Website de Mônica Yamagawa

HISTÓRIA DO

CENTRO DE SÃO PAULO

século XX: 1911 - 1920

atualizado em: 28 de agosto de 2017

 

home > centro de são paulo > 1911 - 1920

1910século XX: 1911 - 19201921

 

1911:

 

1912:

 

1913:

 

"o Centro Musical de São paulo, associação dos músicos profissionais, entra em greve porque os donos de cinemas nãoa ceitam tabela com os 'ordenados mínimos'' ".

[SÃO PAULO 450 ANOS. Caderno de Fotografia Brasileira. Rio de Janeiro: Instituto Moreira Salles, 2004, p.15.]

 

 

1914:

 

1915:

 

1916:

 

1917:

 

1918:

 

1919:

 

1920:

 

1910século XX: 1911 - 19201921

CENTRO DE SÃO PAULO







SÉCULO XXI

2001 - 2010

2011 - 2020

 


Theatro Mvnicipal de São Paulo

Márcia Camargos
Dado Macedo Edições
2011

O livro Teatro Municipal de São Paulo 100 anos foi produzido e editado pela Dado Macedo Produções Artísticas (DMP). A obra é assinada pela pesquisadora e jornalista ganhadora do Jabuti, Márcia Camargos. Além dos relatos históricos, o livro traz imagens que são verdadeiras relíquias de acervo – em grande parte, inéditas ao público – e conta com novos registros sob a ótica do renomado fotógrafo Cristiano Mascaro. O projeto gráfico é de Martha Tadaieski Com 200 páginas e aproximadamente 300 fotos e ilustrações, a publicação narra fatos importantes da cidade a partir da construção do Teatro, idealizada no final do século XIX pelo arquiteto Ramos de Azevedo. São retratadas todas as fases deste patrimônio histórico, que, além dos modernistas, foi palco para grandes nomes, entre Maria Callas...[+]

 


A evolução industrial de São Paulo
1889-1930

Edgard Carone
Senac
2011

Nas quatro décadas iniciadas com a República e finalizadas com o movimento que entregou o poder a Getúlio Vargas, São Paulo experimentou um surto de desenvolvimento cujos efeitos ainda hoje se manifestam, traduzidos na situação de liderança que o estado ocupa. A saga da evolução industrial, que é a base desse progresso, é contada neste livro por Edgard Carone, mestre da historiografia, numa obra ilustrada com fotos..[+]

 


BIBLIOGRAFIA


Tudo é passageiro: expansão urbana, transporte público e o extermínio dos bondes em São Paulo

Ayrton Camargo e Silva
Annablume
2015

O livro inicia-se com a apresentação do processo de urbanização da cidade dinamizado a partir do século XIX, sobretudo após a inauguração em 1867 da ferrovia conectando Santos a Jundiaí, relacionando-o com as principais formas de circulação organizada, no período em que antecede a chegada da Light a São Paulo, em 1899. A inauguração do sistema de bondes elétricos traz uma nova forma de exploração dos serviços públicos, expondo diversas contradições na relação entre o concessionário dos serviços de viação e energia e o poder concedente. A crise de abastecimento de energia ocorrida na década de 20, em paralelo a um surto de propostas urbanísticas que não consideravam o transporte coletivo o elemento estruturador da mobilidade, antecede o impasse que se desenhava ante o futuro da rede de bondes. As restrições impostas pela seca à circulação dos coletivos elétricos estimulou o surgimento do ônibus como alternativa de circulação, rompendo para sempre o monopólio da Light na operação do transporte na cidade. Mudanças na política advindas com a Revolução de 30 atrapalharam os planos da Light de expansão da rede de bondes. Por outro lado, a prefeitura chega às mãos de Prestes Maia, um dos maiores críticos do plano de reformulação da rede de transportes e um dos autores do Plano de Avenidas que, sob sua condução, sairia do papel para redirecionar a expansão urbana. Desestimulada, a Light anuncia seu desejo de entregar o acervo do sistema de bondes. A crise é instaurada, e a prefeitura cria uma comissão para definir soluções. Sob o atento acompanhamento de Prestes Maia, a comissão estrutura as bases do transporte público do município: a concessão caberá a uma empresa pública monopolista, os bondes serão paulatinamente desativados, substituídos preferencialmente pelos trólebus mas, na prática, pelos ônibus. A década de 50 se inaugura com a cidade vendo concretizadas as bases do Plano de Avenidas, onde pesados investimentos viários consolidavam a circulação sobre pneus. Nele não havia espaço para o transporte público. Em 1961, Prestes Maia volta à prefeitura e retoma a desativação do sistema de bondes, que terá de seu sucessor - Faria Lima - a pá de cal, com banda de música e foguetórios, deixando aberto o caminho para a grande crise da mobilidade da cidade...[+]

 


LIBERTAS ENTRE SOBRADOS
MULHERES NEGRAS E TRABALHO DOMESTICO EM SAO PAULO (1880-1920)

Lorena F. da Silva Teles
Alameda
2014

Lidando com contratos de trabalho e com a crônica policial, a historiadora faz vir à tona vários aspectos relevantes do cotidiano popular de São Paulo daquele fim de século XIX e começo do século XX. Conforme os registros policiais, a extrema miséria nas mulheres sempre se confundiu com vagabundagem e prostituição. Isso agravado pelo preconceito de cor. O processo de retificação faz da doméstica um corpo a ser explorado, alienado. As investidas dos patrões não são seguidas, a não ser aleatoriamente, por garantias jurídicas que instituam uma igualdade entre manceba e esposa, ou entre os filhos naturais e os legais. Dessa maneira, o livro que agora é publicado é rico de observação nesse sentido. Casos exemplares levantados pela pesquisadora são numerosos, atestando a rara capacidade de observação da pesquisadora. Fica para o leitor a percepção de um trabalho intelectual intenso que conserva sensível homologia com o trabalho manual exaustivo das mulheres que evocou. Dessa forma, a interação da história social com as trajetórias individuais marca esse trabalho....[+]

 


SAO PAULO CAPITAL ARTISTICA
A CAFEICULTURA E AS ARTES NA BELLE EPOQUE
(1906-1922)

Julio L. Moraes
Azougue
2013

A semana de Arte Moderna, realizada no Teatro Municipal de São Paulo em 1922, foi apenas o fenômeno mais expressivo do intenso entrecruzamento de interesses entre o universo do café e o mundo das artes. A Semana, contudo, foi só uma das diversas pontes estabelecidas. Teatro, cadeias cinematográficas, instituições artísticas e até as manifestações populares - nenhum segmento da vida artística local passou incólume às influências(diretas ou indiretas) do 'ouro verde', do complexo cafeeiro. 'São Paulo - capital artística' conta a história de algumas dessas relações, centrando atenções nos condicionantes econômicos. Histórias da vida artística dos palcos e salões paulistanos, mas acima de tudo a história econômica de um segmento em ascenção. Percorrendo o mundo dos dados quantitativos, 'São Paulo - capital artística' traz à tona informações pouco conhecidas ou exploradas pelos historiadores da cultura nacional...[+]

 

home      moyarte      não-diário      contato