÓRIA DO

CENTRO DE SÃO PAULO

século XVIII: 1761 - 1770

atualizado em: 28 de agosto de 2017

 

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CENTRO DE SÃO PAULO







SÉCULO XXI

2001 - 2010

2011 - 2020

 

BIBLIOGRAFIA


A vida urbana paulistana vista pela administração municipal - 1562-1822

Maria da Conceição Martins Ribeiro
Minha Editora
2011

Esta obra oferece uma incursão na vida urbana paulistana de 1562 a 1822 sob o ponto de vista administrativo, apontando caminhos para uma percepção do funcionamento cotidiano da colônia. A historiadora Maria da Conceição Martins Ribeiro baseou-se nos registros disponíveis na Câmara Municipal de São Paulo, que datam a partir de 1562, para fazer o levantamento histórico daquele período. Os capítulos elucidam a vida no núcleo urbano a partir de alguns aspectos evolutivos e apresentam questões e problemas que afligiam à época o administrador paulistano, como a defesa da Vila, a proteção à fauna e à flora, a economia, a organização administrativa, entre outros, destacando os meios utilizados para solucioná-los...[+]

 


São Paulo Antigo 1554-1910

Antonio Egydio Martins
Paz e Terra
2003

Antonio Egydio Martins foi responsável pela organização do Arquivo do Estado de São Paulo por 30 anos, ao longo dos quais percorreu a documentação em busca dos pormenores da história paulistana. São Paulo Antigo era o título das crônicas que passou a publicar nas páginas do Diário Popular e que caíram no gosto do público, dando origem ao livro, publicado em dois volumes em 1911 e 1912. O livro permaneceu como fonte privilegiada para se conhecer o cotidiano da cidade, tratando de seus personagens, das festas, dos costumes, dos hábitos alimentares, dos governantes, dos jornais, das lojas... São Paulo Antigo é como um baú da história paulistana, ao qual se recorre em busca da informação miúda, do detalhe, da data, dos tipos da cidade, dos pormenores perdidos no rolar do tempo...[+] 

Edição usada disponível na
Estante Virtual

 


Casamento e Família Em São Paulo Colonial

Alzira Lobo de Arruda Campos
Paz e Terra
2003

Com palavras de Álvaro Cardoso Gomes, 'Casamento e Família' mostra como um modelo utópico de casamento, moldado de acordo com os valores da metrópole e determinado pelo Estado e pela Igreja adaptou-se e modificou-se face às condições do mundo colonizado. Aponta os contrastes entre as determinações das elites, dos dominadores e o procedimento velado, dissimulado dos dominados; entre as regras, as convenções, os estatutos e as contravenções que apontam para o eterno conflito de classes e, ao mesmo tempo, dão a dimensão humana dos indivíduos submissos a um poder que, via de regra, procura ignorar essa mesma dimensão. Ao devassar o mundo do casamento, a autora habilmente põe a nu aquilo que constitui o descaminho, ou o mundo dos desvios...[+]

 

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