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RUA SÃO BENTO

RUA DE SÃO BENTO

história do logradouro
estabelecimentos comerciais e moradores

atualizado em: 3 de abril de 2018

 

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1827

Rua São Bento, n.2: Manuel Joaquim Espiridião. Endereço mencionado em anúncio no O Farol Paulistano (número 35, de 8 de agosto de 1827 e número 58, de 27 de outubro de 1827).

 


1828

Rua de São Bento: segundo um anúncio no O Farol Paulistano (Nùmero 79, de 12 de janeiro de 1828), caso fosse encontrado um escravo que fugiu de Santos, ele poderia ser entregue Joaquim José Pedro Maia, em endereço nessa rua.

Rua de São Bento, n.77: moradia do Sargento Mór Gregório Ignacio Ferreira Nobre.

 


1856

Antonio Roberto de Almeida, Dr.: 1o. vice-presidente da Província (endereço mencionado no Almanak)

Benedicto Antonio de Oliveira Netto: amanuense da Secretaria do Governo (endereço mencionado no Almanak)

Caetano Antonio de Moraes: segundo escriturário da Contadoria/Thesouraria da Fazenda Geral (endereço mencionado no Almanak)

Firmino José Barbosa: official-maior da Secretaria do Governo (endereço mencionado no Almanak)

Francisco Martins de Almeida: official-archivista da Secretaria do Governo (endereço mencionado no Almanak)

João da Silva Carrão: deputado da Assembléia Provincial; lente substituto da Faculdade de Direito (endereço mencionado no Almanak)

João Theodoro Xavier de Mattos: suplente da Assembléia Provincial; procurador dos feitos da fazenda geral; 3o. suplente do juiz municipal; procurador fiscal da Junta de Fazenda/Thesouraria da Fazenda Geral (endereço mencionado no Almanak)

Joaquim Floriano de Toledo Junior: terceiro escriturário da Contadoria/Thesouraria da Fazenda Geral (endereço mencionado no Almanak)

José Bonifácio de Toledo Junior: adido da secretaria da Contadoria/Thesouraria da Fazenda Geral (endereço mencionado no Almanak)

José Carlos d'Alambary Luz: bibliotecário da Faculdade de Direito (endereço mencionado no Almanak)

Leopoldo Augusto Bueno de Aguiar: amanuense da secretaria da tesouraria da Fazenda Provincial (endereço mencionado no Almanak)

Pedro Ismendes Moreira: segundo escriturário da Contadoria/Thesouraria da Fazenda Geral (endereço mencionado no Almanak)

Pedro Taques de Almeida Alvim: deputado da Assembléia Provincial; promotor público (endereço mencionado no Almanak)

Prudencio Geraldes T. da Veiga Cabral: suplente da Assemblèia Provincial; lente catedrático, 2a. cadeira da Faculdade de Direito (3o. anno); (endereço mencionado no Almanak).

 


1867

Rua de São Bento, n.55: agência do Progresso Paulista (e loja de chapéus).

 


1868

Rua de São Bento, n.33: Bernardo Martins Meira possuía no local um armazém de molhados; fabricante de licores.

Rua de São Bento, n.54: Residência de Gustav (Gustavo) Schaumann.

Rua de São Bento, n.60: Residência de Eginhard (Reginaldo) Wehrsig.

 


1869

Rua de São Bento, n.33: Bernardo Martins Meira casa e armazém de molhados; fabricante de licores.

 


1870

Rua de São Bento, n.33: Bernardo Martins Meira casa e armazém de molhados; fabricante de licores.

 


1872

Rua de São Bento, n.33: Bernardo Martins Meira casa e armazém de molhados; fabricante de licores.

 


1876

Rua de São Bento, 93: armazém com venda de frios, licores, vinhos etc.

Rua de São Bento, n.37: escritório de Jules Martin.

 


1907

Rua de São Bento, n.33-A: funcionava a loja A Cidade de Londres

 


1914

Rua de São Bento, n.23: Alfaiataria Acadêmica F. Infanti & Cia. (sobrado) - sortimento de casemiras e brins.

Rua de São Bento, n.23: Casa Arouche - Secção de Loterias.

 


 

 

CENTRO DE SÃO PAULO

BIBLIOGRAFIA


A dinâmica dos nomes na cidade de São Paulo - 1554 - 1897

Maria Vicentina de Paula do Amaral Dick
Annablume
1996

Este livro traz a história da cidade de São Paulo vista pelos nomes de seus logradouros. Amparada por uma vasta pesquisa que resultou na sua tese de livre-docência, a autora mostra como se efetuou a denominação dos acidentes naturais e culturais de São Paulo dos Quinhentos aos Oitocentos, proporcionando contribuições importantes e originais também a pesquisadores de áreas como História e Ciências Sociais...[+]

 


Ô Da Rua - o Transeunte e o Advento da Modernidade Em São Paulo

Fraya Frehse
Edusp
2011

A autora, com base em fotografias, relatos memorialísticos e de viagem; diários e cartas; crônicas e notícias de jornal, fez da rua do centro histórico de São Paulo um posto de observação privilegiado para investigar o urbano que emerge na cidade entre o início do século XIX e do XX...[+]

 


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Alegrias Engarrafadas: os alcoóis e a embriaguez na cidade de São Paulo no final do século XX e começo do século XX

Daisy Camargo
Unesp, Assis
2010

Tese apresentada à Faculdade de Ciências e Letras de Assis – UNESP – Universidade Estadual Paulista para a obtenção do título de Doutor em História (Área de Conhecimento: História e Sociedade)

Esse trabalho trata das relações sociais que permeiam o consumo de bebidas alcoólicas na cidade de São Paulo, no final do século XIX e começo do XX, desvelando gestos e sensibilidades do cotidiano da cidade, captando costumes, modos de vida e sujeitos extintos. O objetivo é explorar uma cultura gestual, material e sensível, historicamente construída, ligada aos alcoóis, seus objetos, suas maneiras de saborear e lugares de consumo. Palavras-chave: Alcoóis – Consumo - São Paulo – Cotidiano – Cultura Material

 


História da cidade de São Paulo: através de suas ruas

Antonio Rodrigues Porto
Carthago
2006

Transportar-se ao passado percorrendo as ruas de São Paulo é muito mais que estudar a história desta cidade. É mergulhar numa ciranda de mais de quatro séculos de tradição e viver a emoção de um tempo que já se foi. Neste livro, como num passo de mágica, o leitor pode viajar pela história da cidade com riqueza de detalhes e informações...[+]

Edição usada disponível nos sebos da
Estante Virtual

 


Entre a casa e o armazém: relações sociais e experiência da urbanização
São Paulo, 1850 – 1900

Maria Luiza Ferreira de Oliveira
Alameda
2005

Este livro é um convite para o leitor voltar a um tempo no qual São Paulo combinava características de uma cidade moderna com traços fortemente rurais. Bastava uma rápida caminhada até a Igreja da Misericórdia para avistar, do alto de seu campanário, descampados, grotões, charnecas, beiras de rios e até animais silvestres e matas, que se estendiam muito além dos vales do Anhangabaú e Tamanduateí. Os personagens deste cenário? Aquela parte da população abstratamente designada como "classes médias" - na verdade, uma gente esquecida, os remediados da sociedade, uma multidão de figurantes mudos da cena paulistana - os quais atendiam pelos nomes de Dona Carolina, Seu Marcelino, Ana de Sorocaba e centenas de outros que aparecem nos registros dos quase mil inventários e testamentos que chegaram até nós. A maioria tinha pouco mais de quarenta anos no longínquo ano de 1872...[+]

 

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